Quem sou eu

Escritor cronista, jornalista e Poeta romântico, conhecido como o poeta apaixonado ou, o xerife do futuro! Compromissado com a liberdade da Consciência.

CARLOS SHEREDOM



Olhos de Gigante!

NA BUSCA
DE CONSCIÊNCIA







COMENTÁRIO

Nesta obra,
Faço um mesclado de temas,
Relacionados às atitudes humanas;
Com criticas, crônicas e reflexões espirituais,
Que vão fazer-lhe parar,
Alguns segundos no tempo,
Em busca de si mesmo.
Aqui e agora!
Você pode encontrar respostas objetivas,
Ou até mesmo entendimento lógico,
Para discernir suas dúvidas existenciais.
E assim passo ao leitor,
Minha compreensão existencialista,
Sobre padrões de comportamento,
Que assolam instintivamente,
A forma de vida humana;
Seja de natureza política social,
Religiosa ou intelectual.
Venha!
Mergulhe comigo,
“No jogo vivo da humanidade”.
Então verás que muito pode ser mudado...
Começando por você mesmo.






Direitos autorais reservados a
CARLOS SHEREDOM







INDICE


Parasita
Casuística
Tempo ao Tempo
Espada da Justiça
A Verdadeira Igreja
Distante da Alma
Apenas Humanos
Flagelo
Sensacionalismo






Parasita!

Apenas o humano,
Pratica excesso gerando destruição...
Fazendo grandezas da ignorância!
Espécie errante que constrói para si,
O egoísmo na ambição desmedida.
Edifica catástrofes como conseqüências,
Se apossando das benesses nas conquistas.
E assim o humano corre,
Se apegando ao que tão pouco resta,
Feito parasita que suga,
Toda essência da terra.
E do lado de fora,
Fica quem observa e enxerga,
Como racional preocupado,
Com o espírito da vida;
Qual é apenas expectador atento,
As leis da natureza que preservam o dia seguinte.
E logo tantos não pensam!
Enquanto a minoria sacrifica sonhos,
Sepultados com o excesso humano.
Então o descaso para tantas causas,
Acontece como uma doença...
Qual reflete na saúde de todo o planeta,
Destruindo a propriedade da sobrevivência.
Estes são os poderosos humanos!
Seres que não passam de predadores insaciáveis,
Oportunistas inteligíveis,
Superiores entre as espécies,
Que matam o desejo da própria existência.







Casuística

Às vezes tentamos acreditar,
Que podemos fazer diferença,
No exercício evolutivo da consciência.
Mas parece que o descaso,
Triunfa na natureza humana,
Fazendo do ser humano,
Raízes de uma concepção instintiva,
Que amarra o homem,
A uma realidade degradante,
Qual corrompe a sua perspicácia inteligente.
E assim vê-se,
O quanto não é inusitado,
O princípio de consciência que este exerce.
Pois este faz considerações a tantos erros,
Que acaba por acatar abusos,
Renunciando as necessidades éticas do espírito.
O homem justifica como prioridade,
Sua razão imediata!
Deixando prevalecer o querer não salutar,
Dos seus desejos corrompidos.
E sem importar-se com as leis da consciência,
Empobrece os seus sentidos mais nobres...
Como os anseios da alma,
Com avareza do próprio egoísmo.
Então sepulta seu legado de riquezas!
Quando deixa de fazer a diferença,
Em uma história que apenas repete,
Suas inexpressíveis grandezas.
Afinal!
Para que serve tanto conhecimento?
Ter conquistas escoladas?
Ser doutor ou mentor deste mero saber?
Se toda esta gama da racionalidade humana,
É casuística do tempo,
Que vive somente para sobrevivência,
Dos interesses materiais da vida,
E morre inebriada pelo orgulho.







Tempo ao Tempo

“Deus que ampara nos mementos de dor”,
A humanidade curva-se diante da sua grandeza,
Para pedir-te que a ouça,
E responda o clamor,
Dizendo o que fazer,
Para livrar-se do peso na alma,
Que escraviza com marasmo,
Além de desejos tão cegos.
Oh! Deus.
Está tudo aqui,
A deriva no descaso da vida.
Sofrimento e desterro no mundo,
Porque esta carrega na sina carnal,
A prova dos seus ensinos.
Portanto,
Não a deixe só!
Por que espírito perfeito,
A vida tem que ser como um jogo?
Onde quem se deleita da satisfação,
São os supostos perniciosos.
O que queres de fato da sua prole?
O mundo sabe,
Que fazes coisas tão belas...
Mas grande demais,
Para os olhos do homem,
Que não entende a simplicidade,
Do suave toque do seu amor.
Ver-se que insiste,
A dá tempo ao tempo,
Alimentando o ego da esperança,
Que não sai da teoria humana,
Nesta consciência desumana,
Que impera na terra.
O que queres que estes façam,
Nesta horda sem cura?
Pois bem sabes,
Que a maioria dos humanos,
Ignoram os preceitos da ética racional,
Quais consistem da tua consciência.
E estes,
Dão a menor importância ao teu saber,
Nem temem as conseqüências do erro.
Portanto Criador,
Se de fato queres cultivar o amor...
Ajude o teu povo,
A conhecer essa essência,
E buscarem teu espírito perfeito,
Com dignidade no entendimento de ser!
A estes que ainda caminham,
Perdidos no tempo.







Espada da Justiça

Estou presente!
Quem crê em mim,
Não obedeça aos feiticeiros.
Pois só haverá dor,
Para os quais negam minha destreza.
É bom que saibam,
Que o conselho do meu clero,
Já decidiu o veredicto.
E a espada contra a iniqüidade,
Está empunhada nas mãos da justiça,
Do todo perfeito.
Por isso será breve,
A purificação do sangue sobre a terra!
Então vos peço...
A vós homens de bem,
Que resistam à tempestade,
Porque nenhum dos meus filhos benevolentes,
Viverá a morte para a vida!
Apenas terá passagem para a liberdade.
Será como passos alados para a cidade da luz,
Com tudo que faça jus aos seus anseios.
Na luz não haverá traição,
Nem insatisfação,
Tão pouco a degradação.
E na união espiritual,
Não precisará sentir o peso da dúvida,
Porque o grande sonho,
É pleno em harmonia.
Eis que digo...
Estou chegando!
Abrindo as janelas do céu da terra,
Para meus anjos entrarem,
E varrerem todo mal da iniqüidade.
Preparem-se,
Porque minha vinda,
Será o começo de um novo começo,
E o fim da era comprometida,
Pelo incesto da vossa ignorância.
Aviso-vos...
Infeliz de quem subestimar,
As leis da própria natureza.







A Verdadeira
Igreja

A veracidade igreja,
Precisa viver,
O real propósito do espírito em Deus.
Deixar de usar como trunfo,
O poder humano...
Dinheiro!
E não aproveitar-se das fraquezas do fiel,
Como elemento para provocar a fé.
Porque estes meios de estímulos,
Estão voltados aos prazeres e condutas,
Das raízes do mundo...
Não do espírito!
Por isso deve a igreja,
Pregar além da palavra...
Pregar a consciência devida com sabedoria!
Para que as pessoas aprendam,
A dividir ermamente seus merecimentos,
Sem sentir-se sugestionadas,
Com propósitos que despertem egoísmo,
Ou vicie a mente humana,
Com a droga do desejo material,
Pelas coisas do mundo,
Nesta vida transitória...
Tão quanto...
O desperdiço do tempo,
Entre o começo e o fim.





Distante da Alma

Distantes estão os homens,
De si mesmos.
Já não sabem quais referencias de vida,
Cabem em seus anseios.
Seguem a duvida,
Porque só conseguem viver tão só...
Centrados no egoísmo!
Então,
Quando se despertam,
Percebem o tempo perdido.
Estes se arruínam na eloqüência do ensejo,
Porque cegam a principal razão de viver...
O paradigma lúdico do amor!
Assim tem sido o contexto histórico,
Da velha ascensão humana,
Contemplada pelo próprio elixir,
Criado para seu viver...
A conjetura do paradoxo insensível,
Que exime do amadurecimento espiritual,
A revelação natural da alma.
Por isso pagam tão caro,
Com a degradação do jubilo,
E a dor da insatisfação.
É este o resultado...
Feito por feito!







Apenas
Humanos


Corações vulneráveis!
Presas fáceis e nuas!
Natureza desumana!
Carne e alma astuta!
Liga do instinto!
Espírito sem causa!
Escravo da incerteza!
Cegos e emotivos!
Ser sem prisma!
Impuro e empolgado!
Bem sem raiz!
Criatura empírica do mal!
Essência egoísta!
Criação sutil!
Anseios confinados!
Homem perdido!
Apenas humano!
Fracasso vivo!





Flagelo

Alguns humanos,
Encantados pelo feitiço diabólico da vida,
Fazem dos pensamentos ambiciosos,
A lei da morte.
Até dão sentido a própria vida,
Achando-se no direito de tirar outras,
De forma que achar devida.
Assim percebe-se,
O quanto os homens são imprudentes.
Praticam os princípios da loucura,
Cometendo homicídios,
Marcando a ordem da liberdade social,
Como mera jogada de conquista e poder,
Nesta desleal disputa corruptível,
Para justificar o desejo sem alma,
Contaminado pela doença da cobiça,
E enfermidade da ambição desmedida,
Na imprevisível mente racional...
Porém instintiva e meticulosa.





Sensacionalismo

O jornalismo sensacionalista,
Dos veículos da comunicação,
Que fazem à notícia no mundo,
Explora “casos comuns”,
Na realidade social dos países,
Como as fatalidades corriqueiras,
Assim instigando a opinião pública.
É tão nociva a interpelação da imprensa,
Diante do espírito de justiça,
Que o despreparo do poder de lei,
E a própria inibição da ordem sem parâmetros,
Do judiciário nas federações,
Faz valer a autoridade abusiva na informação;
Onde não caberia,
Nem deveria ser tal linha de jornalismo...
A voz do sensacionalismo!
Na verdade,
Casos e casos monstruosos,
Acontecem rotineiramente,
Marcando o território da desordem nas nações;
Enquanto isso procede,
O poder de imprensa encarniça,
Vitimas e réus,
Para mostrar notícias que dê ibope,
E populariza seu poder de voz,
Consequentemente manipulando,
O pensamento das massas,
E concebendo revolta que clama por justiça.
Assim tem feito à mídia,
Nas programações televisivas...
Hoje em dia!
A informação no cotidiano,
Do contexto social,
Certamente é indispensável;
Mas não necessariamente na condição,
De invadir a privacidade das pessoas,
Como uma parasita,
E cansar os ouvidos do povo,
Com excessos dramáticos,
Que chegam a influenciar
E inferir no papel da lei.
A rede de televisão mundial,
Tem se saído muito bem,
Em sua ascensão,
Mas deixando a desejar,
No mais digno objetivo,
Na área da informação...
Educação!
Infelizmente,
Está se tornou apenas,
Mais um corruptor no processo de informação,
Deixando de servir uma verdade conscienciosa,
Para exibir literalmente a libertinagem...
O lixo da informação que seduz a mente humana,
Com futilidades que desova a iniqüidade contemporânea.

































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