CARLOS SHEREDOM
APRESENTA
MANIFESTOS DE UM XERIFE
Crítica Política
Direitos autorais reservados a
CARLOS SHEREDOM
Um povo,
Para merecer dignidade,
Precisa conhecer o respeito,
A quem deve...
A si próprio!
APRESENTAÇÃO
Não foi preciso de tantas experiências,
Para despertar ânsia do espírito,
E a chama que flameja,
No íntimo da minha natureza;
Para tornar possível a revelação,
Da astúcia de Carlos Sheredom...
“O XERIFE DO FUTURO”.
Minhas revelações não são surpresas,
Nem algo em comum,
Ao entendimento do povo brasileiro.
Visto que,
Muitos são os manifestantes,
Defensores da honra e dignidade,
Que lutam com coragem,
Pelos objetivos nacionalistas...
Como verdadeiros revolucionários da ordem!
Quero que saibam,
Que sou apenas um cidadão autentico,
Que está ao lado da lei,
E luta em defesa da igualdade,
Primando pelo respeito à sociedade.
Portanto,
A insatisfação corrói-me,
Porque minha fomentada alma,
Repudia os abusos,
Desgastantes do sistema,
Que se enraíza como erros,
Levando-me a defender propósitos sociais...
Enquanto Deus me conceber fôlego de vida!
DEDICATÓRIA
Dedico ao povo brasileiro!
Como defesa,
A essa gente oprimida,
Que de passo a passo na historia,
Continua pagando com suor,
E lagrimas de decepções;
Para matar a sede,
Dos que fazem a tirania.
Também dedico,
Aos imigrantes,
Que compõem nossa sociedade,
E a nossa soberania constituída...
Em especial!
E que a expressão das minhas críticas,
Que partem de um ponto de vista obvio,
E lúcido para opinião pública,
Sirvam de referencias,
Para aqueles,
Que estão inertes na ignorância,
E sem percepção do descaso,
Que macula o nosso Brasil...
Com o jogo da ambição.
Neste também,
Dedico aos homens,
Que carregam o sucesso no peito
E o peso na consciência,
Por cumplicidade ou simples omissão.
Que a simplicidade dos meus pensamentos,
Toque o coração da nação,
Com intenção de bons exemplos.
INDICE
Proclamar a Liberdade
Que País de Muitas Estrelas
Lei da Consciência
Por quanto Tempo,
Exércitos de Valores
Liberdade de Cada Homem
Com que Perna Anda o Brasil
Sistema Devasso Antipatriota
Descumprimento da Lei
Verdade ou Ironia do Dever
E! Eles Podem
Imbecis Equivocados
Reforma Comportamental
Pura Covardia
Leis Brasileiras
Revoadas de Abutres
Democracia Tirana
INTRODUÇAO
Espero que faças uma leitura,
Com a mente relaxada,
Para que possa interpretar e avaliar,
Os fatos conceituados nesta obra,
Com responsabilidade;
Os quais criticam,
Baseado na realidade,
Consistente da impunidade,
E nas injustiças que indignam a população.
Juntos...
Eu e você!
Faremos um analise da politicagem,
Praticada pelos parasitos,
Do poder público deste país.
Questionaremos consistentemente,
E revidaremos com espírito de cidadania;
A pobreza dos atos,
E omissão das classes que desconhecem,
Ou ignoram o espírito do patriotismo.
PROCLAMAR A LIBERDADE
O povo brasileiro é confinado,
E condenado ao descaso,
Da plasta ignorância,
Pelos propósitos delinqüentes,
Que lastram-se na plenitude,
De uma nação sem consciência.
É!
Mas para repudiar o mau político,
Que profana e reflete na vergonha deste país,
Eu digo:
Precisamos mais uma vez,
Proclamar a liberdade,
Que é manipulada pelos falsos nobres do sistema.
Estes que sobrevivem como parasitas,
Sugando até a ultima esperança do seu povo.
E resistem na corte da nossa soberania,
Batendo palmas,
Para seu próprio sucesso pragmático.
É! É possível que um povo alienado,
Se permita ao mando dos caciques,
De uma corte aparentemente sã;
Mas não é possível,
Aceitar a omissão de uma população esclarecida,
E o subjugo da mesma,
A uma sociedade governista,
Alienada ao contexto da ignorância;
Assim,
Fertilizando as raízes do mal,
Que enferma a nação,
E trai a nossa pátria amada.
QUE PAÍS DE MUITAS ESTRELAS
Vivemos em uma sociedade,
Onde os espertos que desfrutam do favoritismo,
Iludem nossa esperançosa e tolerante cidadania,
Com uma consciência vulgar,
E a suja política do faz de conta...
Com honorável fascismo.
Mesmo que levemos em consideração,
Que o grande Brasil,
Seja um país mais desenvolvido que outros,
Não condiz afirmar então,
Que a diferença é mérito de um sistema,
Qual sua moral e ética,
É desmoralizada por governos,
Que não se propõem com lucidez e consciência.
Pois a atuação de algo,
Que se denomine como soberania,
E inspire o progresso e natureza de patriotismo,
Requer mais que este jogo de encantamento,
Feito pelos politiqueiros,
Parlamentares e governistas.
Os governos dizem que estão fazendo...
O que podem!
É...
Temos visto muita propaganda bonita!
Um verdadeiro aparato da imaginação,
Para convencer a população.
“Realmente a soberania tem sido atuante”!
Não podemos negar tal contribuição,
Tão significativa,
Diante das necessidades,
De cento e noventa milhões de brasileiros.
É! Mas pelo que tido incide,
Tem deixado muito a desejar.
Pelo menos,
Dois terço da cidadania vive a incerteza,
E não conta com a satisfação de viver dignamente,
No respeito como cidadão brasileiro.
São cento e cinqüenta milhões de sofredores!
É vossas excelências...
Cabe aos senhores,
O dever de melhorar a vida social.
Ajudar e tornar o povo merecedor,
Ao direito à qualidade e respeito.
Mas para que isto aconteça,
Será necessário que as mudanças,
Também reeduque vossos hábitos;
Os conscientizando de que,
Muitas vezes precisamos perder para ganhar.
Vamos dividir justamente o que é do povo!
Vamos conter este exagerado privilégio constituído,
Adotado pelo próprio poder.
Vamos dá um fim aos abusos:
Como residências governamentais,
E suas mordomias.
Ao transporte gracioso,
Que serve generosamente,
A vaidade do poder público.
Ao patrimônio como avião e outros,
Que geram custos finais caríssimos.
Afinal,
Tudo é passageiro!
Menos a dor causada pelo descaso...
Esta marca impiedosa,
Que é conseqüente do que vós estabeleceis,
Nas nossas vidas,
De forma injusta e erronia;
Assim marcando nossa gente.
Se dignem senhores!
De olharem para o amanhã,
Como honrado seres humanos.
Pois o vosso egocentrismo,
Tão veemente de orgulho e vaidade,
Já foi longe demais.
E a história apenas repete os fracassos,
Ludibriada pelos pequenos homens,
Que no geral,
Postulam-se com expressão,
De capacidade e grandeza.
Sem se perceberem dos seus inertes espíritos,
Que mutilam a própria vergonha;
Assim dando ênfase a uma república poderosa,
Aparentemente democrática...
Mas notoriamente fascista e anarquista.
LEI DA CONSCIÊNCIA
É nosso dever policiar as atitudes,
Alheias à consciência.
Ficar de olho nos atos errados,
E estúpidos das pessoas.
Observar a causa pública,
E servir com intuito de orientar nossa cidadania.
Portanto,
Esclarecer o cidadão,
Que obrigatoriamente é eleitor deste país,
Para que tenha responsabilidade,
Na escolha dos seus representantes;
Assim como,
Na contribuição do voto consciente...
É extremamente importante!
Pois já erramos demais,
Ignorando a própria consciência,
E acreditando em promessas e falsas ideologias.
Sabemos que o presente nos mostra uma política,
Que é vista e conhecida,
Como uma ciranda de esquemas e estratégias,
A qual,
Geralmente favorece os interesses do poder,
E formam verdadeiras sanguessugas,
E escravos da ambição.
É! Estamos submissos aos vampiros,
Que sugam oportunamente na ignorância do povo.
Vampiros que manipulam,
Os necessitados e desinformados.
Muitas vezes prometendo o impossível,
E amenizando as necessidades da pobreza,
Com doações de campanha.
Será que compensa,
Ver esta gente se sujeitar,
A estes monstros inconseqüentes,
Que sobrevivem como parasitas,
Sugando o que resta da esperança deste povo?
Sem deixar de considerar que,
Os milhões gastos nas campanhas eleitorais,
No mínimo deverão voltar para seus bolsos,
No decorrer dos quatro anos dos seus mandatos.
É! E provavelmente com esta politicagem... Demagoga!
Recuperar o dinheiro investido,
Passa a ser a principal das suas ações.
É muito simples entender,
Não é?
Porém só Deus sabe como estes fazem,
Para se servirem de tanto dinheiro,
E cobrir as despesas nas milionárias campanhas.
É! E o povo desconfia.
Não interprete a participação cidadã,
Como obrigação do acaso.
Pois bom ou ruim,
Os resultados surgirão.
Não faça conceito ignorante do voto!
Veja o dever com consciência.
Procure colaborar com integridade,
Talvez assim,
Possa como cidadão,
Impor seus direitos e conquistar o respeito,
De poder exigir uma política decente.
Fiscalize por você!
Por amor a pátria,
Pelo futuro dos nossos filhos,
Pela esperança das novas gerações,
Pela lei da consciência e o bem do amanhã.
POR QUANTO TEMPO
Por quanto tempo,
Na história crescente deste mundo,
Tomado pelo progresso,
E investido de idéias promissoras,
Que se exilam no anonimato,
Da maior massa humana,
Já estimada pelo tempo;
Teremos que calar e reprimir,
A individualidade espiritual,
E a nossa fonte de esperança,
Para assim continuarmos,
Abrindo as portas das conquistas,
Para os imbecis do poder?
Já vivemos sobre ordens de muitos césares!
Quando em números,
Éramos bem menores.
Já toleramos o desrespeito,
E exploração da nobreza,
Em vários seguimentos da história.
Já sofremos as conseqüências,
Dos abusos e das injustiças...
Do autoritarismo do regimento militar.
Já perdemos parte dos nossos direitos,
E mesmo assim,
Sobrevivemos às regras inconseqüentes,
Destas majestades tiranas da ditadura,
E da suposta república democrática.
E hoje...
O que nos resta de vitorioso?
Uma falsa democracia,
Ou uma política injusta e pouco moralista?
É! Tudo indica cidadãos,
Que esperamos algo semelhante,
Aos fatos passados nos acontecer,
Para renovar o ciclo histórico da nossa ignorância.
Será que somos todos estúpidos demais,
Ou estamos acomodados,
E mecanicamente moldados,
Aos carrascos da inconsciência?
Ótimo se não fosse verdade!
Bom...
Eu pergunto a vocês,
Que estão ao alcance das minhas palavras:
O que estes homens ricos de espertezas,
E pobres de consciências,
Tem de valor moral e espiritual,
Para somar na construção deste país?
Pensem!
Mas não julguem meramente,
Porque o mundo e a ordem social,
Precisam urgentemente das suas ações consciente.
Cidadão,
Coragem não é ato ou gesto,
Somente de heroísmo!
É virtude espiritual,
Daqueles que não vivem para o seu egoísmo,
E nem se incluem,
Entre os covardes que sobrevivem,
Servindo de tapetes para graduados desalmados,
Desfilarem a custa da nossa ignorância.
EXÉRCITO DE VALORES
Contemplado pelo abuso,
Dos sórdidos homens e intelectuais,
De consciências medievais,
Vivem os brasileiros,
Em cada comunidade,
Da sua grande sociedade.
Estamos amasiados a tantos erros,
Que muitos destes são estúpidos demais,
Para acreditarmos que são reais.
Temos incalculáveis e gravíssimos,
Problemas na educação,
Na garantia dos idosos,
Na saúde pública...
Se é que existe!
Na consciência política.
E para desafiar o que falta,
Para piorar nossa realidade imoral,
E excitar o questionamento,
Certamente incompreendido pelo cidadão brasileiro,
Deparamos-nos com a total insegurança pública.
Com o abuso dos quais representam o poder.
Com a delinqüência dos despreparados,
Na qual a justiça confia sua autoridade.
Com a impunidade social.
Com os privilégios imorais da corte.
Com regimentos policiais ineficientes.
Com o ciclo cego e vicioso,
Dos que tufam o peito como autoridade,
E senhores da razão.
Com a transgressão dos limites.
Com a agressão aos direitos dos passivos.
E entre tantos absurdos...
As grandes corporações de segurança nacional,
Que felizmente é mal necessário,
Que não se propõe,
Ir além das suas funções.
Que seria mais que justo...
Auxiliar nos problemas de desordem social!
É, falta consciência na nossa justiça.
Nas nossas leis.
Nos nossos exércitos.
No comportamento dos civis.
Na mentalidade dos executores.
Falta mesmo...
É melhor desempenho das polícias.
Seriedade na ideologia política.
Verdade no entendimento dos quais julgam.
Discernimento da razão dos nossos representantes.
Vergonha e amor próprio na honra dos brasileiros.
Faltam senhores...
Homens que não se julguem deuses oportunos;
E sim,
Seres humanos por excelência!
É! Já é hora de despertamos,
Nossos exercito de valores,
E servirmos como verdadeiros,
E patriotas conscientes.
LIBERDADE DE CADA HOMEM
Não escrevi este manifesto,
Para criticar ou provocar alguém em particular.
Pois se tivesse que destacar indivíduos,
Da nossa sociedade,
Que não fossem dignos de respeito,
Provavelmente teria que citar nomes,
De muitos tolos egoístas desumanos;
Ou até mesmo,
De diplomados bandidos,
Que são protegidos pela má definição da lei.
É senhores!
Mas como tantos cidadãos já sabem,
Que a finalidade do meu protesto,
Não é para conquista pessoal,
Ou interesse anarquista...
Muito menos desperdiçar tempo,
Com este sistema desleal;
E sim tentar despertar,
A cidadania para os direitos e valores,
Que jamais deverão render-se,
Aos abusos do poder.
Portanto,
Insisto em orientar e alertar a sociedade,
Da importância da sua participação,
No processo de construção,
Do futuro dos nossos filhos,
E liberdade de cada homem,
Para que cresçam,
Vendo o respeito e igualdade prevalecer,
Em seus próprios pensamentos.
Vejamos então,
Se avaliarmos o que nós temos feito ao país,
Certamente iremos lamentar pelo atraso,
Causado pela omissão;
Assim como,
Por termos sido inconseqüentes nas atitudes.
É! Estamos vivendo,
Constantes momentos de mudanças...
As quais nos deixam,
Cada vez mais distante da ordem.
E você como cidadão deste país,
Que tem obrigação de certificar,
O que realmente possa ser seguro,
Para você e seu povo...
Como se vê diante do dever?
Caso seja esclarecido,
Tente da oportunidade para si,
Buscando um futuro digno para todos,
Sendo responsável com sua pátria,
Ou se for alguém que não teve a chance,
De uma vida honrada...
Cuidado com os quais manipulam,
Suas necessidades!
Pois atitudes impensadas não prosperam,
E abrem caminho para os ratos do poder.
Procure se analisar,
E saber como está vivendo seu papel cidadão!
Se conscientize da necessidade,
Para melhorar o amanhã.
Não aliene seu poder participativo.
Pois renovar as possibilidades,
Poderá ser a contribuição mais inteligente,
Que venhas calhar.
Povo deste país,
Não é normal viver no conformismo...
Pois viver em estado de omissão,
Só prejudica a nós mesmo!
Sabemos que a vitória,
Só poderá ser satisfatória,
Se reagirmos.
Mas para que isto aconteça,
Tem que começar por cada um de nós.
Pensem e libertem-se!
Não é a toa que os presunçosos,
Continuam tirando proveito,
Da generosidade deste povo de bem.
COM QUE PERNA ANDA
O BRASIL
Com que perna anda o Brasil?
Pois são tantos doutores,
Articulando na presidência da república.
Na representação do senado.
Na composição da câmara federal,
Com mais de quinhentos deputados.
Nos governos executivos estaduais e municipais,
Desta vasta composição política.
Nas assembléias legislativas,
E centenas de câmaras municipais;
E não percebemos,
“O bem que estes fazem”!
Para habilitar a nossa realidade,
Às condições dignas de vida,
Qual é manipulada e extorquida pela tirania,
Dos astutos mafiosos da nossa nobreza.
É! Com que perna anda o Brasil?
E para que serve este sistema,
Com toda essa gente,
Que não dão conta de tirar o país do buraco?
E quando tentam,
Parece tão impensado,
Que seus resultados,
Tomam a proporção de uma britadeira...
“Haja buracos”!
Pois a maioria destes homens,
Brincam com nossa realidade social.
Mudam as estruturas governamentais,
Ensaiando uma política executiva,
Com idéias e projetos,
Que malmente favorecem o país.
E para disfarçar seus fracassos,
Conseqüentes da usura e omissão,
Fazem política de moralismo,
Com comissões parlamentares,
E inquéritos administrativos,
Manchando a honradez,
Da nossa nação...
Com noticias que viram manchetes!
Que ilusionismo.
Saibam senhores,
Que escandalizar o Brasil,
Ou expor sua imagem a cenas vergonhosas,
Não deveria ser iniciativa política.
Pois vossas excelências são bem pagas...
Muito bem!
Até demais...
Considerando os privilégios e mordomias da corte,
Para defender os interesses da pátria mãe.
É...
Resgatar os prejuízos da nação,
Deveria ser restrito ao judiciário.
Afinal,
Qual é o real objetivo das vossas metas...
Construir um país melhor,
Ou destruir o que já temos?
Pois são por esta e outras razões,
Que vos digo:
Acredito que seja necessário,
Todo cidadão eleito pelo povo,
Não somente fazer juramento de honra...
Mas sim,
fazer uma faculdade de ética política.
SISTEMA DEVASSO ANTIPATRIOTA
O país e seu povo,
Estão passando por momentos,
Que certamente são os mais difíceis,
Da sua história contemporânea.
Nem todas as opções de escolha,
São dignas nas eleições.
A urticária causada,
Pelos ratos do sistema...
“É pior que feitiço de bruxo nazista”!
Assim como,
O comportamento injusto e irresponsável,
Da cidadania comum,
E do poder delegado que executa...
É devasso e antipatriota.
Os erros do sistema continuam impunes,
Ocorrendo com freqüência,
Na trajetória eleitoral.
Manipuladores da ignorância,
E mercenários do poder,
Beneficiam-se das oportunidades,
E excesso de confiança dos brasileiros,
Que acreditam na ordem,
E justiça desta república.
Mas lamentavelmente,
A decepção é uma realidade constrangedora;
Não sabemos como definir honra,
Nestes casos.
Nem,
Qual a matemática adotada,
Pelos mafiosos tiranos,
Disfarçados de moralistas,
Que tem acesso ao poder.
Estes,
Que abusam da justiça,
E cegam os olhos da lei!
Cuidado cidadão,
Muito cuidado!
Os perigos são reais,
Coage-nos e ameaça nossos direitos.
E pior,
É que acontece sem escrúpulos,
Na maior cara de pau.
É! Senhores.
O excêntrico ilusionismo,
Dos espíritos revolucionários,
É mais que digno,
Comparando com estes pobres demônios,
Que fazem à política do diabo,
E exibem-se disfarçados de anjos.
Povo desta grande nação,
É preciso lutar pela dignidade do direito,
Defender e preservar valores,
E a moral da nossa justiça...
Única regra que corrige a indisciplina,
Ordena e projete,
A segurança de qualquer sociedade.
É! Vamos servir o Brasil com respeito,
E cuidados necessários.
Evitando bandidos na lei,
Ditadores no poder,
Exterminadores dos direitos humanos,
Lideranças corruptas na política,
Quais se beneficiam do erário da união,
Para negociar a consciência do ignorante...
Como o voto!
É! Já é hora de dar um basta,
A estes ratos audaciosos.
Nesta ninhada de guabirús,
Que abusam da nossa paciência,
E impressionam a justiça.
Nestes que muitas vezes,
Faz de nós e da justiça,
Covardes e alienados.
DESCUMPRIMENTO DA LEI
Lei no Brasil,
Não tem muita consistência,
No seu cumprimento.
Mesmo criteriosa na sua elaboração,
Deixa de ter credibilidade,
Por não ser aplicada devidamente,
No sistema econômico e social deste país.
O que é lei nesta contundente nação?
Na sua eficiência,
É apenas um carrasco,
Que reprime os menos privilegiados,
Ou desfavorecidos,
E aqueles que se tornam,
Produtos finais do descaso social,
Como marginais e prostitutas.
E assim se faz a lei que conhecemos,
Conseqüente da efetivação dos erros,
Permitidos pela omissão e irresponsabilidade,
Dos que fazem o poder.
Por exemplo:
Um cidadão pobre quando rouba,
Muitas vezes por não ter o que comer,
Sempre paga pelo delito.
O pequeno contribuinte,
Que cumpre corretamente o dever,
Acaba sendo saqueado,
Pelos impostos do governo.
E o jogo em grande escala,
Que proporciona emprego,
Para muitos,
É tido como crime,
Chamado contravenção;
Enquanto o governo mantém,
Seus cartéis de jogos lotéricos.
É! Quanta falta de consciência,
Ou senso de razão.
Já na sua ineficiência,
Os atos criminosos como lobby,
E corrupção que maneja,
Valores exorbitantes dos cofres públicos;
Como também,
A atuação de autoridades,
No tráfego de drogas e influencia,
Compondo o crime organizado...
Acontece diante dos olhos,
Da alienada jurisprudência!
“E ainda são condecorados por méritos”.
E a lei,
O que faz para efetivar o teor da espirituosa justiça?
“Vista grosa para os bandidos”,
Quais são respeitados como excelências?
Será que é tão difícil,
Cumprir a justiça na sua essência?
Qual é a explicação,
Para justificar tal descaso com o dever?
Pois investigar os delitos,
Cometidos pelos magnatas,
Assim como a origem das suas riqueza,
Não seria tão difícil,
Se os homens delegados ao poder da lei,
Acreditassem do dever e ordem,
De uma nação civilizada.
Ou será mais trabalhoso,
Cobrar dignidade dos padrinhos poderosos,
Do que servir a lei com consciência cidadã?
É! Se formos descrever os erros,
Permitidos pela inabilidade dos homens,
Quais fazem pouco caso da justiça,
Assim sublevando a ordem,
Com descumprimento da lei...
Certamente passaremos a desmoralizar na íntegra,
A autoridade desta nossa expressiva constituição,
Que visa no seu teor,
Defender e preservar os valores,
E direitos de cidadania,
Que honre seu país com consciência de patriotismo.
VERDADE OU IRONIA DO DEVER?
Nossa soberania,
Está sendo criteriosa,
Na construção de um país,
Aparentemente digno.
O índice de criminalidade,
Até parece coisa de submundo!
Privilégio e oportunismo,
Nem se fala!
Valores...
Deixaram de ser uma questão de honra.
Teor da lei...
Vulnerável em seus princípios.
Justiça...
Desmoralizada por um espírito anarquista.
Será que estamos realmente erguendo o Brasil?
É! É uma pouca vergonha,
A evidencia do descaso,
Que chacoalha a nossa nação,
E resiste a tolerância,
Dos que acreditam no berço do patriotismo.
É! ELES PODEM
Entusiasmados,
Os caciques da república,
Vivem como verdadeiros donos da confederação.
Esta cúpula que dita normas e articula interesses,
Geralmente fazem o que querem...
Menos pela nação!
Classificam situações,
Só não cumprem o juramento.
E quando agem,
“Consultam até gurus”,
Para se certificarem,
Do que é seguro e vantajoso.
É! Eles podem.
Estes representam o povo,
Mas aleatoriamente consideram,
A formada opinião pública.
Pois até confundem,
Os critérios da soberania,
“Com jogatinas da casa de mãe Joana”!
Abusam das condições constituídas pelo Estado,
Com as facilidades que encontram,
No manuseio do dinheiro público.
Comemoram de forma festiva,
Suas ascensões,
Geradas sob o suor do povo.
E assim esquecem o espírito cívico.
E com usura,
Profanam contra a moralidade popular,
Esparramando escândalos de corrupção.
Vejam como eles podem!
Dispensam o ego solidário,
E não dão a menor importância,
Ao espírito fraternal...
De que dando é que se recebe.
É! Eles são exímios em cenas,
Agem dando boa impressão,
E exercem com autenticidade,
A consciência política,
Que convence até o mundo.
Infelizmente,
São estes que determinam,
Nosso espaço cidadã;
E como únicos,
Quais podem estabelecer o devido,
Mesmo que não seja por uma questão de honra,
Ou propósito nacionalista,
Temos que conviver com este exemplo doente,
Que sobrevive gerações.
É! Eles podem...
Propor renovações,
Se necessário!
Gerar mudanças no próprio contexto,
Dos poderes instituídos.
Avaliar a eficiência do efetivo e temporário,
E organizar a sociedade,
Dando sentido ao progresso do Brasil.
Mas será que tais mentes trogloditas,
Tem discernimento para construir o futuro?
É! Eles podem.
IMBECÍS EQUIVOCADOS
Compromissados com a alienação da consciência,
São milhares os colaboradores da degeneração,
Do processo social deste deseducado país.
Categorias de varias formações sociais,
Conduzem os elementos das realizações,
Como algo vulgar e subjetivo.
Classes e instituições sistemáticas,
Privadas ou governamentais,
Tem si merecido no planejamento errante do Brasil.
Doutores por excelência!
“Sejam eles advogados do juízo”,
“Ou juízes do dever”,
São inertes na espiritualidade humana.
Estes nobres cidadãos,
Servem ao mundo da realidade,
Com tanto otimismo,
Que não se dão oportunidade,
De questionar a consciência devida.
Eis os renomados homens públicos,
E afins políticos partidários,
E coadjuvantes deste cenário oportunista,
Que sustenta as regras do favoritismo;
Fazem parte da principal camada social,
A qual é responsável pelo jogo,
Que entrava a evolução social do país.
Desacertos parecem comuns,
Nos atos dos nossos “mestres esclarecidos”,
Mas errar por uma questão de conveniência,
“Para alimentar a fome do egoísmo”,
E os interesses da sobrevivência individualista...
É pura ignorância!
Ignorância daquelas pessoas que vivem atreladas,
Exclusivamente a atividade do mundo material,
Do nosso grande Brasil.
Interessante,
E ainda as chamam de doutores!
Pois a sensatez das pessoas,
Que menosprezam os valores,
Do contexto ético desta sociedade,
Não se faz digna,
Porque lhes falta a virtude mais preciosa...
A sabedoria!
Pois a vaidade e arrogância,
São malefícios que não combinam com sutileza,
Assim estabelecendo inferioridade humana,
Que é resultado da produtividade do vosso orgulho,
Qual falha na consonância da razão.
Portanto senhores hipócritas,
Avalie muito bem suas opções,
Quais apenas dão resistência,
Aos enganos da própria vida.
Não posterguem a inteligência,
Assim ferindo a sensibilidade,
De quem é gente;
Como se a enganosa ótica da vida,
Seja um direito por questão de esforço.
Saibam,
A vida nunca acaba,
Nem para os quais vive para o mundo...
Apenas passa!
O espírito do saber,
É quem determina a razão.
E coitados dos imbecis,
Equivocados continuarão.
Porque sem espírito,
Perderão a definição de hombridade,
E se transformam na própria insignificância,
Repetindo a história como mero aprendiz.
REFORMA COMPORTAMENTAL
É fundamental priorizarmos as necessidades,
De trabalharmos a reforma comportamental,
No pensamento e nos costumes humanos.
Estamos arrolados ironicamente,
A uma educação obsoleta.
O poder alienante,
Seja ele de caráter político,
Religioso ou de natureza indefinida,
Tem favorecido a realidade,
De conflitos e maus hábitos sociais.
Os tempos passaram,
Mas a ascensão racional,
No intelecto do homem,
Pouco mudou no processo.
E o ser humano...
Coitado!
Permanece como indolente,
E imperioso na sua auto-estima,
Envaidecida pelo vulnerável saber.
É! E assim tem crescido,
Adequando-se ao modismo,
Da consciência meramente questionada,
Provendo relações sociais,
Aos padrões de vida,
Ainda considerados primitivos.
É! É inerente o desproposito,
Que não prima pela racionalidade,
E restringe a atuação da consciência humana,
A um sistemático ciclo vicioso,
Sem prévia de futuro.
Erradicar a conduta mecânica,
E atribuir novos valores,
Para a vida da raça humana,
Seria o primeiro passo para a educação.
Certamente assim,
Esta alcançaria a renovação,
Com um planejamento de reforma
No comportamento cultural e social.
Pois a educação é o único esteio,
Para a construção do novo mundo.
E o ensino que estimule entusiasmo,
Pela ciência social,
É a mais segura perspectiva para o futuro;
Assim como,
A determinação política e religiosa com consciência,
Poderá ser a resposta para as incertezas,
E probabilidade para as soluções do amanhã.
A manipulação na civilização,
Só tem enraizado a ignorância nos atos humanos.
E a omissão consciente do poder,
Da política governista e religiosa,
Que se alastrar pelas nações,
Tem envergonhado,
Os mais simples discernimentos da razão.
Porque então insistir,
Em evidenciar estas diretrizes,
Que negam o dever consciencioso,
E permitem que seu povo,
Pereça arruinado na volúpia da ignorância...
Conseqüente de tantas falhas,
No comportamento dos homens.
É!
Já é hora de revermos,
Os métodos de ensino,
E sacudir o inelegível,
Que a humanidade desconhece.
LEIS BRASILEIRAS
Para que serve a lei?
Pois se percebe no contexto da sua prática,
“Um interesse tão astuto e voluntário”,
De fazer prevalecer o regimento da ordem,
Em tantos seguimentos desta federação,
Que chega parecer digna na sua atuação.
Leis!
Para que servem,
Afinal?
Se muitas vezes deixam de serem,
Criteriosas como interpreta a constituição.
É, e ainda há quem acredita na sua veracidade,
Ou no peso e medida de sua honradez.
Visto que,
Sua veemência no cumprimento jurídico,
Esta sempre direcionada,
Para causas comuns,
E populares deste país.
Mas para quem são as leis?
Se os crimes da corte e nobreza,
Muitas vezes tem um tratamento especial,
Ou perdão da justiça,
Tornando-se um desrespeito a opinião pública.
É! Para que tantas leis?
Se um bom advogado,
Dinheiro no bolso e tantos recursos,
Defendem e protege a impunidade,
Que desmoraliza o conceito final,
De moralidade que rege a União.
Então,
Para os que servem à lei,
Os quais têm o poder de inferir na sua execução,
Pergunto em nome do povo brasileiro:
Porque senhores,
Vós deixais a desejar na cognitiva consciência?
Assim consequentemente maculando,
O espírito de cidadania,
Desta grande nação.
PURA COVARDIA
Pior que o proletário,
Marginalizado e prostituído,
São os quais julgam!
Os que tiram proveito,
Das fraquezas sociais,
E oportunidades do povo.
São aqueles que têm,
E manipulam o poder;
E mesmo assim,
Olham para os problemas,
De tamanha gravidade:
Como a evasão escolar,
O desemprego,
A desigualdade social,
A prostituição...
Com tanto descaso!
Assim resultando nesta realidade,
De precipitadas formas de sobrevivência,
Como costumamos vê no processo de injustiça,
Que se alastra no dia a dia brasileiro.
É! Senhores.
Pior que o descaso,
Da vossa insensibilidade humana,
É a monstruosidade do vosso leviano egoísmo,
Que mais parece...
Preceitos de pura covardia!
REVOADAS DE ABUTRES
O cenário social,
Que movimenta as bases soberanas desta nação,
Permanece no vício da realidade,
Que mascara a consciência,
E o dever ético dos poderes constituídos.
De tal forma é o cotidiano,
Nas articulações gerenciadas por este sistema,
Que não prima pelo espírito de cidadania,
Bem menos,
Ideais que honrem as necessidades da população,
E os anseios dos quais esperam do presente,
Dignidade para o futuro.
Eis a conformação desta classe,
De obstinados egocêntricos!
Desta que escarnecem o país,
Em suas revoadas de ganância,
Feitos abutres,
Que desrespeitam o código da ética,
Estabelecido pelo discernimento democrático.
Isso é o que si vê!
E quando muito...
As autoridades conduzirem,
As responsabilidades cidadãs,
Com estratégias que não respondem,
O desejo popular do nosso patriotismo.
DEMOCRACIA TIRANA
Tentando acompanhar a globalização,
Nos aspectos sociais e econômicos do século XXI,
O povo deste país,
Fica as margens dos benefícios,
Gerados pelo novo mundo.
E sofre por não edificar,
Uma sociedade bem sucedida.
Portanto,
Eis o caos social,
Consumado nos nossos dias ascendentes,
Que envergonha a grande república,
Motivado,
Por esta democracia tirana e capitalista,
Que favorece o oportunismo!
Quando muitas vezes...
Castiga as classes mais humildes,
Levando crianças às ruas,
Das tantas metrópoles;
As quais,
Imploram piedade,
Ou um prato de comida;
Assim como,
Os nossos jovens,
Que se definem na vida,
Sem uma referência digna,
E confiável dos valores.
Como também,
Os adultos que se corrompem,
Por não terem espaço no mercado de trabalho,
E nem mesmo a oportunidade,
Ao misero salário mínimo.
E enquanto isso assola nossos anseios,
E fere os sonhos de milhões de brasileiros,
Que já desconhecem a esperança,
Nossas autoridades políticas e governamentais,
Brincam de exibir vaidade...
“Dando tiro no escuro”!
Sem menos preocupar-se,
Com os resultados dos próprios atos,
Oportunos e inoperantes.
Vejam como é injusta,
A nossa sociedade altiva,
E exacerbada de megalomaníacos do poder.
Pois,
Poucos brasileiros se promovem,
Enquanto muitos se degradam,
Neste sistema imoral e improdutivo.
CARTA
BIOGRÁFICA
Caro leitor,
Sou Carlos Sheredom,
Um homem de postura transparente e patriótica.
Defensor do espírito da lei e dignidade humana.
Sou militante da justiça e igualdade social,
Desde que me entendo como cidadão brasileiro.
Sou nordestino “cabra da peste” do Ceará!
Onde vivi minha infância com muito orgulho.
Fui escolado no estado do Pará,
Terra qual criei raízes.
Hoje com experiência de vida,
Dou-me o direito de anunciar,
Um pouco do conquistei,
E fez de mim cidadão honrado.
Atuo na área de jornalismo e publicidade,
Com conhecimento nato,
Por vários anos.
Escrevo para jornais regionais,
Do Estado do Pará.
Editei jornais,
como:
Gazeta do Pará e Eventos Pará...
De minha propriedade.
Atualmente tenho vasta relação,
Com pessoas das varias classes;
Principalmente,
Com as que representam o âmbito político.
Mas para ser preciso com as palavras,
Tenho feito das mesmas,
Objeto de observação na minha analogia.
Porém não desrespeitando a amizade de muitas,
Fiz avaliação das demais neste contexto,
Qual pouco me impressionara!
Porque assim entendo,
Que deixam a desejar como exemplo,
De nobreza humana.
E como qualquer homem de bem,
Que tenta viver a verdade,
Fui proscrito do sistema;
Qual só não me tirou o ar da vida.
Mas infeliz daquele que pensar,
Em destruir um homem de Deus.
Eis que vivo com dignidade...
Honestamente!
Não faço esquemas de corrupção,
Nem me humilho aos césares da vida.
Não desejo as moedas,
Do suor do meu povo,
Porque conheço mais que tudo isto...
Conheço o caráter da alma,
E a lei da consciência.
Os direitos desta obra,
São reservados a,
Carlos Sheredom,
E aditados a,
Bruno Barbalho Oliveira,
Carlos Raphael Barbalho Oliveira,
Francisca Idelzuith Fernandes Oliveira
Andressa Beatriz Nascimento Oliveira
Leonita Souza,
Giovanni Amorim
Cláudio Sergio Fernandes Oliveira,
Jacqueline Fernandes Oliveira
Obs: Os direitos extensivos,
Não permitem alteração na obra,
Nem transferência dos direitos autorais.
APOIO CULTURAL
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EMPREENDIMENTO JORNALÍSTICO E PUBLICITÁRIO
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CONTATOS:
oxerifedofuturo@gmail.com
carlos_sheredon@hotmail.com
TELEFONE: 8102 0211
Belém - Pará - Brasil
OBSERVAÇÃO
Esta obra foi escrita em 1998.
Trabalho que deixei engavetado,
A espera do momento mais culminante,
Dos nossos anseios.
Nota-se que as criticas,
Tem tudo haver com a política social,
E fazem referência a um ciclo vicioso de muitas épocas,
Que interage com o constante descaso,
Da nossa realidade humana.
Quero deixar claro,
Que não tenho a menor pretensão,
De chacoalhar meu país;
Bem menos,
A quem quer que seja o bandido diplomado.
Apenas,
Dou-me o direito de não aceitar os abusos,
E as atitudes idiotas dos que se dizem ser doutores,
E faz pouco caso do futuro,
E do nosso povo alienado...
Qual consequentemente me inclui!
Bibliografia
Por: Carlos sheredom
PRODUTORA
PORTAL
Comunicação Visual
Visite o site http://www.planetanoticias.com.br/
E conheça mais sobre o trabalho de
Carlos Sheredom
APRESENTA
MANIFESTOS DE UM XERIFE
Crítica Política
Direitos autorais reservados a
CARLOS SHEREDOM
Um povo,
Para merecer dignidade,
Precisa conhecer o respeito,
A quem deve...
A si próprio!
APRESENTAÇÃO
Não foi preciso de tantas experiências,
Para despertar ânsia do espírito,
E a chama que flameja,
No íntimo da minha natureza;
Para tornar possível a revelação,
Da astúcia de Carlos Sheredom...
“O XERIFE DO FUTURO”.
Minhas revelações não são surpresas,
Nem algo em comum,
Ao entendimento do povo brasileiro.
Visto que,
Muitos são os manifestantes,
Defensores da honra e dignidade,
Que lutam com coragem,
Pelos objetivos nacionalistas...
Como verdadeiros revolucionários da ordem!
Quero que saibam,
Que sou apenas um cidadão autentico,
Que está ao lado da lei,
E luta em defesa da igualdade,
Primando pelo respeito à sociedade.
Portanto,
A insatisfação corrói-me,
Porque minha fomentada alma,
Repudia os abusos,
Desgastantes do sistema,
Que se enraíza como erros,
Levando-me a defender propósitos sociais...
Enquanto Deus me conceber fôlego de vida!
DEDICATÓRIA
Dedico ao povo brasileiro!
Como defesa,
A essa gente oprimida,
Que de passo a passo na historia,
Continua pagando com suor,
E lagrimas de decepções;
Para matar a sede,
Dos que fazem a tirania.
Também dedico,
Aos imigrantes,
Que compõem nossa sociedade,
E a nossa soberania constituída...
Em especial!
E que a expressão das minhas críticas,
Que partem de um ponto de vista obvio,
E lúcido para opinião pública,
Sirvam de referencias,
Para aqueles,
Que estão inertes na ignorância,
E sem percepção do descaso,
Que macula o nosso Brasil...
Com o jogo da ambição.
Neste também,
Dedico aos homens,
Que carregam o sucesso no peito
E o peso na consciência,
Por cumplicidade ou simples omissão.
Que a simplicidade dos meus pensamentos,
Toque o coração da nação,
Com intenção de bons exemplos.
INDICE
Proclamar a Liberdade
Que País de Muitas Estrelas
Lei da Consciência
Por quanto Tempo,
Exércitos de Valores
Liberdade de Cada Homem
Com que Perna Anda o Brasil
Sistema Devasso Antipatriota
Descumprimento da Lei
Verdade ou Ironia do Dever
E! Eles Podem
Imbecis Equivocados
Reforma Comportamental
Pura Covardia
Leis Brasileiras
Revoadas de Abutres
Democracia Tirana
INTRODUÇAO
Espero que faças uma leitura,
Com a mente relaxada,
Para que possa interpretar e avaliar,
Os fatos conceituados nesta obra,
Com responsabilidade;
Os quais criticam,
Baseado na realidade,
Consistente da impunidade,
E nas injustiças que indignam a população.
Juntos...
Eu e você!
Faremos um analise da politicagem,
Praticada pelos parasitos,
Do poder público deste país.
Questionaremos consistentemente,
E revidaremos com espírito de cidadania;
A pobreza dos atos,
E omissão das classes que desconhecem,
Ou ignoram o espírito do patriotismo.
PROCLAMAR A LIBERDADE
O povo brasileiro é confinado,
E condenado ao descaso,
Da plasta ignorância,
Pelos propósitos delinqüentes,
Que lastram-se na plenitude,
De uma nação sem consciência.
É!
Mas para repudiar o mau político,
Que profana e reflete na vergonha deste país,
Eu digo:
Precisamos mais uma vez,
Proclamar a liberdade,
Que é manipulada pelos falsos nobres do sistema.
Estes que sobrevivem como parasitas,
Sugando até a ultima esperança do seu povo.
E resistem na corte da nossa soberania,
Batendo palmas,
Para seu próprio sucesso pragmático.
É! É possível que um povo alienado,
Se permita ao mando dos caciques,
De uma corte aparentemente sã;
Mas não é possível,
Aceitar a omissão de uma população esclarecida,
E o subjugo da mesma,
A uma sociedade governista,
Alienada ao contexto da ignorância;
Assim,
Fertilizando as raízes do mal,
Que enferma a nação,
E trai a nossa pátria amada.
QUE PAÍS DE MUITAS ESTRELAS
Vivemos em uma sociedade,
Onde os espertos que desfrutam do favoritismo,
Iludem nossa esperançosa e tolerante cidadania,
Com uma consciência vulgar,
E a suja política do faz de conta...
Com honorável fascismo.
Mesmo que levemos em consideração,
Que o grande Brasil,
Seja um país mais desenvolvido que outros,
Não condiz afirmar então,
Que a diferença é mérito de um sistema,
Qual sua moral e ética,
É desmoralizada por governos,
Que não se propõem com lucidez e consciência.
Pois a atuação de algo,
Que se denomine como soberania,
E inspire o progresso e natureza de patriotismo,
Requer mais que este jogo de encantamento,
Feito pelos politiqueiros,
Parlamentares e governistas.
Os governos dizem que estão fazendo...
O que podem!
É...
Temos visto muita propaganda bonita!
Um verdadeiro aparato da imaginação,
Para convencer a população.
“Realmente a soberania tem sido atuante”!
Não podemos negar tal contribuição,
Tão significativa,
Diante das necessidades,
De cento e noventa milhões de brasileiros.
É! Mas pelo que tido incide,
Tem deixado muito a desejar.
Pelo menos,
Dois terço da cidadania vive a incerteza,
E não conta com a satisfação de viver dignamente,
No respeito como cidadão brasileiro.
São cento e cinqüenta milhões de sofredores!
É vossas excelências...
Cabe aos senhores,
O dever de melhorar a vida social.
Ajudar e tornar o povo merecedor,
Ao direito à qualidade e respeito.
Mas para que isto aconteça,
Será necessário que as mudanças,
Também reeduque vossos hábitos;
Os conscientizando de que,
Muitas vezes precisamos perder para ganhar.
Vamos dividir justamente o que é do povo!
Vamos conter este exagerado privilégio constituído,
Adotado pelo próprio poder.
Vamos dá um fim aos abusos:
Como residências governamentais,
E suas mordomias.
Ao transporte gracioso,
Que serve generosamente,
A vaidade do poder público.
Ao patrimônio como avião e outros,
Que geram custos finais caríssimos.
Afinal,
Tudo é passageiro!
Menos a dor causada pelo descaso...
Esta marca impiedosa,
Que é conseqüente do que vós estabeleceis,
Nas nossas vidas,
De forma injusta e erronia;
Assim marcando nossa gente.
Se dignem senhores!
De olharem para o amanhã,
Como honrado seres humanos.
Pois o vosso egocentrismo,
Tão veemente de orgulho e vaidade,
Já foi longe demais.
E a história apenas repete os fracassos,
Ludibriada pelos pequenos homens,
Que no geral,
Postulam-se com expressão,
De capacidade e grandeza.
Sem se perceberem dos seus inertes espíritos,
Que mutilam a própria vergonha;
Assim dando ênfase a uma república poderosa,
Aparentemente democrática...
Mas notoriamente fascista e anarquista.
LEI DA CONSCIÊNCIA
É nosso dever policiar as atitudes,
Alheias à consciência.
Ficar de olho nos atos errados,
E estúpidos das pessoas.
Observar a causa pública,
E servir com intuito de orientar nossa cidadania.
Portanto,
Esclarecer o cidadão,
Que obrigatoriamente é eleitor deste país,
Para que tenha responsabilidade,
Na escolha dos seus representantes;
Assim como,
Na contribuição do voto consciente...
É extremamente importante!
Pois já erramos demais,
Ignorando a própria consciência,
E acreditando em promessas e falsas ideologias.
Sabemos que o presente nos mostra uma política,
Que é vista e conhecida,
Como uma ciranda de esquemas e estratégias,
A qual,
Geralmente favorece os interesses do poder,
E formam verdadeiras sanguessugas,
E escravos da ambição.
É! Estamos submissos aos vampiros,
Que sugam oportunamente na ignorância do povo.
Vampiros que manipulam,
Os necessitados e desinformados.
Muitas vezes prometendo o impossível,
E amenizando as necessidades da pobreza,
Com doações de campanha.
Será que compensa,
Ver esta gente se sujeitar,
A estes monstros inconseqüentes,
Que sobrevivem como parasitas,
Sugando o que resta da esperança deste povo?
Sem deixar de considerar que,
Os milhões gastos nas campanhas eleitorais,
No mínimo deverão voltar para seus bolsos,
No decorrer dos quatro anos dos seus mandatos.
É! E provavelmente com esta politicagem... Demagoga!
Recuperar o dinheiro investido,
Passa a ser a principal das suas ações.
É muito simples entender,
Não é?
Porém só Deus sabe como estes fazem,
Para se servirem de tanto dinheiro,
E cobrir as despesas nas milionárias campanhas.
É! E o povo desconfia.
Não interprete a participação cidadã,
Como obrigação do acaso.
Pois bom ou ruim,
Os resultados surgirão.
Não faça conceito ignorante do voto!
Veja o dever com consciência.
Procure colaborar com integridade,
Talvez assim,
Possa como cidadão,
Impor seus direitos e conquistar o respeito,
De poder exigir uma política decente.
Fiscalize por você!
Por amor a pátria,
Pelo futuro dos nossos filhos,
Pela esperança das novas gerações,
Pela lei da consciência e o bem do amanhã.
POR QUANTO TEMPO
Por quanto tempo,
Na história crescente deste mundo,
Tomado pelo progresso,
E investido de idéias promissoras,
Que se exilam no anonimato,
Da maior massa humana,
Já estimada pelo tempo;
Teremos que calar e reprimir,
A individualidade espiritual,
E a nossa fonte de esperança,
Para assim continuarmos,
Abrindo as portas das conquistas,
Para os imbecis do poder?
Já vivemos sobre ordens de muitos césares!
Quando em números,
Éramos bem menores.
Já toleramos o desrespeito,
E exploração da nobreza,
Em vários seguimentos da história.
Já sofremos as conseqüências,
Dos abusos e das injustiças...
Do autoritarismo do regimento militar.
Já perdemos parte dos nossos direitos,
E mesmo assim,
Sobrevivemos às regras inconseqüentes,
Destas majestades tiranas da ditadura,
E da suposta república democrática.
E hoje...
O que nos resta de vitorioso?
Uma falsa democracia,
Ou uma política injusta e pouco moralista?
É! Tudo indica cidadãos,
Que esperamos algo semelhante,
Aos fatos passados nos acontecer,
Para renovar o ciclo histórico da nossa ignorância.
Será que somos todos estúpidos demais,
Ou estamos acomodados,
E mecanicamente moldados,
Aos carrascos da inconsciência?
Ótimo se não fosse verdade!
Bom...
Eu pergunto a vocês,
Que estão ao alcance das minhas palavras:
O que estes homens ricos de espertezas,
E pobres de consciências,
Tem de valor moral e espiritual,
Para somar na construção deste país?
Pensem!
Mas não julguem meramente,
Porque o mundo e a ordem social,
Precisam urgentemente das suas ações consciente.
Cidadão,
Coragem não é ato ou gesto,
Somente de heroísmo!
É virtude espiritual,
Daqueles que não vivem para o seu egoísmo,
E nem se incluem,
Entre os covardes que sobrevivem,
Servindo de tapetes para graduados desalmados,
Desfilarem a custa da nossa ignorância.
EXÉRCITO DE VALORES
Contemplado pelo abuso,
Dos sórdidos homens e intelectuais,
De consciências medievais,
Vivem os brasileiros,
Em cada comunidade,
Da sua grande sociedade.
Estamos amasiados a tantos erros,
Que muitos destes são estúpidos demais,
Para acreditarmos que são reais.
Temos incalculáveis e gravíssimos,
Problemas na educação,
Na garantia dos idosos,
Na saúde pública...
Se é que existe!
Na consciência política.
E para desafiar o que falta,
Para piorar nossa realidade imoral,
E excitar o questionamento,
Certamente incompreendido pelo cidadão brasileiro,
Deparamos-nos com a total insegurança pública.
Com o abuso dos quais representam o poder.
Com a delinqüência dos despreparados,
Na qual a justiça confia sua autoridade.
Com a impunidade social.
Com os privilégios imorais da corte.
Com regimentos policiais ineficientes.
Com o ciclo cego e vicioso,
Dos que tufam o peito como autoridade,
E senhores da razão.
Com a transgressão dos limites.
Com a agressão aos direitos dos passivos.
E entre tantos absurdos...
As grandes corporações de segurança nacional,
Que felizmente é mal necessário,
Que não se propõe,
Ir além das suas funções.
Que seria mais que justo...
Auxiliar nos problemas de desordem social!
É, falta consciência na nossa justiça.
Nas nossas leis.
Nos nossos exércitos.
No comportamento dos civis.
Na mentalidade dos executores.
Falta mesmo...
É melhor desempenho das polícias.
Seriedade na ideologia política.
Verdade no entendimento dos quais julgam.
Discernimento da razão dos nossos representantes.
Vergonha e amor próprio na honra dos brasileiros.
Faltam senhores...
Homens que não se julguem deuses oportunos;
E sim,
Seres humanos por excelência!
É! Já é hora de despertamos,
Nossos exercito de valores,
E servirmos como verdadeiros,
E patriotas conscientes.
LIBERDADE DE CADA HOMEM
Não escrevi este manifesto,
Para criticar ou provocar alguém em particular.
Pois se tivesse que destacar indivíduos,
Da nossa sociedade,
Que não fossem dignos de respeito,
Provavelmente teria que citar nomes,
De muitos tolos egoístas desumanos;
Ou até mesmo,
De diplomados bandidos,
Que são protegidos pela má definição da lei.
É senhores!
Mas como tantos cidadãos já sabem,
Que a finalidade do meu protesto,
Não é para conquista pessoal,
Ou interesse anarquista...
Muito menos desperdiçar tempo,
Com este sistema desleal;
E sim tentar despertar,
A cidadania para os direitos e valores,
Que jamais deverão render-se,
Aos abusos do poder.
Portanto,
Insisto em orientar e alertar a sociedade,
Da importância da sua participação,
No processo de construção,
Do futuro dos nossos filhos,
E liberdade de cada homem,
Para que cresçam,
Vendo o respeito e igualdade prevalecer,
Em seus próprios pensamentos.
Vejamos então,
Se avaliarmos o que nós temos feito ao país,
Certamente iremos lamentar pelo atraso,
Causado pela omissão;
Assim como,
Por termos sido inconseqüentes nas atitudes.
É! Estamos vivendo,
Constantes momentos de mudanças...
As quais nos deixam,
Cada vez mais distante da ordem.
E você como cidadão deste país,
Que tem obrigação de certificar,
O que realmente possa ser seguro,
Para você e seu povo...
Como se vê diante do dever?
Caso seja esclarecido,
Tente da oportunidade para si,
Buscando um futuro digno para todos,
Sendo responsável com sua pátria,
Ou se for alguém que não teve a chance,
De uma vida honrada...
Cuidado com os quais manipulam,
Suas necessidades!
Pois atitudes impensadas não prosperam,
E abrem caminho para os ratos do poder.
Procure se analisar,
E saber como está vivendo seu papel cidadão!
Se conscientize da necessidade,
Para melhorar o amanhã.
Não aliene seu poder participativo.
Pois renovar as possibilidades,
Poderá ser a contribuição mais inteligente,
Que venhas calhar.
Povo deste país,
Não é normal viver no conformismo...
Pois viver em estado de omissão,
Só prejudica a nós mesmo!
Sabemos que a vitória,
Só poderá ser satisfatória,
Se reagirmos.
Mas para que isto aconteça,
Tem que começar por cada um de nós.
Pensem e libertem-se!
Não é a toa que os presunçosos,
Continuam tirando proveito,
Da generosidade deste povo de bem.
COM QUE PERNA ANDA
O BRASIL
Com que perna anda o Brasil?
Pois são tantos doutores,
Articulando na presidência da república.
Na representação do senado.
Na composição da câmara federal,
Com mais de quinhentos deputados.
Nos governos executivos estaduais e municipais,
Desta vasta composição política.
Nas assembléias legislativas,
E centenas de câmaras municipais;
E não percebemos,
“O bem que estes fazem”!
Para habilitar a nossa realidade,
Às condições dignas de vida,
Qual é manipulada e extorquida pela tirania,
Dos astutos mafiosos da nossa nobreza.
É! Com que perna anda o Brasil?
E para que serve este sistema,
Com toda essa gente,
Que não dão conta de tirar o país do buraco?
E quando tentam,
Parece tão impensado,
Que seus resultados,
Tomam a proporção de uma britadeira...
“Haja buracos”!
Pois a maioria destes homens,
Brincam com nossa realidade social.
Mudam as estruturas governamentais,
Ensaiando uma política executiva,
Com idéias e projetos,
Que malmente favorecem o país.
E para disfarçar seus fracassos,
Conseqüentes da usura e omissão,
Fazem política de moralismo,
Com comissões parlamentares,
E inquéritos administrativos,
Manchando a honradez,
Da nossa nação...
Com noticias que viram manchetes!
Que ilusionismo.
Saibam senhores,
Que escandalizar o Brasil,
Ou expor sua imagem a cenas vergonhosas,
Não deveria ser iniciativa política.
Pois vossas excelências são bem pagas...
Muito bem!
Até demais...
Considerando os privilégios e mordomias da corte,
Para defender os interesses da pátria mãe.
É...
Resgatar os prejuízos da nação,
Deveria ser restrito ao judiciário.
Afinal,
Qual é o real objetivo das vossas metas...
Construir um país melhor,
Ou destruir o que já temos?
Pois são por esta e outras razões,
Que vos digo:
Acredito que seja necessário,
Todo cidadão eleito pelo povo,
Não somente fazer juramento de honra...
Mas sim,
fazer uma faculdade de ética política.
SISTEMA DEVASSO ANTIPATRIOTA
O país e seu povo,
Estão passando por momentos,
Que certamente são os mais difíceis,
Da sua história contemporânea.
Nem todas as opções de escolha,
São dignas nas eleições.
A urticária causada,
Pelos ratos do sistema...
“É pior que feitiço de bruxo nazista”!
Assim como,
O comportamento injusto e irresponsável,
Da cidadania comum,
E do poder delegado que executa...
É devasso e antipatriota.
Os erros do sistema continuam impunes,
Ocorrendo com freqüência,
Na trajetória eleitoral.
Manipuladores da ignorância,
E mercenários do poder,
Beneficiam-se das oportunidades,
E excesso de confiança dos brasileiros,
Que acreditam na ordem,
E justiça desta república.
Mas lamentavelmente,
A decepção é uma realidade constrangedora;
Não sabemos como definir honra,
Nestes casos.
Nem,
Qual a matemática adotada,
Pelos mafiosos tiranos,
Disfarçados de moralistas,
Que tem acesso ao poder.
Estes,
Que abusam da justiça,
E cegam os olhos da lei!
Cuidado cidadão,
Muito cuidado!
Os perigos são reais,
Coage-nos e ameaça nossos direitos.
E pior,
É que acontece sem escrúpulos,
Na maior cara de pau.
É! Senhores.
O excêntrico ilusionismo,
Dos espíritos revolucionários,
É mais que digno,
Comparando com estes pobres demônios,
Que fazem à política do diabo,
E exibem-se disfarçados de anjos.
Povo desta grande nação,
É preciso lutar pela dignidade do direito,
Defender e preservar valores,
E a moral da nossa justiça...
Única regra que corrige a indisciplina,
Ordena e projete,
A segurança de qualquer sociedade.
É! Vamos servir o Brasil com respeito,
E cuidados necessários.
Evitando bandidos na lei,
Ditadores no poder,
Exterminadores dos direitos humanos,
Lideranças corruptas na política,
Quais se beneficiam do erário da união,
Para negociar a consciência do ignorante...
Como o voto!
É! Já é hora de dar um basta,
A estes ratos audaciosos.
Nesta ninhada de guabirús,
Que abusam da nossa paciência,
E impressionam a justiça.
Nestes que muitas vezes,
Faz de nós e da justiça,
Covardes e alienados.
DESCUMPRIMENTO DA LEI
Lei no Brasil,
Não tem muita consistência,
No seu cumprimento.
Mesmo criteriosa na sua elaboração,
Deixa de ter credibilidade,
Por não ser aplicada devidamente,
No sistema econômico e social deste país.
O que é lei nesta contundente nação?
Na sua eficiência,
É apenas um carrasco,
Que reprime os menos privilegiados,
Ou desfavorecidos,
E aqueles que se tornam,
Produtos finais do descaso social,
Como marginais e prostitutas.
E assim se faz a lei que conhecemos,
Conseqüente da efetivação dos erros,
Permitidos pela omissão e irresponsabilidade,
Dos que fazem o poder.
Por exemplo:
Um cidadão pobre quando rouba,
Muitas vezes por não ter o que comer,
Sempre paga pelo delito.
O pequeno contribuinte,
Que cumpre corretamente o dever,
Acaba sendo saqueado,
Pelos impostos do governo.
E o jogo em grande escala,
Que proporciona emprego,
Para muitos,
É tido como crime,
Chamado contravenção;
Enquanto o governo mantém,
Seus cartéis de jogos lotéricos.
É! Quanta falta de consciência,
Ou senso de razão.
Já na sua ineficiência,
Os atos criminosos como lobby,
E corrupção que maneja,
Valores exorbitantes dos cofres públicos;
Como também,
A atuação de autoridades,
No tráfego de drogas e influencia,
Compondo o crime organizado...
Acontece diante dos olhos,
Da alienada jurisprudência!
“E ainda são condecorados por méritos”.
E a lei,
O que faz para efetivar o teor da espirituosa justiça?
“Vista grosa para os bandidos”,
Quais são respeitados como excelências?
Será que é tão difícil,
Cumprir a justiça na sua essência?
Qual é a explicação,
Para justificar tal descaso com o dever?
Pois investigar os delitos,
Cometidos pelos magnatas,
Assim como a origem das suas riqueza,
Não seria tão difícil,
Se os homens delegados ao poder da lei,
Acreditassem do dever e ordem,
De uma nação civilizada.
Ou será mais trabalhoso,
Cobrar dignidade dos padrinhos poderosos,
Do que servir a lei com consciência cidadã?
É! Se formos descrever os erros,
Permitidos pela inabilidade dos homens,
Quais fazem pouco caso da justiça,
Assim sublevando a ordem,
Com descumprimento da lei...
Certamente passaremos a desmoralizar na íntegra,
A autoridade desta nossa expressiva constituição,
Que visa no seu teor,
Defender e preservar os valores,
E direitos de cidadania,
Que honre seu país com consciência de patriotismo.
VERDADE OU IRONIA DO DEVER?
Nossa soberania,
Está sendo criteriosa,
Na construção de um país,
Aparentemente digno.
O índice de criminalidade,
Até parece coisa de submundo!
Privilégio e oportunismo,
Nem se fala!
Valores...
Deixaram de ser uma questão de honra.
Teor da lei...
Vulnerável em seus princípios.
Justiça...
Desmoralizada por um espírito anarquista.
Será que estamos realmente erguendo o Brasil?
É! É uma pouca vergonha,
A evidencia do descaso,
Que chacoalha a nossa nação,
E resiste a tolerância,
Dos que acreditam no berço do patriotismo.
É! ELES PODEM
Entusiasmados,
Os caciques da república,
Vivem como verdadeiros donos da confederação.
Esta cúpula que dita normas e articula interesses,
Geralmente fazem o que querem...
Menos pela nação!
Classificam situações,
Só não cumprem o juramento.
E quando agem,
“Consultam até gurus”,
Para se certificarem,
Do que é seguro e vantajoso.
É! Eles podem.
Estes representam o povo,
Mas aleatoriamente consideram,
A formada opinião pública.
Pois até confundem,
Os critérios da soberania,
“Com jogatinas da casa de mãe Joana”!
Abusam das condições constituídas pelo Estado,
Com as facilidades que encontram,
No manuseio do dinheiro público.
Comemoram de forma festiva,
Suas ascensões,
Geradas sob o suor do povo.
E assim esquecem o espírito cívico.
E com usura,
Profanam contra a moralidade popular,
Esparramando escândalos de corrupção.
Vejam como eles podem!
Dispensam o ego solidário,
E não dão a menor importância,
Ao espírito fraternal...
De que dando é que se recebe.
É! Eles são exímios em cenas,
Agem dando boa impressão,
E exercem com autenticidade,
A consciência política,
Que convence até o mundo.
Infelizmente,
São estes que determinam,
Nosso espaço cidadã;
E como únicos,
Quais podem estabelecer o devido,
Mesmo que não seja por uma questão de honra,
Ou propósito nacionalista,
Temos que conviver com este exemplo doente,
Que sobrevive gerações.
É! Eles podem...
Propor renovações,
Se necessário!
Gerar mudanças no próprio contexto,
Dos poderes instituídos.
Avaliar a eficiência do efetivo e temporário,
E organizar a sociedade,
Dando sentido ao progresso do Brasil.
Mas será que tais mentes trogloditas,
Tem discernimento para construir o futuro?
É! Eles podem.
IMBECÍS EQUIVOCADOS
Compromissados com a alienação da consciência,
São milhares os colaboradores da degeneração,
Do processo social deste deseducado país.
Categorias de varias formações sociais,
Conduzem os elementos das realizações,
Como algo vulgar e subjetivo.
Classes e instituições sistemáticas,
Privadas ou governamentais,
Tem si merecido no planejamento errante do Brasil.
Doutores por excelência!
“Sejam eles advogados do juízo”,
“Ou juízes do dever”,
São inertes na espiritualidade humana.
Estes nobres cidadãos,
Servem ao mundo da realidade,
Com tanto otimismo,
Que não se dão oportunidade,
De questionar a consciência devida.
Eis os renomados homens públicos,
E afins políticos partidários,
E coadjuvantes deste cenário oportunista,
Que sustenta as regras do favoritismo;
Fazem parte da principal camada social,
A qual é responsável pelo jogo,
Que entrava a evolução social do país.
Desacertos parecem comuns,
Nos atos dos nossos “mestres esclarecidos”,
Mas errar por uma questão de conveniência,
“Para alimentar a fome do egoísmo”,
E os interesses da sobrevivência individualista...
É pura ignorância!
Ignorância daquelas pessoas que vivem atreladas,
Exclusivamente a atividade do mundo material,
Do nosso grande Brasil.
Interessante,
E ainda as chamam de doutores!
Pois a sensatez das pessoas,
Que menosprezam os valores,
Do contexto ético desta sociedade,
Não se faz digna,
Porque lhes falta a virtude mais preciosa...
A sabedoria!
Pois a vaidade e arrogância,
São malefícios que não combinam com sutileza,
Assim estabelecendo inferioridade humana,
Que é resultado da produtividade do vosso orgulho,
Qual falha na consonância da razão.
Portanto senhores hipócritas,
Avalie muito bem suas opções,
Quais apenas dão resistência,
Aos enganos da própria vida.
Não posterguem a inteligência,
Assim ferindo a sensibilidade,
De quem é gente;
Como se a enganosa ótica da vida,
Seja um direito por questão de esforço.
Saibam,
A vida nunca acaba,
Nem para os quais vive para o mundo...
Apenas passa!
O espírito do saber,
É quem determina a razão.
E coitados dos imbecis,
Equivocados continuarão.
Porque sem espírito,
Perderão a definição de hombridade,
E se transformam na própria insignificância,
Repetindo a história como mero aprendiz.
REFORMA COMPORTAMENTAL
É fundamental priorizarmos as necessidades,
De trabalharmos a reforma comportamental,
No pensamento e nos costumes humanos.
Estamos arrolados ironicamente,
A uma educação obsoleta.
O poder alienante,
Seja ele de caráter político,
Religioso ou de natureza indefinida,
Tem favorecido a realidade,
De conflitos e maus hábitos sociais.
Os tempos passaram,
Mas a ascensão racional,
No intelecto do homem,
Pouco mudou no processo.
E o ser humano...
Coitado!
Permanece como indolente,
E imperioso na sua auto-estima,
Envaidecida pelo vulnerável saber.
É! E assim tem crescido,
Adequando-se ao modismo,
Da consciência meramente questionada,
Provendo relações sociais,
Aos padrões de vida,
Ainda considerados primitivos.
É! É inerente o desproposito,
Que não prima pela racionalidade,
E restringe a atuação da consciência humana,
A um sistemático ciclo vicioso,
Sem prévia de futuro.
Erradicar a conduta mecânica,
E atribuir novos valores,
Para a vida da raça humana,
Seria o primeiro passo para a educação.
Certamente assim,
Esta alcançaria a renovação,
Com um planejamento de reforma
No comportamento cultural e social.
Pois a educação é o único esteio,
Para a construção do novo mundo.
E o ensino que estimule entusiasmo,
Pela ciência social,
É a mais segura perspectiva para o futuro;
Assim como,
A determinação política e religiosa com consciência,
Poderá ser a resposta para as incertezas,
E probabilidade para as soluções do amanhã.
A manipulação na civilização,
Só tem enraizado a ignorância nos atos humanos.
E a omissão consciente do poder,
Da política governista e religiosa,
Que se alastrar pelas nações,
Tem envergonhado,
Os mais simples discernimentos da razão.
Porque então insistir,
Em evidenciar estas diretrizes,
Que negam o dever consciencioso,
E permitem que seu povo,
Pereça arruinado na volúpia da ignorância...
Conseqüente de tantas falhas,
No comportamento dos homens.
É!
Já é hora de revermos,
Os métodos de ensino,
E sacudir o inelegível,
Que a humanidade desconhece.
LEIS BRASILEIRAS
Para que serve a lei?
Pois se percebe no contexto da sua prática,
“Um interesse tão astuto e voluntário”,
De fazer prevalecer o regimento da ordem,
Em tantos seguimentos desta federação,
Que chega parecer digna na sua atuação.
Leis!
Para que servem,
Afinal?
Se muitas vezes deixam de serem,
Criteriosas como interpreta a constituição.
É, e ainda há quem acredita na sua veracidade,
Ou no peso e medida de sua honradez.
Visto que,
Sua veemência no cumprimento jurídico,
Esta sempre direcionada,
Para causas comuns,
E populares deste país.
Mas para quem são as leis?
Se os crimes da corte e nobreza,
Muitas vezes tem um tratamento especial,
Ou perdão da justiça,
Tornando-se um desrespeito a opinião pública.
É! Para que tantas leis?
Se um bom advogado,
Dinheiro no bolso e tantos recursos,
Defendem e protege a impunidade,
Que desmoraliza o conceito final,
De moralidade que rege a União.
Então,
Para os que servem à lei,
Os quais têm o poder de inferir na sua execução,
Pergunto em nome do povo brasileiro:
Porque senhores,
Vós deixais a desejar na cognitiva consciência?
Assim consequentemente maculando,
O espírito de cidadania,
Desta grande nação.
PURA COVARDIA
Pior que o proletário,
Marginalizado e prostituído,
São os quais julgam!
Os que tiram proveito,
Das fraquezas sociais,
E oportunidades do povo.
São aqueles que têm,
E manipulam o poder;
E mesmo assim,
Olham para os problemas,
De tamanha gravidade:
Como a evasão escolar,
O desemprego,
A desigualdade social,
A prostituição...
Com tanto descaso!
Assim resultando nesta realidade,
De precipitadas formas de sobrevivência,
Como costumamos vê no processo de injustiça,
Que se alastra no dia a dia brasileiro.
É! Senhores.
Pior que o descaso,
Da vossa insensibilidade humana,
É a monstruosidade do vosso leviano egoísmo,
Que mais parece...
Preceitos de pura covardia!
REVOADAS DE ABUTRES
O cenário social,
Que movimenta as bases soberanas desta nação,
Permanece no vício da realidade,
Que mascara a consciência,
E o dever ético dos poderes constituídos.
De tal forma é o cotidiano,
Nas articulações gerenciadas por este sistema,
Que não prima pelo espírito de cidadania,
Bem menos,
Ideais que honrem as necessidades da população,
E os anseios dos quais esperam do presente,
Dignidade para o futuro.
Eis a conformação desta classe,
De obstinados egocêntricos!
Desta que escarnecem o país,
Em suas revoadas de ganância,
Feitos abutres,
Que desrespeitam o código da ética,
Estabelecido pelo discernimento democrático.
Isso é o que si vê!
E quando muito...
As autoridades conduzirem,
As responsabilidades cidadãs,
Com estratégias que não respondem,
O desejo popular do nosso patriotismo.
DEMOCRACIA TIRANA
Tentando acompanhar a globalização,
Nos aspectos sociais e econômicos do século XXI,
O povo deste país,
Fica as margens dos benefícios,
Gerados pelo novo mundo.
E sofre por não edificar,
Uma sociedade bem sucedida.
Portanto,
Eis o caos social,
Consumado nos nossos dias ascendentes,
Que envergonha a grande república,
Motivado,
Por esta democracia tirana e capitalista,
Que favorece o oportunismo!
Quando muitas vezes...
Castiga as classes mais humildes,
Levando crianças às ruas,
Das tantas metrópoles;
As quais,
Imploram piedade,
Ou um prato de comida;
Assim como,
Os nossos jovens,
Que se definem na vida,
Sem uma referência digna,
E confiável dos valores.
Como também,
Os adultos que se corrompem,
Por não terem espaço no mercado de trabalho,
E nem mesmo a oportunidade,
Ao misero salário mínimo.
E enquanto isso assola nossos anseios,
E fere os sonhos de milhões de brasileiros,
Que já desconhecem a esperança,
Nossas autoridades políticas e governamentais,
Brincam de exibir vaidade...
“Dando tiro no escuro”!
Sem menos preocupar-se,
Com os resultados dos próprios atos,
Oportunos e inoperantes.
Vejam como é injusta,
A nossa sociedade altiva,
E exacerbada de megalomaníacos do poder.
Pois,
Poucos brasileiros se promovem,
Enquanto muitos se degradam,
Neste sistema imoral e improdutivo.
CARTA
BIOGRÁFICA
Caro leitor,
Sou Carlos Sheredom,
Um homem de postura transparente e patriótica.
Defensor do espírito da lei e dignidade humana.
Sou militante da justiça e igualdade social,
Desde que me entendo como cidadão brasileiro.
Sou nordestino “cabra da peste” do Ceará!
Onde vivi minha infância com muito orgulho.
Fui escolado no estado do Pará,
Terra qual criei raízes.
Hoje com experiência de vida,
Dou-me o direito de anunciar,
Um pouco do conquistei,
E fez de mim cidadão honrado.
Atuo na área de jornalismo e publicidade,
Com conhecimento nato,
Por vários anos.
Escrevo para jornais regionais,
Do Estado do Pará.
Editei jornais,
como:
Gazeta do Pará e Eventos Pará...
De minha propriedade.
Atualmente tenho vasta relação,
Com pessoas das varias classes;
Principalmente,
Com as que representam o âmbito político.
Mas para ser preciso com as palavras,
Tenho feito das mesmas,
Objeto de observação na minha analogia.
Porém não desrespeitando a amizade de muitas,
Fiz avaliação das demais neste contexto,
Qual pouco me impressionara!
Porque assim entendo,
Que deixam a desejar como exemplo,
De nobreza humana.
E como qualquer homem de bem,
Que tenta viver a verdade,
Fui proscrito do sistema;
Qual só não me tirou o ar da vida.
Mas infeliz daquele que pensar,
Em destruir um homem de Deus.
Eis que vivo com dignidade...
Honestamente!
Não faço esquemas de corrupção,
Nem me humilho aos césares da vida.
Não desejo as moedas,
Do suor do meu povo,
Porque conheço mais que tudo isto...
Conheço o caráter da alma,
E a lei da consciência.
Os direitos desta obra,
São reservados a,
Carlos Sheredom,
E aditados a,
Bruno Barbalho Oliveira,
Carlos Raphael Barbalho Oliveira,
Francisca Idelzuith Fernandes Oliveira
Andressa Beatriz Nascimento Oliveira
Leonita Souza,
Giovanni Amorim
Cláudio Sergio Fernandes Oliveira,
Jacqueline Fernandes Oliveira
Obs: Os direitos extensivos,
Não permitem alteração na obra,
Nem transferência dos direitos autorais.
APOIO CULTURAL
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EMPREENDIMENTO JORNALÍSTICO E PUBLICITÁRIO
http://www.brasilhost.com.br/
CRIAÇÃO E HOSPEDAGEM DE SITE
CONTATOS:
oxerifedofuturo@gmail.com
carlos_sheredon@hotmail.com
TELEFONE: 8102 0211
Belém - Pará - Brasil
OBSERVAÇÃO
Esta obra foi escrita em 1998.
Trabalho que deixei engavetado,
A espera do momento mais culminante,
Dos nossos anseios.
Nota-se que as criticas,
Tem tudo haver com a política social,
E fazem referência a um ciclo vicioso de muitas épocas,
Que interage com o constante descaso,
Da nossa realidade humana.
Quero deixar claro,
Que não tenho a menor pretensão,
De chacoalhar meu país;
Bem menos,
A quem quer que seja o bandido diplomado.
Apenas,
Dou-me o direito de não aceitar os abusos,
E as atitudes idiotas dos que se dizem ser doutores,
E faz pouco caso do futuro,
E do nosso povo alienado...
Qual consequentemente me inclui!
Bibliografia
Por: Carlos sheredom
EM LIVROS
Manifestos de um Xerife / Crítica
Sétima Revelação – O Ultimato / Crônica
Escriba – O Doutor da Lei / Crônica
Na Mira do Povo / Crítica
Olhos da Consciência / Crítica
Marcas de Paixão / Poema
História de Amor / Poema
Garota de Programa / Poema
Cinderela – Declarações de Amor / Poema
Esperança / Poema
Fascinação / Poema
Uma Rosa Chamada Leonita / Poema
Uma Estrela Chamada Leonita / Poema
Guerreiro de Dan / Poema
Estigma do Desejo / Poema
Sarita / Poema
Sereia / Poema
Santa Paixão / Poema
Doce Veneno / Poema
Deusa da Lua / Poema
Estrela do Mar / Poema
Princesa das Águas / Poema
EM CDs
Marcas de Paixão / Poesia
Estigma do desejo / Poesia
Chamas do Coração / Poesia
Resgate da Alma / Poesia
Manifestos de um Xerife / Crítica
Sétima Revelação – O Ultimato / Crônica
Escriba – O Doutor da Lei / Crônica
Na Mira do Povo / Crítica
Olhos da Consciência / Crítica
Marcas de Paixão / Poema
História de Amor / Poema
Garota de Programa / Poema
Cinderela – Declarações de Amor / Poema
Esperança / Poema
Fascinação / Poema
Uma Rosa Chamada Leonita / Poema
Uma Estrela Chamada Leonita / Poema
Guerreiro de Dan / Poema
Estigma do Desejo / Poema
Sarita / Poema
Sereia / Poema
Santa Paixão / Poema
Doce Veneno / Poema
Deusa da Lua / Poema
Estrela do Mar / Poema
Princesa das Águas / Poema
EM CDs
Marcas de Paixão / Poesia
Estigma do desejo / Poesia
Chamas do Coração / Poesia
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