CRÔNICAS E TEORIAS
Os direitos autorais,
São reservados ao autor,
CARLOS SHEREDOM
COMENTÁRIO
Neste faço uma analogia,
Num mesclado de conceitos,
Como observação implica,
Do conhecimento popular,
“No entendimento de doutor da lei”...
Homem do mundo!Sobre verdades ou razões,
Duvidas ou loucuras,
Que não sabemos,
Sua consistência espiritual.
E assim,
Só posso concluir,
Que temos muito que aprender,
Quando nos dermos o direito,
A avaliar as nossas próprias duvidas,
E conceitos que não fujam as regras,
Das primícias universais...
Para quando questionarmos,
Não hostilizarmos a essência de Deus.
INDICE
Crônicas
COMPREENSÃO
A crença estimulada pela fé,
Em deuses e adorações,
É nada mais,
Que a necessidade humana,
Estabelecendo parâmetros,
Para a sobrevivência da alma.
Digamos que seja assim:
Se eu não sou,
O que penso que sou,
Como poderia ser,
Sem ser o que sou?
Somente acreditando!
Eis o que a crença faz do homem...
Resultado do próprio desejo,
De quem apenas crê...
A GRANDE DISPUTA
No jogo da vida,
Duas grandes personagens,
Decidem nosso destino,
Chamados de deuses,
Que confabulam entre si,
Seus interesses,
E divergem por suas leis.
O jogo é uma disputa constante,
Onde quem determina as regras,
É a maior das autoridades da existência...
Deus!
Quanto ao outro lado,
O papel compete,
Ao único adversário à altura,
Para que assim,
Estes façam suas jogadas,
Como num verdadeiro duelo de xadrez.
Imaginem então,
O excepcional poder destes jogadores,
Considerando que no xadrez,
Existem dois reis,
Que neste caso seriam:
Deus e Lúcifer,
E duas rainhas;
Que seriam seus objetivos,
Como dois bispos;
Que seriam seus anjos,
E dois cavalos;
Que seriam seus guerreiros,
Como também duas torres;
Que seriam suas prometidas fortalezas,
Chamadas de paraísos;
E por fim,
Os piões como escudeiros,
Que seriam os seres humanos...
A própria insignificância,
Disputada pelos deuses,
No campo de combatentes.
Todavia,
Esta supremacia de estratégias,
É para simples satisfação,
E vaidade dos reis,
Que perecem com a história;
Levando-nos a única expectativa,
De tentar entender o mistério,
De tamanha ousadia,
Ou o sadismo dos senhores das origens,
Que não dispensam as batalhas,
Mesmo com sangue;
Como foi a de Davi,
E outras magnas.
E o que nos resta afinal?
Somos apenas cobaias nesta contenda,
Onde não há vez para mais um jogador.
Pois mesmo que sejamos a imagem,
Ou a dita semelhança de Deus,
Não passamos,
De pobres vitimas em ascensão.
O JOGO DE DEUS
Muitos acham,
Que tua misericórdia,
Condiz com o que pregas.
Dizem os quais propagam a palavra,
Que dás o direito à liberdade de escolha,
Qual a chama de livre arbítrio.
Mas o que seria de fato,
Direito de escolher o próprio destino?
Se na palavra,
Só existe a tua direção e de Lúcifer!
Onde está então,
O piedoso espírito da imparcialidade?
Quando a opção é curvar-se,
Diante do teu poder,
Ou morrer condenado,
As trevas com satanás.
Deus da dignidade,
Que jogo é este afinal,
Que tem benevolência aos ímpios?
Visto que na tua lei,
Justiça é para os injustos.
Mas é confuso entender,
E até mesmo confiar...
Porque os que pagam com sofrimento,
São os injustiçados.
Que jogo é este que dá liberdade à carne,
E ao mesmo tempo condena com a morte?
É!
Parece inquestionável,
O fim que só você conhece...
Com certeza!
Porém tua sede de perfeição,
Tão pura diante da intolerância,
Refresca o espírito humano,
Que paga com o castigo.
Pois,
Com altivez,
Jogaste tua cria no ninho de Cobra,
Dando a Lúcifer,
E seu exercito de anjos decaídos,
A inocência indefesa,
Da nossa compreensão pensante...
“Como presente para um Deus”!
Que jogo é este que não entendemos?
Eis que deixaste Davi,
Ser vitorioso...
Derramando sangue,
De um exercito humano;
Assim como,
Não o julgou por seu adultério,
Com a esposa de um dos seus guerreiros.
Porque permitiste o erro do pecado,
E a liberdade da ignorância,
No jardim do Éden,
Se bem sabias que este seria o resultado?
Enfim!
Não parece justa,
As explicações que só esclarecem alienados.
Pois a causa do descuido da tua vaidade,
Perturba na eloqüência do ser,
Neste mundo que foi transformado,
Em cárcere de provas humanas.
JOGO VIVO
Não seja crédulo mais...
Nem incrédulo!
Porém não precisa viver,
E entender a vida,
Alienado sem fé.
Não explore o pensamento,
Feito benditos ou malditos,
Que se comparam as folhas,
Que germina da rama da terra,
E logo caem e perecem;
E assim cumprem,
O ciclo nativo da vida...
Porque vivem como carne.
Então sejas,
Mais que a sobrevivência,
E conheça o jogo da consciência.
Não faças o mal,
Nem exagere no bem!
Seja você mesma,
Natural como tudo que passa...
Mas seja digno de ser!
Seja como o amanhecer do dia,
Que recicla a história,
E o juízo pensante,
Para manter o jogo da vida,
Enquanto o ar da própria,
Não te tirar o sentido.
ATITUDE DE PAI
Aquele que o chamam de Deus!
É interpretado pelas religiões,
Como arquiteto da vida.
Algumas doutrinas,
Estigmatizam sua existência,
Como pai supremo,
Afirmando-se no ponto de vista,
Da compreensão espiritual,
Que exacerba na crença,
O fanatismo da alma.
Na alegação religiosa,
Que o Senhor de todas as origens,
E inquestionável na plenitude da perfeição.
Digamos que tal compreensão espiritual,
Tenha consistência na forma da verdade;
Porque então,
Os fatos na vida em sua longevidade,
Mostra fatalidades incoerentes?
Onde muitas vezes,
O inocente vive o desagrado do destino,
Para servir de exemplo na cura,
Das doenças espirituais,
De muitos errantes...
Como foi a dramática historia de Cristo!
Seria Deus pai,
Tão calculista,
Ao ponto de usar como escudo,
E exemplo de ensino,
A própria dor do filho?
Tal propósito inquestionável,
Seria mesmo atitude de pai que ama?
Quem é de fato...
O Deus que buscamos?
Amor ou jogo de ilusões!
AUTORIDADE IMUTÁVEL
Deus!
Tamanha perfeição,
É o feito da tua autoridade.
Vê-se que bem sabes,
Como manipular o homem...
Escolhido da tua vaidade!
Senhor de espírito reverente,
Onisciente e onipotente.
Luz de todas as gerações.
Amuleto do pensamento da fé,
Qual está além da razão humana.
Deus vivente!Espírito das artes,
E do sentimento lírico de justiça,
Que espera da criação,
Apenas o que consista da razão.
Eis o Senhor que destina a vida,
Qual abstém os fracassos,
Da consciência perdida.
Senhor!
Feitor da existência infinita,
Mago celeste da esperança contida.
Nada se cumpre,
Sem que seja preterido,
Ou promulgado por sua vontade!
Porque é definição de todas as coisas,
Relatividade da única grandeza,
E sapiência que não descrimina...
A supremacia de uma estrela,
E a irrelevância de um grão de areia!
Porque tudo lhe é útil.
Senhor!
Divindade da beleza,
Jogador de uma só jogada,
Sutileza que envolve o equilíbrio,
E edificação da alma.
Eis o poder do verdadeiro Deus,
Autoridade do pensamento,
Qual manipula as leis da existência,
De toda natureza ascendente.
O BEM NA BALANÇA
Será que a civilização existente,
Deste cárcere predestinado,
Provado pelo equilíbrio da natureza
,Esta realmente dividida,
Entre o bem e o mal?
Não seria muita pretensão dizer,
Que o bem tem prevalecido?
Quando se vê a humanidade,
Voltada para as tantas mazelas,
Vivendo o mais primário dos desejos...
O carnal!
Assim sem superar,
A própria ânsia do prazer.
O que seria para o homem,
O prevalecer do bem,
Diante da realidade,
Qual faz da maioria deste povo,
Viventes consternados,
Pela falta da convicção espiritual?
Vejam,
O quanto é irracional,
A compreensão ortodoxa,
Das primícias instintivas do homem,
Que lesa a consciência de Deus;
Além de demasiadamente filosófica,
Quando afirma que o bem vence.
Pois este ser hibrido,
Da inteligência de Deus,
Malmente se enxerga,
E tão pouco se propõe,
A revelar as virtudes,
Que criem parâmetros com o bem.
No entanto,
Não consiste se quer,
Fazer uma relatividade,
Sobre as ações humanas.
Visto que assim,
O mal tem se consumado,
Nos anseios carnais da criatura,
Que desconsidera as boas ações,
Na mente destes que morrem,
Bem antes de nascerem...
Em cada alma comprometida,
Com o mundo do pecado!
CAMINHO SEM REFERÊNCIA
A falta da fé,
Tornou-se inteligivelmente,
A doença do século,
Gerando aversão,
Ao espírito da credulidade.
Este mal,Também chamado,
“De síndrome do vazio”,
Agride o próprio sentido existencial!
Assim facultando a duvida no pensamento,
E deixando pessoas seqüeladas,
Pelos conflitos da alma.Mas,
Esta liberdade,
Nos valores da consciência humana,
Tem amotinado milhões de indivíduos,
Levando-os por caminhos sem direção;
Quais se perdem,
Na única referência da harmonia.
Pois a ausência do poder que limita,
As estratégias na vida,
Tem sido a causa,
Do excesso no contesto geral,
Motivando o ódio,
Discórdia,Discriminação,
Distúrbio psicológico,
Devaneios psicóticos,
E até mesmo o desamor,
Transformando os atos humanos,
Em desumanos.
Fé!
Porque negamos,
A convicção do próprio eu?
E deixamos esta realidade se perpetuar,
Na formação do mundo contemporâneo,
E sucumbi à disciplina divina,
Deixando de ser estimulo para consciência,
E sensibilidade de ordem...
Qual já não faz parte do homem moderno.
A ILUSÃO
Coisa de Deus,
Ou da racionalidade humana?
O quanto se sabe sobre o homem,
Desde que este fez,
Seus primeiros registros filosóficos?
Pois são tantos os feitos,
Que sobrepõem o conhecimento antigo,
Que o intelecto da razão,
Torna-se cada vez mais incidente,
Na personalidade desta criatura de hoje;
Enquanto os valores da ânsia,
Que buscam no espírito,
Ficam ocultos na ascensão do ser.Estes...
Vulgarmente lembrados pelo respeito,
Que devem as origens.
LIVRO DA VIDA
No antagonismo da vida humana,
Nada acontece por acaso.
Cada feito da significância,
Tem o peso da perfeição.
E assim,
Toda forma de viver,
Faze-se própria da alma que busca.
Pois não condenes o que julgas,
Porque parece fácil menosprezar o espírito,
Quando não conheces a verdade.
Eis que a criação fez,
Do imperfeito o perfeito,
Do perfeito o imperfeito,
E mesmo assim,
Toda macula do desejo,
Tem valor inestimável,
Para o sentido do livro da vida,
Qual malmente interpreta o amor.
Que sejam então,
Especuladores de fato,
Neste teatro de sumidades,
Que apenas protagonistas,
Tem a direção...
Coisas dos deuses!
Portanto,
Escarnecidos sem almas,
Ante de enfrentarem a fúria,
De um Deus honrado ou desonrado,
E pisar na cabeça,
De quem quer que seja,
Olhe para si mesmo,
E veras que és o grão do pó,
Neste jogo da vaidade absoluta.
A LÁGRIMA DA LIBERDADE
Demonstrando arrependimento,
Pela liberdade dada a satanás,
Em testar o homem...
Deus em seu estado de piedade,
Frustrado com as fraquezas,
Do ser qual criou...
Pediu ao anjo decaído,
Que libertasse seu povo da prisão.Então,
O líder dos obsessores,
Chamado lúcifer,
Disse ao Senhor do amor...
Derrame uma lágrima,
Para meu prazer,
E eu os libertarei,
Abrindo a porta,
Do paraíso da maledicência.
E assim,
Deus fez sua vontade!
Mas o esperado,
Tornou-se inesperado...
Diante dos olhos e anseios do Senhor.
Pois nem um humano se deu conta,
De perceber a porta,
Que naquele momento se abrira,
Para um novo horizonte...
Porque tais criaturas carnais,
Estavam satisfeitas,
Com as ofertas de Lúcifer.
E Deus olhou para o homem...
Lamentado!Enquanto a serpente,
O ironizou dizendo:
É!
Fiz o que pedistes Deus do amor,
Mas vistes que não é o que querem;
Sabes por quê?
Eu sempre dou o amor que desejam:
Dinheiro,Poder,
E o prazer qual buscam.
Enquanto tu dares,
“Apenas a prova da remissão”!
Como a resignação,
Ou teste de renuncia,
Na expressão da dor como salvação.
É Deus!O que queres,
Não encontrará neste povo.
Porque este que dizes ser seu,
Vive saudosamente a carne,
E só reconhece o meu sangue,
Que corre em suas veias...
Que assim fomenta o meu desejo,
E tu chamas de pecado.
A LÓGICA
Abrindo um portal na mente,
Para tentar compreender,
O sentido lógico da razão...
Vi-me despido da certeza!
E diante de mim mesmo,
Como se tivesse a notar,
Em cada duvida,
Qual sedimentara,
No meu espírito volúvel...
Percebi que a razão humana,
Seria apenas uma questão,
De ordem natural,
Ou instinto involuntário,
Que agrega necessidades,
Como jogo da sobrevivência,
Contido na fé.
Assim como compreendi que a vida,
Não passa de paradigmas,
Da compreensão associativa,
Praticada pelo homem...
Como padrões primários,
Formados por grupos humanos,
Que incidem no mesmo nível racional,
Sem transcender o dualismo,Por não alcançar,
O genoma da transição.
O CICLO DA VIDA
A natureza tem um ciclo,
Como toda estrada um destino.
E tudo que começa na vida,
Sempre acaba...
No momento em seu tempo!
Como os sonhos que passam,
Na ilusão da realidade,
Que também se renova.
E a história dos homens,
Resume-se em mudanças,Q
uais reciclam os eventos,
Transformando a existência,
Na própria origem...
No pó da terra!
O CORDEIRO
No repouso da alma,
Vagando em sonhos adormecidos,
Que nem mesmo o homem compreende,
Veio o anjo de Deus anunciar a mensagem.
Era momento de grande culto,
Num oráculo do tempo,
Onde reunia milhares de fies,
Que unia raças advindas de longe.
Então o senhor se pronunciou,
De forma tão humilde,
Sussurrando nos ouvidos escolhidos,
Exclamando:
Estou doente por tudo que me fazem!
E um homem perguntou-lhe...
Quem fala aos meus ouvidos?
E o senhor voz disse,
Com palavras tremulas:Sou eu...
Cristo!
E enquanto seu destemido servo,
Mal entendia o que se passava...
O prenuncio circundava a alma escolhida,
Deste puro homem tão inocente,
Que degustava o doce chocolate,
Comprado a um mercador,
Que naquele momento o consolava.
Pois o tal homem,
Tão humilhado pela vida,
Curvou-se diante do mercador,
E chorou a dor,
Que angustiava os seus desejos.
E logo foi acolhido,
Pelo generoso vendedor de bombons,
E surpreendido por uma mulher,
Que meio à multidão,
Acompanhada por muitos fies...
O seguia.
E este chorando a perguntou:
Porque voz me segue senhora?
E ela respondeu-lhe...
Porque tu és o cordeiro de Deus!
E o predestinado homem,
Que por muito tempo confrontou o mal,
Defendendo as leis do amor;
Ergueu suas mão aos céus,
Reconhecendo o Deus,
Do destino que se cumpria,
Proferindo em voz alta:
Coloque sua espada,
Em minhas mãos,
Meu Senhor!Porque em seu nome,
Saberei o que fazer...
Dar um fim,
A todo mal das trevas,
Que vos envergonha.
Teorias
VERACIDADE DA VIDA
A verdade das verdades,
Revela a vida,
Como a maior das mentiras!
E a única verdade da essência desta vida,
É a morte,
Que determinantemente é a certeza,
Que consiste e se faz absoluta.
Chega a ser,
O ato mais atenuante,
Que Deus designa ao ser.
Pois é perceptível,
Que a trajetória da vida,
Não passa de supostas e meras ilusões.
“Não existe o certo ou errado”!
“Nem bondade nem maldade”,
Tão pouco pecado ou perdão...
Tudo é uma questão,
De se disciplinar,
Ou suprirmos as nossas necessidades,
Para viver melhor,
A grande ilusão.
Nada é certo ou errado!
Assim como pode ser,
Pode não ser.
Tudo é uma questão,
De ponto de vista,
De cada universo humano!
Na ilusão ou na mentira,
Tudo é simplificado e mutável.
Pois a vida é alusiva,
E explicitamente grandiosa,
Na arte de mistificar.
E mágica como a incógnita,
Ou complexa e volúvel,
Como os mistérios do questionamento.
Porém,
A única verdade da vida,
Conflui e perde-se no paradoxo,
Da racionalidade voluntária,
E involuntária do ser.
E nesta exaurida mentira,
Quem leva vantagens,
São os que jogam!
E neste jogo,
Os quais acreditam.
ANALOGIA SOBRE O ALÉM
Em que face da crença,
Ou doutrina religiosa,
Exuma-se o plano da vida pos morte?
Seria então possível,
Os supostos desencarnados,
Tornarem-se almas adormecidas
,A espera de um julgamento,
Ou eternos condenados,
A mediocridade...
Chamada trevas?
Nada mais seriam,
Além do que consta,
No conhecimento religioso,
E dados científicos do homem?
Já por outro prisma,
No espiritismo...
Estariam estes seres,
Atrelados a uma cadeia,
De desenvolvimento,
Para apurar o intelecto,
Emocional humano...
Reencarnando?
Ou não teriam sido estes,
Proscrito do processo evolutivo,
Com o evento da morte?
Considerando que o grande projeto,
Chamado jardim do Éden,
E vulgarmente considerado,
Pelas primícias racionais...
Falhou bem antes de ser.
É!
São sugestivas as faces,
Do credo humano,
Que tão pouco conhece,
E define a cartilha da vida.
Pois nada se concretiza,
Diante do que tentamos entender...
A não ser,
As loucuras da inconseqüência,
Dos diferentes mundos,
Que provavelmente,
Confundem-se no ópio do prazer.
E neste devaneio,
De mistérios sem medidas,“Estes mundos interagem”,
Hostilizando o sentido da vida,
Permanentemente conspirando,
Em busca da satisfação.
E assim,Nestas dimensões vivas,
E órbitadas por falanges,
Carnais e espirituais;
Quando por muitos,
São chamadas de demônios,
Sobrevivem as expectativas,
Da alma humana.
A RELATIVIDADE SIDERAL
A composição do universo,
Poderia ser cientificamente,
Comparada ao menor elemento,
Da formação sideral...
O átomo!
Digamos que o átomo,
Formado por seus três elementos,
Identificados na física,
Como elétrons,
Prótons e nêutrons,
E que nesta sucinta comparação teórica,
Poderíamos supor,
Que o conjunto celeste,
Seria como o grande ponto,
De consistência energética,
Onde o elétron,
Seria a massa cinzenta,
E o próton o espaço ocupado,
Por massa consistente,
Resultando nos nêutrons,
Que representaria a massa consistente,
Em mutação.Conclusão...
Este seria apenas a expansão,
Sem desfigurar a forma atômica,
E a multiplicidade geradora de energia,
Que daria origem à prole da existência.
Entretanto,
A extraordinária e suprema grandeza,
Deste espaço infinito,
Ocupado por galáxias,
Aparentemente inertes,
Seria movido por este mega gerador,
Que se faz vital,
Como a notável e invisível partícula,
Conhecida pela ciência quântica,
Que estuda o átomo e seus fenômenos.
EVOLUÇÃO DA ALMA
O processo de evolução espiritual,
Independe da vontade de fazer acontecer.
Existem variáveis...
Elementos fundamentais,
Para que ocorra o processo,
De maturação do próprio eu;
E entre tantas,
Uma delas classificada nesta avaliação,
As quais poderão chamá-la,
De tempo e espaço.
Que consiste no seguimento,
Do desenvolvimento de cada ser racional.
Vejamos então exemplificando:
O momento...
Tempo,
Neste caso em cada ser vivente,
É diferente em todos os sentidos.
Portanto,
O estado da consciência,
Do ser para o ser,
Tem uma distancia...
Espaço,
Considerável no pensamento,
Fazendo com que,
O sentido da razão seja paradoxal,
Na interpretação de cada mente,
Como pontos que se encontram,
Mas não se associam;
Sendo assim,
Uma constante,
Na história da ascensão humana.
Razão qual dificulta,
A interpretação no entender,
Da socialização,
Da comunicação e ordem dos fatos.
O estudo da evolução da alma,
É uma abordagem que a princípio,
Deve ser analisada cuidadosamente,
Mesmo considerando seus critérios,
Científicos e religiosos.
Pois é normal que o homem,
Conceba atributos naturais,
Ou sobrenaturais,
Na busca deste entendimento tão vago.
Mas a lógica mais evidente,
Da interpretação associativa,
Das idéias analógicas,
Mostra-nos como fato notável,
“Uma vertente”,
Marcado pelo espaço -
regra I e tempo regra II,
Que antecedem a variáveis,
Como a percepção,
A Sensibilidade,
A racionalidade e introspecção;
As quais registram,
Na intelectualidade do ser,
A ascensão cognitiva do espírito,
Em mentes que jamais serão em comuns,
Na vida que conhecemos.
Então considerando esta teoria,
Poderemos analisar este preâmbulo,
E estabelecer,
Como regra básica na evolução,
Suas leis...
Regras I e II,
Na conduta da consciência.
E assim afirmar que:
O teor qual buscamos e subentende-se,
Como essência primordial da vida...
Alma!
Não passa de aprendizado involuntário,
“Na existência perfeita do imperfeito”,
Que logra continuamente no tempo,
Em busca de definições,
Neste amplo e complexo universo,
Que malmente supre o estado instintivo,
Da espécie racional existente.
Como seria possível,
Neste caso,
Amar ao próximo como a si mesmo?
Todos os direitos autorais são reservados a
CARLOS SHEREDOM e aditados a,
Bruno Barbalho Oliveira,
Carlos Raphael Barbalho Oliveira.
Os direitos são intransferíveis.
Não permite qualquer alteração na obra.
APOIO CULTURAL
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Belém – Pará – Brasil
Bibliografia
Por: Carlos Sheredom
EM LIVROS
Conheça o Autor
Sou Carlos Sheredom,
Homem de personalidade romântica.
Defensor do espírito da dignidade humana.
Sou militante da justiça e igualdade social,
Desde que me entendo como ser humano.
Sou um nordestino imigrante do Ceará,
Onde vivi minha infância com orgulho!
Fui escolado no Estado do Pará...
Terra qual criei raízes.
Hoje com experiência,
Dou-me o direito de anunciar o que aprendi,
E fez do meu espírito um cidadão honrado.
Atuo na área publicitária e jornalística,
Há alguns anos.
Tenho colaborado com jornais do Pará,
Além de editar jornais como:
Gazeta do Pará e Eventos Pará...
De minha propriedade.
Hoje exploro a mídia virtual,
Com o portal http://www.planetanoticias.com.br/,
Dentro do mesmo contexto social.
Atualmente tenho vasta relação,
Com pessoas de varias classes;
Principalmente,
Com quem representa o âmbito político.
Mas para ser direto com as palavras,
Tenho feito desta genialidade,
Meu objeto de observação.
Porém não desrespeitando sua nobreza,
Concluí que esta representação,
Pouco impressiona!
Porque assim entendo,
Que deixam a desejar,
Como referencia humana.
E como qualquer homem de bem,
Que tenta viver na verdade,
Fui alijado pelos fora-da-lei!
Quais só não me tiraram o ar da vida.
Mas infeliz daquele que tentar,
Destruir um homem de Deus...
Serão amaldiçoados com o desamor.
Vejam que só prevalece a dignidade,
A honestidade.
E a vontade do Coração que ama...
Não a corrupção da alma.
Por isso não me humilho aos césares da vida,
Nem desejo as moedas do suor do meu povo,
Porque conheço mais que tudo isto...
Conheço o caráter da alma,
E a lei do coração.
Carlos Sheredom
PRODUTORA PORTAL COMUNICAÇÃO VISUAL
Os direitos autorais,
São reservados ao autor,
CARLOS SHEREDOM
COMENTÁRIO
Neste faço uma analogia,
Num mesclado de conceitos,
Como observação implica,
Do conhecimento popular,
“No entendimento de doutor da lei”...
Homem do mundo!Sobre verdades ou razões,
Duvidas ou loucuras,
Que não sabemos,
Sua consistência espiritual.
E assim,
Só posso concluir,
Que temos muito que aprender,
Quando nos dermos o direito,
A avaliar as nossas próprias duvidas,
E conceitos que não fujam as regras,
Das primícias universais...
Para quando questionarmos,
Não hostilizarmos a essência de Deus.
INDICE
CRÕNICAS
Compreensão
A Grande Disputa
O Jogo de Deus
Jogo Vivo
Atitudes de Um Pai
Autoridade Imutável
O Bem na Balança
Caminhos sem Referências
A Ilusão
Livro da Vida
A lágrima da Liberdade
A Lógica
O Ciclo da Vida
O Cordeiro
TEORIAS
Veracidade da Vida
Analogia sobre o Além
Relatividade Sideral
Evolução da Alma
Compreensão
A Grande Disputa
O Jogo de Deus
Jogo Vivo
Atitudes de Um Pai
Autoridade Imutável
O Bem na Balança
Caminhos sem Referências
A Ilusão
Livro da Vida
A lágrima da Liberdade
A Lógica
O Ciclo da Vida
O Cordeiro
TEORIAS
Veracidade da Vida
Analogia sobre o Além
Relatividade Sideral
Evolução da Alma
Crônicas
COMPREENSÃO
A crença estimulada pela fé,
Em deuses e adorações,
É nada mais,
Que a necessidade humana,
Estabelecendo parâmetros,
Para a sobrevivência da alma.
Digamos que seja assim:
Se eu não sou,
O que penso que sou,
Como poderia ser,
Sem ser o que sou?
Somente acreditando!
Eis o que a crença faz do homem...
Resultado do próprio desejo,
De quem apenas crê...
A GRANDE DISPUTA
No jogo da vida,
Duas grandes personagens,
Decidem nosso destino,
Chamados de deuses,
Que confabulam entre si,
Seus interesses,
E divergem por suas leis.
O jogo é uma disputa constante,
Onde quem determina as regras,
É a maior das autoridades da existência...
Deus!
Quanto ao outro lado,
O papel compete,
Ao único adversário à altura,
Para que assim,
Estes façam suas jogadas,
Como num verdadeiro duelo de xadrez.
Imaginem então,
O excepcional poder destes jogadores,
Considerando que no xadrez,
Existem dois reis,
Que neste caso seriam:
Deus e Lúcifer,
E duas rainhas;
Que seriam seus objetivos,
Como dois bispos;
Que seriam seus anjos,
E dois cavalos;
Que seriam seus guerreiros,
Como também duas torres;
Que seriam suas prometidas fortalezas,
Chamadas de paraísos;
E por fim,
Os piões como escudeiros,
Que seriam os seres humanos...
A própria insignificância,
Disputada pelos deuses,
No campo de combatentes.
Todavia,
Esta supremacia de estratégias,
É para simples satisfação,
E vaidade dos reis,
Que perecem com a história;
Levando-nos a única expectativa,
De tentar entender o mistério,
De tamanha ousadia,
Ou o sadismo dos senhores das origens,
Que não dispensam as batalhas,
Mesmo com sangue;
Como foi a de Davi,
E outras magnas.
E o que nos resta afinal?
Somos apenas cobaias nesta contenda,
Onde não há vez para mais um jogador.
Pois mesmo que sejamos a imagem,
Ou a dita semelhança de Deus,
Não passamos,
De pobres vitimas em ascensão.
O JOGO DE DEUS
Muitos acham,
Que tua misericórdia,
Condiz com o que pregas.
Dizem os quais propagam a palavra,
Que dás o direito à liberdade de escolha,
Qual a chama de livre arbítrio.
Mas o que seria de fato,
Direito de escolher o próprio destino?
Se na palavra,
Só existe a tua direção e de Lúcifer!
Onde está então,
O piedoso espírito da imparcialidade?
Quando a opção é curvar-se,
Diante do teu poder,
Ou morrer condenado,
As trevas com satanás.
Deus da dignidade,
Que jogo é este afinal,
Que tem benevolência aos ímpios?
Visto que na tua lei,
Justiça é para os injustos.
Mas é confuso entender,
E até mesmo confiar...
Porque os que pagam com sofrimento,
São os injustiçados.
Que jogo é este que dá liberdade à carne,
E ao mesmo tempo condena com a morte?
É!
Parece inquestionável,
O fim que só você conhece...
Com certeza!
Porém tua sede de perfeição,
Tão pura diante da intolerância,
Refresca o espírito humano,
Que paga com o castigo.
Pois,
Com altivez,
Jogaste tua cria no ninho de Cobra,
Dando a Lúcifer,
E seu exercito de anjos decaídos,
A inocência indefesa,
Da nossa compreensão pensante...
“Como presente para um Deus”!
Que jogo é este que não entendemos?
Eis que deixaste Davi,
Ser vitorioso...
Derramando sangue,
De um exercito humano;
Assim como,
Não o julgou por seu adultério,
Com a esposa de um dos seus guerreiros.
Porque permitiste o erro do pecado,
E a liberdade da ignorância,
No jardim do Éden,
Se bem sabias que este seria o resultado?
Enfim!
Não parece justa,
As explicações que só esclarecem alienados.
Pois a causa do descuido da tua vaidade,
Perturba na eloqüência do ser,
Neste mundo que foi transformado,
Em cárcere de provas humanas.
JOGO VIVO
Não seja crédulo mais...
Nem incrédulo!
Porém não precisa viver,
E entender a vida,
Alienado sem fé.
Não explore o pensamento,
Feito benditos ou malditos,
Que se comparam as folhas,
Que germina da rama da terra,
E logo caem e perecem;
E assim cumprem,
O ciclo nativo da vida...
Porque vivem como carne.
Então sejas,
Mais que a sobrevivência,
E conheça o jogo da consciência.
Não faças o mal,
Nem exagere no bem!
Seja você mesma,
Natural como tudo que passa...
Mas seja digno de ser!
Seja como o amanhecer do dia,
Que recicla a história,
E o juízo pensante,
Para manter o jogo da vida,
Enquanto o ar da própria,
Não te tirar o sentido.
ATITUDE DE PAI
Aquele que o chamam de Deus!
É interpretado pelas religiões,
Como arquiteto da vida.
Algumas doutrinas,
Estigmatizam sua existência,
Como pai supremo,
Afirmando-se no ponto de vista,
Da compreensão espiritual,
Que exacerba na crença,
O fanatismo da alma.
Na alegação religiosa,
Que o Senhor de todas as origens,
E inquestionável na plenitude da perfeição.
Digamos que tal compreensão espiritual,
Tenha consistência na forma da verdade;
Porque então,
Os fatos na vida em sua longevidade,
Mostra fatalidades incoerentes?
Onde muitas vezes,
O inocente vive o desagrado do destino,
Para servir de exemplo na cura,
Das doenças espirituais,
De muitos errantes...
Como foi a dramática historia de Cristo!
Seria Deus pai,
Tão calculista,
Ao ponto de usar como escudo,
E exemplo de ensino,
A própria dor do filho?
Tal propósito inquestionável,
Seria mesmo atitude de pai que ama?
Quem é de fato...
O Deus que buscamos?
Amor ou jogo de ilusões!
AUTORIDADE IMUTÁVEL
Deus!
Tamanha perfeição,
É o feito da tua autoridade.
Vê-se que bem sabes,
Como manipular o homem...
Escolhido da tua vaidade!
Senhor de espírito reverente,
Onisciente e onipotente.
Luz de todas as gerações.
Amuleto do pensamento da fé,
Qual está além da razão humana.
Deus vivente!Espírito das artes,
E do sentimento lírico de justiça,
Que espera da criação,
Apenas o que consista da razão.
Eis o Senhor que destina a vida,
Qual abstém os fracassos,
Da consciência perdida.
Senhor!
Feitor da existência infinita,
Mago celeste da esperança contida.
Nada se cumpre,
Sem que seja preterido,
Ou promulgado por sua vontade!
Porque é definição de todas as coisas,
Relatividade da única grandeza,
E sapiência que não descrimina...
A supremacia de uma estrela,
E a irrelevância de um grão de areia!
Porque tudo lhe é útil.
Senhor!
Divindade da beleza,
Jogador de uma só jogada,
Sutileza que envolve o equilíbrio,
E edificação da alma.
Eis o poder do verdadeiro Deus,
Autoridade do pensamento,
Qual manipula as leis da existência,
De toda natureza ascendente.
O BEM NA BALANÇA
Será que a civilização existente,
Deste cárcere predestinado,
Provado pelo equilíbrio da natureza
,Esta realmente dividida,
Entre o bem e o mal?
Não seria muita pretensão dizer,
Que o bem tem prevalecido?
Quando se vê a humanidade,
Voltada para as tantas mazelas,
Vivendo o mais primário dos desejos...
O carnal!
Assim sem superar,
A própria ânsia do prazer.
O que seria para o homem,
O prevalecer do bem,
Diante da realidade,
Qual faz da maioria deste povo,
Viventes consternados,
Pela falta da convicção espiritual?
Vejam,
O quanto é irracional,
A compreensão ortodoxa,
Das primícias instintivas do homem,
Que lesa a consciência de Deus;
Além de demasiadamente filosófica,
Quando afirma que o bem vence.
Pois este ser hibrido,
Da inteligência de Deus,
Malmente se enxerga,
E tão pouco se propõe,
A revelar as virtudes,
Que criem parâmetros com o bem.
No entanto,
Não consiste se quer,
Fazer uma relatividade,
Sobre as ações humanas.
Visto que assim,
O mal tem se consumado,
Nos anseios carnais da criatura,
Que desconsidera as boas ações,
Na mente destes que morrem,
Bem antes de nascerem...
Em cada alma comprometida,
Com o mundo do pecado!
CAMINHO SEM REFERÊNCIA
A falta da fé,
Tornou-se inteligivelmente,
A doença do século,
Gerando aversão,
Ao espírito da credulidade.
Este mal,Também chamado,
“De síndrome do vazio”,
Agride o próprio sentido existencial!
Assim facultando a duvida no pensamento,
E deixando pessoas seqüeladas,
Pelos conflitos da alma.Mas,
Esta liberdade,
Nos valores da consciência humana,
Tem amotinado milhões de indivíduos,
Levando-os por caminhos sem direção;
Quais se perdem,
Na única referência da harmonia.
Pois a ausência do poder que limita,
As estratégias na vida,
Tem sido a causa,
Do excesso no contesto geral,
Motivando o ódio,
Discórdia,Discriminação,
Distúrbio psicológico,
Devaneios psicóticos,
E até mesmo o desamor,
Transformando os atos humanos,
Em desumanos.
Fé!
Porque negamos,
A convicção do próprio eu?
E deixamos esta realidade se perpetuar,
Na formação do mundo contemporâneo,
E sucumbi à disciplina divina,
Deixando de ser estimulo para consciência,
E sensibilidade de ordem...
Qual já não faz parte do homem moderno.
A ILUSÃO
Coisa de Deus,
Ou da racionalidade humana?
O quanto se sabe sobre o homem,
Desde que este fez,
Seus primeiros registros filosóficos?
Pois são tantos os feitos,
Que sobrepõem o conhecimento antigo,
Que o intelecto da razão,
Torna-se cada vez mais incidente,
Na personalidade desta criatura de hoje;
Enquanto os valores da ânsia,
Que buscam no espírito,
Ficam ocultos na ascensão do ser.Estes...
Vulgarmente lembrados pelo respeito,
Que devem as origens.
LIVRO DA VIDA
No antagonismo da vida humana,
Nada acontece por acaso.
Cada feito da significância,
Tem o peso da perfeição.
E assim,
Toda forma de viver,
Faze-se própria da alma que busca.
Pois não condenes o que julgas,
Porque parece fácil menosprezar o espírito,
Quando não conheces a verdade.
Eis que a criação fez,
Do imperfeito o perfeito,
Do perfeito o imperfeito,
E mesmo assim,
Toda macula do desejo,
Tem valor inestimável,
Para o sentido do livro da vida,
Qual malmente interpreta o amor.
Que sejam então,
Especuladores de fato,
Neste teatro de sumidades,
Que apenas protagonistas,
Tem a direção...
Coisas dos deuses!
Portanto,
Escarnecidos sem almas,
Ante de enfrentarem a fúria,
De um Deus honrado ou desonrado,
E pisar na cabeça,
De quem quer que seja,
Olhe para si mesmo,
E veras que és o grão do pó,
Neste jogo da vaidade absoluta.
A LÁGRIMA DA LIBERDADE
Demonstrando arrependimento,
Pela liberdade dada a satanás,
Em testar o homem...
Deus em seu estado de piedade,
Frustrado com as fraquezas,
Do ser qual criou...
Pediu ao anjo decaído,
Que libertasse seu povo da prisão.Então,
O líder dos obsessores,
Chamado lúcifer,
Disse ao Senhor do amor...
Derrame uma lágrima,
Para meu prazer,
E eu os libertarei,
Abrindo a porta,
Do paraíso da maledicência.
E assim,
Deus fez sua vontade!
Mas o esperado,
Tornou-se inesperado...
Diante dos olhos e anseios do Senhor.
Pois nem um humano se deu conta,
De perceber a porta,
Que naquele momento se abrira,
Para um novo horizonte...
Porque tais criaturas carnais,
Estavam satisfeitas,
Com as ofertas de Lúcifer.
E Deus olhou para o homem...
Lamentado!Enquanto a serpente,
O ironizou dizendo:
É!
Fiz o que pedistes Deus do amor,
Mas vistes que não é o que querem;
Sabes por quê?
Eu sempre dou o amor que desejam:
Dinheiro,Poder,
E o prazer qual buscam.
Enquanto tu dares,
“Apenas a prova da remissão”!
Como a resignação,
Ou teste de renuncia,
Na expressão da dor como salvação.
É Deus!O que queres,
Não encontrará neste povo.
Porque este que dizes ser seu,
Vive saudosamente a carne,
E só reconhece o meu sangue,
Que corre em suas veias...
Que assim fomenta o meu desejo,
E tu chamas de pecado.
A LÓGICA
Abrindo um portal na mente,
Para tentar compreender,
O sentido lógico da razão...
Vi-me despido da certeza!
E diante de mim mesmo,
Como se tivesse a notar,
Em cada duvida,
Qual sedimentara,
No meu espírito volúvel...
Percebi que a razão humana,
Seria apenas uma questão,
De ordem natural,
Ou instinto involuntário,
Que agrega necessidades,
Como jogo da sobrevivência,
Contido na fé.
Assim como compreendi que a vida,
Não passa de paradigmas,
Da compreensão associativa,
Praticada pelo homem...
Como padrões primários,
Formados por grupos humanos,
Que incidem no mesmo nível racional,
Sem transcender o dualismo,Por não alcançar,
O genoma da transição.
O CICLO DA VIDA
A natureza tem um ciclo,
Como toda estrada um destino.
E tudo que começa na vida,
Sempre acaba...
No momento em seu tempo!
Como os sonhos que passam,
Na ilusão da realidade,
Que também se renova.
E a história dos homens,
Resume-se em mudanças,Q
uais reciclam os eventos,
Transformando a existência,
Na própria origem...
No pó da terra!
O CORDEIRO
No repouso da alma,
Vagando em sonhos adormecidos,
Que nem mesmo o homem compreende,
Veio o anjo de Deus anunciar a mensagem.
Era momento de grande culto,
Num oráculo do tempo,
Onde reunia milhares de fies,
Que unia raças advindas de longe.
Então o senhor se pronunciou,
De forma tão humilde,
Sussurrando nos ouvidos escolhidos,
Exclamando:
Estou doente por tudo que me fazem!
E um homem perguntou-lhe...
Quem fala aos meus ouvidos?
E o senhor voz disse,
Com palavras tremulas:Sou eu...
Cristo!
E enquanto seu destemido servo,
Mal entendia o que se passava...
O prenuncio circundava a alma escolhida,
Deste puro homem tão inocente,
Que degustava o doce chocolate,
Comprado a um mercador,
Que naquele momento o consolava.
Pois o tal homem,
Tão humilhado pela vida,
Curvou-se diante do mercador,
E chorou a dor,
Que angustiava os seus desejos.
E logo foi acolhido,
Pelo generoso vendedor de bombons,
E surpreendido por uma mulher,
Que meio à multidão,
Acompanhada por muitos fies...
O seguia.
E este chorando a perguntou:
Porque voz me segue senhora?
E ela respondeu-lhe...
Porque tu és o cordeiro de Deus!
E o predestinado homem,
Que por muito tempo confrontou o mal,
Defendendo as leis do amor;
Ergueu suas mão aos céus,
Reconhecendo o Deus,
Do destino que se cumpria,
Proferindo em voz alta:
Coloque sua espada,
Em minhas mãos,
Meu Senhor!Porque em seu nome,
Saberei o que fazer...
Dar um fim,
A todo mal das trevas,
Que vos envergonha.
Teorias
VERACIDADE DA VIDA
A verdade das verdades,
Revela a vida,
Como a maior das mentiras!
E a única verdade da essência desta vida,
É a morte,
Que determinantemente é a certeza,
Que consiste e se faz absoluta.
Chega a ser,
O ato mais atenuante,
Que Deus designa ao ser.
Pois é perceptível,
Que a trajetória da vida,
Não passa de supostas e meras ilusões.
“Não existe o certo ou errado”!
“Nem bondade nem maldade”,
Tão pouco pecado ou perdão...
Tudo é uma questão,
De se disciplinar,
Ou suprirmos as nossas necessidades,
Para viver melhor,
A grande ilusão.
Nada é certo ou errado!
Assim como pode ser,
Pode não ser.
Tudo é uma questão,
De ponto de vista,
De cada universo humano!
Na ilusão ou na mentira,
Tudo é simplificado e mutável.
Pois a vida é alusiva,
E explicitamente grandiosa,
Na arte de mistificar.
E mágica como a incógnita,
Ou complexa e volúvel,
Como os mistérios do questionamento.
Porém,
A única verdade da vida,
Conflui e perde-se no paradoxo,
Da racionalidade voluntária,
E involuntária do ser.
E nesta exaurida mentira,
Quem leva vantagens,
São os que jogam!
E neste jogo,
Os quais acreditam.
ANALOGIA SOBRE O ALÉM
Em que face da crença,
Ou doutrina religiosa,
Exuma-se o plano da vida pos morte?
Seria então possível,
Os supostos desencarnados,
Tornarem-se almas adormecidas
,A espera de um julgamento,
Ou eternos condenados,
A mediocridade...
Chamada trevas?
Nada mais seriam,
Além do que consta,
No conhecimento religioso,
E dados científicos do homem?
Já por outro prisma,
No espiritismo...
Estariam estes seres,
Atrelados a uma cadeia,
De desenvolvimento,
Para apurar o intelecto,
Emocional humano...
Reencarnando?
Ou não teriam sido estes,
Proscrito do processo evolutivo,
Com o evento da morte?
Considerando que o grande projeto,
Chamado jardim do Éden,
E vulgarmente considerado,
Pelas primícias racionais...
Falhou bem antes de ser.
É!
São sugestivas as faces,
Do credo humano,
Que tão pouco conhece,
E define a cartilha da vida.
Pois nada se concretiza,
Diante do que tentamos entender...
A não ser,
As loucuras da inconseqüência,
Dos diferentes mundos,
Que provavelmente,
Confundem-se no ópio do prazer.
E neste devaneio,
De mistérios sem medidas,“Estes mundos interagem”,
Hostilizando o sentido da vida,
Permanentemente conspirando,
Em busca da satisfação.
E assim,Nestas dimensões vivas,
E órbitadas por falanges,
Carnais e espirituais;
Quando por muitos,
São chamadas de demônios,
Sobrevivem as expectativas,
Da alma humana.
A RELATIVIDADE SIDERAL
A composição do universo,
Poderia ser cientificamente,
Comparada ao menor elemento,
Da formação sideral...
O átomo!
Digamos que o átomo,
Formado por seus três elementos,
Identificados na física,
Como elétrons,
Prótons e nêutrons,
E que nesta sucinta comparação teórica,
Poderíamos supor,
Que o conjunto celeste,
Seria como o grande ponto,
De consistência energética,
Onde o elétron,
Seria a massa cinzenta,
E o próton o espaço ocupado,
Por massa consistente,
Resultando nos nêutrons,
Que representaria a massa consistente,
Em mutação.Conclusão...
Este seria apenas a expansão,
Sem desfigurar a forma atômica,
E a multiplicidade geradora de energia,
Que daria origem à prole da existência.
Entretanto,
A extraordinária e suprema grandeza,
Deste espaço infinito,
Ocupado por galáxias,
Aparentemente inertes,
Seria movido por este mega gerador,
Que se faz vital,
Como a notável e invisível partícula,
Conhecida pela ciência quântica,
Que estuda o átomo e seus fenômenos.
EVOLUÇÃO DA ALMA
O processo de evolução espiritual,
Independe da vontade de fazer acontecer.
Existem variáveis...
Elementos fundamentais,
Para que ocorra o processo,
De maturação do próprio eu;
E entre tantas,
Uma delas classificada nesta avaliação,
As quais poderão chamá-la,
De tempo e espaço.
Que consiste no seguimento,
Do desenvolvimento de cada ser racional.
Vejamos então exemplificando:
O momento...
Tempo,
Neste caso em cada ser vivente,
É diferente em todos os sentidos.
Portanto,
O estado da consciência,
Do ser para o ser,
Tem uma distancia...
Espaço,
Considerável no pensamento,
Fazendo com que,
O sentido da razão seja paradoxal,
Na interpretação de cada mente,
Como pontos que se encontram,
Mas não se associam;
Sendo assim,
Uma constante,
Na história da ascensão humana.
Razão qual dificulta,
A interpretação no entender,
Da socialização,
Da comunicação e ordem dos fatos.
O estudo da evolução da alma,
É uma abordagem que a princípio,
Deve ser analisada cuidadosamente,
Mesmo considerando seus critérios,
Científicos e religiosos.
Pois é normal que o homem,
Conceba atributos naturais,
Ou sobrenaturais,
Na busca deste entendimento tão vago.
Mas a lógica mais evidente,
Da interpretação associativa,
Das idéias analógicas,
Mostra-nos como fato notável,
“Uma vertente”,
Marcado pelo espaço -
regra I e tempo regra II,
Que antecedem a variáveis,
Como a percepção,
A Sensibilidade,
A racionalidade e introspecção;
As quais registram,
Na intelectualidade do ser,
A ascensão cognitiva do espírito,
Em mentes que jamais serão em comuns,
Na vida que conhecemos.
Então considerando esta teoria,
Poderemos analisar este preâmbulo,
E estabelecer,
Como regra básica na evolução,
Suas leis...
Regras I e II,
Na conduta da consciência.
E assim afirmar que:
O teor qual buscamos e subentende-se,
Como essência primordial da vida...
Alma!
Não passa de aprendizado involuntário,
“Na existência perfeita do imperfeito”,
Que logra continuamente no tempo,
Em busca de definições,
Neste amplo e complexo universo,
Que malmente supre o estado instintivo,
Da espécie racional existente.
Como seria possível,
Neste caso,
Amar ao próximo como a si mesmo?
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Bibliografia
Por: Carlos Sheredom
EM LIVROS
Manifestos de um Xerife / Crítica
Na Mira do Povo / Crítica
Olhos da Consciência / Crítica
A Sétima Revelação – O Ultimato / Crônica
Escriba – O Doutor da Lei / Crônica
Uma Rosa Chamada Leonita / Poesia
Uma Estrela Chamada Leonita / Poesia
Esperança / Poesia
Fascinação / Poesia
História de Amor / Poesia
Garota de Programa / Poesia
Cinderela – Declarações de Amor / Poesia
Marcas de Paixão / Poesia
Estigma do Desejo / Poesia
Guerreiro de Dan / Poesia
Sereia / PoesiaSanta Paixão / Poesia
Doce Veneno / PoesiaSarita / Poesia
Princesa das Águas / Poesia
Estrela do Mar / Poesia
Deusa da Lua / Poesia
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Estigma do Desejo / Poema
Marcas de Paixão / Poema
Resgate da Alma / PoemaChamas do Coração / Poema
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Uma Rosa Chamada Leonita / Poesia
Uma Estrela Chamada Leonita / Poesia
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Conheça o Autor
Sou Carlos Sheredom,
Homem de personalidade romântica.
Defensor do espírito da dignidade humana.
Sou militante da justiça e igualdade social,
Desde que me entendo como ser humano.
Sou um nordestino imigrante do Ceará,
Onde vivi minha infância com orgulho!
Fui escolado no Estado do Pará...
Terra qual criei raízes.
Hoje com experiência,
Dou-me o direito de anunciar o que aprendi,
E fez do meu espírito um cidadão honrado.
Atuo na área publicitária e jornalística,
Há alguns anos.
Tenho colaborado com jornais do Pará,
Além de editar jornais como:
Gazeta do Pará e Eventos Pará...
De minha propriedade.
Hoje exploro a mídia virtual,
Com o portal http://www.planetanoticias.com.br/,
Dentro do mesmo contexto social.
Atualmente tenho vasta relação,
Com pessoas de varias classes;
Principalmente,
Com quem representa o âmbito político.
Mas para ser direto com as palavras,
Tenho feito desta genialidade,
Meu objeto de observação.
Porém não desrespeitando sua nobreza,
Concluí que esta representação,
Pouco impressiona!
Porque assim entendo,
Que deixam a desejar,
Como referencia humana.
E como qualquer homem de bem,
Que tenta viver na verdade,
Fui alijado pelos fora-da-lei!
Quais só não me tiraram o ar da vida.
Mas infeliz daquele que tentar,
Destruir um homem de Deus...
Serão amaldiçoados com o desamor.
Vejam que só prevalece a dignidade,
A honestidade.
E a vontade do Coração que ama...
Não a corrupção da alma.
Por isso não me humilho aos césares da vida,
Nem desejo as moedas do suor do meu povo,
Porque conheço mais que tudo isto...
Conheço o caráter da alma,
E a lei do coração.
Carlos Sheredom
PRODUTORA PORTAL COMUNICAÇÃO VISUAL
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