Carlos Sheredom
A Sétima Revelação
O ULTIMATO
UMA EPOPÉIA DO ESPÍRITO
COMENTÁRIO
Seria possível,
Este contexto visionar,
A espiritualidade da realidade humana?
Ou (A SÉTIMA REVELEÇÃO – O ULTIMATO),
Simbolicamente representar a verdade da vida,
Profetizando no espírito de Deus,
A complexidade do futuro?
Portanto,
Como escritor,
Afirmo:
Isto não é profecia,
Porém reflete meu ponto de vista,
Porque tal postulado poético,
É pura inspiração literária,
Sobre os fatos do mundo,
Constituídos pelos costumes sociais,
E diretrizes da política da vida.
Mas como ungido de Deus,
Batizado nas águas,
Pelo evangelho,
A vós, digo:
Não somente seria possível,
Como exalta o desejo do Espírito Santo,
Fazendo com que,
O despertar para a verdade,
Dependa unicamente da sensibilidade,
Na mente e coração de cada homem.
Pois saibam,
Que o amanhã,
Mesmo não nos pertencendo,
Sempre será responsabilidade de todos,
Cobrada pela própria consciência.
E a existência natural da vida terrena,
O resultado dos atos,
E planejamento humano,
Que determina a sobrevivência.
Bom!
Nada mais poderá ser feito,
Para mudar o passado,
Mas muito poderia ser,
Para melhorar o futuro;
Desta forma não é difícil,
Conceber a lógica do espírito,
E excesso na desordem comportamental,
Já registrado na história humana.
É! Pensem...
Logo entenderão a racionalidade da alma,
Que luta pela preservação,
E a expressão de cada palavra,
Nesta obra oriunda dos anseios,
De Carlos Sheredom.
OFERECIMENTO
Como autor desta obra,
Tão expressiva,
Aos olhos de Deus,
Ofereço-lhe,
Como sugestiva leitura,
De reflexão divina,
E auto-ajuda espiritual.
A você leitor,
Que neste momento,
Cria um elo interativo,
Com os pensamentos,
De Carlos Sheredom.
Seja bem vindo,
A cartilha do Senhor!
INDICE
“A Criação”
Todo ser,
É origem,
Da mesma essência,
Mas nem todo humano,
Busca a essência,
Da mesma origem.
Porém,
A essência,
Pouco conhecida,
Pelos homens,
Ainda é o único caminho,
Para as nossas origens,
E para plenitude,
Da própria criação.
“Sem Engano”
Sou estigma da fé,
Filho da esperança,
Essência que cura,
No refúgio da ânsia.
Sou o desejo da única consciência,
Êxodo da enferma maledicência,
Como o primórdio do puro sentimento.
Sou o tempo que passa,
Como a passagem da era,
No ciclo da vida infinita,
Do espaço sem tempo.
Sou a forma sem forma,
Beleza sem engano,
Eternidade de um segundo,
E mutação plena de um instante.
“Criando o Infinito”
Tudo começou na causa,
E de toda causa,
Logo surgiram os efeitos,
E destes efeitos,
O processo das reações.
Portanto,
Nada estaria aquém por acaso,
Bem menos perdido,
Porque toda origem,
Consumar-se-ia pela renovação,
Assim moldando a criação.
Eis então,
A existência infinita!
Pois o céu,
Sempre esteve lá,
E a luz do universo,
Na constância proveras,
E de forma em forma,
O espírito da vida inseminará,
E no desconhecido da imensidão,
O ser vivente se exaltará,
E como majestade semeará.
Esta é a criação divina,
Obra de um Deus,
Para os tempos,
E conjuntura da vida,
Que tanto questionamos.
“Sou o que Sou”
Sou a própria ânsia do tudo,
A cria vazia do nada,
A existência pródiga de um todo.
Existo para existir,
Meu ponto presente,
Referencia à miragem do meu ser.
Sou caótico ser,
Protótipo da descontração,
Imaginária dos Deuses.
Sou o cosmo,
A forma e a distância,
A consonância das substâncias.
Sou a dor da fraqueza do temor,
A força da grandeza do reitor,
Sou o que sou,
Complexo e abstrato,
Como aquele que me criou.
Pois penso que sou,
Tudo o que não sou.
“Certeza das Incertezas”
Logo o futuro chegará,
E no amanhecer,
O mundo despertará,
Tão pouco tempo o povo terá,
E a vida de performance,
Ao mínimo,
Seu esplendor exibirá,
Muito triste será,
Quando o sol nascente clarear,
Toda beleza como engano sumirá,
Então a tristeza de surpresa chegará,
Quando nossos corpos,
Este mal tocar,
Tudo impiedosamente queimará,
E o sol,
Mais forte e ardente ficará.
Será então o momento,
Que o dotado ser,
Sem tempo se arrependerá,
E por pouco crescerá,
Mas nada mudará.
“Sou Eu”
Sou a energia universal,
Sou o tudo e o todo,
Sou mais do que se pode vê e entender,
Sou o espaço da luz e escuridão da espera,
Sou a extremidade de todo questionamento,
Sou a extensão do infinito,
Sou a harmonia da criação,
Sou o silencio do cosmo,
Sou a melodia que encanta o pensamento,
Sou a força e a velocidade da vida,
Sou o tempo que renova a história,
Sou a positividade de cada ser vivente,
Sou a única possibilidade ascendente,
Sou Deus!
“Dói”
Dói tanto,
Quando tento falar,
Do poder que não se deixa calar.
Dói na alma,
Quando levo a mensagem,
Falando do amor,
E os ouvidos da humanidade,
Não consigo alcançar.
Dói, como dói,
Saber que é preciso pregar,
O poder mágico do amor,
Que o mundo do homem,
Deixou de acreditar.
È! Dói como a dor sem cura,
Que sangra no sentimento,
Como o espírito amante,
Quando as lágrimas sentidas,
Não tocam o coração humano.
“Para Sempre”
Chegará à hora!
E no destino cumprido,
Esta vida,
De mais nada valerá.
E o ciclo vivido,
A um novo plano ascenderá,
Quando o fim parecer presente está,
O futuro no horizonte surgirá.
E o homem espiritual,
Em sua caminhada transcendente,
No mundo da luz renascerá,
E a total satisfação de ser,
Se justo contemplará.
“Da Essência do Amor”
A existência de toda essência,
Vaga no vácuo do criador,
E os olhos gigantes da plenitude,
Observam e contornam os impulsos,
De tudo o que a vontade fecundou.
Assim explorou,
O misterioso observador,
Que os atos rastreou,
E no ardor das chamas,
A existência ele testou.
Quantas vezes ele mostrou,
Ascendendo o fogo do amor,
Que fertilmente iluminou,
E fragilmente,
Na vida minou,
Esta existência que consiste,
Das obras do criador.
“Corredor das Sombras”
O tempo formou,
Por este caminho atento,
A cruz do horror.
Hoje,
Nada mais lá restou,
Das coisas simples,
Que Deus criou,
Só imagens ruídas,
Que no tempo,
O homem mudou.
E nas sombras,
O humano malfeitor,
Tudo transformou.
E sem caminhos,
No corredor perdido,
O nobre homem,
Perturbou-se.
Pois só a cruz do sofrimento,
O indigno encontrou.
“Relatividade”
Terra sem água,
Forma sem vida,
É como a carne sem dor!
Luz sem ar,
Vitalidade sem espírito,
É como a alma sem razão!
Energia sem aura,
Atividade sem princípio,
É como o pensamento sem emoção!
Racionalidade sem Deus,
Instinto sem evolução,
É como desejo sem sonhos!
“Da luz do Senhor”
Como sobrevivente eu vim,
E tento seguir o brilho da luz,
Amar o próximo como a mim mesmo,
Viver a verdade,
Como lei marcial da sabedoria,
Conspirar contra a cegueira,
Que castiga o homem,
Matar a insolência do orgulho,
Amotinado nos corações,
Fazer prevalecer à voz da esperança,
E conquistar à glória,
Que também é sua.
Pois,
Mesmo que eu tenha trilhado,
Pelo caminho da dor,
E agonizado em sofrimento,
Por causa da vossa arrogância,
Ergo-me,
Mesmo com o peito sangrando,
Para dizer-te,
Que o caminho,
A cura e a salvação,
É a luz do senhor.
Eis a felicidade!
JESUS!
“Universo em Questão”
Será Deus,
A face do bem,
Ou a mascara do mal?
Deus em conceitos,
Sempre uma incógnita.
É ele o senhor dos limites,
A liberdade de escolha,
Entre a forma e a escuridão.
O que para o homem parece certo,
Para a complexidade de Deus,
Geralmente é incerto.
Pois limites para o injusto,
Já não dão certo,
E para o justo,
Fé e obediência,
É Deus do amor na consciência.
“Busca Incansável”
Grande espírito,
De anseios vulneráveis,
Insistente procura,
O coração que flameje,
No silêncio do inconformismo,
Deste lado a completar,
Para nunca lhe faltar,
A coragem incansável,
De na busca projetar,
O que grande espírito,
Na alma precisar,
Quando tudo vier,
Novamente lhe faltar.
“Próprio Perfeito”
Rogo a Deus,
O suplicio da piedade,
Por bem entender,
Seus olhos conscientes,
Do próprio perfeito,
Sobre os fatos empobrecidos,
Pela alma da pouca vergonha,
Dos tantos incrédulos,
Que conspiram contra,
Seu imperativo poder,
Ignorando a mais simples das suas leis,
A lei do amor...
Amor da compaixão...
Amor da união...
Amor da revelação espiritual...
Amor ao próximo como a si mesmo.
“Dádiva Perdida”
Senhor,
Deste-nos a racionalidade,
Como espelho da tua virtude,
Para superarmos as falhas,
Da imperfeição humana;
Mas tua sabedoria,
Mal despertara no coração humano,
O espírito reverente da tua grandeza.
Abraça os filhos da luz...
Os homens de bem!
Pois estes,
Mal dão conta de conter,
O instinto da pobre consciência humana,
Que prolifera na civilização terrena.
Tua terra,
Teu ar,
Tua obra,
Vive o apreço da devastação,
Causada pelas atitudes,
Dos quais se dizem ser,
A ascensão da tua criação.
Pois o mal,
Contagiou a morada,
E o bem,
Mesmo generoso,
Não satisfaz o ímpeto,
Da insensível inteligência.
Muitos caminham sem direção,
Perdem-se nas “sombras das trevas”,
E a irmandade deste povo,
É consagrada pelo egoísmo.
É!
É tão pobre a indignação,
Que habita no coração,
Desta aprimorada criatura,
Que não supera os costumes,
Do mundo real.
E assim estes ignoram,
O ensinamento divino do criador,
Com a argúcia de ser,
Esquecendo os valores,
Que prima pela alma.
“Senhor”
Eis que aqui teu povo está,
Quase desfalecido na esperança,
Poucos tentando entender,
Onde erraram.
Pois bem sabes Senhor,
Que muitas provações,
Teu povo tem passado,
E até do prazer no mundo,
Teus escolhidos,
Tem evitado,
Mesmo assim,
Estes continuam tentando entender,
Onde falharam.
Então pensam e te seguem,
Procurando compreender tuas razões,
E relutando para não fraquejarem,
Na esperança de viverem a glória...
Símbolo da tua promessa!
São muitos Senhor,
Aqueles que te escutam,
Porém,
Poucos os que deixam de viver,
Os encantos da vida,
Para servir tua consciência,
No teu espírito de justiça,
Fazendo da tua palavra,
A própria lei.
Porque não vos arma, Senhor?
Empunhando entre vossas mãos,
A tua espada de vitória,
Para derrotar o único culpado,
Da fragilidade e erros,
Da consciência humana,
Este que profana contra o amor,
E desafia os princípios de sabedoria,
Das tuas leis.
Porque Senhor?
“Eu Vi”
Eu vi a nossa história absorvida,
Pelos fatos da história contida,
No primitivo mundo,
Que pouco evoluía.
Eu vi as nuvens passarem,
E no curso da vida,
A racionalidade envelhecer,
Sem a alma amadurecer.
Eu vi o céu aberto,
Na imensidão celestial,
E curiosidades como anjos,
Que a terra observavam.
Eu vi crescer os sonhos dos homens,
Entre o verde da relva,
E na luz das conquistas,
Cultivarem o descaso na terra.
Eu vi o homem,
Em busca da sobrevivência,
Se perguntar sobre a existência,
E projetar sua ânsia,
Na afirmação dos sonhos,
Sem consciência.
Eu vi o humano,
Desprotegido e arruinado,
Trilhando o mal,
Sem consciência.
Eu vi o progresso,
Nos espigões das moradas,
E o encanto da matéria...
Mas não vi a sobrevivência da alma,
Reluzir sobre o espírito na terra.
Eu vi,
A minha história e a sua,
Mas não percebi,
A história das essências,
Pedir ao homem para fazer história,
Como marco da existência.
Sete
Revelações
CRIATURA
Criatura pensante,
Porque fraquejas diante da vida?
Perdendo-se de fato,
Ao assumir a responsabilidade,
De pensar com coerência,
E exercer o espírito da consciência.
Ainda não enxergara,
O resultado do vosso ato?
O que mais espera de mim?
Homem de mente devoluta.
Porque este desalento?
Qual seu problema natural?
Espiritualmente já vos conheço,
Por isso,
Pagará um preço alto,
Pela remissão dos pecados.
Homem,
Quando despertará,
Para minha consciência?
Não percebes que vós,
É parte do meu contexto existencial?
Porque teimas no erro?
Agindo como povo errante.
Porque servir a vontade,
Do senhor das trevas?
Se eu... Jeová,
Sou o caminho e a salvação.
Porque não segues no espírito,
Das minhas leis?
Pois te dei a chance de ser,
Tão grande quanto eu,
E você apenas age,
Como um curioso empolgado.
Nem se quer atentou,
Para vossa grandeza espiritual.
Coitados dos homens!
Vós sois dignos de pena,
E merecedores da minha justiça,
Porque são fúteis e me envergonham.
É! Homem opulento de saber,
Povo de espírito nômade,
Aventureis e se perderas,
Pois o caminho para a vida é único.
Ninguém chegará a mim,
Sem a luz da trindade,
E sem a pratica da minha lei.
A PALAVRA
Eis que vos mando luz na palavra,
Discernimento para vossa compreensão,
Entendimento que vos fará enxergar,
Mesmo que vosso espírito,
Compadecido pela ignorância,
Não compreenda minha palavra.
Esta é a apelação da renovação!
Já vos disse,
Que todos deste mundo,
Haverão de me conhecer.
Pois este povo,
Terá o privilégio de ouvir-me,
Numa palavra,
Na pregação,
E nas revelações,
Que vosso mundo de provações,
Conturba-se com o poder,
Da minha autoridade.
Vós serdes,
Impróprio da minha inteligência,
Eis que são poucos os escolhidos.
Estes,
Já vos vejo na obra do meu reino.
E a história sem sonho dos ímpios,
Nadará no mar das lamentações,
Por toda eternidade.
Creiam e façam prevalecer,
O meu desejo no vosso destino.
Façam!
Porque vosso tempo está acabando.
E não olharei para traz,
Quando eu virar o cálice,
Do meu sangue,
E romper a aliança.
Salvem-se!
Este é meu desejo.
A DÚVIDA
A responsabilidade,
Na prática da consciência,
Em nome da lei da minha palavra,
Não parece ter importância,
Para vossas vidas,
E sim ser peso,
Para os ombros da humanidade.
Pois vós,
Senhores da luxuria deste mundo,
Castigam-se com a própria dúvida,
Fazendo sua verdade,
Na certeza dos seus atos incertos.
Eis que a missão,
Qual, a vos dei,
Tem a medida da balança,
Do meu espírito de justiça,
E do valor íntegro da alma.
Sabeis,
Que para vencer vossa inconstância,
Deverá exercitar-se,
Na esfera do pensamento,
Que eu Jeová...
Deus da glória,
Tento cultivar em vosso coração.
Porque não olhais para traz?
Homem de olhar covarde e medíocre,
E observais a vossa tenebrosa história,
Argüida pela dúvida,
Do vosso entendimento corrompido,
Por sua edificante fraqueza.
Olhem e verão,
A vossa álgebra tão racional,
Sobre os elementos da vida,
Que só tem conspirado,
Contra o equilíbrio vivo,
De tudo o que vos dei.
Oh homem cego de razão,
Porque tantas dúvidas,
Se te ensinei a pensar?
ANJOS E DEMÔNIOS
Por acaso,
A humanidade faz idéia,
Da guerra espiritual que a envolve?
É! É uma verdadeira contenda,
Entre arcanjos e falanges de demônios.
Vós sabeis,
Quem são os verdadeiros profetas de Deus,
Na missão divina?
Estes não se confundem,
Porque seus espíritos sobrenaturais,
Não se alimentam dos desejos comuns,
Da vida humana.
Suas inspirações iluminadas,
Nascem da alma.
Aspiram à realidade,
Que poucos homens,
Sobre a face da terra,
Compreendem...
A perfeição do amor.
Vocês conhecem,
Os oponentes aos profetas de Jeová?
Muitos estão em transito no vosso mundo.
Estes vivem de trevas.
Imaginem como agem,
E do que são capazes,
Ou até mesmo,
Qual o seu propósito.
É! Eu vos direi...
Estes são demasiadamente sutis,
Definem suas tarefas,
Por ordem hierárquica,
Trabalham na horda,
Com estratégias,
Porque tem como causa,
Um único objetivo:
Destruir o plano do Criador.
Tudo isto,
Consistentemente,
Por uma questão de inveja.
Saibam,
A sociedade da iniqüidade,
Sobrevive do prazer carnal,
São como parasitas,
Que se aproveita de todos os meios,
Para alimentar seu desespero,
De loucura pelo domínio.
Esta,
Age na inconstância do homem,
Nos momentos mais vulneráveis,
Do espírito humano,
O possuindo no medo,
E vigiando na incerteza cristã.
Estes,
São verdadeiros possessivos,
Capazes de jogar impiedosamente,
Para destruir a vida,
E derrotar a alma,
Desestruturando lares,
Gerando intrigas,
Corrompendo o espírito,
E fazendo crê,
Que o sentido da obra, o amor!
É a maior das mentiras do vosso Deus.
Cuidado!
Não subestimem tamanha insensatez,
Do mais covarde dos oportunos.
Pois esta autoridade,
Faz-se presente na vida de tantos,
E ainda os mantém,
Escravos do prazer aditivo da vida,
Que mata pelas fraquezas do desejo.
A RENOVAÇÃO
Vós estudastes a ciência,
Conquistaram o entendimento,
Mas seus limitados espíritos,
Não entenderam se quer,
A convalescença da alma humana.
É! O relógio da humanidade parou,
O sentido inverteu valores,
E a história do homem,
Chegará ao fim,
Num desafio perdido,
Por causa da vossa inconseqüência.
É! Ser impetuoso,
Prova da arrogância,
Escravo da ignorância,
Encontraste a fatalidade,
Agonizada pelo desespero,
No choro,
Como o choro de uma criança.
Saibam,
Nada mais vos pertencerá de fato,
Tudo será retirado de vós,
Sem direito a benção.
E coitado daquele,
Que não semeou verdadeiramente o amor!
Lamentarei por vós,
Porque sou o Senhor dos justos.
Eis! O novo tempo...
Tempo do meu povo,
Que o relógio do seu Deus profetizou,
Para a vossa renovação.
Creiam e habitarão na luz do prometido,
Pois os homens da terra,
Que exumarem em si,
O espírito da consciência promíscua...
A morte!
Conhecerão a morte...
A fúria da minha paciência.
E de trevas,
Dor e clamor,
Perpetuarão,
Porque assim será,
A punição daqueles que não me escutarem.
Pois,
Vós sois livres,
Não precisarão fazer da minha justiça,
A vossa verdade,
Assim como,
Não preciso fazer da minha autoridade,
A vossa repressão.
Entendam,
A vossa cegueira,
Própria do vosso tão doente e demente eu,
Será seu próprio castigo coletivo.
RESGATE DA ALMA
A vossa igreja,
Teve todo tempo necessário,
Para ser edificada.
Quem alcançou a luz em meu nome,
Glória!
Quem não entrou no processo,
Da renovação,
Só será resgatado,
Pelo arrependimento da alma.
E com a intercessão dos meus anjos,
Dar-vos-ei a chance de um novo nome,
No livro da vida.
Pois neste,
Seu nome será próprio de autoridade.
É! Tem sido mais fácil,
Para a vossa coragem humana,
Viver pela dor,
E por sua opção,
A verdadeira dor,
Apenas começou.
Eis que terei generosidade,
No meu julgamento,
A aqueles que não praticarem a iniqüidade.
Pois serei piedoso com os meus filhos.
Os acolherei no meu reino para toda glória.
Darei a satisfação do espírito,
Para a felicidade da vossa alma,
Porque esses não me negaram,
Nem me viram como o mais difícil,
Na vossa coragem humana.
Como já vos tenho dito,
Sou o caminho,
O Deus da luz,
A esperança do coração.
Confiem em mim,
No Deus Jeová,
Que vos concederei no todo,
A minha promessa.
Venham e acompanhem-me,
Pois esta,
É a única forma,
De libertarem-se do pecado,
E do obscuro mundo da dor.
E assim os tirarei do inferno,
Das lamentações!
A minha igreja não vos abandonou,
Vós que não ouviram meu chamado,
Bem menos,
Acreditaram na luz da minha presença.
Saibam,
Estive lá todo tempo,
Mas o momento do vosso mundo,
Nem se quer me enxergou.
Portanto,
Em breve,
Não mais me acharão.
Pois,
Ainda não fechei as portas,
Da minha casa,
Para o pecador,
Mas serei exigente na cura,
Da maligna consciência,
E tempestuoso,
No erro da vossa intransigência.
O ULTIMATO
Sabeis que hoje,
Apenas deverás cuidar,
Da cura do espírito,
Do convalescer da alma.
Fazeis!
Para redimir-se dos erros,
Que vos prende no elo do pecado,
E da razão humana.
E assim,
Despertará em vida,
A própria vida para a vida,
Que vosso espírito em comum no pensar,
Tanto busca.
Eis! A vossa salvação.
Não será de poucos,
Nem de muitos,
Apenas daqueles que se prepararem,
E resistirem ao encanto do corruptor.
Não pense que será fácil,
Pois a luz da minha essência,
Não combina com a escuridão,
Bem menos,
Com as sombras,
Dos vossos disfarces de penumbra.
Saibam,
Como já vos anunciei,
Sou o Senhor dos justos!
Puro, perfeito e pleno,
Nem mais, nem menos,
Não há meio termo em meu plano.
Creiam,
Não levarei em conta,
Em vossa caminhada,
Apenas o uso da minha palavra,
Como consolo para si perdoar;
Precisarão ser,
Mais que meus pastores...
Precisarão da coragem,
Para exercerem minha consciência,
Que certamente assim,
Alcançarão os ouvidos da humanidade,
Que já não mais me escuta.
Veja o quanto não é tão simples,
Será necessário,
Enxergarem no escuro,
E se revestirem do escudo da vossa fé,
Porque o abismo do fracasso,
Da vossa consciência,
É tão profundo quanto o pecado,
Na vossa existência.
Este é o ultimato da minha lei,
Que reinará como realidade,
Enquanto a vossa,
Rende-se ao jogo profano,
Da vida sem espírito.
Portanto,
Não se justifique homem,
Porque o vosso conhecimento,
Ainda é pífio e maldoso,
Perante a minha palavra.
Crônicas
ORIGEM DA CRIAÇÃO
DO HOMEM E DO PECADO
Interpreta-se,
Baseado em estudo bíblico,
Que na luz do sobrenatural,
Deus como tutor da existência,
Resolveu criar o ser humano,
Unindo espírito e carne;
Porém,
Este que era servido,
Por seus anjos,
Os quais compartilhavam,
Deste cenário,
Oriundo de grandeza;
Confabulava,
Em conselho de arcanjos...
Exército iluminado,
Pelo equilíbrio da perfeição,
Conduzido pelo Espírito da ordem...
Espírito Santo!
E comandado pelo anjo dos anjos,
Que se chamava Lúcifer...
Nome qual simbolizava,
Divindade da luz.
Eis que o mesmo,
Com seu poder e autoridade,
Chegara a questionar,
O senhor de todas as coisas,
Dizendo:
Senhor, tal experiência,
Será passiva de fracasso...
Jamais dará certo,
Unir espírito à carne;
Porque o espírito,
Viverá em conflitos,
E padecerá na derrota,
Tomado pelo desejo do corpo,
Nesta inusitada criação,
Que atribuirá ao instinto,
A ânsia do prazer.
E assim proverá!
Disse lúcifer,
Ressaltando...
Por tanto a vós digo:
Senhor, Rei dos reis!
Estás errado e falharás.
Então o Senhor retrucou com palavras,
Exacerbando sua autoridade,
Perguntando a lúcifer:
Queres saber mais que eu,
Teu criador?
E ao escutar Deus,
O anjo dos anjos respondeu:
Apenas estou dizendo,
Que não dará certo.
Mas como desafio,
O digo:
Provarei que estás errado.
E assim,
Deus criou o homem,
Com todas as condições e privilégios;
Mas não atentou,
Para a astuta malicia,
E inteligência de Lúcifer.
E deste jeito foi à iniciação,
Que hoje resulta,
No que edifica o homem do pecado.
Produto de uma experiência,
Que confinou a alma,
No paraíso terreno,
Testado pelas meras atitudes da serpente;
Qual hoje,
Consuma a história da humanidade,
E enraíza suas evidências.
E pelo que tudo indica,
Deu certo!
Exclamou Lúcifer...
Pois chorarás pelo teu erro Senhor,
Por tempos que multiplicarás,
O pecado na mente humana.
Eis que já a tenho,
Tua humanidade,
Presa neste elo,
Criado pelo teu desejo.
Esta que aprecia tudo que eu a dou,
E nem tuas lágrimas de clemência,
Ou piedade a salvará!
Porque esta...
O povo que você diz ser teu,
Não dá a mínima para tuas promessas,
Tão distante da realidade,
Que a carne conhece;
Sabes por quê?
Porque na veia deste povo,
Corre o meu sangue,
Que fantasia o desejo,
Qual tanto te incomoda...
Desejo próprio do homem!
Malícia,
Sexo e ambição.
É, bem que te avisei,
Que não daria certo.
Jogaste com a sorte,
Exumando a loucura do prazer,
E dividindo o que poderia ser perfeito.
E assim se fez por tua vontade!
O homem e o pecado,
Porque não me escutou.
E Deus,
Na sua sabia tolerância,
Concluiu dizendo:
Confiei em vós, Lúcifer,
Fiz da vossa pessoa,
Meu braço direito.
Mas logo percebi que não estavas à altura,
Ou preparado para reinar no perfeito.
Porque desafiaste meu reino com tua inquietude?
Querubim!
Pois,
Por não confiar em mim,
E serdes tão ambicioso,
Pagarás um preço justo,
Em juízo,
Por tua rebeldia,
E todos os problemas que tens causado.
Imagine os demais,
Que se corrompem por tão pouco!
Com as alucinações do teu amor carnal,
Que os cegam com prazer.
Por isso,
Os coloquei a prova pela carne;
Porque então,
Os deveria perdoá-los?
Estes que se deslumbram,
Com as seduções das tuas mentiras,
E corrompem-se com os encantos,
Dos teus míseros agrados maledicentes.
A GRANDE SURPRESA
Eu voltarei,
Com meu exercito de anjos,
Surgindo dos seus,
Sem deixar espaço,
Nesta imensidão celestial,
Que não seja ocupado pela luz,
Qual alcance os olhos,
De todas as almas cegas...
Cegas de espírito e razão.
E assim as grandes asas colossais,
Iluminadas pelo encanto,
Do meu glorioso exército,
Tomarão conta do vosso céu.
E seus espíritos rudes,
Ou insensatos no pensar,
Surpreender-se-ão com o futuro,
Porque jamais pensaram,
E deram a si,
Oportunidade,
De conhecerem e interpretarem,
A minha grandeza de vida.
Vejam,
Que sou muito mais que possam imaginar.
Pois nem a luz de todas as estrelas,
Resplandecerá como o brilho,
Da minha majestade perfeita.
Portanto,
Seres incrédulos,
Acordem seus espíritos avarentos,
E não subestimem o que desconhecem,
Porque a minha generosidade,
Contida em meu propósito de amor,
Não considerará a vossa arrogância,
Que vos condenam em trevas;
Por que assim,
Seres deste mundo,
Sois insignificantes e indesejáveis,
Para o plano da minha redenção.
Vejam,
Eu como vosso Deus do amor,
Sou o Senhor da glória,
Qual tolera a ignorância,
E dará a ultima palavra,
Apesar das falhas humanas.
Porque no meu sábio entender,
Digo a este povo,
Nem tudo do que criei,
Estará perdido no todo!
E assim a vós corresponderei,
Minha vontade.
No entanto,
Não me decepcionem,
Criaturas imperfeitas,
Porque confiei a vós,
A minha maior riqueza,
O sangue do meu filho.
A SELEÇÃO
Homens do mundo,
Quais se exibem em meu nome,
E se dizem ser meus pastores,
Pregam minha palavra,
Mas não falam minha língua na essência,
Porque suas atitudes não são transparentes,
Como pecadores redimidos.
E assim convencem na ignorância,
Alienando ao seu oportunismo.
Portanto,
Não enganam meu saber,
Que percebe na intenção,
Da vossa arrogância,
Que faz de vós,
Quais se propõem como meus profetas,
Especuladores do meu desejo,
Aproveitando-se das dúvidas,
Dos tantos perdidos,
Que tentam se encontrar,
Estes que confiam na autoridade,
Que a vós dei.
Infelizmente na minha casa,
Ainda habitam os que ceifam,
O exercício da minha consciência.
Eis que os tenho como ungidos,
Mas saibam,
Não se consagrarão no pendulo da luz,
Porque vossa malicia,
Os desviam do dever que determinei.
Por isso os digo novamente,
Muitos serão exaltados,
Assim como excluídos,
Até os que pregam sem sabedoria,
E omitem a minha consciência.
HEROÍSMO DE DEUS
Sentado no trono,
Queixa-se com holocaustos.
E no alento da esperança,
Murmura na dor,
Quando exalta seu interesse.
Célebre Deus majestoso,
Que manipula a criação,
Adicionando a vossa essência,
Ao amargor que resiste,
Concebido como provação,
A vida num cárcere,
De lamentação e resignação.
Deus dos encantos,
Manipulador dos espíritos ascendentes,
Dominador que não remedia,
Sua autoridade solene,
Sobre este exército subalterno,
De almas escravizadas pelo juízo,
Da morte que sacrifica a existência,
No fosso do mistério perene.
Pai conciliador da natureza,
Imediata e irradiante,
Mediador da consciência,
Conseqüente e inconseqüente,
Comandante da luz,
Que opera na escuridão.
Senhor supremo,
Que arrebata os justos,
E julga os fracos,
Exigindo dos mesmos,
A força e a coragem,
Que poderiam usar.
Eis o que realmente é,
Poderoso onipotente,
Opulento de poder,
Luz do amor que inspira o coração,
Qual exige da espécie humana,
O que poderiam dar...
A perspicácia da razão!
Fruto da origem,
Única e indivisível,
Como a perfeição,
Que ser não consegui alcançar.
A PROFECIA DO ARMAGEDOM
Tudo já vos foi dito criatura humana.
Sinais cronológicos que marcam sua História,
Constatam a veracidade das minhas profecias...
Avisos quais deixei para vossa orientação!
O que mais espera da piedade do vosso Deus,
Para reconhecer o ritual imutável,
Do livro sagrado da vida?
Ser de instinto pecador!
Confissões religiosas do meu desejo,
Tem sido testemunhos da minha verdade,
Para os olhos que buscam...
Ou não conseguem ver o amanhã.
Mas tu, homem avarento,
Com sua natureza,
Encantada pela maledicência,
Tem insistido nos atos corrompidos,
E negado minhas leis;
Assim facilitando os preceitos,
E autoridade do enganoso satanás.
Cego! Tu és...
Criatura que envergonha meu pai,
E cobre-se com a manta da hipocrisia.
Pois vosso tempo está consumando-se,
E logo se verá condenado em vida,
Por sua própria escolha,
E exatidão do meu reino.
E assim,
Será feita a minha e sua vontade!
Eis, que o vosso mundo,
Viverá a grande mudança,
Que eu anunciarei,
Como a batalha das batalhas...
O Armagedom!
FALANDO COM DEUS
Tenho falado com Deus,
Todas as noites,
Na vigília das madrugadas,
Desde que o tempo,
Sensibilizou minha vida.
E assim tornei-me dependente,
Das suas decisões,
Esperando do Senhor da glória,
O sinal da certeza,
Para alcançar na luz,
O calor da sua força reluzente.
É falei com Deus muitas vezes,
E ele respondeu-me,
Dizendo:
Tenhas paciência filho meu!
Pois dignifiquei seu espírito,
Assim como,
O preparei pelo caminho da dor,
Para a certeza da vossa vitória.
Por isso,
Vejo que espiritualmente,
Vós sois mais forte que o desejo,
Que corrompe a carne.
Espere então,
E veras,
Que não o deixei a sós.
Saiba,
Darei o que mais deseja,
Até o inesperado,
Para que realize o destino do meu destino,
Que destino a vós,
E cuide dos corações que a ti confiei.
Pois vós sois merecedor,
De tudo isto e mais,
Porque provara pelo sacrifício,
Da alma e da carne,
Superando e renunciando,
Quando lutaste em meu nome.
Portanto,
A vossa vitória começa aqui,
E no poder da minha palavra,
Realizarei todos os seus sonhos,
Porque não me envergonhara.
Vai e vigia-te,
E em nome do amor,
Propague este sentimento,
Que em vós semeei,
E terás a felicidade eterna,
Com seus desejos realizados.
E assim o protegerei da serpente,
E ungirei o vosso coração.
Oração pessoal
Feliz do homem,
Quando conhece,
O verdadeiro sentimento do coração.
É feliz daquele,
Que for tocado pelo amor!
Certamente conhecerá a força da alma.
Pois será digno diante do respeito,
E da compaixão de Deus.
Eis o segredo do Espírito Santo!
Busque-o e viverá a magia do espírito,
Que te fará enxergar no escuro,
E ir além da compreensão.
Conheça o Autor
Sou Carlos Sheredom,
Homem de personalidade romântica.
Defensor do espírito da dignidade humana.
Sou militante da justiça e igualdade social,
Desde que me entendo como ser humano.
Sou um nordestino imigrante do Ceará,
Onde vivi minha infância com orgulho!
Fui escolado no Estado do Pará...
Terra qual criei raízes.
Hoje com experiência,
Dou-me o direito de anunciar o que aprendi,
E fez do meu espírito um cidadão honrado.
Atuo na área publicitária e jornalística,
Há alguns anos.
Tenho colaborado com jornais do Pará,
Além de editar jornais como:
Gazeta do Pará e Eventos Pará...
De minha propriedade.
Hoje exploro a mídia virtual,
Com o portal www.planetanoticias.com.br,
Dentro do mesmo contexto social.
Atualmente tenho vasta relação,
Com pessoas de varias classes;
Principalmente,
Com quem representa o âmbito político.
Mas para ser direto com as palavras,
Tenho feito desta genialidade,
Meu objeto de observação.
Porém não desrespeitando sua nobreza,
Concluí que esta representação,
Pouco impressiona!
Porque assim entendo,
Que deixam a desejar,
Como referencia humana.
E como qualquer homem de bem,
Que tenta viver na verdade,
Fui alijado pelos fora-da-lei!
Quais só não me tiraram o ar da vida.
Mas infeliz daquele que tentar,
Destruir um homem de Deus...
Serão amaldiçoados com o desamor.
Vejam que só prevalece a dignidade,
A honestidade.
E a vontade do Coração que ama...
Não a corrupção da alma.
Por isso não me humilho aos césares da vida,
Nem desejo as moedas do suor do meu povo,
Porque conheço mais que tudo isto...
Conheço o caráter da alma,
E a lei do coração.
Carlos Sheredom
Bibliografia
Por: Carlos sheredom
Todos os direitos
São reservados a
CARLOS SHEREDOM
E aditados a
Leonita Sousa
Bruno Barbalho Oliveira
Carlos Raphael Barbalho Oliveira
Andressa Beatriz Nascimento Oliveira
Francisca Idelzuith Fernandes Oliveira
Cláudio Sergio Fernandes Oliveira
Jacqueline Fernandes Oliveira
Bruno Oliveira Lima
Giovanni Amorim
www.brasilhost.com.br
CRIAÇÃO E HOSPEDAGEM DE SITE
http://www.planetanoticias.com.br/
EMPREENDIMENTO JORNALÍSTICO E PUBLICITÁRIO
Contatos
sheredom_poetapaixonado@yahoo.com
carlos_sheredon@hotmail.com
oxerifedofuturo@gmail.com
Fone: 8102 0211
Belém - Pará - Brasil
PRODUTORA
PORTAL
Comunicação Visual
A Sétima Revelação
O ULTIMATO
UMA EPOPÉIA DO ESPÍRITO
COMENTÁRIO
Seria possível,
Este contexto visionar,
A espiritualidade da realidade humana?
Ou (A SÉTIMA REVELEÇÃO – O ULTIMATO),
Simbolicamente representar a verdade da vida,
Profetizando no espírito de Deus,
A complexidade do futuro?
Portanto,
Como escritor,
Afirmo:
Isto não é profecia,
Porém reflete meu ponto de vista,
Porque tal postulado poético,
É pura inspiração literária,
Sobre os fatos do mundo,
Constituídos pelos costumes sociais,
E diretrizes da política da vida.
Mas como ungido de Deus,
Batizado nas águas,
Pelo evangelho,
A vós, digo:
Não somente seria possível,
Como exalta o desejo do Espírito Santo,
Fazendo com que,
O despertar para a verdade,
Dependa unicamente da sensibilidade,
Na mente e coração de cada homem.
Pois saibam,
Que o amanhã,
Mesmo não nos pertencendo,
Sempre será responsabilidade de todos,
Cobrada pela própria consciência.
E a existência natural da vida terrena,
O resultado dos atos,
E planejamento humano,
Que determina a sobrevivência.
Bom!
Nada mais poderá ser feito,
Para mudar o passado,
Mas muito poderia ser,
Para melhorar o futuro;
Desta forma não é difícil,
Conceber a lógica do espírito,
E excesso na desordem comportamental,
Já registrado na história humana.
É! Pensem...
Logo entenderão a racionalidade da alma,
Que luta pela preservação,
E a expressão de cada palavra,
Nesta obra oriunda dos anseios,
De Carlos Sheredom.
OFERECIMENTO
Como autor desta obra,
Tão expressiva,
Aos olhos de Deus,
Ofereço-lhe,
Como sugestiva leitura,
De reflexão divina,
E auto-ajuda espiritual.
A você leitor,
Que neste momento,
Cria um elo interativo,
Com os pensamentos,
De Carlos Sheredom.
Seja bem vindo,
A cartilha do Senhor!
INDICE
POEMAS
A Criação
Sem Engano
Criando o Infinito
Sou o que Sou
Certeza das Incertezas
Sou eu
Dói
Para Sempre
Da Essência do Amor
Corredor das Sombras
Relatividade
Da Luz do Senhor
Universo em Questão
Busca incansável
Próprio Perfeito
Dádiva Perdida
Senhor
Eu vi
REVELAÇÕES
Criatura
A Palavra
A Dúvida
Anjos e Demônios
A Renovação
Resgate da Alma
O Ultimato
Sem Engano
Criando o Infinito
Sou o que Sou
Certeza das Incertezas
Sou eu
Dói
Para Sempre
Da Essência do Amor
Corredor das Sombras
Relatividade
Da Luz do Senhor
Universo em Questão
Busca incansável
Próprio Perfeito
Dádiva Perdida
Senhor
Eu vi
REVELAÇÕES
Criatura
A Palavra
A Dúvida
Anjos e Demônios
A Renovação
Resgate da Alma
O Ultimato
CRONICAS
Origem da Criação do Homem e do Pecado
A Grande Surpresa
A Seleção
Heroísmo de Deus
Armagedom
Falando com Deus
Poemas para Reflexão
A Grande Surpresa
A Seleção
Heroísmo de Deus
Armagedom
Falando com Deus
Poemas para Reflexão
“A Criação”
Todo ser,
É origem,
Da mesma essência,
Mas nem todo humano,
Busca a essência,
Da mesma origem.
Porém,
A essência,
Pouco conhecida,
Pelos homens,
Ainda é o único caminho,
Para as nossas origens,
E para plenitude,
Da própria criação.
“Sem Engano”
Sou estigma da fé,
Filho da esperança,
Essência que cura,
No refúgio da ânsia.
Sou o desejo da única consciência,
Êxodo da enferma maledicência,
Como o primórdio do puro sentimento.
Sou o tempo que passa,
Como a passagem da era,
No ciclo da vida infinita,
Do espaço sem tempo.
Sou a forma sem forma,
Beleza sem engano,
Eternidade de um segundo,
E mutação plena de um instante.
“Criando o Infinito”
Tudo começou na causa,
E de toda causa,
Logo surgiram os efeitos,
E destes efeitos,
O processo das reações.
Portanto,
Nada estaria aquém por acaso,
Bem menos perdido,
Porque toda origem,
Consumar-se-ia pela renovação,
Assim moldando a criação.
Eis então,
A existência infinita!
Pois o céu,
Sempre esteve lá,
E a luz do universo,
Na constância proveras,
E de forma em forma,
O espírito da vida inseminará,
E no desconhecido da imensidão,
O ser vivente se exaltará,
E como majestade semeará.
Esta é a criação divina,
Obra de um Deus,
Para os tempos,
E conjuntura da vida,
Que tanto questionamos.
“Sou o que Sou”
Sou a própria ânsia do tudo,
A cria vazia do nada,
A existência pródiga de um todo.
Existo para existir,
Meu ponto presente,
Referencia à miragem do meu ser.
Sou caótico ser,
Protótipo da descontração,
Imaginária dos Deuses.
Sou o cosmo,
A forma e a distância,
A consonância das substâncias.
Sou a dor da fraqueza do temor,
A força da grandeza do reitor,
Sou o que sou,
Complexo e abstrato,
Como aquele que me criou.
Pois penso que sou,
Tudo o que não sou.
“Certeza das Incertezas”
Logo o futuro chegará,
E no amanhecer,
O mundo despertará,
Tão pouco tempo o povo terá,
E a vida de performance,
Ao mínimo,
Seu esplendor exibirá,
Muito triste será,
Quando o sol nascente clarear,
Toda beleza como engano sumirá,
Então a tristeza de surpresa chegará,
Quando nossos corpos,
Este mal tocar,
Tudo impiedosamente queimará,
E o sol,
Mais forte e ardente ficará.
Será então o momento,
Que o dotado ser,
Sem tempo se arrependerá,
E por pouco crescerá,
Mas nada mudará.
“Sou Eu”
Sou a energia universal,
Sou o tudo e o todo,
Sou mais do que se pode vê e entender,
Sou o espaço da luz e escuridão da espera,
Sou a extremidade de todo questionamento,
Sou a extensão do infinito,
Sou a harmonia da criação,
Sou o silencio do cosmo,
Sou a melodia que encanta o pensamento,
Sou a força e a velocidade da vida,
Sou o tempo que renova a história,
Sou a positividade de cada ser vivente,
Sou a única possibilidade ascendente,
Sou Deus!
“Dói”
Dói tanto,
Quando tento falar,
Do poder que não se deixa calar.
Dói na alma,
Quando levo a mensagem,
Falando do amor,
E os ouvidos da humanidade,
Não consigo alcançar.
Dói, como dói,
Saber que é preciso pregar,
O poder mágico do amor,
Que o mundo do homem,
Deixou de acreditar.
È! Dói como a dor sem cura,
Que sangra no sentimento,
Como o espírito amante,
Quando as lágrimas sentidas,
Não tocam o coração humano.
“Para Sempre”
Chegará à hora!
E no destino cumprido,
Esta vida,
De mais nada valerá.
E o ciclo vivido,
A um novo plano ascenderá,
Quando o fim parecer presente está,
O futuro no horizonte surgirá.
E o homem espiritual,
Em sua caminhada transcendente,
No mundo da luz renascerá,
E a total satisfação de ser,
Se justo contemplará.
“Da Essência do Amor”
A existência de toda essência,
Vaga no vácuo do criador,
E os olhos gigantes da plenitude,
Observam e contornam os impulsos,
De tudo o que a vontade fecundou.
Assim explorou,
O misterioso observador,
Que os atos rastreou,
E no ardor das chamas,
A existência ele testou.
Quantas vezes ele mostrou,
Ascendendo o fogo do amor,
Que fertilmente iluminou,
E fragilmente,
Na vida minou,
Esta existência que consiste,
Das obras do criador.
“Corredor das Sombras”
O tempo formou,
Por este caminho atento,
A cruz do horror.
Hoje,
Nada mais lá restou,
Das coisas simples,
Que Deus criou,
Só imagens ruídas,
Que no tempo,
O homem mudou.
E nas sombras,
O humano malfeitor,
Tudo transformou.
E sem caminhos,
No corredor perdido,
O nobre homem,
Perturbou-se.
Pois só a cruz do sofrimento,
O indigno encontrou.
“Relatividade”
Terra sem água,
Forma sem vida,
É como a carne sem dor!
Luz sem ar,
Vitalidade sem espírito,
É como a alma sem razão!
Energia sem aura,
Atividade sem princípio,
É como o pensamento sem emoção!
Racionalidade sem Deus,
Instinto sem evolução,
É como desejo sem sonhos!
“Da luz do Senhor”
Como sobrevivente eu vim,
E tento seguir o brilho da luz,
Amar o próximo como a mim mesmo,
Viver a verdade,
Como lei marcial da sabedoria,
Conspirar contra a cegueira,
Que castiga o homem,
Matar a insolência do orgulho,
Amotinado nos corações,
Fazer prevalecer à voz da esperança,
E conquistar à glória,
Que também é sua.
Pois,
Mesmo que eu tenha trilhado,
Pelo caminho da dor,
E agonizado em sofrimento,
Por causa da vossa arrogância,
Ergo-me,
Mesmo com o peito sangrando,
Para dizer-te,
Que o caminho,
A cura e a salvação,
É a luz do senhor.
Eis a felicidade!
JESUS!
“Universo em Questão”
Será Deus,
A face do bem,
Ou a mascara do mal?
Deus em conceitos,
Sempre uma incógnita.
É ele o senhor dos limites,
A liberdade de escolha,
Entre a forma e a escuridão.
O que para o homem parece certo,
Para a complexidade de Deus,
Geralmente é incerto.
Pois limites para o injusto,
Já não dão certo,
E para o justo,
Fé e obediência,
É Deus do amor na consciência.
“Busca Incansável”
Grande espírito,
De anseios vulneráveis,
Insistente procura,
O coração que flameje,
No silêncio do inconformismo,
Deste lado a completar,
Para nunca lhe faltar,
A coragem incansável,
De na busca projetar,
O que grande espírito,
Na alma precisar,
Quando tudo vier,
Novamente lhe faltar.
“Próprio Perfeito”
Rogo a Deus,
O suplicio da piedade,
Por bem entender,
Seus olhos conscientes,
Do próprio perfeito,
Sobre os fatos empobrecidos,
Pela alma da pouca vergonha,
Dos tantos incrédulos,
Que conspiram contra,
Seu imperativo poder,
Ignorando a mais simples das suas leis,
A lei do amor...
Amor da compaixão...
Amor da união...
Amor da revelação espiritual...
Amor ao próximo como a si mesmo.
“Dádiva Perdida”
Senhor,
Deste-nos a racionalidade,
Como espelho da tua virtude,
Para superarmos as falhas,
Da imperfeição humana;
Mas tua sabedoria,
Mal despertara no coração humano,
O espírito reverente da tua grandeza.
Abraça os filhos da luz...
Os homens de bem!
Pois estes,
Mal dão conta de conter,
O instinto da pobre consciência humana,
Que prolifera na civilização terrena.
Tua terra,
Teu ar,
Tua obra,
Vive o apreço da devastação,
Causada pelas atitudes,
Dos quais se dizem ser,
A ascensão da tua criação.
Pois o mal,
Contagiou a morada,
E o bem,
Mesmo generoso,
Não satisfaz o ímpeto,
Da insensível inteligência.
Muitos caminham sem direção,
Perdem-se nas “sombras das trevas”,
E a irmandade deste povo,
É consagrada pelo egoísmo.
É!
É tão pobre a indignação,
Que habita no coração,
Desta aprimorada criatura,
Que não supera os costumes,
Do mundo real.
E assim estes ignoram,
O ensinamento divino do criador,
Com a argúcia de ser,
Esquecendo os valores,
Que prima pela alma.
“Senhor”
Eis que aqui teu povo está,
Quase desfalecido na esperança,
Poucos tentando entender,
Onde erraram.
Pois bem sabes Senhor,
Que muitas provações,
Teu povo tem passado,
E até do prazer no mundo,
Teus escolhidos,
Tem evitado,
Mesmo assim,
Estes continuam tentando entender,
Onde falharam.
Então pensam e te seguem,
Procurando compreender tuas razões,
E relutando para não fraquejarem,
Na esperança de viverem a glória...
Símbolo da tua promessa!
São muitos Senhor,
Aqueles que te escutam,
Porém,
Poucos os que deixam de viver,
Os encantos da vida,
Para servir tua consciência,
No teu espírito de justiça,
Fazendo da tua palavra,
A própria lei.
Porque não vos arma, Senhor?
Empunhando entre vossas mãos,
A tua espada de vitória,
Para derrotar o único culpado,
Da fragilidade e erros,
Da consciência humana,
Este que profana contra o amor,
E desafia os princípios de sabedoria,
Das tuas leis.
Porque Senhor?
“Eu Vi”
Eu vi a nossa história absorvida,
Pelos fatos da história contida,
No primitivo mundo,
Que pouco evoluía.
Eu vi as nuvens passarem,
E no curso da vida,
A racionalidade envelhecer,
Sem a alma amadurecer.
Eu vi o céu aberto,
Na imensidão celestial,
E curiosidades como anjos,
Que a terra observavam.
Eu vi crescer os sonhos dos homens,
Entre o verde da relva,
E na luz das conquistas,
Cultivarem o descaso na terra.
Eu vi o homem,
Em busca da sobrevivência,
Se perguntar sobre a existência,
E projetar sua ânsia,
Na afirmação dos sonhos,
Sem consciência.
Eu vi o humano,
Desprotegido e arruinado,
Trilhando o mal,
Sem consciência.
Eu vi o progresso,
Nos espigões das moradas,
E o encanto da matéria...
Mas não vi a sobrevivência da alma,
Reluzir sobre o espírito na terra.
Eu vi,
A minha história e a sua,
Mas não percebi,
A história das essências,
Pedir ao homem para fazer história,
Como marco da existência.
Sete
Revelações
CRIATURA
Criatura pensante,
Porque fraquejas diante da vida?
Perdendo-se de fato,
Ao assumir a responsabilidade,
De pensar com coerência,
E exercer o espírito da consciência.
Ainda não enxergara,
O resultado do vosso ato?
O que mais espera de mim?
Homem de mente devoluta.
Porque este desalento?
Qual seu problema natural?
Espiritualmente já vos conheço,
Por isso,
Pagará um preço alto,
Pela remissão dos pecados.
Homem,
Quando despertará,
Para minha consciência?
Não percebes que vós,
É parte do meu contexto existencial?
Porque teimas no erro?
Agindo como povo errante.
Porque servir a vontade,
Do senhor das trevas?
Se eu... Jeová,
Sou o caminho e a salvação.
Porque não segues no espírito,
Das minhas leis?
Pois te dei a chance de ser,
Tão grande quanto eu,
E você apenas age,
Como um curioso empolgado.
Nem se quer atentou,
Para vossa grandeza espiritual.
Coitados dos homens!
Vós sois dignos de pena,
E merecedores da minha justiça,
Porque são fúteis e me envergonham.
É! Homem opulento de saber,
Povo de espírito nômade,
Aventureis e se perderas,
Pois o caminho para a vida é único.
Ninguém chegará a mim,
Sem a luz da trindade,
E sem a pratica da minha lei.
A PALAVRA
Eis que vos mando luz na palavra,
Discernimento para vossa compreensão,
Entendimento que vos fará enxergar,
Mesmo que vosso espírito,
Compadecido pela ignorância,
Não compreenda minha palavra.
Esta é a apelação da renovação!
Já vos disse,
Que todos deste mundo,
Haverão de me conhecer.
Pois este povo,
Terá o privilégio de ouvir-me,
Numa palavra,
Na pregação,
E nas revelações,
Que vosso mundo de provações,
Conturba-se com o poder,
Da minha autoridade.
Vós serdes,
Impróprio da minha inteligência,
Eis que são poucos os escolhidos.
Estes,
Já vos vejo na obra do meu reino.
E a história sem sonho dos ímpios,
Nadará no mar das lamentações,
Por toda eternidade.
Creiam e façam prevalecer,
O meu desejo no vosso destino.
Façam!
Porque vosso tempo está acabando.
E não olharei para traz,
Quando eu virar o cálice,
Do meu sangue,
E romper a aliança.
Salvem-se!
Este é meu desejo.
A DÚVIDA
A responsabilidade,
Na prática da consciência,
Em nome da lei da minha palavra,
Não parece ter importância,
Para vossas vidas,
E sim ser peso,
Para os ombros da humanidade.
Pois vós,
Senhores da luxuria deste mundo,
Castigam-se com a própria dúvida,
Fazendo sua verdade,
Na certeza dos seus atos incertos.
Eis que a missão,
Qual, a vos dei,
Tem a medida da balança,
Do meu espírito de justiça,
E do valor íntegro da alma.
Sabeis,
Que para vencer vossa inconstância,
Deverá exercitar-se,
Na esfera do pensamento,
Que eu Jeová...
Deus da glória,
Tento cultivar em vosso coração.
Porque não olhais para traz?
Homem de olhar covarde e medíocre,
E observais a vossa tenebrosa história,
Argüida pela dúvida,
Do vosso entendimento corrompido,
Por sua edificante fraqueza.
Olhem e verão,
A vossa álgebra tão racional,
Sobre os elementos da vida,
Que só tem conspirado,
Contra o equilíbrio vivo,
De tudo o que vos dei.
Oh homem cego de razão,
Porque tantas dúvidas,
Se te ensinei a pensar?
ANJOS E DEMÔNIOS
Por acaso,
A humanidade faz idéia,
Da guerra espiritual que a envolve?
É! É uma verdadeira contenda,
Entre arcanjos e falanges de demônios.
Vós sabeis,
Quem são os verdadeiros profetas de Deus,
Na missão divina?
Estes não se confundem,
Porque seus espíritos sobrenaturais,
Não se alimentam dos desejos comuns,
Da vida humana.
Suas inspirações iluminadas,
Nascem da alma.
Aspiram à realidade,
Que poucos homens,
Sobre a face da terra,
Compreendem...
A perfeição do amor.
Vocês conhecem,
Os oponentes aos profetas de Jeová?
Muitos estão em transito no vosso mundo.
Estes vivem de trevas.
Imaginem como agem,
E do que são capazes,
Ou até mesmo,
Qual o seu propósito.
É! Eu vos direi...
Estes são demasiadamente sutis,
Definem suas tarefas,
Por ordem hierárquica,
Trabalham na horda,
Com estratégias,
Porque tem como causa,
Um único objetivo:
Destruir o plano do Criador.
Tudo isto,
Consistentemente,
Por uma questão de inveja.
Saibam,
A sociedade da iniqüidade,
Sobrevive do prazer carnal,
São como parasitas,
Que se aproveita de todos os meios,
Para alimentar seu desespero,
De loucura pelo domínio.
Esta,
Age na inconstância do homem,
Nos momentos mais vulneráveis,
Do espírito humano,
O possuindo no medo,
E vigiando na incerteza cristã.
Estes,
São verdadeiros possessivos,
Capazes de jogar impiedosamente,
Para destruir a vida,
E derrotar a alma,
Desestruturando lares,
Gerando intrigas,
Corrompendo o espírito,
E fazendo crê,
Que o sentido da obra, o amor!
É a maior das mentiras do vosso Deus.
Cuidado!
Não subestimem tamanha insensatez,
Do mais covarde dos oportunos.
Pois esta autoridade,
Faz-se presente na vida de tantos,
E ainda os mantém,
Escravos do prazer aditivo da vida,
Que mata pelas fraquezas do desejo.
A RENOVAÇÃO
Vós estudastes a ciência,
Conquistaram o entendimento,
Mas seus limitados espíritos,
Não entenderam se quer,
A convalescença da alma humana.
É! O relógio da humanidade parou,
O sentido inverteu valores,
E a história do homem,
Chegará ao fim,
Num desafio perdido,
Por causa da vossa inconseqüência.
É! Ser impetuoso,
Prova da arrogância,
Escravo da ignorância,
Encontraste a fatalidade,
Agonizada pelo desespero,
No choro,
Como o choro de uma criança.
Saibam,
Nada mais vos pertencerá de fato,
Tudo será retirado de vós,
Sem direito a benção.
E coitado daquele,
Que não semeou verdadeiramente o amor!
Lamentarei por vós,
Porque sou o Senhor dos justos.
Eis! O novo tempo...
Tempo do meu povo,
Que o relógio do seu Deus profetizou,
Para a vossa renovação.
Creiam e habitarão na luz do prometido,
Pois os homens da terra,
Que exumarem em si,
O espírito da consciência promíscua...
A morte!
Conhecerão a morte...
A fúria da minha paciência.
E de trevas,
Dor e clamor,
Perpetuarão,
Porque assim será,
A punição daqueles que não me escutarem.
Pois,
Vós sois livres,
Não precisarão fazer da minha justiça,
A vossa verdade,
Assim como,
Não preciso fazer da minha autoridade,
A vossa repressão.
Entendam,
A vossa cegueira,
Própria do vosso tão doente e demente eu,
Será seu próprio castigo coletivo.
RESGATE DA ALMA
A vossa igreja,
Teve todo tempo necessário,
Para ser edificada.
Quem alcançou a luz em meu nome,
Glória!
Quem não entrou no processo,
Da renovação,
Só será resgatado,
Pelo arrependimento da alma.
E com a intercessão dos meus anjos,
Dar-vos-ei a chance de um novo nome,
No livro da vida.
Pois neste,
Seu nome será próprio de autoridade.
É! Tem sido mais fácil,
Para a vossa coragem humana,
Viver pela dor,
E por sua opção,
A verdadeira dor,
Apenas começou.
Eis que terei generosidade,
No meu julgamento,
A aqueles que não praticarem a iniqüidade.
Pois serei piedoso com os meus filhos.
Os acolherei no meu reino para toda glória.
Darei a satisfação do espírito,
Para a felicidade da vossa alma,
Porque esses não me negaram,
Nem me viram como o mais difícil,
Na vossa coragem humana.
Como já vos tenho dito,
Sou o caminho,
O Deus da luz,
A esperança do coração.
Confiem em mim,
No Deus Jeová,
Que vos concederei no todo,
A minha promessa.
Venham e acompanhem-me,
Pois esta,
É a única forma,
De libertarem-se do pecado,
E do obscuro mundo da dor.
E assim os tirarei do inferno,
Das lamentações!
A minha igreja não vos abandonou,
Vós que não ouviram meu chamado,
Bem menos,
Acreditaram na luz da minha presença.
Saibam,
Estive lá todo tempo,
Mas o momento do vosso mundo,
Nem se quer me enxergou.
Portanto,
Em breve,
Não mais me acharão.
Pois,
Ainda não fechei as portas,
Da minha casa,
Para o pecador,
Mas serei exigente na cura,
Da maligna consciência,
E tempestuoso,
No erro da vossa intransigência.
O ULTIMATO
Sabeis que hoje,
Apenas deverás cuidar,
Da cura do espírito,
Do convalescer da alma.
Fazeis!
Para redimir-se dos erros,
Que vos prende no elo do pecado,
E da razão humana.
E assim,
Despertará em vida,
A própria vida para a vida,
Que vosso espírito em comum no pensar,
Tanto busca.
Eis! A vossa salvação.
Não será de poucos,
Nem de muitos,
Apenas daqueles que se prepararem,
E resistirem ao encanto do corruptor.
Não pense que será fácil,
Pois a luz da minha essência,
Não combina com a escuridão,
Bem menos,
Com as sombras,
Dos vossos disfarces de penumbra.
Saibam,
Como já vos anunciei,
Sou o Senhor dos justos!
Puro, perfeito e pleno,
Nem mais, nem menos,
Não há meio termo em meu plano.
Creiam,
Não levarei em conta,
Em vossa caminhada,
Apenas o uso da minha palavra,
Como consolo para si perdoar;
Precisarão ser,
Mais que meus pastores...
Precisarão da coragem,
Para exercerem minha consciência,
Que certamente assim,
Alcançarão os ouvidos da humanidade,
Que já não mais me escuta.
Veja o quanto não é tão simples,
Será necessário,
Enxergarem no escuro,
E se revestirem do escudo da vossa fé,
Porque o abismo do fracasso,
Da vossa consciência,
É tão profundo quanto o pecado,
Na vossa existência.
Este é o ultimato da minha lei,
Que reinará como realidade,
Enquanto a vossa,
Rende-se ao jogo profano,
Da vida sem espírito.
Portanto,
Não se justifique homem,
Porque o vosso conhecimento,
Ainda é pífio e maldoso,
Perante a minha palavra.
Crônicas
ORIGEM DA CRIAÇÃO
DO HOMEM E DO PECADO
Interpreta-se,
Baseado em estudo bíblico,
Que na luz do sobrenatural,
Deus como tutor da existência,
Resolveu criar o ser humano,
Unindo espírito e carne;
Porém,
Este que era servido,
Por seus anjos,
Os quais compartilhavam,
Deste cenário,
Oriundo de grandeza;
Confabulava,
Em conselho de arcanjos...
Exército iluminado,
Pelo equilíbrio da perfeição,
Conduzido pelo Espírito da ordem...
Espírito Santo!
E comandado pelo anjo dos anjos,
Que se chamava Lúcifer...
Nome qual simbolizava,
Divindade da luz.
Eis que o mesmo,
Com seu poder e autoridade,
Chegara a questionar,
O senhor de todas as coisas,
Dizendo:
Senhor, tal experiência,
Será passiva de fracasso...
Jamais dará certo,
Unir espírito à carne;
Porque o espírito,
Viverá em conflitos,
E padecerá na derrota,
Tomado pelo desejo do corpo,
Nesta inusitada criação,
Que atribuirá ao instinto,
A ânsia do prazer.
E assim proverá!
Disse lúcifer,
Ressaltando...
Por tanto a vós digo:
Senhor, Rei dos reis!
Estás errado e falharás.
Então o Senhor retrucou com palavras,
Exacerbando sua autoridade,
Perguntando a lúcifer:
Queres saber mais que eu,
Teu criador?
E ao escutar Deus,
O anjo dos anjos respondeu:
Apenas estou dizendo,
Que não dará certo.
Mas como desafio,
O digo:
Provarei que estás errado.
E assim,
Deus criou o homem,
Com todas as condições e privilégios;
Mas não atentou,
Para a astuta malicia,
E inteligência de Lúcifer.
E deste jeito foi à iniciação,
Que hoje resulta,
No que edifica o homem do pecado.
Produto de uma experiência,
Que confinou a alma,
No paraíso terreno,
Testado pelas meras atitudes da serpente;
Qual hoje,
Consuma a história da humanidade,
E enraíza suas evidências.
E pelo que tudo indica,
Deu certo!
Exclamou Lúcifer...
Pois chorarás pelo teu erro Senhor,
Por tempos que multiplicarás,
O pecado na mente humana.
Eis que já a tenho,
Tua humanidade,
Presa neste elo,
Criado pelo teu desejo.
Esta que aprecia tudo que eu a dou,
E nem tuas lágrimas de clemência,
Ou piedade a salvará!
Porque esta...
O povo que você diz ser teu,
Não dá a mínima para tuas promessas,
Tão distante da realidade,
Que a carne conhece;
Sabes por quê?
Porque na veia deste povo,
Corre o meu sangue,
Que fantasia o desejo,
Qual tanto te incomoda...
Desejo próprio do homem!
Malícia,
Sexo e ambição.
É, bem que te avisei,
Que não daria certo.
Jogaste com a sorte,
Exumando a loucura do prazer,
E dividindo o que poderia ser perfeito.
E assim se fez por tua vontade!
O homem e o pecado,
Porque não me escutou.
E Deus,
Na sua sabia tolerância,
Concluiu dizendo:
Confiei em vós, Lúcifer,
Fiz da vossa pessoa,
Meu braço direito.
Mas logo percebi que não estavas à altura,
Ou preparado para reinar no perfeito.
Porque desafiaste meu reino com tua inquietude?
Querubim!
Pois,
Por não confiar em mim,
E serdes tão ambicioso,
Pagarás um preço justo,
Em juízo,
Por tua rebeldia,
E todos os problemas que tens causado.
Imagine os demais,
Que se corrompem por tão pouco!
Com as alucinações do teu amor carnal,
Que os cegam com prazer.
Por isso,
Os coloquei a prova pela carne;
Porque então,
Os deveria perdoá-los?
Estes que se deslumbram,
Com as seduções das tuas mentiras,
E corrompem-se com os encantos,
Dos teus míseros agrados maledicentes.
A GRANDE SURPRESA
Eu voltarei,
Com meu exercito de anjos,
Surgindo dos seus,
Sem deixar espaço,
Nesta imensidão celestial,
Que não seja ocupado pela luz,
Qual alcance os olhos,
De todas as almas cegas...
Cegas de espírito e razão.
E assim as grandes asas colossais,
Iluminadas pelo encanto,
Do meu glorioso exército,
Tomarão conta do vosso céu.
E seus espíritos rudes,
Ou insensatos no pensar,
Surpreender-se-ão com o futuro,
Porque jamais pensaram,
E deram a si,
Oportunidade,
De conhecerem e interpretarem,
A minha grandeza de vida.
Vejam,
Que sou muito mais que possam imaginar.
Pois nem a luz de todas as estrelas,
Resplandecerá como o brilho,
Da minha majestade perfeita.
Portanto,
Seres incrédulos,
Acordem seus espíritos avarentos,
E não subestimem o que desconhecem,
Porque a minha generosidade,
Contida em meu propósito de amor,
Não considerará a vossa arrogância,
Que vos condenam em trevas;
Por que assim,
Seres deste mundo,
Sois insignificantes e indesejáveis,
Para o plano da minha redenção.
Vejam,
Eu como vosso Deus do amor,
Sou o Senhor da glória,
Qual tolera a ignorância,
E dará a ultima palavra,
Apesar das falhas humanas.
Porque no meu sábio entender,
Digo a este povo,
Nem tudo do que criei,
Estará perdido no todo!
E assim a vós corresponderei,
Minha vontade.
No entanto,
Não me decepcionem,
Criaturas imperfeitas,
Porque confiei a vós,
A minha maior riqueza,
O sangue do meu filho.
A SELEÇÃO
Homens do mundo,
Quais se exibem em meu nome,
E se dizem ser meus pastores,
Pregam minha palavra,
Mas não falam minha língua na essência,
Porque suas atitudes não são transparentes,
Como pecadores redimidos.
E assim convencem na ignorância,
Alienando ao seu oportunismo.
Portanto,
Não enganam meu saber,
Que percebe na intenção,
Da vossa arrogância,
Que faz de vós,
Quais se propõem como meus profetas,
Especuladores do meu desejo,
Aproveitando-se das dúvidas,
Dos tantos perdidos,
Que tentam se encontrar,
Estes que confiam na autoridade,
Que a vós dei.
Infelizmente na minha casa,
Ainda habitam os que ceifam,
O exercício da minha consciência.
Eis que os tenho como ungidos,
Mas saibam,
Não se consagrarão no pendulo da luz,
Porque vossa malicia,
Os desviam do dever que determinei.
Por isso os digo novamente,
Muitos serão exaltados,
Assim como excluídos,
Até os que pregam sem sabedoria,
E omitem a minha consciência.
HEROÍSMO DE DEUS
Sentado no trono,
Queixa-se com holocaustos.
E no alento da esperança,
Murmura na dor,
Quando exalta seu interesse.
Célebre Deus majestoso,
Que manipula a criação,
Adicionando a vossa essência,
Ao amargor que resiste,
Concebido como provação,
A vida num cárcere,
De lamentação e resignação.
Deus dos encantos,
Manipulador dos espíritos ascendentes,
Dominador que não remedia,
Sua autoridade solene,
Sobre este exército subalterno,
De almas escravizadas pelo juízo,
Da morte que sacrifica a existência,
No fosso do mistério perene.
Pai conciliador da natureza,
Imediata e irradiante,
Mediador da consciência,
Conseqüente e inconseqüente,
Comandante da luz,
Que opera na escuridão.
Senhor supremo,
Que arrebata os justos,
E julga os fracos,
Exigindo dos mesmos,
A força e a coragem,
Que poderiam usar.
Eis o que realmente é,
Poderoso onipotente,
Opulento de poder,
Luz do amor que inspira o coração,
Qual exige da espécie humana,
O que poderiam dar...
A perspicácia da razão!
Fruto da origem,
Única e indivisível,
Como a perfeição,
Que ser não consegui alcançar.
A PROFECIA DO ARMAGEDOM
Tudo já vos foi dito criatura humana.
Sinais cronológicos que marcam sua História,
Constatam a veracidade das minhas profecias...
Avisos quais deixei para vossa orientação!
O que mais espera da piedade do vosso Deus,
Para reconhecer o ritual imutável,
Do livro sagrado da vida?
Ser de instinto pecador!
Confissões religiosas do meu desejo,
Tem sido testemunhos da minha verdade,
Para os olhos que buscam...
Ou não conseguem ver o amanhã.
Mas tu, homem avarento,
Com sua natureza,
Encantada pela maledicência,
Tem insistido nos atos corrompidos,
E negado minhas leis;
Assim facilitando os preceitos,
E autoridade do enganoso satanás.
Cego! Tu és...
Criatura que envergonha meu pai,
E cobre-se com a manta da hipocrisia.
Pois vosso tempo está consumando-se,
E logo se verá condenado em vida,
Por sua própria escolha,
E exatidão do meu reino.
E assim,
Será feita a minha e sua vontade!
Eis, que o vosso mundo,
Viverá a grande mudança,
Que eu anunciarei,
Como a batalha das batalhas...
O Armagedom!
FALANDO COM DEUS
Tenho falado com Deus,
Todas as noites,
Na vigília das madrugadas,
Desde que o tempo,
Sensibilizou minha vida.
E assim tornei-me dependente,
Das suas decisões,
Esperando do Senhor da glória,
O sinal da certeza,
Para alcançar na luz,
O calor da sua força reluzente.
É falei com Deus muitas vezes,
E ele respondeu-me,
Dizendo:
Tenhas paciência filho meu!
Pois dignifiquei seu espírito,
Assim como,
O preparei pelo caminho da dor,
Para a certeza da vossa vitória.
Por isso,
Vejo que espiritualmente,
Vós sois mais forte que o desejo,
Que corrompe a carne.
Espere então,
E veras,
Que não o deixei a sós.
Saiba,
Darei o que mais deseja,
Até o inesperado,
Para que realize o destino do meu destino,
Que destino a vós,
E cuide dos corações que a ti confiei.
Pois vós sois merecedor,
De tudo isto e mais,
Porque provara pelo sacrifício,
Da alma e da carne,
Superando e renunciando,
Quando lutaste em meu nome.
Portanto,
A vossa vitória começa aqui,
E no poder da minha palavra,
Realizarei todos os seus sonhos,
Porque não me envergonhara.
Vai e vigia-te,
E em nome do amor,
Propague este sentimento,
Que em vós semeei,
E terás a felicidade eterna,
Com seus desejos realizados.
E assim o protegerei da serpente,
E ungirei o vosso coração.
Oração pessoal
Feliz do homem,
Quando conhece,
O verdadeiro sentimento do coração.
É feliz daquele,
Que for tocado pelo amor!
Certamente conhecerá a força da alma.
Pois será digno diante do respeito,
E da compaixão de Deus.
Eis o segredo do Espírito Santo!
Busque-o e viverá a magia do espírito,
Que te fará enxergar no escuro,
E ir além da compreensão.
Conheça o Autor
Sou Carlos Sheredom,
Homem de personalidade romântica.
Defensor do espírito da dignidade humana.
Sou militante da justiça e igualdade social,
Desde que me entendo como ser humano.
Sou um nordestino imigrante do Ceará,
Onde vivi minha infância com orgulho!
Fui escolado no Estado do Pará...
Terra qual criei raízes.
Hoje com experiência,
Dou-me o direito de anunciar o que aprendi,
E fez do meu espírito um cidadão honrado.
Atuo na área publicitária e jornalística,
Há alguns anos.
Tenho colaborado com jornais do Pará,
Além de editar jornais como:
Gazeta do Pará e Eventos Pará...
De minha propriedade.
Hoje exploro a mídia virtual,
Com o portal www.planetanoticias.com.br,
Dentro do mesmo contexto social.
Atualmente tenho vasta relação,
Com pessoas de varias classes;
Principalmente,
Com quem representa o âmbito político.
Mas para ser direto com as palavras,
Tenho feito desta genialidade,
Meu objeto de observação.
Porém não desrespeitando sua nobreza,
Concluí que esta representação,
Pouco impressiona!
Porque assim entendo,
Que deixam a desejar,
Como referencia humana.
E como qualquer homem de bem,
Que tenta viver na verdade,
Fui alijado pelos fora-da-lei!
Quais só não me tiraram o ar da vida.
Mas infeliz daquele que tentar,
Destruir um homem de Deus...
Serão amaldiçoados com o desamor.
Vejam que só prevalece a dignidade,
A honestidade.
E a vontade do Coração que ama...
Não a corrupção da alma.
Por isso não me humilho aos césares da vida,
Nem desejo as moedas do suor do meu povo,
Porque conheço mais que tudo isto...
Conheço o caráter da alma,
E a lei do coração.
Carlos Sheredom
Bibliografia
Por: Carlos sheredom
EM LIVROS
Manifestos de um Xerife / Crítica
Sétima Revelação – O Ultimato / Crônica
Escriba – O Doutor da Lei / Crônica
Na Mira do Povo / Crítica
Olhos da Consciência / Crítica
Marcas de Paixão / Poema
História de Amor / Poema
Garota de Programa / Poema
Cinderela – Declarações de Amor / Poema
Esperança / Poema
Fascinação / Poema
Uma Rosa Chamada Leonita / Poema
Uma Estrela Chamada Leonita / Poema
Guerreiro de Dan / Poema
Estigma do Desejo / Poema
Sarita / Poema
Santa Paixão / Poema
Doce Veneno / Poema
Deusa da Lua / Poema
Estrela do Mar / Poema
Princesa das Águas / Poema
Sereia / Poema
EM CDs
Marcas de Paixão / Poesia
Estigma do desejo / Poesia
Chamas do Coração / Poesia
Resgate da Alma / Poesia
Manifestos de um Xerife / Crítica
Sétima Revelação – O Ultimato / Crônica
Escriba – O Doutor da Lei / Crônica
Na Mira do Povo / Crítica
Olhos da Consciência / Crítica
Marcas de Paixão / Poema
História de Amor / Poema
Garota de Programa / Poema
Cinderela – Declarações de Amor / Poema
Esperança / Poema
Fascinação / Poema
Uma Rosa Chamada Leonita / Poema
Uma Estrela Chamada Leonita / Poema
Guerreiro de Dan / Poema
Estigma do Desejo / Poema
Sarita / Poema
Santa Paixão / Poema
Doce Veneno / Poema
Deusa da Lua / Poema
Estrela do Mar / Poema
Princesa das Águas / Poema
Sereia / Poema
EM CDs
Marcas de Paixão / Poesia
Estigma do desejo / Poesia
Chamas do Coração / Poesia
Resgate da Alma / Poesia
Todos os direitos
São reservados a
CARLOS SHEREDOM
E aditados a
Leonita Sousa
Bruno Barbalho Oliveira
Carlos Raphael Barbalho Oliveira
Andressa Beatriz Nascimento Oliveira
Francisca Idelzuith Fernandes Oliveira
Cláudio Sergio Fernandes Oliveira
Jacqueline Fernandes Oliveira
Bruno Oliveira Lima
Giovanni Amorim
www.brasilhost.com.br
CRIAÇÃO E HOSPEDAGEM DE SITE
http://www.planetanoticias.com.br/
EMPREENDIMENTO JORNALÍSTICO E PUBLICITÁRIO
Contatos
sheredom_poetapaixonado@yahoo.com
carlos_sheredon@hotmail.com
oxerifedofuturo@gmail.com
Fone: 8102 0211
Belém - Pará - Brasil
PRODUTORA
PORTAL
Comunicação Visual
Nenhum comentário:
Postar um comentário