Todos os direitos são reservados a
Carlos Sheredom
APRESENTAÇÃO
Esta análise de contestação,
Não pretende fazer deste acesso,
Nenhuma ofensiva no pensamento...
Salvo a extensão da conscientização!
Pois falar da sobrevivência ou existência,
Não é preciso ter fundamentos científicos,
Nem amparo das leis...
Por assim ser,
Apenas uma visão lógica dos fatos,
E discernimento ético da vida.
O homem pensa,
Logo entende o que quer;
Portanto,
Neste discurso literário,
Proponho ao intelecto humano,
Que seja mais responsável,
Na pratica dos atos...
Salve a conduta!
Pois o respeito e dignidade,
Na consistência do comportamento,
É o próprio direito a vida,
Qual deveria suceder-se no dia a dia,
Por esta população estimada,
Em quase sete bilhões de habitantes.
ÍNDICE
INTRODUÇÃO
Olhos da consciência,
Propõe ao espírito humano,
Fazer uma viagem ousada na mente.
E assim atravessar o espelho da hipocrisia,
Deixando-te alcançar o estado sensorial da razão,
Numa forma simples de viver,
O encantando com o poder,
De um novo horizonte.
Venha interagir,
Com esta análise crítica...
Quem sabe assim,
Você se dê conta,
De descobrir um mundo melhor,
Qual nunca a si dera,
A oportunidade de vivê-lo.
Se desprenda dos anseios físicos,
Aguce sua consciência,
E analise junto comigo...
Efeito Predador
Na Ascensão Global
O mundo e suas limitações,
Já sofrem as conseqüências,
Causadas pelo mais obstinado dos predadores...
O homem!
Este age,
Como se tantos problemas presentes,
Fossem inerentes ao futuro.
Lamentavelmente,
A perspicácia das civilizações,
No intelecto ético e social dos povos,
Deixa a desejar nas atitudes,
Quais os confinam diante dos fatos,
Conflitantes e irreversíveis.
Pois a consumação do amanhã,
Será apenas uma questão de tempo,
Que se destina.
É! As evidencias são tamanhas...
Possivelmente catastróficas.
Tanto que,
É perceptível no processo,
Da perda de domínio das situações,
Que não mais conseguimos corrigir;
E mesmo assim,
A responsabilidade humana,
De cada cidadão,
Não o desperta para a realidade.
É evidente que não poderia ser diferente,
Porque é clara a impotência do homem,
Perante sua prevaricada compreensão,
Sobre a vida consumada no prazer.
Pelo visto,
Chegamos ao ápice da mediocridade,
Agindo com maléfica ironia,
Dotando-nos das razões comuns,
Para justificar a ignorância da omissão;
Alegando que,
O possível nunca será possível.
É! O caos se faz presente e não é de hoje.
Pois historicamente,
Podemos até considerar,
Que suas raízes fazem parte do comportamento,
Sem a dinâmica da consciência;
E mesmo assim,
Se considerarmos o intelecto da humanidade,
Perceberemos então,
Que este se funde numa diversidade de valores,
Contraditório a questão ética da racionalidade,
Tornando assim,
O aprendizado humano,
Inerente da pobre cultura sobrevivente.
Eis o teatro do fracasso!
Enaltecido pela auto-suficiência,
Destes superdotados seres,
Que aos poucos dissipam a esperança,
E geram tantos problemas sociais.
Quanta insensatez!
Conduta Inconseqüente
As pessoas vivem momentos hilariantes,
Da liberdade social.
São democraticamente livres,
E racionalmente prostradas.
E no contexto geral,
As sociedades são tomadas,
Pelo espírito da libertinagem;
O qual,
Age no ímpeto da emoção,
Afugentando a razão,
Em muitos aspectos,
Do individualismo comportamental,
Assim degradando a moral,
Na personalidade;
Com isto,
Grande parte deste povo,
Corrompe seus mais nobres valores éticos,
Fazendo até concessões vulgares,
Na própria intelectualidade,
Para assim,
Atingir seus objetivos e satisfações.
Por fim,
Este continua doente,
Sem alcançar os primordiais valores,
Do próprio eu.
E assim confinam,
A mais digna virtude do caráter...
A ética!
É! O povo deste século,
Vive o apogeu das conquistas.
Nunca tiveram o domínio,
Sobre tantas possibilidades,
Como nos tempos de hoje.
Chegaram tão longe,
Que o conhecimento cientifico,
Tecnológico e acadêmico,
Superaram o espaço da sobrevivência;
Mas mesmo assim,
A sociedade coletiva,
Pouco lapidara,
Os elementos da consciência.
E o nosso presente já se vê confinado,
Pelas mesmas mazelas,
Do comportamento volúvel,
Oriundas do passado,
Nesta corrida liberalista,
Que se apega instintivamente,
As oportunidades da realidade sedutora,
E dos demasiados atos libidinosos,
Neste mundo que hoje,
Diz-se evoluído.
Veja o quanto erramos,
Acreditando no escuso progresso,
De visão tão limitada,
Sobre moral e liberdade,
Que interage o mundo contemporâneo.
Contudo,
Insistimos a nos adaptar,
A este jogo competitivo,
Baseando-nos numa forma de vida,
Qual nos afortuna com costumes,
E praticas sem consciência,
Do espírito dos valores da decência.
Será que isto é mérito para o homem?
Bichos Orgulhosos
O que são os seres humanos?
Se não...
Meras criaturas empolgadas,
Com aspectos e estímulos,
Que evidenciam a vida.
Estes vivem da satisfação do mundo,
Enfatizada pelo estigma da própria obra.
Seja de conjetura pessoal ou social!
E o vosso bem natural...
O talento racional!
Não supera a sobrevivência alienante,
E a ausência da espiritualidade consciente.
O que falta ao homem,
Para reconhecer,
Que o egocentrismo não é mérito,
E o tem regido pela transitória vida,
Causando lacunas no discernimento,
Como feridas sem cura,
Na evolução da alma.
É! É necessário estabelecer ordens psicológicas,
E organizar conceitos sobre a vida.
Pois todos sabem,
Que a trajetória no contexto vivido,
Tem sido uma constante,
Com indefinidas situações...
O suficiente para nos permitir,
Permanecer na ignorância,
Como bichos orgulhosos.
O Que Resta da Alma
A criação privilegiou o homem,
Dando oportunidade de evoluir o espírito.
E deu-lhe a arma da consciência,
Para que aprendesse lidar com o equilíbrio,
E evitasse a escuridão da própria ignorância.
Mas o homem,
Em sua virilidade vulnerável,
Não se superou,
Por não conservar o magma da alma.
Pois a evolução não tem sido imediata,
Porque as chances no mundo,
Normalmente resultam num descaso,
Em detrimento do mau fluxo de consciência.
Pelo visto disseminaram o mal,
Que desarmoniza a estrutura racional;
Assim quando,
Deixaram prevalecer o instinto.
Pois cada minuto perdido,
É prejuízo para ascensão da alma,
Porque a raça humana,
Assim mistifica o contexto da razão.
Vejam,
Que o homem é ser frágil,
Pouco sutil no dom da compreensão,
Na equivalência da sua aptidão.
Suas irreparáveis atitudes,
Não sobrepõem as emoções nas suas satisfações;
Entre tanto,
A natureza tem dado ao homem,
A oportunidade real de manipular,
Os enigmas da vida.
Muitos têm acesso ao estimulo,
Chamado percepção,
Que se difunde na estima,
Da convicção...
Da intuição...
E do amor!
Mas não tem,
A consistência do espírito.
É! É irrelevante aceitar,
O homem de hoje,
Qual é incapaz de conquistar da alma...
Bem menos educar o espírito,
Para a fraternidade da vida;
Porque sua nobreza intelectual,
Não interage no sentimento,
E não fala a linguagem da consciência.
É lamentável ver a raça humana,
Se lançar instintivamente no erro!
Marcando a história com dilemas,
Próprios da inconseqüência.
E enquanto vive os ritos deste jogo,
Hibernam na inércia da ignorância.
Pois se olharem para o futuro,
Atentos para a essência de si,
Perceberão que a racionalidade consciente,
É o único elemento consistente,
Que resta da alma.
Cegueira Unânime
Somos apenas criaturas,
Ou seres racionais,
Que somam quase sete bilhões,
De individuo na colônia humana?
Diferentes nas personalidades,
Com naturezas independentes,
Que exercem o mínimo,
Da capacidade racional.
Isto...
É digno de um grande julgamento!
Não justifica o objetivo da raça humana,
Desta incansável corrida pela sobrevivência,
Que não vai além da cegueira unânime.
Parece patético o comportamento do ser;
Pois mesmo poderoso no gênio do pensar,
Este pouco interpreta,
O que entende da vida.
O homem normalmente desconsidera,
A referencia da igualdade,
O cume da integridade,
A sensibilidade da razão;
E assim desdenha,
No pensamento consciente,
Transformando tudo em nada;
Desde que,
Descobriu-se como gente!
Pois este vive num estágio,
Que não permite ser,
Cuidadoso nos atos,
Ou expressivo na consciência.
Porém,
Tal racional,
Ainda concilia prerrogativas ortodoxas,
Que mantém o entendimento racionalista,
Na instancia da incompreensão.
Como é volátil,
A ofuscante mente humana,
Desta espécie necrosada,
Pelo processo de evolução,
Do próprio eu...
Tanto quanto,
Sua eloqüência esnobe,
E vazia de espiritualidade!
E assim estes sepultam na ignorância,
O elo que concebe as respostas da vida...
A própria alma!
Perecendo
Na escuridão
Chegamos há dois mil anos,
Além do maior desafio,
E exemplo de consciência humana,
Na historia do homem...
E ainda não aprendemos a doutrinar,
Os subestimados espíritos humanos.
Estamos em dois mil e sete,
Na virada do século XX...
Nascimento de uma nova era!
Em época,
Que desfrutamos do conhecimento elaborado,
Do alto nível tecnológico e cientifico;
E mesmo assim,
Perecemos na escusa ignorância,
Da primária concepção,
Desta inexplorada consciência humana.
É! E em conseqüência desta natureza,
Tão vagamente excepcional,
Grande parte da civilização,
Pratica a espiritualidade primitiva...
Típica do próprio berço radicado.
Pois quando relatamos,
Os degradantes problemas sociais,
Dos dias conseguintes,
Normalmente vemos os fatos submergir,
Por uma realidade enganosa,
Comprometida com a conformação,
Da massificada alienação.
É sinistra a conduta humana!
Pois as diferentes sociedades,
Estruturadas para interagirem,
Numa ordem racional,
Como conjunto seleto,
De grupos organizados,
Baseados nas leis intelectuais,
São argüidas pela falta da consciência.
Portanto,
Seus hábitos culturais,
Só tem manipulado o rebanho humano.
E aonde queiras ir...
Não chegaras!
Porque está apenas,
Inchando o processo,
Da consciência metafórica.
Pois as doutrinas sociais...
Sejam elas de relevância,
Política ou religiosa,
Só dão conta de fabular exemplo,
Como o do patrono da consciência...
Jesus Cristo!
E em função do pouco caso,
Sobre a responsabilidade espiritual,
As divergências e disputas,
Tem sido rotina dos homens...
Destes que assolam a socialização!
E assim perecem na escuridão,
Fazendo do poder impensado,
A sua prosperidade.
Contagem Regressiva
O fim do mundo,
Será fato consumando.
Causado pelo descaso e excesso,
Da irresponsabilidade humana.
Acontecerá...
Mais tarde ou mais cedo!
É bastante provável,
Que nem mais cem anos,
Viverão os seres da terra.
O que pensam os homens...
Será que estes acham,
Que o Deus que rege a vida,
Dará o jeitinho de costume,
Para prorrogar os resultados,
Da nossa ínfima consciência?
E assim se faz a ignorância!
Porque então tantos olhos,
Não enxergam os obvio?
Até parece,
Que as impensadas atitudes,
São méritos do melhor,
Que este pode dar.
Por acaso,
Não dá para perceber o perigo,
Irreversível diante dos estragos,
Causados a vida terrestre?
Será que a ganância mortal...
Risco experimental!
A aptidão excessiva,
Da vossa estruja consciência,
E do desequilibrado progresso,
Não estão agredindo a genoma,
Da única morada natural?
É, ser intelecto!
É bom pensar...
E começar a se preocupar,
Enquanto há tempo!
Pois tantos danos conseqüentes,
Da falta de habilidade humana,
Está ruindo o nosso habitar.
Com prováveis possibilidades,
De consolidar o inesperado fim,
De mais um período existencial...
Nesta vida planetária.
Pois a natureza,
Precisa se recompor,
De tudo que foi extirpada,
E ser respeitada por vidas inteligentes;
Caso contrário,
Nem o mal terá espaço no tempo.
Vejam...
Que é apenas uma questão de lógica!
Porque esta vida é real,
Formada por propósito pensante,
Para que nela,
Cultivem sabedoria...
Como equilíbrio da expiração,
Da interação homogênea,
Com seus finitos recursos naturais.
É! Mas o objetivo próprio do homem,
Não tem responsabilidade como senso lógico,
Porque sua doentia empolgação,
Retrata apenas a repetição na história.
Bastante notável,
Não é?
Que estes não deixam alternativas...
Pensam que sabem de tudo...
Mas não vão além do que podem dar!
Eis o homem de todos os tempos...
Homem sem alma.
Pouco incisivo na consciência,
E retrogrado como primata.
Quando entenderá,
Que a obra,
Qual não é preservada...
Não é dos deuses da terra,
Mas está sobre suas responsabilidades!
E certamente não foi criada,
Para satisfazer o abuso racional,
Que destoa o ciclo regular da vida.
O Objetivo
O objetivo está se cumprindo!
Tudo tem um propósito real.
Não existe dor sem cura...
Nem cura que não contenha a dor.
O mal está na mente corpórea...
Não faz parte do espírito!
Pois o ser humano é puro,
E tão divino quanto o cosmo.
Porque sua essência,
É obra perfeita.
Mas este...
Não se conhece!
Se o homem não se encontra,
Ou sofre com a dor das provações...
É por causa da sua própria escolha!
Este se tornou o feito dos desejos,
Limitados por sua consciência carnal.
É! Saímos das evidencias metafóricas,
E entramos no estreito da purificação.
E assim vivemos o momento da seleção,
Como diz o contexto profético,
Nas entrelinhas da palavra sagrada.
Hoje...
Somos apenas sobreviventes,
E meros mortais diante do juízo,
Porque assim desejamos!
E por isso,
A lei natural diz:
Regras se cumprem...
Não se alteram nos valores!
Porque a perfeição de Deus,
É imparcial e não se corrompe.
A horda
Andando nas ruas,
Podemos ver a incerteza,
Em olhares perdidos.
Expressões que buscam,
Mas não encontram o sentido da vida,
Porque desconhecem o exercício,
Da ordem e cidadania.
São pessoas...
Movidas pelo próprio medo...
Medo de ficarem para trás!
Algumas seguem os passos de outras,
Tomadas pelo desespero.
E assim,
Parece que a corrida nunca acaba,
Na atividade humana.
E estes membros da horda,
Na ignorância do seu saber,
Não conseguem nem olharem,
Para si mesmos.
Imaginam o mundo a sua volta,
Como uma ciranda de conquistas!
E desta forma,
Acontece a vida humana...
Que se prostra pelo entusiasmo,
Dos rituais da razão.
Então os cegos,
Amotinam-se na inconstância,
Vivendo inertes,
Como predadores do destino,
Porque trilham a sobrevivência,
No estado ínfimo do desejo,
Que corrompe o espírito,
E menospreza as virtudes da alma.
Confinados
O mundo moderno esfriou!
E por eloqüência da liberdade,
Desconhece os valores Moraes...
Transformando a pureza dos sonhos,
Em frustração que apodrece com a carne,
Como preceitos do individualismo.
A sensibilidade deste povo confinou!
Pois não mais conhece o espírito...
Espírito da coesão,
Qual fala para os ouvidos do homem,
Que não mais consegue escutar...
A voz da emoção.
O que fizeram da alma,
Povo privilegiado pela razão?
E das grandezas do coração?
Ser pífio de natureza egoísta!
Mataram e si próprio...
Quando simplesmente romperam,
Com o valor mais puro do coração...
O amor!
O Fracasso do Próprio Egoísmo
O que se pode fazer,
Para salvar a vida terrestre,
Que nós mesmo degradamos?
Nada!
Porque nós humanos,
Não estamos preparados para o discernimento.
Pois é perceptível,
Os interesses da racionalidade humana,
Quais vão além da coerência,
Tomados pela cobiça capitalista,
E sua ambição.
Este é primitivo em demasia...
Para entender as necessidades,
Do equilíbrio natural de todas as coisas.
O homem explora as possibilidades,
Na finalidade de gerar dinheiro e poder;
Até age como predador insaciável,
Sugando o próprio “sangue da Terra”...
O petróleo.
Quem afirma que este elemento mineral,
Existe apenas para gerar poder econômico?
Por acaso,
Alguém já se deu a oportunidade,
De parar para pensar,
No que aconteceria ao planeta,
(Não ao homem),
Na falta do “sangue negro”?
É! Acho que ninguém,
Ainda se deu conta da gravidade,
Desta situação irreversível e exterminadora.
Eis que o homem faz...
Destrói a própria vida!
Porque instintivamente traz na índole,
O fracasso do próprio egoísmo.
E por falta de consciência em seu estado humano,
Fecha todas as portas da razão,
Rompendo com as leis da existência.
Sangrando ou Matando
Esta é a História,
Dos impérios desumanos,
Que faz dos homens,
Reis dominantes.
Lideres dos dias,
Quais se sucedem no tempo,
Feitos conquistadores,
Que humilham os sonhos,
Deste rebanho existente.
Assim é a saga espiritual,
Que por séculos ascendentes,
Intimida na ignorância,
A virgindade da alma inocente.
E sangrando ou matando,
A própria natureza sobrevivente,
Estes corrompem sem piedade,
A essência da esperança,
E anseios dos corações,
Desta humanidade sem referência.
Que consciência inconseqüente!
Imundos Pegajosos
É impressionante,
A forma como as pessoas,
Das tantas cidades do terceiro mundo,
Conduzem suas responsabilidades cidadãs.
É tão indevido o descaso nas suas ações,
Que se percebe a vergonha incubada,
Nos seus próprios rostos,
Maquiados com o orgulho da hipocrisia;
Tanto que,
Cega suas inertes consciências.
Pois estes,
Agem com indiferença,
Como animais irracionais,
Degradando o meio social,
Das “estimadas” nações...
Favorecendo o desequilíbrio,
Em vários seguimentos,
Da ordem social e ambiental.
E assim vemos no dia a dia,
A proliferação desgovernada dos abusos,
Que já se tornaram comuns,
Em nossas habituais condições de vida.
Eis que esta realidade sub-humana,
É retrato da nossa própria educação.
Então adequamo-nos,
Ao paisagismo do ridículo,
Enfeitado com o lixo do desamor,
Qual contamina o bem estar,
E referencia o que realmente somos...
Imundos pegajosos.
Haja lixo!
Mundo Carnal
Normalmente,
O que justifica a satisfação humana,
São as condições materiais;
Ou seja, conquistas do cotidiano,
Como: casa, carro, etiqueta de grife,
Perfume francês e artefatos,
Que enche os olhos do pobre ego humano...
Coisas da natureza primária deste ser,
Que mal consegue viver o tempo!
O homem é isso... E mais!
É a evolução da ambição,
Voltado para as necessidades,
Especificamente da realidade.
Este, raramente vive,
Os anseios espirituais,
Que tenham afinidade com a alma,
Como: o amor ou a fraternidade,
E até mesmo a fé sobre natural,
E sonhos que estão além,
Dos propósitos vivos,
Na mente comum do mundo carnal.
Este sou eu e você,
Que se encontra distante do futuro,
Que justifica o próprio existir.
Caminho para o Futuro
O que fazer determinantemente,
Para melhorar a vida no amanhã,
Em todo seguimento da civilização humana?
Geralmente se trabalha...
As necessidades emergenciais,
Priorizando programas de assistencialismo,
Como manutenção organizacional dos grupos,
Para responder as atividades básicas,
Em cada meio cultural.
Porque não poderia ser diferente?
Quem sabe,
Se estendesse categoricamente,
Os valores educacionais,
Oferecendo e cobrando condições,
Que possam formar dignamente o ser,
O preparando para uma consciência,
De cidadania e humanismo...
Não daria certo!
Eis que por tão pouco,
As diretrizes governistas do mundo,
Falham em suas missões.
Simplesmente,
Porque suas ações administrativas,
Ainda são escusas,
E dividida entre o dever e interesse,
Econômico e pessoal.
As falhas dos poderes mundiais,
São notórias!
Pois nascem na educação...
Porque levianamente,
Os tantos delegados pelo sistema,
Exercem seus papeis de tutores,
Com pragmática omissão.
Vejam...
O quanto seria fácil resolver os problemas,
Investindo no discernimento,
Orientando a mente pensante,
Ou combatendo a ignorância,
“Em cada escola deste mundo sem Deus”!
Aplicando conhecimentos básicos,
Da psicologia comportamental,
Direito civil e penal,
E até mesmo...
Religião.
O que falta senhores,
Para se darem conta dos vossos erros,
E do mal que alimenta em cada dia,
A ignorância de quase sete bilhões,
De seres predadores?
Sobre um planeta...
Que está ficando pequeno,
Para a ceifa humana.
Insanidade
Quanta pobreza,
Das necessidades humanas,
São as ações terroristas...
Quais envergonham o mundo,
Apelando para opressão,
Sem medir as conseqüências,
Ou limites que respeitem o próximo.
Estes executores das atividades criminosas,
Que excedem a razão,
Membros dos movimentos extremistas...
Matam e se matam!
Até mesmo,
Em nome de um deus...
Quanta insanidade mental!
Isto para satisfazer à revolta,
E os anseios psíquicos,
Que os afortunam de ódio e rancor.
Seria isto heroísmo ou covardia?
Não creio naturalmente,
Que um ser humano,
Intelegivelmente saudável,
Possa comprometer,
A vida de muitas pessoas e a própria,
Consumando a fatalidade...
Que na maioria das vezes,
Envolve civis inocentes!
Estes loucos psicóticos,
Que se acham referencia de liberdade,
Só desonram o seu próprio deus,
Quais os chamam de Alá.
E nesta desculpa desleal,
Derramam o sangue humano,
Para defender interesses,
Com seus conflitos ideológicos,
Com tanta insensatez.
Que monstruosidade!
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Belém – Pará – Brasil
Conheça o Autor
Sou Carlos Sheredom,
Homem de personalidade romântica.
Defensor do espírito da dignidade humana.
Sou militante da justiça e igualdade social,
Desde que me entendo como ser humano.
Sou um nordestino imigrante do Ceará,
Onde vivi minha infância com orgulho!
Fui escolado no Estado do Pará...
Terra qual criei raízes.
Hoje com experiência,
Dou-me o direito de anunciar o que aprendi,
E fez do meu espírito um cidadão honrado.
Atuo na área publicitária e jornalística,
Há alguns anos.
Tenho colaborado com jornais do Pará,
Além de editar jornais como:
Gazeta do Pará e Eventos Pará...
De minha propriedade.
Hoje exploro a mídia virtual,
Com o portal www.planetanoticias.com.br,
Dentro do mesmo contexto social.
Atualmente tenho vasta relação,
Com pessoas de varias classes;
Principalmente,
Com quem representa o âmbito político.
Mas para ser direto com as palavras,
Tenho feito desta genialidade,
Meu objeto de observação.
Porém não desrespeitando sua nobreza,
Concluí que esta representação,
Pouco impressiona!
Porque assim entendo,
Que deixam a desejar,
Como referencia humana.
E como qualquer homem de bem,
Que tenta viver na verdade,
Fui alijado pelos fora-da-lei!
Quais só não me tiraram o ar da vida.
Mas infeliz daquele que tentar,
Destruir um homem de Deus...
Serão amaldiçoados com o desamor.
Vejam que só prevalece a dignidade,
A honestidade.
E a vontade do Coração que ama...
Não a corrupção da alma.
Por isso não me humilho aos césares da vida,
Nem desejo as moedas do suor do meu povo,
Porque conheço mais que tudo isto...
Conheço o caráter da alma,
E a lei do coração.
Carlos Sheredom
Bibliografia
Por: Carlos sheredom
PRODUTORA
PORTAL
Comunicação Visual
Carlos Sheredom
APRESENTAÇÃO
Esta análise de contestação,
Não pretende fazer deste acesso,
Nenhuma ofensiva no pensamento...
Salvo a extensão da conscientização!
Pois falar da sobrevivência ou existência,
Não é preciso ter fundamentos científicos,
Nem amparo das leis...
Por assim ser,
Apenas uma visão lógica dos fatos,
E discernimento ético da vida.
O homem pensa,
Logo entende o que quer;
Portanto,
Neste discurso literário,
Proponho ao intelecto humano,
Que seja mais responsável,
Na pratica dos atos...
Salve a conduta!
Pois o respeito e dignidade,
Na consistência do comportamento,
É o próprio direito a vida,
Qual deveria suceder-se no dia a dia,
Por esta população estimada,
Em quase sete bilhões de habitantes.
ÍNDICE
EFEITO PREDADOR NA ASCENSÃO GLOBAL
CONDUTA INCONSEQUENTE
BICHOS ORGULHOSOS
O QUE RESTA DA ALMA
CEGUEIRA UNANIME
PERECENDO NA ESCURIDÃO
CONTAGEM REGRESSIVA
O OBJETIVO
A HORDA
CONFINADOS
O FRACASSO DO PRÓPRIO EGOÍSMO
SANGRANDO OU MATANDO
IMUNDOS PEGAJOSOS
MUNDO CARNAL
CAMINHO PARA O FUTURO
INSANIDADE
CONDUTA INCONSEQUENTE
BICHOS ORGULHOSOS
O QUE RESTA DA ALMA
CEGUEIRA UNANIME
PERECENDO NA ESCURIDÃO
CONTAGEM REGRESSIVA
O OBJETIVO
A HORDA
CONFINADOS
O FRACASSO DO PRÓPRIO EGOÍSMO
SANGRANDO OU MATANDO
IMUNDOS PEGAJOSOS
MUNDO CARNAL
CAMINHO PARA O FUTURO
INSANIDADE
INTRODUÇÃO
Olhos da consciência,
Propõe ao espírito humano,
Fazer uma viagem ousada na mente.
E assim atravessar o espelho da hipocrisia,
Deixando-te alcançar o estado sensorial da razão,
Numa forma simples de viver,
O encantando com o poder,
De um novo horizonte.
Venha interagir,
Com esta análise crítica...
Quem sabe assim,
Você se dê conta,
De descobrir um mundo melhor,
Qual nunca a si dera,
A oportunidade de vivê-lo.
Se desprenda dos anseios físicos,
Aguce sua consciência,
E analise junto comigo...
Efeito Predador
Na Ascensão Global
O mundo e suas limitações,
Já sofrem as conseqüências,
Causadas pelo mais obstinado dos predadores...
O homem!
Este age,
Como se tantos problemas presentes,
Fossem inerentes ao futuro.
Lamentavelmente,
A perspicácia das civilizações,
No intelecto ético e social dos povos,
Deixa a desejar nas atitudes,
Quais os confinam diante dos fatos,
Conflitantes e irreversíveis.
Pois a consumação do amanhã,
Será apenas uma questão de tempo,
Que se destina.
É! As evidencias são tamanhas...
Possivelmente catastróficas.
Tanto que,
É perceptível no processo,
Da perda de domínio das situações,
Que não mais conseguimos corrigir;
E mesmo assim,
A responsabilidade humana,
De cada cidadão,
Não o desperta para a realidade.
É evidente que não poderia ser diferente,
Porque é clara a impotência do homem,
Perante sua prevaricada compreensão,
Sobre a vida consumada no prazer.
Pelo visto,
Chegamos ao ápice da mediocridade,
Agindo com maléfica ironia,
Dotando-nos das razões comuns,
Para justificar a ignorância da omissão;
Alegando que,
O possível nunca será possível.
É! O caos se faz presente e não é de hoje.
Pois historicamente,
Podemos até considerar,
Que suas raízes fazem parte do comportamento,
Sem a dinâmica da consciência;
E mesmo assim,
Se considerarmos o intelecto da humanidade,
Perceberemos então,
Que este se funde numa diversidade de valores,
Contraditório a questão ética da racionalidade,
Tornando assim,
O aprendizado humano,
Inerente da pobre cultura sobrevivente.
Eis o teatro do fracasso!
Enaltecido pela auto-suficiência,
Destes superdotados seres,
Que aos poucos dissipam a esperança,
E geram tantos problemas sociais.
Quanta insensatez!
Conduta Inconseqüente
As pessoas vivem momentos hilariantes,
Da liberdade social.
São democraticamente livres,
E racionalmente prostradas.
E no contexto geral,
As sociedades são tomadas,
Pelo espírito da libertinagem;
O qual,
Age no ímpeto da emoção,
Afugentando a razão,
Em muitos aspectos,
Do individualismo comportamental,
Assim degradando a moral,
Na personalidade;
Com isto,
Grande parte deste povo,
Corrompe seus mais nobres valores éticos,
Fazendo até concessões vulgares,
Na própria intelectualidade,
Para assim,
Atingir seus objetivos e satisfações.
Por fim,
Este continua doente,
Sem alcançar os primordiais valores,
Do próprio eu.
E assim confinam,
A mais digna virtude do caráter...
A ética!
É! O povo deste século,
Vive o apogeu das conquistas.
Nunca tiveram o domínio,
Sobre tantas possibilidades,
Como nos tempos de hoje.
Chegaram tão longe,
Que o conhecimento cientifico,
Tecnológico e acadêmico,
Superaram o espaço da sobrevivência;
Mas mesmo assim,
A sociedade coletiva,
Pouco lapidara,
Os elementos da consciência.
E o nosso presente já se vê confinado,
Pelas mesmas mazelas,
Do comportamento volúvel,
Oriundas do passado,
Nesta corrida liberalista,
Que se apega instintivamente,
As oportunidades da realidade sedutora,
E dos demasiados atos libidinosos,
Neste mundo que hoje,
Diz-se evoluído.
Veja o quanto erramos,
Acreditando no escuso progresso,
De visão tão limitada,
Sobre moral e liberdade,
Que interage o mundo contemporâneo.
Contudo,
Insistimos a nos adaptar,
A este jogo competitivo,
Baseando-nos numa forma de vida,
Qual nos afortuna com costumes,
E praticas sem consciência,
Do espírito dos valores da decência.
Será que isto é mérito para o homem?
Bichos Orgulhosos
O que são os seres humanos?
Se não...
Meras criaturas empolgadas,
Com aspectos e estímulos,
Que evidenciam a vida.
Estes vivem da satisfação do mundo,
Enfatizada pelo estigma da própria obra.
Seja de conjetura pessoal ou social!
E o vosso bem natural...
O talento racional!
Não supera a sobrevivência alienante,
E a ausência da espiritualidade consciente.
O que falta ao homem,
Para reconhecer,
Que o egocentrismo não é mérito,
E o tem regido pela transitória vida,
Causando lacunas no discernimento,
Como feridas sem cura,
Na evolução da alma.
É! É necessário estabelecer ordens psicológicas,
E organizar conceitos sobre a vida.
Pois todos sabem,
Que a trajetória no contexto vivido,
Tem sido uma constante,
Com indefinidas situações...
O suficiente para nos permitir,
Permanecer na ignorância,
Como bichos orgulhosos.
O Que Resta da Alma
A criação privilegiou o homem,
Dando oportunidade de evoluir o espírito.
E deu-lhe a arma da consciência,
Para que aprendesse lidar com o equilíbrio,
E evitasse a escuridão da própria ignorância.
Mas o homem,
Em sua virilidade vulnerável,
Não se superou,
Por não conservar o magma da alma.
Pois a evolução não tem sido imediata,
Porque as chances no mundo,
Normalmente resultam num descaso,
Em detrimento do mau fluxo de consciência.
Pelo visto disseminaram o mal,
Que desarmoniza a estrutura racional;
Assim quando,
Deixaram prevalecer o instinto.
Pois cada minuto perdido,
É prejuízo para ascensão da alma,
Porque a raça humana,
Assim mistifica o contexto da razão.
Vejam,
Que o homem é ser frágil,
Pouco sutil no dom da compreensão,
Na equivalência da sua aptidão.
Suas irreparáveis atitudes,
Não sobrepõem as emoções nas suas satisfações;
Entre tanto,
A natureza tem dado ao homem,
A oportunidade real de manipular,
Os enigmas da vida.
Muitos têm acesso ao estimulo,
Chamado percepção,
Que se difunde na estima,
Da convicção...
Da intuição...
E do amor!
Mas não tem,
A consistência do espírito.
É! É irrelevante aceitar,
O homem de hoje,
Qual é incapaz de conquistar da alma...
Bem menos educar o espírito,
Para a fraternidade da vida;
Porque sua nobreza intelectual,
Não interage no sentimento,
E não fala a linguagem da consciência.
É lamentável ver a raça humana,
Se lançar instintivamente no erro!
Marcando a história com dilemas,
Próprios da inconseqüência.
E enquanto vive os ritos deste jogo,
Hibernam na inércia da ignorância.
Pois se olharem para o futuro,
Atentos para a essência de si,
Perceberão que a racionalidade consciente,
É o único elemento consistente,
Que resta da alma.
Cegueira Unânime
Somos apenas criaturas,
Ou seres racionais,
Que somam quase sete bilhões,
De individuo na colônia humana?
Diferentes nas personalidades,
Com naturezas independentes,
Que exercem o mínimo,
Da capacidade racional.
Isto...
É digno de um grande julgamento!
Não justifica o objetivo da raça humana,
Desta incansável corrida pela sobrevivência,
Que não vai além da cegueira unânime.
Parece patético o comportamento do ser;
Pois mesmo poderoso no gênio do pensar,
Este pouco interpreta,
O que entende da vida.
O homem normalmente desconsidera,
A referencia da igualdade,
O cume da integridade,
A sensibilidade da razão;
E assim desdenha,
No pensamento consciente,
Transformando tudo em nada;
Desde que,
Descobriu-se como gente!
Pois este vive num estágio,
Que não permite ser,
Cuidadoso nos atos,
Ou expressivo na consciência.
Porém,
Tal racional,
Ainda concilia prerrogativas ortodoxas,
Que mantém o entendimento racionalista,
Na instancia da incompreensão.
Como é volátil,
A ofuscante mente humana,
Desta espécie necrosada,
Pelo processo de evolução,
Do próprio eu...
Tanto quanto,
Sua eloqüência esnobe,
E vazia de espiritualidade!
E assim estes sepultam na ignorância,
O elo que concebe as respostas da vida...
A própria alma!
Perecendo
Na escuridão
Chegamos há dois mil anos,
Além do maior desafio,
E exemplo de consciência humana,
Na historia do homem...
E ainda não aprendemos a doutrinar,
Os subestimados espíritos humanos.
Estamos em dois mil e sete,
Na virada do século XX...
Nascimento de uma nova era!
Em época,
Que desfrutamos do conhecimento elaborado,
Do alto nível tecnológico e cientifico;
E mesmo assim,
Perecemos na escusa ignorância,
Da primária concepção,
Desta inexplorada consciência humana.
É! E em conseqüência desta natureza,
Tão vagamente excepcional,
Grande parte da civilização,
Pratica a espiritualidade primitiva...
Típica do próprio berço radicado.
Pois quando relatamos,
Os degradantes problemas sociais,
Dos dias conseguintes,
Normalmente vemos os fatos submergir,
Por uma realidade enganosa,
Comprometida com a conformação,
Da massificada alienação.
É sinistra a conduta humana!
Pois as diferentes sociedades,
Estruturadas para interagirem,
Numa ordem racional,
Como conjunto seleto,
De grupos organizados,
Baseados nas leis intelectuais,
São argüidas pela falta da consciência.
Portanto,
Seus hábitos culturais,
Só tem manipulado o rebanho humano.
E aonde queiras ir...
Não chegaras!
Porque está apenas,
Inchando o processo,
Da consciência metafórica.
Pois as doutrinas sociais...
Sejam elas de relevância,
Política ou religiosa,
Só dão conta de fabular exemplo,
Como o do patrono da consciência...
Jesus Cristo!
E em função do pouco caso,
Sobre a responsabilidade espiritual,
As divergências e disputas,
Tem sido rotina dos homens...
Destes que assolam a socialização!
E assim perecem na escuridão,
Fazendo do poder impensado,
A sua prosperidade.
Contagem Regressiva
O fim do mundo,
Será fato consumando.
Causado pelo descaso e excesso,
Da irresponsabilidade humana.
Acontecerá...
Mais tarde ou mais cedo!
É bastante provável,
Que nem mais cem anos,
Viverão os seres da terra.
O que pensam os homens...
Será que estes acham,
Que o Deus que rege a vida,
Dará o jeitinho de costume,
Para prorrogar os resultados,
Da nossa ínfima consciência?
E assim se faz a ignorância!
Porque então tantos olhos,
Não enxergam os obvio?
Até parece,
Que as impensadas atitudes,
São méritos do melhor,
Que este pode dar.
Por acaso,
Não dá para perceber o perigo,
Irreversível diante dos estragos,
Causados a vida terrestre?
Será que a ganância mortal...
Risco experimental!
A aptidão excessiva,
Da vossa estruja consciência,
E do desequilibrado progresso,
Não estão agredindo a genoma,
Da única morada natural?
É, ser intelecto!
É bom pensar...
E começar a se preocupar,
Enquanto há tempo!
Pois tantos danos conseqüentes,
Da falta de habilidade humana,
Está ruindo o nosso habitar.
Com prováveis possibilidades,
De consolidar o inesperado fim,
De mais um período existencial...
Nesta vida planetária.
Pois a natureza,
Precisa se recompor,
De tudo que foi extirpada,
E ser respeitada por vidas inteligentes;
Caso contrário,
Nem o mal terá espaço no tempo.
Vejam...
Que é apenas uma questão de lógica!
Porque esta vida é real,
Formada por propósito pensante,
Para que nela,
Cultivem sabedoria...
Como equilíbrio da expiração,
Da interação homogênea,
Com seus finitos recursos naturais.
É! Mas o objetivo próprio do homem,
Não tem responsabilidade como senso lógico,
Porque sua doentia empolgação,
Retrata apenas a repetição na história.
Bastante notável,
Não é?
Que estes não deixam alternativas...
Pensam que sabem de tudo...
Mas não vão além do que podem dar!
Eis o homem de todos os tempos...
Homem sem alma.
Pouco incisivo na consciência,
E retrogrado como primata.
Quando entenderá,
Que a obra,
Qual não é preservada...
Não é dos deuses da terra,
Mas está sobre suas responsabilidades!
E certamente não foi criada,
Para satisfazer o abuso racional,
Que destoa o ciclo regular da vida.
O Objetivo
O objetivo está se cumprindo!
Tudo tem um propósito real.
Não existe dor sem cura...
Nem cura que não contenha a dor.
O mal está na mente corpórea...
Não faz parte do espírito!
Pois o ser humano é puro,
E tão divino quanto o cosmo.
Porque sua essência,
É obra perfeita.
Mas este...
Não se conhece!
Se o homem não se encontra,
Ou sofre com a dor das provações...
É por causa da sua própria escolha!
Este se tornou o feito dos desejos,
Limitados por sua consciência carnal.
É! Saímos das evidencias metafóricas,
E entramos no estreito da purificação.
E assim vivemos o momento da seleção,
Como diz o contexto profético,
Nas entrelinhas da palavra sagrada.
Hoje...
Somos apenas sobreviventes,
E meros mortais diante do juízo,
Porque assim desejamos!
E por isso,
A lei natural diz:
Regras se cumprem...
Não se alteram nos valores!
Porque a perfeição de Deus,
É imparcial e não se corrompe.
A horda
Andando nas ruas,
Podemos ver a incerteza,
Em olhares perdidos.
Expressões que buscam,
Mas não encontram o sentido da vida,
Porque desconhecem o exercício,
Da ordem e cidadania.
São pessoas...
Movidas pelo próprio medo...
Medo de ficarem para trás!
Algumas seguem os passos de outras,
Tomadas pelo desespero.
E assim,
Parece que a corrida nunca acaba,
Na atividade humana.
E estes membros da horda,
Na ignorância do seu saber,
Não conseguem nem olharem,
Para si mesmos.
Imaginam o mundo a sua volta,
Como uma ciranda de conquistas!
E desta forma,
Acontece a vida humana...
Que se prostra pelo entusiasmo,
Dos rituais da razão.
Então os cegos,
Amotinam-se na inconstância,
Vivendo inertes,
Como predadores do destino,
Porque trilham a sobrevivência,
No estado ínfimo do desejo,
Que corrompe o espírito,
E menospreza as virtudes da alma.
Confinados
O mundo moderno esfriou!
E por eloqüência da liberdade,
Desconhece os valores Moraes...
Transformando a pureza dos sonhos,
Em frustração que apodrece com a carne,
Como preceitos do individualismo.
A sensibilidade deste povo confinou!
Pois não mais conhece o espírito...
Espírito da coesão,
Qual fala para os ouvidos do homem,
Que não mais consegue escutar...
A voz da emoção.
O que fizeram da alma,
Povo privilegiado pela razão?
E das grandezas do coração?
Ser pífio de natureza egoísta!
Mataram e si próprio...
Quando simplesmente romperam,
Com o valor mais puro do coração...
O amor!
O Fracasso do Próprio Egoísmo
O que se pode fazer,
Para salvar a vida terrestre,
Que nós mesmo degradamos?
Nada!
Porque nós humanos,
Não estamos preparados para o discernimento.
Pois é perceptível,
Os interesses da racionalidade humana,
Quais vão além da coerência,
Tomados pela cobiça capitalista,
E sua ambição.
Este é primitivo em demasia...
Para entender as necessidades,
Do equilíbrio natural de todas as coisas.
O homem explora as possibilidades,
Na finalidade de gerar dinheiro e poder;
Até age como predador insaciável,
Sugando o próprio “sangue da Terra”...
O petróleo.
Quem afirma que este elemento mineral,
Existe apenas para gerar poder econômico?
Por acaso,
Alguém já se deu a oportunidade,
De parar para pensar,
No que aconteceria ao planeta,
(Não ao homem),
Na falta do “sangue negro”?
É! Acho que ninguém,
Ainda se deu conta da gravidade,
Desta situação irreversível e exterminadora.
Eis que o homem faz...
Destrói a própria vida!
Porque instintivamente traz na índole,
O fracasso do próprio egoísmo.
E por falta de consciência em seu estado humano,
Fecha todas as portas da razão,
Rompendo com as leis da existência.
Sangrando ou Matando
Esta é a História,
Dos impérios desumanos,
Que faz dos homens,
Reis dominantes.
Lideres dos dias,
Quais se sucedem no tempo,
Feitos conquistadores,
Que humilham os sonhos,
Deste rebanho existente.
Assim é a saga espiritual,
Que por séculos ascendentes,
Intimida na ignorância,
A virgindade da alma inocente.
E sangrando ou matando,
A própria natureza sobrevivente,
Estes corrompem sem piedade,
A essência da esperança,
E anseios dos corações,
Desta humanidade sem referência.
Que consciência inconseqüente!
Imundos Pegajosos
É impressionante,
A forma como as pessoas,
Das tantas cidades do terceiro mundo,
Conduzem suas responsabilidades cidadãs.
É tão indevido o descaso nas suas ações,
Que se percebe a vergonha incubada,
Nos seus próprios rostos,
Maquiados com o orgulho da hipocrisia;
Tanto que,
Cega suas inertes consciências.
Pois estes,
Agem com indiferença,
Como animais irracionais,
Degradando o meio social,
Das “estimadas” nações...
Favorecendo o desequilíbrio,
Em vários seguimentos,
Da ordem social e ambiental.
E assim vemos no dia a dia,
A proliferação desgovernada dos abusos,
Que já se tornaram comuns,
Em nossas habituais condições de vida.
Eis que esta realidade sub-humana,
É retrato da nossa própria educação.
Então adequamo-nos,
Ao paisagismo do ridículo,
Enfeitado com o lixo do desamor,
Qual contamina o bem estar,
E referencia o que realmente somos...
Imundos pegajosos.
Haja lixo!
Mundo Carnal
Normalmente,
O que justifica a satisfação humana,
São as condições materiais;
Ou seja, conquistas do cotidiano,
Como: casa, carro, etiqueta de grife,
Perfume francês e artefatos,
Que enche os olhos do pobre ego humano...
Coisas da natureza primária deste ser,
Que mal consegue viver o tempo!
O homem é isso... E mais!
É a evolução da ambição,
Voltado para as necessidades,
Especificamente da realidade.
Este, raramente vive,
Os anseios espirituais,
Que tenham afinidade com a alma,
Como: o amor ou a fraternidade,
E até mesmo a fé sobre natural,
E sonhos que estão além,
Dos propósitos vivos,
Na mente comum do mundo carnal.
Este sou eu e você,
Que se encontra distante do futuro,
Que justifica o próprio existir.
Caminho para o Futuro
O que fazer determinantemente,
Para melhorar a vida no amanhã,
Em todo seguimento da civilização humana?
Geralmente se trabalha...
As necessidades emergenciais,
Priorizando programas de assistencialismo,
Como manutenção organizacional dos grupos,
Para responder as atividades básicas,
Em cada meio cultural.
Porque não poderia ser diferente?
Quem sabe,
Se estendesse categoricamente,
Os valores educacionais,
Oferecendo e cobrando condições,
Que possam formar dignamente o ser,
O preparando para uma consciência,
De cidadania e humanismo...
Não daria certo!
Eis que por tão pouco,
As diretrizes governistas do mundo,
Falham em suas missões.
Simplesmente,
Porque suas ações administrativas,
Ainda são escusas,
E dividida entre o dever e interesse,
Econômico e pessoal.
As falhas dos poderes mundiais,
São notórias!
Pois nascem na educação...
Porque levianamente,
Os tantos delegados pelo sistema,
Exercem seus papeis de tutores,
Com pragmática omissão.
Vejam...
O quanto seria fácil resolver os problemas,
Investindo no discernimento,
Orientando a mente pensante,
Ou combatendo a ignorância,
“Em cada escola deste mundo sem Deus”!
Aplicando conhecimentos básicos,
Da psicologia comportamental,
Direito civil e penal,
E até mesmo...
Religião.
O que falta senhores,
Para se darem conta dos vossos erros,
E do mal que alimenta em cada dia,
A ignorância de quase sete bilhões,
De seres predadores?
Sobre um planeta...
Que está ficando pequeno,
Para a ceifa humana.
Insanidade
Quanta pobreza,
Das necessidades humanas,
São as ações terroristas...
Quais envergonham o mundo,
Apelando para opressão,
Sem medir as conseqüências,
Ou limites que respeitem o próximo.
Estes executores das atividades criminosas,
Que excedem a razão,
Membros dos movimentos extremistas...
Matam e se matam!
Até mesmo,
Em nome de um deus...
Quanta insanidade mental!
Isto para satisfazer à revolta,
E os anseios psíquicos,
Que os afortunam de ódio e rancor.
Seria isto heroísmo ou covardia?
Não creio naturalmente,
Que um ser humano,
Intelegivelmente saudável,
Possa comprometer,
A vida de muitas pessoas e a própria,
Consumando a fatalidade...
Que na maioria das vezes,
Envolve civis inocentes!
Estes loucos psicóticos,
Que se acham referencia de liberdade,
Só desonram o seu próprio deus,
Quais os chamam de Alá.
E nesta desculpa desleal,
Derramam o sangue humano,
Para defender interesses,
Com seus conflitos ideológicos,
Com tanta insensatez.
Que monstruosidade!
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Belém – Pará – Brasil
Conheça o Autor
Sou Carlos Sheredom,
Homem de personalidade romântica.
Defensor do espírito da dignidade humana.
Sou militante da justiça e igualdade social,
Desde que me entendo como ser humano.
Sou um nordestino imigrante do Ceará,
Onde vivi minha infância com orgulho!
Fui escolado no Estado do Pará...
Terra qual criei raízes.
Hoje com experiência,
Dou-me o direito de anunciar o que aprendi,
E fez do meu espírito um cidadão honrado.
Atuo na área publicitária e jornalística,
Há alguns anos.
Tenho colaborado com jornais do Pará,
Além de editar jornais como:
Gazeta do Pará e Eventos Pará...
De minha propriedade.
Hoje exploro a mídia virtual,
Com o portal www.planetanoticias.com.br,
Dentro do mesmo contexto social.
Atualmente tenho vasta relação,
Com pessoas de varias classes;
Principalmente,
Com quem representa o âmbito político.
Mas para ser direto com as palavras,
Tenho feito desta genialidade,
Meu objeto de observação.
Porém não desrespeitando sua nobreza,
Concluí que esta representação,
Pouco impressiona!
Porque assim entendo,
Que deixam a desejar,
Como referencia humana.
E como qualquer homem de bem,
Que tenta viver na verdade,
Fui alijado pelos fora-da-lei!
Quais só não me tiraram o ar da vida.
Mas infeliz daquele que tentar,
Destruir um homem de Deus...
Serão amaldiçoados com o desamor.
Vejam que só prevalece a dignidade,
A honestidade.
E a vontade do Coração que ama...
Não a corrupção da alma.
Por isso não me humilho aos césares da vida,
Nem desejo as moedas do suor do meu povo,
Porque conheço mais que tudo isto...
Conheço o caráter da alma,
E a lei do coração.
Carlos Sheredom
Bibliografia
Por: Carlos sheredom
EM LIVROS
Manifestos de um Xerife / Crítica
Sétima Revelação – O Ultimato / Crônica
Escriba – O Doutor da Lei / Crônica
Na Mira do Povo / Crítica
Olhos da Consciência / Crítica
Marcas de Paixão / Poema
História de Amor / Poema
Garota de Programa / Poema
Cinderela – Declarações de Amor / Poema
Esperança / Poema
Fascinação / Poema
Uma Rosa Chamada Leonita / Poema
Uma Estrela Chamada Leonita / Poema
Guerreiro de Dan / Poema
Estigma do Desejo / Poema
Sereia / Poema
Santa Paixão / Poema
Doce Veneno / Poema
Deusa da Lua / Poema
Princesa das Águas / Poema
Sarita / Poema
Estrela do Mar / Poema
EM CDs
Marcas de Paixão / Poesia
Estigma do desejo / Poesia
Chamas do Coração / Poesia
Resgate da Alma / Poesia
Manifestos de um Xerife / Crítica
Sétima Revelação – O Ultimato / Crônica
Escriba – O Doutor da Lei / Crônica
Na Mira do Povo / Crítica
Olhos da Consciência / Crítica
Marcas de Paixão / Poema
História de Amor / Poema
Garota de Programa / Poema
Cinderela – Declarações de Amor / Poema
Esperança / Poema
Fascinação / Poema
Uma Rosa Chamada Leonita / Poema
Uma Estrela Chamada Leonita / Poema
Guerreiro de Dan / Poema
Estigma do Desejo / Poema
Sereia / Poema
Santa Paixão / Poema
Doce Veneno / Poema
Deusa da Lua / Poema
Princesa das Águas / Poema
Sarita / Poema
Estrela do Mar / Poema
EM CDs
Marcas de Paixão / Poesia
Estigma do desejo / Poesia
Chamas do Coração / Poesia
Resgate da Alma / Poesia
PRODUTORA
PORTAL
Comunicação Visual
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