Carlos Sheredom
NA MIRA DO POVO
CRÍTICAS POLÍTICAS
Apresentação
Neta obra discursiva,
Faço cumprir-se o meu dever cidadã,
E o protesto da minha consciência política,
Qual assina por cada vírgula,
Quais dão ênfase as minhas palavras.
E sem dispensar a oportunidade...
Com minha insolência,
Desafio todo o sistema,
A medir peso de consciência!
Não é concebível,
Que temos que apelar,
Para tantas formas de manifestos;
E mesmo assim,
Não sensibilizamos os idiotas,
Da pouca vergonha,
Que covardemente escondem-se,
Tapando os ouvidos para não escutarem,
Fechando os olhos para não enxergarem,
E apagando a memória para não pensarem.
Por isso faço valer à revolta e opinião,
Do povo brasileiro.
Que neste trabalho,
Conclama o mínimo de sensibilidade,
Deste poder egoísta.
Índice
Que Vergonha!
Apropriação Indevida
Governo Anticristo
O Vicio do Trânsito
Sobrevivência ou Crime
É Pra quem Pode?
Educação
Cultura do Egoísmo
Coitados Trogloditas
Cega, Surda e Muda!
Eldorado Marcado Pelo Descaso
Dar-se o Que Tem!
Muda Brasil
Dias Melhores
Introdução
Quantas vezes aferimos e nos questionamos,
Diante desta realidade contida de fracassos.
Vivemos pincelando o dia a dia,
Com olhares de insatisfação,
Quando vemos e entendemos,
Que muitos pagam pelo erro de poucos.
E deste jeito,
Buscamos alguma forma de manifestar,
Nossa repudia alicerçada na razão.
Quantas vezes queremos falar,
O que pensamos e tememos;
Que por covardia,
Achamos que não fazer a diferença.
Pois aqui nesta obra literária,
Que conceitua os problemas brasileiros,
Faço valer este desejo do pensamento,
Que protesta contra o descaso inebriante,
Que humilha a minha percepção de ser,
E meu discernimento de cidadão brasileiro.
Então convicto do meu saber,
Convido-te para concretizar,
Minhas afirmações contra a ignorância,
Dos malfeitores por excelência.
E neste respondo,
Por toda responsabilidade como cidadão.
QUE VERGONHA!
A responsabilidade cidadã,
É um dos temas mais questionados,
Na realidade democrática.
Os projetos sociais de natureza política,
Que são aprovados pelo poder constituído,
Mal definem seus objetivos,
Diante das necessidades sociais.
O descaso na ordem,
Em todos os aspectos,
Da sociedade brasileira,
É impiedoso e imoral.
Até parece,
Que os direitos de cidadania,
Nos trabalhos políticos,
São para poucos ou escolhidos.
Não parece?
As comunidades das áreas,
De periferias das nossas cidades,
Ainda sofrem as conseqüências da descriminação,
E deste descaso oriundo da falta de consciência,
De um verdadeiro trabalho político,
Governista e social.
Este país,
“Ainda bóia na lama!”
Na lama da prostituição...
Da corrupção...
Da marginalidade...
Dos titulados omissos e cara de pau;
Assim rendendo nosso povo,
As condições do submundo dos erros e fracassos...
Sem considerar a desilusão.
Que covardia!
Não é possível que os egoístas,
E privilegiados do sistema,
Não tenham olhos...
Discernimento para enxergarem,
Tamanhos problemas,
Que se enraízam nesta mal amada,
E desrespeitada nação.
Que vergonha!
Na verdade,
O poder é covarde,
Alienado e predador.
Este faz de muitos filhos da nação...
A maioria!
Insignificantes prostrados e proscritos;
Assim crucificando nossos homens e mulheres,
Como vagabundos e até prostitutas.
Que país de poucas estrelas!
APROPRIAÇÃO INDEVIDA
Muita gente neste país...
Ainda acredita em mudanças sociais.
Mas isto seria mesmo possível acontecer?
Se os erros desta sociedade,
São originados da irresponsabilidade,
De um poder oportuno.
Existem tantas falhas criadas na soberania,
Que mesmo legais diante das leis,
Não tem coerência,
Perante esta realidade tão injusta,
Qual desaponta a compreensão,
Dos cidadãos brasileiros.
Pois...
Não cabe nem mesmo,
No raciocínio de quem não pensa,
A forma como o governo,
Estabelece suas regras,
Criando cargos públicos,
Como os vitalícios.
E como se fosse pouca,
A pretensão do poder...
Nomeiam no próprio âmbito,
Como acontece no Ministério Público,
Pessoas não concursadas,
Para atividades,
Como: procurador, conselheiro, etc.
Eis uma das falhas...
Para não dizer privilégio.
Haja oportunismo!
E o povo ainda acredita em mudanças!
Como é possível acreditar e confiar num sistema?
Qual o mal deste tão oportunista...
Mesmo na legalidade,
Já tem suas raízes constituídas,
E sobrevive como uma doença,
Dentro deste vulnerável regimento de governo.
Como é possível?
Quando o principal dos problemas,
Assola a ordem e progresso da nação...
A falta de ética e respeito cidadã!
Expliquem senhores,
Se não vos questionarei,
Baseado no que costumo ver,
No dia a dia ascendente...
Os inúmeros abusos,
Constituídos pela república.
Vejam que para mudar o Brasil,
Será preciso começar,
A reforma no vosso próprio,
Berço governista;
Só assim,
Viveremos um futuro de mudanças...
Digno de orgulho,
E promissor para o nosso povo.
GOVERNO ANTICRISTO
De quem é afinal...
A responsabilidade?
Em manter a ordem social,
Neste país chamado Brasil,
Que já se encontra tomado pelo crime.
Afinal!
Quais são as diretrizes,
E providencias tomada por este governo,
Para que a população,
Tenha o mínimo de segurança,
E certeza do amanhã?
Às vezes...
Até atribuímos ao pensamento,
Que nossa constituída nação,
Não passa de um circo em cena...
Onde os poderes fazem o papel do palhaço;
E a injustiça,
Do crime que entra em cena.
E o governo...
O que faz enfim?
Age com tanto descaso,
Que já perdeu o respeito cidadã.
Na realidade...
O que compete de fato,
Ao titulado presidente da república,
E seus súditos soberanos?
Cuidar do seu povo,
Ou promover tratados entre nações,
Com propósitos de paz,
Caridades e interesses,
Que mais parece coisa do anticristo.
O VICIO DO TRÂNSITO
Se o povo comete erros,
Perante as leis de trânsito,
Não é porque querem;
E sim,
Porque não é educado,
Para uma consciência devida,
E consequentemente,
Prevalecem os maus costumes.
E o governo...
Convenientemente se aproveita,
De tal realidade onde todos são culpados,
Para cumprir seu propósito de extorsão,
Que na legalidade,
Faz valer seu doente poder de tirania.
Portanto espertíssimos senhores deste poder,
Todo problema de ordem social,
Desta deselegante cidadania,
É oriundo do descaso soberano,
Que fecha os olhos para dignificar,
A educação coletiva.
Mas será que os senhores,
Sabem de fato o que é educação?
Pelo visto não!
Pois falta gente preparada,
De hombridade humana,
Para fazer política,
Assumir desembargos e governos;
Assim como faltam,
Representantes na lei,
Que ajam com civilismo e consciência,
Nas situações do dia a dia,
Da fiscalização de trânsito,
Nas grandes cidades;
E não,
Como “pau mandado”,
Notificando e multando,
As falhas de uma rotina,
Que sempre foi comum,
Na vida social do brasileiro.
Para ser mais claro...
Tirando dinheiro do povo,
Para engordar um dos caixas,
Mais afortunado deste sistema.
E o pior de tudo...
É que além desta extorsão legal,
Estes agem com atitudes suspeitas,
Geralmente escondidos pelas esquinas,
Tirando proveito do descuido dos motoristas,
Neste aglomerado e agitado trânsito estressante.
E desta forma engordam,
Suas cadernetas de notificações,
Com intenções não escusas.
Que ridículo!
SOBREVIVÊNCIA OU CRIME
A pretensão dos que fazem pirataria,
Como atividade de trabalho,
E dos quais sobrevivem na ilegalidade,
Como as casas de jogos eletrônicos,
E mercadores da clandestinidade,
A princípio não deveria ser considerada,
Crime perante a lei.
Até porque,
Se o poder de soberania,
Cumprisse o direito de cidadania,
Como é obrigação de fato,
A realidade da sociedade seria de dignidade;
Portanto,
Que o povo lute pelo seu espaço,
E conquistem o que é de direito...
Sobreviver!
E os senhores da lei,
Se façam dignos,
Para exercer o mínimo de consciência...
Equilibrar as necessidades da população!
Em vez de investirem,
Nos suntuosos palácios do poder,
E casas de jogatinas,
Que voz consideram legais...
Casas lotéricas!
Afinal autoridades da justiça,
Certos erros do povo,
Não são sinônimos de crimes,
Bem menos superiores aos do poder,
Que muitas vezes são oportunamente constituídos.
E se for...
Reflete bem menos nos cofres públicos,
Que as falcatrua dos bandidos,
Que sobrevivem nas cortes governistas.
Pois não se pode tirar do povo,
O que este pouco tem para dar!
Bem menos o suor que malmente mata a fome.
Se a sede do sistema é dinheiro...
Porque não cobram impostos?
De forma justa e objetiva,
Como taxa unificada,
Para todas as classes de trabalho.
É! Bem sabemos,
Que os direitos a cidadania,
Fica só no papel...
Não são para todos desta sociedade.
E que soluções geradas pela própria população,
Tem funcionado como sobrevivência,
Para muitas famílias...
Além de gerar emprego!
Bom,
Aqui fica aberto para questionamento público,
A consciência corrompida da lei...
Para os quais são conhecedores,
Da questão pública,
E dos princípios que regem a constituição.
Para assim se darem o direito de perguntarem:
Quais definições dariam para este povo humilhado,
Por não terem as mesmas chances,
Que privilegiam vossas vidas.
Compartilhariam da fome?
Comungariam com o desespero?
Que corrompem os costumes da cidadania.
Respondam pelo menos a si,
Ou mostrem-se incapazes por assim ser!
Vamos respeitar esta gente,
Que faz o jogo sem exigir.
Pelo menos o respeito,
Já faria jus,
A estes que sobrevivem do trabalho,
Trocando dignidade,
Por uma bocada de feijão e farinha,
Nesta realidade de injustiça e tirania,
Que vós conhecem muito bem.
É PRA QUEM PODE?
Nossa independente nação,
Vive permanentemente,
Situações de crises econômicas;
Onde o desatino da administração,
Evidencia cada vez mais o descaso,
Que suplanta a generalizada diferença,
Entre as classes sociais.
A economia social,
Na política deste país,
É catastrófica e injusta,
Na qualidade de vida deste povo...
Sem perspectivas e perseverante,
Mesmo sem direção.
O programa de distribuição de rendas...
Se é que este existe!
É estrategicamente oportuno,
Desonrado e favorecedor.
Muitos brasileiros,
Nem sonhando,
Fazem parte de fato,
Dos direitos assegurados ao cidadão.
Mas a nobreza...
Principado do poder,
Econômico e da corte soberana,
É gloriosamente realizada,
Em seus dias,
“E participativa nos lucros da nação”.
É, é pra quem pode!
Mas para que tenhamos,
Como referência do descaso,
E exemplo desta realidade bandida,
Vejamos alguns fatos,
Que consequentemente contribuem,
Para esta circunstância:
As questões dos cargos vitalícios,
Ocupados por nomeações,
E seus milionários salários,
Que sobrepõem os vinte mil reais.
As remunerações no setor legislativo,
Que atinge valores,
De cinqüenta mil reais.
As folhas de pagamentos,
Do poder executivo,
Que ultrapassam os 50%,
Das receitas tributárias,
Em algumas regiões.
Sem deixar de considerar,
Os privilegiados que entram,
Para quadros funcionais,
“Pelas janelas”...
Isentos de concursos públicos!
E os humildes salários...
Ficam como gorjetas,
Para a massa conformada.
É! Esse é o nosso Brasil...
País de um povo plebe,
Por não investir no espírito cidadã,
E corrompido em suas raízes,
Pelo orgulhoso da intelectualidade,
Que formam nossos doutores.
EDUCAÇÃO
O governo brasileiro tem como dever,
Proporcionar educação digna a seu povo.
Dar-lhes ensino justo e formação futurista,
Em vez de aprendizado de sobrevivência.
É preciso urgentemente preparar,
Novo projeto de estudo para a escola,
Como método de ensino básico,
Que estimule interesse ao conhecimento.
Investir no esclarecimento cultural,
Que integre a sociedade brasileira,
A uma visão segura e consciente de vida.
É necessário qualificar o espírito humano,
E os valores profissionais daqueles,
Que ministram e orientam herdeiros do país.
Assim deveria ser imperativa,
A obrigação do governo,
Em evitar a evasão nas escolas;
Devendo este abraçar a nobre causa,
Que é de extrema importância nas mudanças,
Para que todos tenham acesso à cidadania.
É prioritário que levem a sério a informação,
Porque este é o único caminho para garantir,
Os direitos e a boa qualidade de vida,
Dos homens e da consciência terrestre.
Precisamos colocar a vanguarda,
A tarefa de educar e conscientizar o povo,
Das suas responsabilidades humanas,
Para que fortaleça a redenção do futuro;
Antes que a história cumpra o rito sistemático,
E enterre o Brasil na vergonha.
Senhores de frente...
Educação é sinônimo de progresso.
Consciência é aversão à injustiça social.
Futuro digno é sonho de todos brasileiros;
Mas a realidade do nosso país,
Ainda é de submundo.
Este é o retrato desta república,
Imagem de muitas caras.
Que lamentavelmente se sustenta,
Pela cegueira dos alcaides...
Pobres espíritos do mundo!
Os quais ignoram os passos da educação.
CULTURA DO EGOÍSMO
A alta cúpula da sociedade brasileira,
Vive o gozo e seus delírios neste apogeu.
Sugestionada pelo o oportuno capitalismo,
Que se adequou a uma cultura egoísta,
Onde privilegia grupos isolados;
Assim definindo padrões de vida,
Que acabam descriminando pessoas,
Como dispensáveis indigentes.
É comum tal regimento estabelecido,
Nos costumes democráticos do Brasil;
Tanto que consiste como verdade,
Nos princípios vivos de cidadania...
A imparcialidade diante deste processo,
Individualista e desumano.
Falta uma referencia altruística,
Na consciência dinâmica dos costumes,
Que enseja os afortunados de intelecto.
O Brasil,
Como muitos países,
Tem uma gama de talentosos...
Por méritos ou dom!
Mas ainda não aprendeu a se respeitar,
Como comunidade sociável.
Pois sofre por acomodar-se a ignorância,
Com seus títulos que não superam a mesquinhez.
COITADOS TROGLODITAS
Com respeito à soberania,
Neste dou-me o direito,
A expressar-me e perguntar:
Será que é ingenuidade vossa,
Imaturidade ou formação religiosa,
Qual desperta em seus conceitos,
Tanta piedade da classe criminosa,
Chegando a considerar os direitos,
Com tanta veemência...
Como os direitos humanos?
É! É muita complacência,
Os olhos deste juízo,
Ver com a alma,
Direito de quem chacina a razão.
Pelo visto,
Ser bandido ou desviante social,
Neste país que aparenta o respeito,
É uma alternativa democrática de vida,
Que não se exclui dos direitos cidadãos.
Que insensatez!
Certos crimes contra a cidadania,
Não deveriam ser julgados pelo poder,
E sim pela opinião pública;
Como faz o povo,
Nas eleições.
Pois a justiça injusta,
Agride o bom senso,
E desvirtua a ordem dos fatos.
Senhores,
“Os tiranos realmente são dignos”...
Dos direitos limitados!
Como campos de concentrações produtivos,
Em tarefas de Trabalhos,
Para ocuparem suas mentes ociosas,
E não conservarem as idéias do diabo.
É...
Mas os coitados trogloditas,
Parecem ser motivados,
Com tanta preocupação,
Em suas consciências humanitárias,
Defendendo este produto humano,
Quando o assunto está relacionado,
Aos direitos humanos...
Que só falta,
Estes darem o titulo de Excelência,
Para os criminosos desta nação.
Considerando que,
Alguns destes já foram manchetes,
Em grandes veículos da impressa nacional.
Cuidado senhores!
O lixo fede,
Suja e contamina a moral,
E dissemina como um câncer.
CEGA, SURDA E MUDA!
É difícil descrever o posicionamento da justiça,
Em alguns seguimentos da sua execução.
Muitas pessoas,
Entre tantas autoridades,
Entendem que a justiça constituída por leis...
Principalmente no nosso versátil país!
Enquadra-se dentro do aspecto pejorativo,
Com a imparcialidade;
Até a simbolizam como:
Cega,
Surda e muda.
Tamanha é a verdade!
Podemos crê até no exagero.
Pois lhes falta olho para vê,
Ouvido para escutar,
E boca para falar,
Em nome da coragem ou,
Em defesa de uma sociedade justa.
É falta compostura diante dos fatos notórios,
Como prisões seguidas de liberdade,
Nas classes influentes e poderosas.
Que certamente investigadas minuciosamente,
E julgadas no teor e rigores da lei,
Não escapariam na impunidade.
Mas como no Brasil,
A constituição é rica,
E abrangente em recursos;
Porém permitindo,
Que o código penal,
Torne tais façanhas possíveis,
Abrindo brechas para impunidade...
Tudo acaba resultando na imparcialidade,
Injusta e indevida aos deveres de cidadania.
Assim desconjurando a verdade,
E concebendo uma realidade de desrespeito moral.
É! Quanto descaso com vossa autoridade,
Tão digna de nobreza.
Pois há quem diga,
Que esta tem a estigma,
De dois pesos duas medidas...
Peso devido e indevido!
Assim como o favorecimento,
De quem tem ou não tem,
É ou não é,
Pode ou não pode.
É senhores,
Nossa justiça precisa rever,
Seus princípios de ordem,
E ter mais determinação,
Com a consciência de civilismo;
Talvez assim,
Esta conquiste sua dignidade,
E faça do seu povo,
Cidadãos seguros,
E confiante no espírito.
ELDORADO, MARCADO PELO DESCASO!
A crueldade impensada dos poderosos,
Marcou com sangue a região norte do país.
Levando novamente a nossa história,
A registrar irresponsabilidades do poder.
As feridas que causaram a dor,
E a indignação desta sociedade,
São conseqüentes da má determinação,
Dos elementos que responde pelo governo.
Em meados de abril,
De mil e novecentos e noventa e seis,
Morreram no conflito em Eldorado dos Carajás,
No estado do Pará,
Dezenove cidadãos que reivindicavam,
O direito a terra...
Um verdadeiro genocídio!
Tudo aconteceu estupidamente,
Sem consenso das autoridades.
A precisão das decisões tomadas,
Por componentes do governo,
Não deixou alternativa para estes filhos da nação.
Estes fatos inconseqüentes,
Vem acontecendo em plena realidade democrática.
Tais atos criminosos,
Viola os direitos humanos,
Assim como qualifica o despreparo,
E a inexperiência protagonista,
Deste cenário governista.
Vejam,
Que o movimento sem terra,
Tornou-se uma das maiores manifestações,
Em defesa do direito as condições de vida,
Do povo pobre brasileiro.
Não é possível que os governos,
Federal e estadual,
Continuem brincando com a realidade,
E menosprezando este serio problema,
Assim permitindo,
Que a luta pelo direito a qualidade de vida,
Sustente uma concepção errada,
De proferir seu espaço:
Como invadir propriedades produtivas,
“E direito que não lhe assiste”,
Com o que é dos outros.
É! E muitas vezes,
Lutarem até a morte,
Cientes de terem defendido,
A ultima chance de esperança...
Mesmo na ignorância!
E os senhores governantes,
Não se envergonham da omissão,
E das suas inertes lideranças?
É, este brutal evento da história,
Foi sinônimo de massacre,
“E característico de tendência nazista”,
Dos homens que aspiram poder,
Em suas projeções políticas,
Com prerrogativas autoritárias.
Pois,
A incorreção constitucional,
Destas berrações do crime,
Fica audaciosamente imune a punição da lei;
Porque justiça nesta má administrada nação,
Só funciona fora da corte...
Não é para todos!
E hoje...
A narrativa faz seu memorial aos oprimidos.
Honra os homens que morreram sem direito,
A uma realidade justa,
E conquistas dos sonhos primordiais.
E simbolicamente,
Passam pelo projeto da vida,
Com uma bandeira sobre seus caixões.
Estes se despedem dos laços terrestres,
Com homenagens da covardia,
Que jamais compensarão seus espíritos oprimidos,
E a perda das suas famílias.
DAR-SE O QUE TEM!
É notável a manifestação,
Das pessoas no processo eleitoral.
São tantas as formas externadas,
Pelos nossos cidadãos,
Como preferência e opinião;
Que alguns chegam a organizar metas,
E manipular comunidades e metrópoles.
Criam um verdadeiro clima de festa!
O qual sucumbe até a ignorância,
Gerando vadiagem e desordem social.
Manifestam-se com bandeiras e cartazes,
Em variadas situações de campanha,
Fantasiando o espírito eletivo da sociedade.
E as cidades em clima,
Transformam-se em cenários de disputas...
Profanando até violência.
E a empolgante divergência,
Assola a ânsia do povo,
Os levando a expectativa sem razão,
Da consciência de limites.
Com isso,
Cidadãos confrontam-se como inimigos.
Mas percebe-se então,
Que toda confluência política e simbólica,
E só da à sensação de preocupação.
Afinal...
Quem leva vantagens com tudo isto?
De quem é o lucro das eleições...
Dos abismados que brigam,
Ou dos pretensiosos afortunados?
É! E de tensão e temor,
Os não políticos,
Passam a se resguardarem da selvageria,
Causada por elementos fanáticos.
E observando o despreparo de muitos,
Para permanecer no poder,
E os sonhos do povo,
Por uma sociedade organizada,
Resta-nos apenas aguardar os resultados,
Deste seguimento indigesto.
“É, estamos no mato sem cachorro”!
Pois é deprimente ver sonhos ideológicos,
Não superarem,
A audaciosa ignorância dos homens.
E assim continuamos,
A ver políticos e militantes,
Expressarem a mesma confiança duvidosa,
Que marca décadas na história política;
O que nos dá o desconforto de perguntar:
Em quem podemos confiar?
E enquanto isso acontece,
Reforçando as nossas absurdas tradições,
Os bobos continuam balançando as bandeiras,
Ofendendo-se entre si.
Como diz o ditado...
Dar-se o que tem!
MUDA BRASIL
O Brasil precisa mudar,
Crescer e se moralizar.
Mas para tudo isto acontecer,
Precisamos despertar a consciência,
E fazer com determinação o papel nacionalista.
Nosso país está sendo escandalizado e mal visto,
Entre tantas humilhações.
Os escândalos e ofensas imorais,
São feridas na honra,
Causadas pelo descaso antipatriótico,
Das nossas eminentes estrelas...
Feridas que maculam e marcam,
A nossa pátria no contexto histórico!
Será que não está na hora de acordarmos,
E nos preocuparmos com o amanhã?
Os homens ambiciosos e esquemáticos,
Tem sido injustos com nossa nação,
Extorquindo as riquezas da união,
E lesando a boa fé de um povo passivo.
Não acham pouco,
O oportunismo,
O fascismo,
A prepotência abusiva de tantos?
E ainda para completar suas insatisfações,
Digladiam-se entre si,
Deixando como herança da sujeira política,
A imagem negativa que repercute,
Em toda imprensa.
É! Temos que dar um basta,
Neste comportamento imoral,
Destes representantes improdutivos,
Que em muitos casos,
São bem pagos para servir o país;
Chegando a receberem rendas exorbitantes,
Para compensar com máximo,
Seis dias de trabalhos em gabinetes...
Quando vão!
Imoral não é?
Quando se vê tanta miséria,
Paralela a uma riqueza improdutiva,
E mal administrada,
Bancando os caprichos dos loucos,
Desta nobreza arrogante e insensível.
DIAS MELHORES
Precisamos acreditar em um futuro,
Que nossos filhos possam viver,
A irmandade sem diferença das classes,
E dos valores morais.
Poderemos até mudar os conceitos,
Pobres e egoístas que fazemos,
No nosso individualismo...
Se houver programa de esclarecimento,
E conscientização em benefício do povo.
Saibam excelentíssimos senhores,
Que não haverá riquezas,
Numa sociedade dividida pelo orgulho,
Dos quais se acham no direito de dizer:
Sou doutor,
Catedrático e magistrado,
Ou empresário bem sucedido;
Quando se vê tantos cidadãos,
Distante das oportunidades.
Não há nobreza em tufar o peito,
Pelo simples fato de exibir altivez,
Por ser o filho do tal,
“Presidente ou general”,
Ou mero parente do secretário.
Porque pobres são os homens,
Que se envaidecem com títulos,
Quais chegam ser tão efêmeros.
É! Muitos buscam grandezas,
Nas etiquetas ou nas marcas.
E esquecem de procurarem na alma,
Porque estão absorvidos demais,
Pela corrida individualista da sobrevivência.
É senhores,
Precisamos acreditar urgentemente,
No respeito a quem devemos.
Na decência de ser digno deste respeito...
Também!
E lutarmos para nos libertarmos das doenças,
Soberbas que corrompem e ridicularizam,
A evolução de cada cidadão,
Que tem chance neste país.
Minha gente,
O Brasil é quase bom,
Porque falta bem pouco,
Para fazer-se ideal,
Diante dos exemplos...
Falta consciência de honra,
Que nosso povo ainda desconhece.
Quem sabe assim...
Não teremos dias melhores!
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Belém - Pará – Brasil
Conheça o Autor
Sou Carlos Sheredom,
Homem de personalidade romântica.
Defensor do espírito da dignidade humana.
Sou militante da justiça e igualdade social,
Desde que me entendo como ser humano.
Sou um nordestino imigrante do Ceará,
Onde vivi minha infância com orgulho!
Fui escolado no Estado do Pará...
Terra qual criei raízes.
Hoje com experiência,
Dou-me o direito de anunciar o que aprendi,
E fez do meu espírito um cidadão honrado.
Atuo na área publicitária e jornalística,
Há alguns anos.
Tenho colaborado com jornais do Pará,
Além de editar jornais como:
Gazeta do Pará e Eventos Pará...
De minha propriedade.
Hoje exploro a mídia virtual,
Com o portal www.planetanoticias.com.br,
Dentro do mesmo contexto social.
Atualmente tenho vasta relação,
Com pessoas de varias classes;
Principalmente,
Com quem representa o âmbito político.
Mas para ser direto com as palavras,
Tenho feito desta genialidade,
Meu objeto de observação.
Porém não desrespeitando sua nobreza,
Concluí que esta representação,
Pouco impressiona!
Porque assim entendo,
Que deixam a desejar,
Como referencia humana.
E como qualquer homem de bem,
Que tenta viver na verdade,
Fui alijado pelos fora-da-lei!
Quais só não me tiraram o ar da vida.
Mas infeliz daquele que tentar,
Destruir um homem de Deus...
Serão amaldiçoados com o desamor.
Vejam que só prevalece a dignidade,
A honestidade.
E a vontade do Coração que ama...
Não a corrupção da alma.
Por isso não me humilho aos césares da vida,
Nem desejo as moedas do suor do meu povo,
Porque conheço mais que tudo isto...
Conheço o caráter da alma,
E a lei do coração.
Carlos Sheredom
Bibliografia
Por: Carlos sheredom
PRODUTORA
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NA MIRA DO POVO
CRÍTICAS POLÍTICAS
Apresentação
Neta obra discursiva,
Faço cumprir-se o meu dever cidadã,
E o protesto da minha consciência política,
Qual assina por cada vírgula,
Quais dão ênfase as minhas palavras.
E sem dispensar a oportunidade...
Com minha insolência,
Desafio todo o sistema,
A medir peso de consciência!
Não é concebível,
Que temos que apelar,
Para tantas formas de manifestos;
E mesmo assim,
Não sensibilizamos os idiotas,
Da pouca vergonha,
Que covardemente escondem-se,
Tapando os ouvidos para não escutarem,
Fechando os olhos para não enxergarem,
E apagando a memória para não pensarem.
Por isso faço valer à revolta e opinião,
Do povo brasileiro.
Que neste trabalho,
Conclama o mínimo de sensibilidade,
Deste poder egoísta.
Índice
Que Vergonha!
Apropriação Indevida
Governo Anticristo
O Vicio do Trânsito
Sobrevivência ou Crime
É Pra quem Pode?
Educação
Cultura do Egoísmo
Coitados Trogloditas
Cega, Surda e Muda!
Eldorado Marcado Pelo Descaso
Dar-se o Que Tem!
Muda Brasil
Dias Melhores
Introdução
Quantas vezes aferimos e nos questionamos,
Diante desta realidade contida de fracassos.
Vivemos pincelando o dia a dia,
Com olhares de insatisfação,
Quando vemos e entendemos,
Que muitos pagam pelo erro de poucos.
E deste jeito,
Buscamos alguma forma de manifestar,
Nossa repudia alicerçada na razão.
Quantas vezes queremos falar,
O que pensamos e tememos;
Que por covardia,
Achamos que não fazer a diferença.
Pois aqui nesta obra literária,
Que conceitua os problemas brasileiros,
Faço valer este desejo do pensamento,
Que protesta contra o descaso inebriante,
Que humilha a minha percepção de ser,
E meu discernimento de cidadão brasileiro.
Então convicto do meu saber,
Convido-te para concretizar,
Minhas afirmações contra a ignorância,
Dos malfeitores por excelência.
E neste respondo,
Por toda responsabilidade como cidadão.
QUE VERGONHA!
A responsabilidade cidadã,
É um dos temas mais questionados,
Na realidade democrática.
Os projetos sociais de natureza política,
Que são aprovados pelo poder constituído,
Mal definem seus objetivos,
Diante das necessidades sociais.
O descaso na ordem,
Em todos os aspectos,
Da sociedade brasileira,
É impiedoso e imoral.
Até parece,
Que os direitos de cidadania,
Nos trabalhos políticos,
São para poucos ou escolhidos.
Não parece?
As comunidades das áreas,
De periferias das nossas cidades,
Ainda sofrem as conseqüências da descriminação,
E deste descaso oriundo da falta de consciência,
De um verdadeiro trabalho político,
Governista e social.
Este país,
“Ainda bóia na lama!”
Na lama da prostituição...
Da corrupção...
Da marginalidade...
Dos titulados omissos e cara de pau;
Assim rendendo nosso povo,
As condições do submundo dos erros e fracassos...
Sem considerar a desilusão.
Que covardia!
Não é possível que os egoístas,
E privilegiados do sistema,
Não tenham olhos...
Discernimento para enxergarem,
Tamanhos problemas,
Que se enraízam nesta mal amada,
E desrespeitada nação.
Que vergonha!
Na verdade,
O poder é covarde,
Alienado e predador.
Este faz de muitos filhos da nação...
A maioria!
Insignificantes prostrados e proscritos;
Assim crucificando nossos homens e mulheres,
Como vagabundos e até prostitutas.
Que país de poucas estrelas!
APROPRIAÇÃO INDEVIDA
Muita gente neste país...
Ainda acredita em mudanças sociais.
Mas isto seria mesmo possível acontecer?
Se os erros desta sociedade,
São originados da irresponsabilidade,
De um poder oportuno.
Existem tantas falhas criadas na soberania,
Que mesmo legais diante das leis,
Não tem coerência,
Perante esta realidade tão injusta,
Qual desaponta a compreensão,
Dos cidadãos brasileiros.
Pois...
Não cabe nem mesmo,
No raciocínio de quem não pensa,
A forma como o governo,
Estabelece suas regras,
Criando cargos públicos,
Como os vitalícios.
E como se fosse pouca,
A pretensão do poder...
Nomeiam no próprio âmbito,
Como acontece no Ministério Público,
Pessoas não concursadas,
Para atividades,
Como: procurador, conselheiro, etc.
Eis uma das falhas...
Para não dizer privilégio.
Haja oportunismo!
E o povo ainda acredita em mudanças!
Como é possível acreditar e confiar num sistema?
Qual o mal deste tão oportunista...
Mesmo na legalidade,
Já tem suas raízes constituídas,
E sobrevive como uma doença,
Dentro deste vulnerável regimento de governo.
Como é possível?
Quando o principal dos problemas,
Assola a ordem e progresso da nação...
A falta de ética e respeito cidadã!
Expliquem senhores,
Se não vos questionarei,
Baseado no que costumo ver,
No dia a dia ascendente...
Os inúmeros abusos,
Constituídos pela república.
Vejam que para mudar o Brasil,
Será preciso começar,
A reforma no vosso próprio,
Berço governista;
Só assim,
Viveremos um futuro de mudanças...
Digno de orgulho,
E promissor para o nosso povo.
GOVERNO ANTICRISTO
De quem é afinal...
A responsabilidade?
Em manter a ordem social,
Neste país chamado Brasil,
Que já se encontra tomado pelo crime.
Afinal!
Quais são as diretrizes,
E providencias tomada por este governo,
Para que a população,
Tenha o mínimo de segurança,
E certeza do amanhã?
Às vezes...
Até atribuímos ao pensamento,
Que nossa constituída nação,
Não passa de um circo em cena...
Onde os poderes fazem o papel do palhaço;
E a injustiça,
Do crime que entra em cena.
E o governo...
O que faz enfim?
Age com tanto descaso,
Que já perdeu o respeito cidadã.
Na realidade...
O que compete de fato,
Ao titulado presidente da república,
E seus súditos soberanos?
Cuidar do seu povo,
Ou promover tratados entre nações,
Com propósitos de paz,
Caridades e interesses,
Que mais parece coisa do anticristo.
O VICIO DO TRÂNSITO
Se o povo comete erros,
Perante as leis de trânsito,
Não é porque querem;
E sim,
Porque não é educado,
Para uma consciência devida,
E consequentemente,
Prevalecem os maus costumes.
E o governo...
Convenientemente se aproveita,
De tal realidade onde todos são culpados,
Para cumprir seu propósito de extorsão,
Que na legalidade,
Faz valer seu doente poder de tirania.
Portanto espertíssimos senhores deste poder,
Todo problema de ordem social,
Desta deselegante cidadania,
É oriundo do descaso soberano,
Que fecha os olhos para dignificar,
A educação coletiva.
Mas será que os senhores,
Sabem de fato o que é educação?
Pelo visto não!
Pois falta gente preparada,
De hombridade humana,
Para fazer política,
Assumir desembargos e governos;
Assim como faltam,
Representantes na lei,
Que ajam com civilismo e consciência,
Nas situações do dia a dia,
Da fiscalização de trânsito,
Nas grandes cidades;
E não,
Como “pau mandado”,
Notificando e multando,
As falhas de uma rotina,
Que sempre foi comum,
Na vida social do brasileiro.
Para ser mais claro...
Tirando dinheiro do povo,
Para engordar um dos caixas,
Mais afortunado deste sistema.
E o pior de tudo...
É que além desta extorsão legal,
Estes agem com atitudes suspeitas,
Geralmente escondidos pelas esquinas,
Tirando proveito do descuido dos motoristas,
Neste aglomerado e agitado trânsito estressante.
E desta forma engordam,
Suas cadernetas de notificações,
Com intenções não escusas.
Que ridículo!
SOBREVIVÊNCIA OU CRIME
A pretensão dos que fazem pirataria,
Como atividade de trabalho,
E dos quais sobrevivem na ilegalidade,
Como as casas de jogos eletrônicos,
E mercadores da clandestinidade,
A princípio não deveria ser considerada,
Crime perante a lei.
Até porque,
Se o poder de soberania,
Cumprisse o direito de cidadania,
Como é obrigação de fato,
A realidade da sociedade seria de dignidade;
Portanto,
Que o povo lute pelo seu espaço,
E conquistem o que é de direito...
Sobreviver!
E os senhores da lei,
Se façam dignos,
Para exercer o mínimo de consciência...
Equilibrar as necessidades da população!
Em vez de investirem,
Nos suntuosos palácios do poder,
E casas de jogatinas,
Que voz consideram legais...
Casas lotéricas!
Afinal autoridades da justiça,
Certos erros do povo,
Não são sinônimos de crimes,
Bem menos superiores aos do poder,
Que muitas vezes são oportunamente constituídos.
E se for...
Reflete bem menos nos cofres públicos,
Que as falcatrua dos bandidos,
Que sobrevivem nas cortes governistas.
Pois não se pode tirar do povo,
O que este pouco tem para dar!
Bem menos o suor que malmente mata a fome.
Se a sede do sistema é dinheiro...
Porque não cobram impostos?
De forma justa e objetiva,
Como taxa unificada,
Para todas as classes de trabalho.
É! Bem sabemos,
Que os direitos a cidadania,
Fica só no papel...
Não são para todos desta sociedade.
E que soluções geradas pela própria população,
Tem funcionado como sobrevivência,
Para muitas famílias...
Além de gerar emprego!
Bom,
Aqui fica aberto para questionamento público,
A consciência corrompida da lei...
Para os quais são conhecedores,
Da questão pública,
E dos princípios que regem a constituição.
Para assim se darem o direito de perguntarem:
Quais definições dariam para este povo humilhado,
Por não terem as mesmas chances,
Que privilegiam vossas vidas.
Compartilhariam da fome?
Comungariam com o desespero?
Que corrompem os costumes da cidadania.
Respondam pelo menos a si,
Ou mostrem-se incapazes por assim ser!
Vamos respeitar esta gente,
Que faz o jogo sem exigir.
Pelo menos o respeito,
Já faria jus,
A estes que sobrevivem do trabalho,
Trocando dignidade,
Por uma bocada de feijão e farinha,
Nesta realidade de injustiça e tirania,
Que vós conhecem muito bem.
É PRA QUEM PODE?
Nossa independente nação,
Vive permanentemente,
Situações de crises econômicas;
Onde o desatino da administração,
Evidencia cada vez mais o descaso,
Que suplanta a generalizada diferença,
Entre as classes sociais.
A economia social,
Na política deste país,
É catastrófica e injusta,
Na qualidade de vida deste povo...
Sem perspectivas e perseverante,
Mesmo sem direção.
O programa de distribuição de rendas...
Se é que este existe!
É estrategicamente oportuno,
Desonrado e favorecedor.
Muitos brasileiros,
Nem sonhando,
Fazem parte de fato,
Dos direitos assegurados ao cidadão.
Mas a nobreza...
Principado do poder,
Econômico e da corte soberana,
É gloriosamente realizada,
Em seus dias,
“E participativa nos lucros da nação”.
É, é pra quem pode!
Mas para que tenhamos,
Como referência do descaso,
E exemplo desta realidade bandida,
Vejamos alguns fatos,
Que consequentemente contribuem,
Para esta circunstância:
As questões dos cargos vitalícios,
Ocupados por nomeações,
E seus milionários salários,
Que sobrepõem os vinte mil reais.
As remunerações no setor legislativo,
Que atinge valores,
De cinqüenta mil reais.
As folhas de pagamentos,
Do poder executivo,
Que ultrapassam os 50%,
Das receitas tributárias,
Em algumas regiões.
Sem deixar de considerar,
Os privilegiados que entram,
Para quadros funcionais,
“Pelas janelas”...
Isentos de concursos públicos!
E os humildes salários...
Ficam como gorjetas,
Para a massa conformada.
É! Esse é o nosso Brasil...
País de um povo plebe,
Por não investir no espírito cidadã,
E corrompido em suas raízes,
Pelo orgulhoso da intelectualidade,
Que formam nossos doutores.
EDUCAÇÃO
O governo brasileiro tem como dever,
Proporcionar educação digna a seu povo.
Dar-lhes ensino justo e formação futurista,
Em vez de aprendizado de sobrevivência.
É preciso urgentemente preparar,
Novo projeto de estudo para a escola,
Como método de ensino básico,
Que estimule interesse ao conhecimento.
Investir no esclarecimento cultural,
Que integre a sociedade brasileira,
A uma visão segura e consciente de vida.
É necessário qualificar o espírito humano,
E os valores profissionais daqueles,
Que ministram e orientam herdeiros do país.
Assim deveria ser imperativa,
A obrigação do governo,
Em evitar a evasão nas escolas;
Devendo este abraçar a nobre causa,
Que é de extrema importância nas mudanças,
Para que todos tenham acesso à cidadania.
É prioritário que levem a sério a informação,
Porque este é o único caminho para garantir,
Os direitos e a boa qualidade de vida,
Dos homens e da consciência terrestre.
Precisamos colocar a vanguarda,
A tarefa de educar e conscientizar o povo,
Das suas responsabilidades humanas,
Para que fortaleça a redenção do futuro;
Antes que a história cumpra o rito sistemático,
E enterre o Brasil na vergonha.
Senhores de frente...
Educação é sinônimo de progresso.
Consciência é aversão à injustiça social.
Futuro digno é sonho de todos brasileiros;
Mas a realidade do nosso país,
Ainda é de submundo.
Este é o retrato desta república,
Imagem de muitas caras.
Que lamentavelmente se sustenta,
Pela cegueira dos alcaides...
Pobres espíritos do mundo!
Os quais ignoram os passos da educação.
CULTURA DO EGOÍSMO
A alta cúpula da sociedade brasileira,
Vive o gozo e seus delírios neste apogeu.
Sugestionada pelo o oportuno capitalismo,
Que se adequou a uma cultura egoísta,
Onde privilegia grupos isolados;
Assim definindo padrões de vida,
Que acabam descriminando pessoas,
Como dispensáveis indigentes.
É comum tal regimento estabelecido,
Nos costumes democráticos do Brasil;
Tanto que consiste como verdade,
Nos princípios vivos de cidadania...
A imparcialidade diante deste processo,
Individualista e desumano.
Falta uma referencia altruística,
Na consciência dinâmica dos costumes,
Que enseja os afortunados de intelecto.
O Brasil,
Como muitos países,
Tem uma gama de talentosos...
Por méritos ou dom!
Mas ainda não aprendeu a se respeitar,
Como comunidade sociável.
Pois sofre por acomodar-se a ignorância,
Com seus títulos que não superam a mesquinhez.
COITADOS TROGLODITAS
Com respeito à soberania,
Neste dou-me o direito,
A expressar-me e perguntar:
Será que é ingenuidade vossa,
Imaturidade ou formação religiosa,
Qual desperta em seus conceitos,
Tanta piedade da classe criminosa,
Chegando a considerar os direitos,
Com tanta veemência...
Como os direitos humanos?
É! É muita complacência,
Os olhos deste juízo,
Ver com a alma,
Direito de quem chacina a razão.
Pelo visto,
Ser bandido ou desviante social,
Neste país que aparenta o respeito,
É uma alternativa democrática de vida,
Que não se exclui dos direitos cidadãos.
Que insensatez!
Certos crimes contra a cidadania,
Não deveriam ser julgados pelo poder,
E sim pela opinião pública;
Como faz o povo,
Nas eleições.
Pois a justiça injusta,
Agride o bom senso,
E desvirtua a ordem dos fatos.
Senhores,
“Os tiranos realmente são dignos”...
Dos direitos limitados!
Como campos de concentrações produtivos,
Em tarefas de Trabalhos,
Para ocuparem suas mentes ociosas,
E não conservarem as idéias do diabo.
É...
Mas os coitados trogloditas,
Parecem ser motivados,
Com tanta preocupação,
Em suas consciências humanitárias,
Defendendo este produto humano,
Quando o assunto está relacionado,
Aos direitos humanos...
Que só falta,
Estes darem o titulo de Excelência,
Para os criminosos desta nação.
Considerando que,
Alguns destes já foram manchetes,
Em grandes veículos da impressa nacional.
Cuidado senhores!
O lixo fede,
Suja e contamina a moral,
E dissemina como um câncer.
CEGA, SURDA E MUDA!
É difícil descrever o posicionamento da justiça,
Em alguns seguimentos da sua execução.
Muitas pessoas,
Entre tantas autoridades,
Entendem que a justiça constituída por leis...
Principalmente no nosso versátil país!
Enquadra-se dentro do aspecto pejorativo,
Com a imparcialidade;
Até a simbolizam como:
Cega,
Surda e muda.
Tamanha é a verdade!
Podemos crê até no exagero.
Pois lhes falta olho para vê,
Ouvido para escutar,
E boca para falar,
Em nome da coragem ou,
Em defesa de uma sociedade justa.
É falta compostura diante dos fatos notórios,
Como prisões seguidas de liberdade,
Nas classes influentes e poderosas.
Que certamente investigadas minuciosamente,
E julgadas no teor e rigores da lei,
Não escapariam na impunidade.
Mas como no Brasil,
A constituição é rica,
E abrangente em recursos;
Porém permitindo,
Que o código penal,
Torne tais façanhas possíveis,
Abrindo brechas para impunidade...
Tudo acaba resultando na imparcialidade,
Injusta e indevida aos deveres de cidadania.
Assim desconjurando a verdade,
E concebendo uma realidade de desrespeito moral.
É! Quanto descaso com vossa autoridade,
Tão digna de nobreza.
Pois há quem diga,
Que esta tem a estigma,
De dois pesos duas medidas...
Peso devido e indevido!
Assim como o favorecimento,
De quem tem ou não tem,
É ou não é,
Pode ou não pode.
É senhores,
Nossa justiça precisa rever,
Seus princípios de ordem,
E ter mais determinação,
Com a consciência de civilismo;
Talvez assim,
Esta conquiste sua dignidade,
E faça do seu povo,
Cidadãos seguros,
E confiante no espírito.
ELDORADO, MARCADO PELO DESCASO!
A crueldade impensada dos poderosos,
Marcou com sangue a região norte do país.
Levando novamente a nossa história,
A registrar irresponsabilidades do poder.
As feridas que causaram a dor,
E a indignação desta sociedade,
São conseqüentes da má determinação,
Dos elementos que responde pelo governo.
Em meados de abril,
De mil e novecentos e noventa e seis,
Morreram no conflito em Eldorado dos Carajás,
No estado do Pará,
Dezenove cidadãos que reivindicavam,
O direito a terra...
Um verdadeiro genocídio!
Tudo aconteceu estupidamente,
Sem consenso das autoridades.
A precisão das decisões tomadas,
Por componentes do governo,
Não deixou alternativa para estes filhos da nação.
Estes fatos inconseqüentes,
Vem acontecendo em plena realidade democrática.
Tais atos criminosos,
Viola os direitos humanos,
Assim como qualifica o despreparo,
E a inexperiência protagonista,
Deste cenário governista.
Vejam,
Que o movimento sem terra,
Tornou-se uma das maiores manifestações,
Em defesa do direito as condições de vida,
Do povo pobre brasileiro.
Não é possível que os governos,
Federal e estadual,
Continuem brincando com a realidade,
E menosprezando este serio problema,
Assim permitindo,
Que a luta pelo direito a qualidade de vida,
Sustente uma concepção errada,
De proferir seu espaço:
Como invadir propriedades produtivas,
“E direito que não lhe assiste”,
Com o que é dos outros.
É! E muitas vezes,
Lutarem até a morte,
Cientes de terem defendido,
A ultima chance de esperança...
Mesmo na ignorância!
E os senhores governantes,
Não se envergonham da omissão,
E das suas inertes lideranças?
É, este brutal evento da história,
Foi sinônimo de massacre,
“E característico de tendência nazista”,
Dos homens que aspiram poder,
Em suas projeções políticas,
Com prerrogativas autoritárias.
Pois,
A incorreção constitucional,
Destas berrações do crime,
Fica audaciosamente imune a punição da lei;
Porque justiça nesta má administrada nação,
Só funciona fora da corte...
Não é para todos!
E hoje...
A narrativa faz seu memorial aos oprimidos.
Honra os homens que morreram sem direito,
A uma realidade justa,
E conquistas dos sonhos primordiais.
E simbolicamente,
Passam pelo projeto da vida,
Com uma bandeira sobre seus caixões.
Estes se despedem dos laços terrestres,
Com homenagens da covardia,
Que jamais compensarão seus espíritos oprimidos,
E a perda das suas famílias.
DAR-SE O QUE TEM!
É notável a manifestação,
Das pessoas no processo eleitoral.
São tantas as formas externadas,
Pelos nossos cidadãos,
Como preferência e opinião;
Que alguns chegam a organizar metas,
E manipular comunidades e metrópoles.
Criam um verdadeiro clima de festa!
O qual sucumbe até a ignorância,
Gerando vadiagem e desordem social.
Manifestam-se com bandeiras e cartazes,
Em variadas situações de campanha,
Fantasiando o espírito eletivo da sociedade.
E as cidades em clima,
Transformam-se em cenários de disputas...
Profanando até violência.
E a empolgante divergência,
Assola a ânsia do povo,
Os levando a expectativa sem razão,
Da consciência de limites.
Com isso,
Cidadãos confrontam-se como inimigos.
Mas percebe-se então,
Que toda confluência política e simbólica,
E só da à sensação de preocupação.
Afinal...
Quem leva vantagens com tudo isto?
De quem é o lucro das eleições...
Dos abismados que brigam,
Ou dos pretensiosos afortunados?
É! E de tensão e temor,
Os não políticos,
Passam a se resguardarem da selvageria,
Causada por elementos fanáticos.
E observando o despreparo de muitos,
Para permanecer no poder,
E os sonhos do povo,
Por uma sociedade organizada,
Resta-nos apenas aguardar os resultados,
Deste seguimento indigesto.
“É, estamos no mato sem cachorro”!
Pois é deprimente ver sonhos ideológicos,
Não superarem,
A audaciosa ignorância dos homens.
E assim continuamos,
A ver políticos e militantes,
Expressarem a mesma confiança duvidosa,
Que marca décadas na história política;
O que nos dá o desconforto de perguntar:
Em quem podemos confiar?
E enquanto isso acontece,
Reforçando as nossas absurdas tradições,
Os bobos continuam balançando as bandeiras,
Ofendendo-se entre si.
Como diz o ditado...
Dar-se o que tem!
MUDA BRASIL
O Brasil precisa mudar,
Crescer e se moralizar.
Mas para tudo isto acontecer,
Precisamos despertar a consciência,
E fazer com determinação o papel nacionalista.
Nosso país está sendo escandalizado e mal visto,
Entre tantas humilhações.
Os escândalos e ofensas imorais,
São feridas na honra,
Causadas pelo descaso antipatriótico,
Das nossas eminentes estrelas...
Feridas que maculam e marcam,
A nossa pátria no contexto histórico!
Será que não está na hora de acordarmos,
E nos preocuparmos com o amanhã?
Os homens ambiciosos e esquemáticos,
Tem sido injustos com nossa nação,
Extorquindo as riquezas da união,
E lesando a boa fé de um povo passivo.
Não acham pouco,
O oportunismo,
O fascismo,
A prepotência abusiva de tantos?
E ainda para completar suas insatisfações,
Digladiam-se entre si,
Deixando como herança da sujeira política,
A imagem negativa que repercute,
Em toda imprensa.
É! Temos que dar um basta,
Neste comportamento imoral,
Destes representantes improdutivos,
Que em muitos casos,
São bem pagos para servir o país;
Chegando a receberem rendas exorbitantes,
Para compensar com máximo,
Seis dias de trabalhos em gabinetes...
Quando vão!
Imoral não é?
Quando se vê tanta miséria,
Paralela a uma riqueza improdutiva,
E mal administrada,
Bancando os caprichos dos loucos,
Desta nobreza arrogante e insensível.
DIAS MELHORES
Precisamos acreditar em um futuro,
Que nossos filhos possam viver,
A irmandade sem diferença das classes,
E dos valores morais.
Poderemos até mudar os conceitos,
Pobres e egoístas que fazemos,
No nosso individualismo...
Se houver programa de esclarecimento,
E conscientização em benefício do povo.
Saibam excelentíssimos senhores,
Que não haverá riquezas,
Numa sociedade dividida pelo orgulho,
Dos quais se acham no direito de dizer:
Sou doutor,
Catedrático e magistrado,
Ou empresário bem sucedido;
Quando se vê tantos cidadãos,
Distante das oportunidades.
Não há nobreza em tufar o peito,
Pelo simples fato de exibir altivez,
Por ser o filho do tal,
“Presidente ou general”,
Ou mero parente do secretário.
Porque pobres são os homens,
Que se envaidecem com títulos,
Quais chegam ser tão efêmeros.
É! Muitos buscam grandezas,
Nas etiquetas ou nas marcas.
E esquecem de procurarem na alma,
Porque estão absorvidos demais,
Pela corrida individualista da sobrevivência.
É senhores,
Precisamos acreditar urgentemente,
No respeito a quem devemos.
Na decência de ser digno deste respeito...
Também!
E lutarmos para nos libertarmos das doenças,
Soberbas que corrompem e ridicularizam,
A evolução de cada cidadão,
Que tem chance neste país.
Minha gente,
O Brasil é quase bom,
Porque falta bem pouco,
Para fazer-se ideal,
Diante dos exemplos...
Falta consciência de honra,
Que nosso povo ainda desconhece.
Quem sabe assim...
Não teremos dias melhores!
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Belém - Pará – Brasil
Conheça o Autor
Sou Carlos Sheredom,
Homem de personalidade romântica.
Defensor do espírito da dignidade humana.
Sou militante da justiça e igualdade social,
Desde que me entendo como ser humano.
Sou um nordestino imigrante do Ceará,
Onde vivi minha infância com orgulho!
Fui escolado no Estado do Pará...
Terra qual criei raízes.
Hoje com experiência,
Dou-me o direito de anunciar o que aprendi,
E fez do meu espírito um cidadão honrado.
Atuo na área publicitária e jornalística,
Há alguns anos.
Tenho colaborado com jornais do Pará,
Além de editar jornais como:
Gazeta do Pará e Eventos Pará...
De minha propriedade.
Hoje exploro a mídia virtual,
Com o portal www.planetanoticias.com.br,
Dentro do mesmo contexto social.
Atualmente tenho vasta relação,
Com pessoas de varias classes;
Principalmente,
Com quem representa o âmbito político.
Mas para ser direto com as palavras,
Tenho feito desta genialidade,
Meu objeto de observação.
Porém não desrespeitando sua nobreza,
Concluí que esta representação,
Pouco impressiona!
Porque assim entendo,
Que deixam a desejar,
Como referencia humana.
E como qualquer homem de bem,
Que tenta viver na verdade,
Fui alijado pelos fora-da-lei!
Quais só não me tiraram o ar da vida.
Mas infeliz daquele que tentar,
Destruir um homem de Deus...
Serão amaldiçoados com o desamor.
Vejam que só prevalece a dignidade,
A honestidade.
E a vontade do Coração que ama...
Não a corrupção da alma.
Por isso não me humilho aos césares da vida,
Nem desejo as moedas do suor do meu povo,
Porque conheço mais que tudo isto...
Conheço o caráter da alma,
E a lei do coração.
Carlos Sheredom
Bibliografia
Por: Carlos sheredom
EM LIVROS
Manifestos de um Xerife / Crítica
Sétima Revelação – O Ultimato / Crônica
Escriba – O Doutor da Lei / Crônica
Na Mira do Povo / Crítica
Olhos da Consciência / Crítica
Marcas de Paixão / Poema
História de Amor / Poema
Garota de Programa / Poema
Cinderela – Declarações de Amor / Poema
Esperança / Poema
Fascinação / Poema
Uma Rosa Chamada Leonita / Poema
Uma Estrela Chamada Leonita / Poema
Guerreiro de Dan / Poema
Estigma do Desejo / Poema
Sarita / Poema
Sereia / Poema
Estrela do Mar / Poema
Santa Paixão / Poema
Princesa das Águas / Poema
Deusa da Lua / Poema
Doce Veneno / Poema
EM CDs
Marcas de Paixão / Poesia
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Chamas do Coração / Poesia
Resgate da Alma / Poesia
Manifestos de um Xerife / Crítica
Sétima Revelação – O Ultimato / Crônica
Escriba – O Doutor da Lei / Crônica
Na Mira do Povo / Crítica
Olhos da Consciência / Crítica
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Cinderela – Declarações de Amor / Poema
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Sarita / Poema
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