Quem sou eu

Escritor cronista, jornalista e Poeta romântico, conhecido como o poeta apaixonado ou, o xerife do futuro! Compromissado com a liberdade da Consciência.

Livro - História de Amor

Carlos Sheredom





Um conto poético que fala em versos,
de um grande amor por uma dama da noite.














Direitos autorais reservados a
CARLOS SHEREDOM
Adi tos a
Rogerlina Gonçalves Nascimento





Minha paixão,
Narrada em poemas,
Que falam de um amor destemido.
Vivida no espírito,
Amante e sonhador,
E inspirada numa donzela,
Das noites da vida...
A mais bela das meretrizes!





Uma seleção de versos e poesias,
Inspiradas nas experiências vividas,
Por Carlos Sheredom




Conheça o poder,
Deste amor bandido!
Você se fascinará,
Com a ousadia do sentimento,
Puro e escravizado pelo destino,
Na verdade do coração,
De um idolatra amante,
Que vive esta emoção sem fim,
De forma que só o amor explica.




APRESENTAÇÃO

Você que tem um coração amante,
E curte inspirações poéticas,
Conheça um pouco mais,
Deste universo tão sentimental,
No glamour de Carlos Sheredom.
Neste,
Você conhecerá,
Um grande apelo,
Na expressão literária
No romantismo do poeta apaixonado...
O idólatra do amor!
Carlos Sheredom é um sonhador,
Que vive intensamente,
Os sonhos da alma.
E acima de qualquer conceito,
Da realidade humana,
Este viaja no espírito do amor,
Superando barreiras.
E como se fosse pouco,
Externa suas emoções,
Revelando seu grande amor,
Por Elane.
Fazendo assim,
Da sua própria história,
Pura dicotomia,
Como retrato de sentimento.




OFERECIMENTO

À,
Uma das mulheres,
Mais encantadoras,
Que conheci,
E tive o privilégio de conviver,
Até viver uma relação,
De marido e esposa,
Por três anos.
Sua simpatia e brilho feminino,
Eternizou em minha vida,
A felicidade,
Em momentos,
Que se tornaram inesquecíveis.
Sua chegada na trajetória do meu destino,
Foi crucial!
Algo como obra da criação.
Mas lamentavelmente,
Sua saída do meu mundo,
Não aconteceu de forma humana.
Deixou marcas!
Como se tivesse me jogado ao infinito,
Causando-me o maior dos sofrimentos,
Que já vivi...
Dor feito desespero!
Imaginem-me,
Como o sol sem chamas.
Elane,
Foi obra de amor na minha vida,
Mas também,
Um devaneio do destino,
Que me matou vivo.
Mas apesar de tudo,
Agradeço a ela por ter me dado,
A oportunidade de viver,
Um pouco do seu legado.
Por isso,
Ofereço com todo respeito,
Que um homem deve,
A uma mulher,
Esta obra poética,
Que não existiria,
Sem sua passagem na minha vida.
Obrigada por tudo!
Você é dez!
Apesar...
De ter ferido meu coração,
Com tanto desprezo.





INDICE

Minha História de Amor
Desde então
Menina dos meus Olhos
Estação do Amor
No Alento do Luar
Teu Universo
Como Amantes
Pensar em Você
Mulher Amada
Algo Em Comum
No Pôr do Sol
Meu Trevo
Rainha da Noite
Garimpeiros da Noite
Magia do Pecado
A tua Procura
Olhos da Alma
Por amor a Minha Elane
No Teu Ninho
Meu Sonho de Amor
Razão sem razão
Motivação
Palco da Vida
Olhos que Falam
Oportunidade
Paixão Mortal
Garota de Programa
A Madrugada
Castigo
A Desilusão
Rotina
Amores que Choram
Mulher
Astúcia do Amor
Estação da Vida





INTRODUÇÃO

Está no ar,
A força do romantismo,
Para você que busca no sentimento,
O poder do coração.
Fique atento aos poemas,
De Carlos Sheredom,
O poeta apaixonado;
Qual nesta obra,
Oferece-lhe como inspiração,
A própria experiência vivida,
Com o encanto da fascinação.
Para enriquecer seu desejo,
E dar-lhe convicção,
Da grandeza do amor,
Quando este tocar,
Sua alma de amante sonhador.
Venha sonhar comigo,
Nesta epopéia,
Da minha flamejante emoção.
Você é meu convidado,
A interagir no romantismo,
Do mundo da poesia,
Nesta produção romântica,
Inspirada pelo meu coração,
Como o melhor deleite,
Para os espíritos apaixonados.
Quem sabe assim,
Seu coração encanta o destino,
Que te leve ao paraíso da imaginação.
Veja,
Este trabalho,
Vai estremecer seus pensamentos,
Porque foi feito para derrubar,
As muralhas do seu coração.
Então,
Você quer poemas,
Magia e emoção?
Aqui achará,
Na luz das palavras,
Em versos e melodias ocultas,
Que vão despertar seus sentimentos,
Que hibernam na solidão.
Seja bem vindo,
A viagem de:
Carlos Sheredom.




“Minha História de Amor”

Quando nos vimos pela primeira vez,
Em uma casa de shows,
Das noites da vida,
Você tocou em meu queixo,
Com a malícia de uma mulher vivida,
E eu,
Segurei sua mão,
A convidando para um drink,
Na luz discreta,
Daquele ínfimo lugar.
Então,
Instintivamente lhe dei um beijo,
Como se tivesse buscando em ti,
Algo espiritualmente e intimo,
Que falasse para o meu coração,
De um velho amor amigo,
Que nossas almas em comuns,
Já conhecesse.
E assim saímos para aventurar,
Na noite que mudou nossas vidas;
Desde então,
Nunca mais tirei você do meu peito!
Assim me apaixonando como um adolescente,
Deslumbrado com sua beleza.
Nossa!
Como te amei.
Fiz tudo o que meu coração,
Pediu para fazer.
Falei do sentimento em poesias,
O que o amor pediu para dizer.
Usei até o meu corpo,
Fazendo deste,
A paisagem poética,
Para gravar o seu retrato,
De anjo sedutor,
Com seu nome,
Entre os pelos da minha pele;
Além de tatuarmos o sol,
Que fizemos em diferentes partes,
Dos nossos corpos,
Com os mesmos detalhes,
Para lembrarmos na distância,
Da luz que aquecia,
Dois loucos amantes.
Estes,
Enfeitiçados,
Pela sedução do desejo,
Nascido de um beijo roubado,
Numa aventura promiscua;
Porém,
Repleta de calor,
Que apenas começava,
Em nossos corações.
Eis minha história de amor,
Que em muitas poesias,
Ainda haverei de declamar.
“Desde Então”

Desiludido eu sobrevivo,
Mesmo desestruturado,
Tento reviver meus sonhos,
E desencantado entender minha vida,
E no desanimo,
Procuro forças para viver,
Então desnorteado,
Não sei mais o que fazer,
E desvanecido,
Vivo a pensar,
Porque desconsolado,
Ainda espero um dia,
Você voltar,
E assim desesperado,
Estou a vagar,
Pois desatinado,
Faço até o impossível,
Para não te decepcionar,
Porque desprezado,
Morro na dor da saudade,
E no desamor,
Sigo a estrada,
Sem encontrar o caminho,
Para te alcançar,
E tão desprovido da tua presença,
Quase morro,
Por falta da tua essência.
Como me sinto desmistificado,
Das fantasias do destino,
Que me faz perecer,
De tanta dor com impaciência.
E desafiado por tua imprudência,
Castigo-me,
Com tua frieza impensada,
Com tantas conseqüências.
Desde então,
Sofro desconjurado no amor,
Pelo teu orgulho,
E com a lei do teu silêncio,
E descarregando lágrimas,
Por dias infinitos,
Sigo desolado,
Como as rosas,
Que murcham no campo,
Então tua face misteriosa,
E desconhecida,
Torna-se assustadora,
Mas mesmo descontente,
Sinto-me grande,
Ao expressar com a magnitude,
Desta desencadeada luz,
Chamada...
Amor!



“Menina dos Meus Olhos”

Ali estava ela,
Na passarela do luar,
Na praça dos desejos,
Como simpatia do meu prazer.
Era ela,
A princesa mais bela,
Graciosa menina,
Linda como o encanto de Era.
Deusa,
Que diante dos meus olhos,
Sua sedução,
Meu coração imputava,
Com o desejo do amor.
Então sonhei,
Com vontade de nascer de novo,
Para conquistá-la,
Sem me importar com seu mundo,
Qual,
Não o conhecia.
Eis que momento único,
Que fez de mim,
Seu inspirado poético,
Que descobriu na sua magia,
A provocação de uma deusa.
E na beleza dos seus cabelos cacheados,
Molhados e sensuais,
Senti o encanto que me enfeitiçara,
Cegando-me como amante.
Ela era,
Então,
A direção de uma nova vida!
Talvez,
Um novo amor,
Qual nascera para a felicidade,
Que batera na porta,
Do meu coração solitário.
É!
E entre olhares que se aventuravam,
Na noite de primavera,
Olhamos-nos e conversamos,
Em minutos,
Que logo deixara saudade.
E daí,
Não mais esqueci seu rosto,
Fabulosa e maravilhosa,
Elane!
Filha de Zeus,
Deus de Era.
E o que posso dizer-te,
Jovem adorável como a flor,
Para tornar possível,
Aquele sonho real,
De quem acredita em destino,
E vive a espera deste amor?
Veja menina dos meus olhos,
Apenas o que posso dizer-te,
Que não esqueci nada,
Nem mesmo seu jeito de me olhar!
Olhar,
Que no espírito do desejo,
Renovou a minha esperança,
De amar e viver nas loucuras,
De um amor sem fim,
No fôlego da ânsia,
Só com você.




“Estação do Amor”

Com meu coração no ar,
Tento te falar deste amor,
Que sofre por esperar.
Este sentimento de ternura,
Que não me deixa calar,
Porque sabes,
Que você haverás de escutar.
Pois tentei tantas vezes expressar,
O que guardo,
No meu sofrido coração,
E você,
Não prestou se quer,
Atenção.
Fui a tua procura,
E não te achei,
Tentei o telefone,
E você não atendeu,
Então,
Espalhei cartas e cartas,
Por caminhos do teu destino,
Nem mesmo assim,
Alcancei os teus olhos,
E desesperado sem saber o que fazer,
Apelei,
Anunciando o poder,
Deste meu destemido coração,
Entre folhas de um jornal,
E ali esta a minha confissão de amor,
Em forma de poesia.
E como se fosse pouco,
Eu tento alcançar os teus ouvidos,
Declamando-te mais este poema,
Para declarar este amor,
Que você não soube interpretar.
Este amor,
Que sobrevive em poesias,
Que no clube da poesia,
Sempre venho recitar.




“No Atento do Luar”

Em certa noite,
De um dia especial,
Abençoado pela magia do desejo,
Na terra das ilusões,
Você surgira como imagem iluminada,
Que fascinara meu ser,
Irradiando paixão.
E sem me conter,
Diante do seu véu,
Que ocultava seu disfarce,
Ao me olhar,
Passei a te admirar,
Sendo tomado,
Pela força deste olhar.
Pois nada mais eu enxergava,
Naquele momento que me hipnotizara,
A não ser,
O poder apaixonante,
Da sua sedução feminina,
Qual,
A meu espírito dominava,
No alento,
Daquela noite de luar.
Então,
Na minha deslumbrada emoção,
Aguçada pelo desejo do coração,
Não mais perdi você do olhar.
E como graça pelo gosto do prazer,
Senti na alma,
Que bem mais te amava,
Porque sua natureza de mulher,
Respondia meus anseios,
Fazendo daquele instante,
O sonho do velho destino.
É! Foi tão bom nos conhecermos.
E atraídos pelo impulso desconhecido,
Tornamo-nos vitimas dos laços do amor.
E ali começava uma nova história,
Que entre olhares curiosos,
Despertava os nossos corações amantes,
Para viver a vontade da magia.
Eis que ironia tão bela,
Do nosso destino!
Pois caberia ao tempo,
Realizar o futuro,
E uma saga de amor,
Vivida nas loucuras da paixão,
Por um homem sonhador,
E a mais extraordinária das damas,
Que ao meu coração já tocou...
A amável e incomparável,
Fada do amor...
Minha Elane!




“Teu Universo”

Outrora me disseste,
Que jamais deixarias de me amar,
Porque fui tua grande paixão,
Teu primeiro amor,
E eu acreditei!
Então perguntei,
Você respondeu-me...
De tudo na vida,
Você foi o melhor dos meus sonhos.
Pois ter o mundo sem você,
É mesmo que não ter!
E eu ressaltei...
Dar-me teu universo,
Este corpo celeste,
Com a estrela da tua alma mágica,
Porque nele,
Farei dos dias,
Encantos maravilhados de ternura!
E assim,
Na simplicidade,
Você respondeu-me...
Já não despistes teus olhos para vê-lo?
Porque duvidas do meu amor?
E inconformado te implorei,
Suplicando ao teu espírito...
Mostra-me a porta,
Onde eu possa entrar,
E mergulhar no teu ser.
E no sim das tuas palavras,
Teu coração me expressou dizendo...
Tudo que diante dos teus olhos revela-te,
Não sobreviveria sem o acalento,
Do teu fascínio,
Que me sangra de ardor.
O que te faltas,
Para viajar no êxtase deste cosmo,
Que te deseja,
Com a fervura do meu coração?
Vem!
Vem e tome posse do que é teu.
Eis que então,
Abrirei a porta do meu mundo,
Com a leveza do meu espírito,
Para acolher-te no meu universo,
Que na sede encanta-te,
E mata-te de saudade,
Do meu calor.




“Como Amantes”


Quantas vezes abrimos as cortinas,
Nas noites vividas,
Em busca de aventuras,
Obcecados pelo desejo?
É!
Quantas vezes fechamos as cortinas,
Nas baladas da vida,
Com a pele a clamar por amor?
Assim deixando cair o véu da timidez,
Para nos descobrirmos na intimidade do gosto,
E viver a febre do amor,
No fetiche dos espelhos,
Entre quatro paredes,
Que nos motéis do nosso destino,
Aquecia-nos num só espírito.
É!
Em quantos oásis do amor,
Guardamos nossos segredos de amantes?
E assim vivemos as loucuras,
Nas pousadas dos confins,
Descobrindo um amor sem fim...
Amor selvagem com ardor...
Amor bandido com calor...
Amor amigo sem pudor!
E hoje o que fizemos da paixão?
A transformamos em lembranças,
Fazendo deste sentimento,
Um mar de lamentação,
Como fazem os namorados,
Que só acreditam no desejo,
Que despreza o coração.




“Pensar em Você”

A cada momento que imagino,
O calor dos seus beijos,
E o ardor do desejo do seu corpo,
Faz-me sentir a vida,
E acreditar no amor,
Que sempre busquei.

Pensar em você,
Encanta meu espírito,
E consola meu coração,
Como um sonho de fantasia,
Que um dia vivemos juntos.

Pensar em você,
É mais que imaginar e ver-te,
Com a sede dos meus olhos.
É ter sua presença no âmago da alma,
Como uma bela escultura do amor,
Para assim,
Eu poder lapidar sua beleza eterna.

Pensar em você,
Seria como viver além dos caminhos,
Que passei sem te perceber,
Ou viver a eternidade dos meus sonhos,
Que me inspiram para te ver,
Como a musa das minhas paixões.

Pensar em você,
Deixa meu ser afagado,
Sedento de paixão,
Louco para realizar,
O desejo do meu coração...
Apenas te amar!

Pensar em você,
Não é mais surpresa,
Pois os quatro cantos do mundo,
Sabe quem eu a amo...
Minha Elane!

De tanto pensar em você,
Sinto-me capaz de te dar a alma,
E fazer de ti,
Minha estrela guia,
Porque meu coração,
Que não sou mais dono,
Só rende-se a você.




“Mulher amada”

Por você,
Serei capaz de enfrentar a fúria de deus!
Descer ao abismo das trevas,
Para resgatá-la da sede dos obsessores.
E com o espírito da glória,
Derrotar a legião dos lobos famintos,
Que escarnecidos como vampiros,
Dissecam como magia,
Tua alma desprovida da fé,
Em um Deus que te ama.
Esta alma tão indefesa,
Qual faz da tua história,
A revelação do próprio fracasso.
Eis amor,
Que por você faço tudo!
Pois sou mais que um amante...
Sou teu anjo da guarda,
Destinado como luz na tua vida.
Oh! Mulher amada,
Eu daria o que tenho de mais precioso...
A própria vida!
Para ver-te feliz,
Como uma serva respeitada,
E sorrir com a consciência livre do pecado.
É! E o que mais faria por você?
Deixar de te querer?
Jamais!
Não mais te desejar?
Jamais!
Ou esquecer de te amar?
Jamais! Jamais!




“Algo Em Comum”

Desejo que agrada coração,
Sorriso que não se engana,
Amor ardente de paixão,
Sentimento e sedução.

Porque a indiferença meu amor?
Se somos iguais,
Nos detalhes e gostos,
Que uniram nossos corações.

Pois até nos nomes,
Somos excêntricos,
Eis que temos pseudônimos,
O meu é Sharon e o seu é Elen.

Somos filhos do sangue,
Sangue da mesma terra,
Descendentes de um povo,
Do sertão do nordeste.

Temos algo em comum,
Um legado com o mesmo espírito,
Que faz da nossa história,
Herança de cabra da peste.


Éramos como almas gêmeas,
Ou raízes de um só destino,
Elo do mesmo tempo,
E até misturamos nosso sangue!

E hoje, mesmo sem podermos sonhar,
Guardamos a essência do amor,
Nas profundezas da alma,
Para nunca deixar de buscar.

O enigma deste amor encantado,
Que sempre haverá de triunfar,
Nos momentos de solidão,
Da nossa revelação espiritual.




“Por do Sol”

Nas tardes dos meus dias,
Procuro-te em cada raio de luz,
Que na multidão se dispersa.
E assim te vejo em todos os rostos,
Como no olhar efêmero das divas.
Até imagino sua presença,
Nos namorados que se beijam,
Entre abraços!
E sem me dar conta,
Vôo com os pássaros,
Que guiados pelo destino,
Procuram o caminho de volta,
Para o aconchego dos seus ninhos,
Enquanto eu sigo perdido,
Longe do meu lar,
Que há dois anos,
Estou a vagar,
Procurando um pouco de te,
Para me confortar.
É, meu amor!
Vivo esta busca incansável,
Com o desejo espiritual,
De unir nossas almas,
Sempre imaginando,
Um dia viver ao seu lado,
Mas encontro apenas,
A saudade e lembrança...
Saudade que ilude meu ser,
Fazendo-me viver as recordações,
Dos tantos momentos perfeitos,
Que foram especiais para mim,
Os quais uniram num romance,
Dois corações...
O meu e o seu!
O seu que me pediu um beijo,
Puro como o amor,
E me devolveu ingratidão e dor!
Deixando-me como lembranças,
O gosto dos seus lábios profanos,
E o calor de uma dama,
Que roubou meu coração,
E condenou-me a solidão.




“Meu Trevo”

Cantinho do sal,
Paraíso do Pará,
Que me alucina de paixão.
Minha rainha do litoral,
Es a cidade das tantas magias...
A bela Salinas amante!
Amar-te,
Faz parte dos sonhos,
Como sua sedução,
Das nossas fantasias.
Pois suas lembranças,
Inquietam-me com euforia,
Quando lembro do cenário,
E do seu mistério,
Que nos fez de amante.
Sabeis que então,
Seu encanto,
Leva-me pela estrada,
Dos seus desejos.
Além dos trevos,
Que marcam o seu caminho.
E convencido da sua grandeza,
Sempre desembarco,
Com o coração repleto de amor,
Nesta que me acolhe,
No portal do seu trevo,
Na casinha de um amigo,
Que tem meu respeito...
O pai da luz,
Da minha amada,
Luz da vida!
É!
É fascinante a complacência,
Que paira no silêncio,
E melodia dos ventos,
Que assobiam como flautas.
Então tomado pela esperança,
Corro ao seu encontro,
Para ver-te abrir,
O sol do seu mar.
E nas brisas das tardes,
Nos domingos,
Ouvir no meu radio,
A voz oceânica poetizando no ar.
E assim esperar,
O meu amor chegar,
Quando a princesa do salgado,
Houver de passar.



“Rainha da Noite”

Viajei no tempo,
Como se tivesse atravessado,
O universo escuro.
É! E assim alcancei a luz,
E quando me vi como ser,
Percebi o espaço infinito,
Que diante dos meus olhos,
Enriquecia meu espírito,
Fazendo-me pensar,
Como um deus.
E logo determinei como o próprio,
O que deveria ser feito.
Pois bem!
Assim o fiz...
Dos sonhos os poemas!
Dos pensamentos o amor!
Do desejo o destino!
Da razão a fantasia!
Da coragem os ideais!
Então fui até as estrelas,
Locomovido pela emoção,
E dentre elas,
Escolhi a mais bela...
Você!
Que a chamei,
De rainha da noite.
Brilhante e incomparável,
Nascida do corpo celeste.
Estrela que reluz,
No desejo das madrugadas.
E ali estava ela,
Como centro de todas...
A minha melhor vaidade!
Meu grande encanto sideral!
Minha estrela profana!
A maior magia estelar,
Da minha inspiração.
Tão notável e especial,
Quanto sua beleza sedutora.
Eis a estrela mágica,
Que a batizei como meu amor,
Para realizar meu desejo sagaz,
Fazendo-a brilhar sempre,
E ser luz constante para os olhos,
De um amante sonhador...
O seu Senhor!



“Garimpeiros da Noite”

Garimpando na magia,
Das longas noites,
No aventurado mundo,
Das fadas do sexo,
Os homens em busca dos sonhos,
São tomados pelo fôlego da fantasia.
E com seus orgulhos enriquecidos,
Pelo ouro deste desejo,
Procuram nestas,
A preciosidade de uma grande mulher,
Como se fossem então,
As raras esmeraldas,
Ou pérolas perfeitas para o olhar.
E garimpando na noite,
Encontram a sedução da beleza,
Como o encanto do diamante,
Além das deusas que brilham,
Como o brilho da prata.
E despojados de malícias,
Deleitam-se no calor,
E intimidade das damas,
Para realizar,
O que as fadas encantadas,
Não poderiam jamais tornar verdade...
O amor!
E deste jeito,
Os tantos mistificados pela noite,
Garimpam sem encontrar as pepitas,
Dos seus maiores desejos,
Quando na realidade descobrem,
Apenas o falso prazer,
De conquistas sem memórias.



“Magia do Pecado”

Foi você,
O fruto do meu vicio,
Na ceia dos desejos,
Como alimento da minha alma.
Foi você,
A inspiração do prazer,
E a ousadia que me levou a perdição,
Por este espírito profano de Messalina.
Foi você,
Sina feita pecado,
Que seduziu sem piedade,
A pureza deste anjo,
Que lhe propôs salvação.
Foi você,
Dama da noite,
Quem negou o céu,
Para viver as chagas da prostituição.
Foi você,
Rainha dos desejos,
Quem tirou de mim,
A luz que apagara,
Enfraquecendo meu ser.
Foi você,
Quem se empolgou com o mundo,
Vendendo até a dignidade,
Para os ímpios deste flagelo.
Foi você,
A direção dos seus erros,
Que condenou a liberdade,
Qual hoje humilha,
Sua alma e seu coração.
Foi você,
A aventureira das noites,
Que se tornaram malditas,
Amaldiçoando-a,
Entre tantos demônios.
Foi você,
A única culpada da sua escolha,
Por negar a mão de Deus,
E tornar-se ínfima,
Diante dos olhos do Senhor.
Foi você,
Criatura perdida,
Quem sepultou o amor eterno,
E a felicidade prometida,
Porque desconjurou o amor.
Foi você,
A pureza bendita,
Maculada por suas mentiras,
E a inocência fingida,
Marginalizada por suas orgias.
É! Foi você,
O encanto corrompido pelas trevas,
E as silhuetas perfeitas,
Maquiadas pelo fogo ardente,
Que não consigo esquecer.




“A Tua Procura”

Atravessei a barreira do tempo,
Sem temer o mistério da fronteira,
Para alcançar o desejo atrativo,
Provocado pelo teu majestoso olhar.

É, enfrentei a minha própria razão,
Para entender tua provocação,
Que movia o meu espírito carente,
Com tua sedução de menina inocente.

Veja o que fizeste com minha alma,
Plantaste uma rosa neste coração esquecido,
Fazendo de mim,
Um homem sonhador,
Que sente no teu olhar,
A esperança do amor.

É! Sol da vida tão bela,
Vejo tudo de novo acontecer,
Como a loucura que não dá para conter,
Toda vez que cruzo teu olhar.

Então corro a tua procura,
Na vontade de te encontrar,
Inquieto com desejo de te beijar,
E assim num abraço poder te amar.




“Olhos da Alma”

Você está presente no meu olhar atento,
Nas passarelas das ruas,
Da minha imaginação.
No encanto da noite,
Nos bares e boates,
Que juntos triunfamos.

Você está viva,
Em cada dia da minha vida,
Tão dentro de mim,
Que não me deixa dormir,
Nem acordar para a vida...
Quando me dou conta da realidade,
Percebo que o dia já amanheceu.
Então,
Esta rotina,
Leva-me contigo,
Por mil e uma noites,
Da minha solidão,
Matando-me vivo,
Com tantas lembranças de paixão.

Porque não cega-me amor?
Para me libertar deste olhar atento,
Que me castiga com a dor.




“Por Amor a Minha Elane”

Voei, voei!
Até alcançar,
A atmosfera da tua alma.
É, fui além dos limites da razão,
Assim descobrindo,
Seu fantástico mundo de emoção.

Voei, voei,
Tanto que valeu,
Como se tivesse vivido,
Por um momento,
A melhor das fantasias,
No paraíso da felicidade,
Encantado pelas flores,
Que entre tantas,
O seu perfume de rosa,
A mim mal acostumara.

É! Minha Elane,
Você me viciou,
Na ilusão da loucura do amor,
Fazendo-me imaginar sempre,
Sua presença no paraíso,
Do encanto que me conquistou.



“No teu Ninho”

Quero apenas poder,
Amor te dar!
Falar de nós,
Com plano do amanhã.
Dormir e acordar,
No calor do teu ninho.
E nos teus dias,
Aquecer-te nas noites,
Com toda emoção.

É, quero sentir,
O cheiro do teu corpo,
E banhar minha alma,
Na essência do teu suor.
E assim eternizar esta união,
Para alegrar-me com tua presença,
Que fortalece meu espírito,
E o coração que tenho para te dar.




“Meu Sonho de Amor”

Nas planícies do Senhor,
Procurei o meu amor,
Sem rumo,
E sem idéia da dor.

O meu amor,
Como um feitiço,
Meu mundo tomou.

E sem consciência,
O destino adolescente,
De mim o afastou.

Por onde andas?
Meu sonho de amor!
Que o vento levou.

E assim enveredou-me,
Numa história,
De um ser sonhador.



“Razão sem Razão”

A sua atenção me diz coisas,
Que me fazem duvidar do seu não.
Sua serenidade,
Faz-me sentir,
A sua compreensão.
E seu olhar disfarçado,
Faz-me acreditar no seu coração.
É! Sua sensualidade,
Seduz minha imaginação.
E sua pele despida da alma,
Fantasia o meu instinto,
Com o desejo da afeição.
E assim,
Sua natureza mística,
Pura e vulgar,
Laça como um feitiço,
Minha razão,
Que já perdeu a razão.



“Motivação”

Teu ser me fascina,
Não sei se entendes,
O que tento te falar,
Amor!
Mas não precisas,
Mesmo entenderes,
Só precisa sentir,
O que me leva a te querer,
Ou tento te dizer.
É, é magia eu sei!
Mas não dá para esquecer,
Este núbil desejo do fogo,
Porque algo acontece em mim,
E não me deixa conter.
Algo como paixão,
Admiração ou devoção,
Que me rende no instinto,
Pela força da emoção,
Motivando meu coração.
Mas é bom,
Eu sei!
É como descobrir,
O prazer da tua pele,
Na certeza de sentir,
O teu corpo perfumado,
Até alcançar a química,
Do sopro apaixonado,
Que se funde,
No desejo do olhar.



“Palco da Vida”

Amar você,
É a experiência mais profunda,
Do meu viver.
É a loucura mais lúcida,
Do meu desejo.

Amar você,
É a certeza mais incerta,
Que meu coração,
Pode ter.

Pois só você,
Deixou-me entrar,
No teu mundo de magia.
Sem me mostrar,
A porta de saída.

Fazendo-me crê,
Que nossa história de amor,
Ainda é raio de luz,
No palco da minha vida.



“Olhos que Falam”

Você é como o sol!
És luz que encanta,
Diante dos meus olhos.
Luz que encandeia,
Meu ser solitário,
E invade-me nas profundezas,
Da minha alma,
Falando de amor,
Apenas com o olhar.
Olhar que me faz crê,
Que sou o desejo mais puro,
Do seu coração apaixonado.
Por isso,
Inquieto-me sempre que te vejo,
Porque percebo em seu olhar,
Um sonho de amor,
Que não dá para disfarçar.



“Oportunidade”

Porque perdeste algo tão precioso?
Espírito fragilizado pelo desejo.
Deixaste de ser como a estrela,
Que nunca apaga,
Ou como o sol,
Que aquece a vida.
E até mesmo de existir,
Como a pedra preciosa,
Que reluz no brilho da aura.
E assim nem se quer pensou,
Preferindo ser apenas,
Como uma rosa,
Diante dos olhos do homem...
Rosa,
Que desabrocha e encanta,
Os olhos famintos do mundo!
Mas que murcha e morre,
Como o encanto que acaba,
Numa aventura sem lei,
Sem o ópio da alma.




“Paixão Mortal”

Se quiseres,
Viverei para ti!
Se não,
Morrerei por ti!
Porque és para mim,
Um sentimento lírico,
De poder sem fim.
Mas saiba,
Espírito amante,
Deixarei contigo,
Para sempre,
O segredo do meu amor...
As loucuras dos meus desejos!
Para que lembre no tempo,
Da minha paixão imortal,
Que guardo no coração,
Como um tesouro precioso,
Qual minha alma protege,
Com os anticorpos do teu corpo,
Que teu sangue me curou.




“Garota de Programa”

Garota da noite,
Viver as síndromes das tuas loucuras,
Motiva-me,
Porque meu melhor programa,
É contaminado pelo vírus do teu ser...
Deste que dá luz a minha vida!
E invadi-me,
Rompendo as barreiras dos sentidos.
E assim,
Apossa-te da pureza desta alma,
Contagiando meus pensamentos,
E corrompendo meus princípios.
Fazendo valer,
Todas as malícias deste amor.
Você é a garota!
A garota da vida que me dá vida.
Dona da minha vida!
Gigante nas lembranças,
E eterna pelo teu poder.
Pois grande tu és,
Bem mais que uma garota...
É minha garota de programa!
É a musa dos meus sonhos,
A dama da minha paixão,
E a esperança da minha realização.
És a sedução que inspira meu coração,
Em cada noite que estou na estação,
A esperar,
Ansioso para te ver desembarcar,
Quando a locomotiva parar.




“A Madrugada”

Cada vez que olho para o céu,
No silêncio da madrugada,
Vejo-a distante,
Como os astros estelares,
Que se perdem no cosmo,
Da minha odisséia.
E sem direção,
Perco-me no olhar,
Viajando no pensamento,
Em busca da tua luz,
Que não mais a tenho.
E assim percebo a distancia,
Que existe entre nós,
E desespero-me no tempo,
Sem saber o que fazer,
Para te resgatar.
Então o dia amanhece,
E sinto você longe do alcance,
Daminha mente,
Como se parte de mim,
Tivesse excluído do teu mundo.
É! Você se foi,
Levando tudo de mim...
Até a luz da paz!
E sem pena,
Castigou minha alma,
Lançando-a no universo vagante,
Que paira sem destino,
Como uma estrela sem chamas,
Apagada pela frieza do teu coração.




“Castigo”

Oh! Amor que amarga,
Como ânsia de dor,
Feito castigo da vontade,
Que se anuncia,
No desejo da alma,
Fazendo uma história,
Triste e sofrida,
Condenada ao silêncio,
Deste sentimento que se abriga,
Num coração amante,
Que sonha como criança,
E sucumbi na magia,
As loucuras que sufocam,
O espírito eterno da paixão.




“A Desilusão”

Amor, meu amor!
Porque afugentas o desejo da alma,
E as fantasias que iluminam seu coração?

Oh meu amor, eterno amor!
Que fizeste dos sentimentos,
E das juras de amor,
Que irradiava sua paixão?

Oh singelo amor!
Será que fui apenas,
Um programa a mais,
Para seu espírito amante,
Ou uma emoção sem poesia,
Como uma canção sem melodia?

Oh meu grande amor!
Porque escraviza assim,
Aminha natureza de ser,
Com este peso de solidão,
Matando-me de saudade,
Do calor da tua estrela flamejante?

Oh propósito de amor!
Que proposta sem propósito,
É essa,
Que faz do meu amor,
A minha mais triste desilusão?




“Rotina”

Em dias comuns,
No remanso das noites,
Tua luz surgira,
Como o brilho celeste,
Diante dos meus olhos.
Foi como encanto,
Qual despertara em mim,
O desejo de te vê,
Com a esperança do amor,
E fada da minha imaginação.
Então vi,
Vi tudo!
Até os segredos da tua alma,
E cada curva do teu corpo,
Feito miragem,
Que me fascinara.
Eis a loucura efêmera!
Foi como sentir tua magia,
No semblante do teu rosto,
Qual me alimentava em espírito.
E assim tocaste-me,
Na essência carnal,
Com teu cheiro de moça,
Tomando-me no pensamento,
Não deixando esquecer-te jamais!



“Amores que Choram”

Porque não escuta o meu chamado,
Criatura corrompida pelo pecado?
Como pretende alcançar minha luz,
Se caminhas pelas veredas das trevas?
Que mais posso fazer par te alertar,
Dos erros da sua consciência promiscua?
Veja,
Que por momento algum,
Eu te abandonei.
Até enviei para de guardar,
Protegendo-a dos perigos,
Tantas bênçãos!
E entre tantas...
Os meus anjos mais destemidos!
Para te curar da cegueira,
Que te engana.
Estes,
Que no poder de simples humanos,
Tem desafiado seus obsessores,
Fazendo o impossível pela sua salvação.
É! E você os subestimam,
Menosprezando,
Tamanha grandeza de espíritos,
Os torturando no tempo,
E sangrando os seus corações.
Assim ignorando meus filhos,
Quais me servem,
Na prova da remissão,
E a amam em meu nome,
Levando a te,
A mensagem do meu amor.
Saiba,
Já lhe ofertei,
O melhor dos meus súditos.
O qual te deu provas,
De renuncia e amor.
Mas vejo,
Que brincas com a alma,
Provocando-me com indignação.
É! Mulher de índole pervertida,
Sinto por suas fraquezas,
Que se encantam com a magia da serpente,
E enterra no pó da terá,
A cruz que enraíza no clamor.
É! Falo-te como rei dos céus,
Em nome dos quais te amam...
Até do seu pai terreno,
Qual sofre com seus devaneios,
Que me impede de te ajudar.
Porque dispensaste minha luz?
Pequena rainha!
Pois não mais poderei ajudar-lhe...
A não ser,
Que renasça,
E te lave nas águas sagradas.
É! Mas pelo visto,
A escolha foi sua,
E não mais poderei ajudar-lhe!
E por suas fraquezas,
Pagará o preço,
Que o mundo te cobrar...
Então conheceras a minha fúria,
E o respeito pelos amores que choram.




“Mulher da Vida”

Fêmea humana,
Espetáculo da vida,
Essência viva do pecado,
Criada de magia e sedução!
Com sensualidade no espírito,
Que entranha e corrompe,
Quem se curva ao desejo,
Feito Cachorro faminto.
Mulheres sem véu...
Todas iguais!
Quando revelam o instinto,
Sem alma.
Deusas condenadas,
A cumplicidade da ilusão,
Que finge o fogo do encanto,
Semeado no logre da carne,
Mentiras feito paixões.
Mulher ardilosa e viçosa!
Es poder que corrompe,
As forças dos homens,
Com a derrota oportuna,
Dos machos avarentos.
Mulher!
Armadilha dos desejos,
Esculpidos nos corpos,
Com sedução do prazer,
Que exuma na inocência,
As destrezas sexuais,
Da libidinosa serpente.



“Astúcia do Amor”

Sei que meu mundo não parou,
Porque conheço meu poder,
De espírito sonhador.
Sou como a astúcia do amor,
Porque vivo a beleza da paixão,
Que busco nas profundezas do coração.
Por isso vôo contra o vento,
Na viagem da imaginação,
Para conquistar sua afeição.
E sem medo de viver,
As tempestades do destino,
Vôo na direção da sua fascinação.
Eis que amor impetuoso que reina,
Neste ousado filho de Abraão,
Que te escolheu com satisfação.
Pois jamais deixarei de viver,
A motivação da ânsia,
Porque tenho você com admiração.
E o amor,
Como sentimento que te ofereço,
Feito luz que não se apaga,
E inspira com emoção.



“Gestação da Vida”

A vida começa,
Quando o primeiro choro,
Transforma-se num sorriso,
E o primeiro sorriso,
Na alegria da inocência humana.

A vida acontece,
Quando o espírito busca a razão,
Despertando na alma,
A sensibilidade da esperança.

A vida acaba,
Quando vivemos a distância,
Entre a alma e a razão,
E ferimos o próprio coração.

A vida eterniza,
Quando sentimos,
A convicção da certeza,
Que prevalece do amor.

A vida morre,
Quando negamos a luz,
E não conseguimos transcender,
O espírito sem compaixão.






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Conheça o Autor

Sou Carlos Sheredom,
Homem de personalidade romântica.
Defensor do espírito da dignidade humana.
Sou militante da justiça e igualdade social,
Desde que me entendo como ser humano.
Sou um nordestino imigrante do Ceará,
Onde vivi minha infância com orgulho!
Fui escolado no Estado do Pará...
Terra qual criei raízes.
Hoje com experiência,
Dou-me o direito de anunciar o que aprendi,
E fez do meu espírito um cidadão honrado.
Atuo na área publicitária e jornalística,
Há alguns anos.
Tenho colaborado com jornais do Pará,
Além de editar jornais como:
Gazeta do Pará e Eventos Pará...
De minha propriedade.
Hoje exploro a mídia virtual,
Com o portal www.planetanoticias.com.br,
Dentro do mesmo contexto social.
Atualmente tenho vasta relação,
Com pessoas de varias classes;
Principalmente,
Com quem representa o âmbito político.
Mas para ser direto com as palavras,
Tenho feito desta genialidade,
Meu objeto de observação.
Porém não desrespeitando sua nobreza,
Concluí que esta representação,
Pouco impressiona!
Porque assim entendo,
Que deixam a desejar,
Como referencia humana.
E como qualquer homem de bem,
Que tenta viver na verdade,
Fui alijado pelos fora-da-lei!
Quais só não me tiraram o ar da vida.
Mas infeliz daquele que tentar,
Destruir um homem de Deus...
Serão amaldiçoados com o desamor.
Vejam que só prevalece a dignidade,
A honestidade.
E a vontade do Coração que ama...
Não a corrupção da alma.
Por isso não me humilho aos césares da vida,
Nem desejo as moedas do suor do meu povo,
Porque conheço mais que tudo isto...
Conheço o caráter da alma,
E a lei do coração.

Carlos Sheredom




Bibliografia
Por: Carlos sheredom

EM LIVROS

Manifestos de um Xerife / Crítica
Sétima Revelação – O Ultimato / Crônica
Escriba – O Doutor da Lei / Crônica
Na Mira do Povo / Crítica
Olhos da Consciência / Crítica
Marcas de Paixão / Poema
História de Amor / Poema
Garota de Programa / Poema
Cinderela – Declarações de Amor / Poema
Esperança / Poema
Fascinação / Poema
Uma Rosa Chamada Leonita / Poema
Uma Estrela Chamada Leonita / Poema
Guerreiro de Dan / Poema
Estigma do Desejo / Poema
Estrela do Mar / Poema
Sarita / Poema
Santa Paixão / Poema
Doce Veneno / Poema
Sereia / Poema
Princesa das Águas / Poema
Deusa da Lua / Poema

EM CDs

Marcas de Paixão / Poesia
Estigma do desejo / Poesia
Chamas do Coração / Poesia
Resgate da Alma / Poesia

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