Quem sou eu

Escritor cronista, jornalista e Poeta romântico, conhecido como o poeta apaixonado ou, o xerife do futuro! Compromissado com a liberdade da Consciência.

Livro - Uma Rosa Chamada Leonita

Carlos Sheredom

UMA ROSA CHAMADA LEONITA

Poemas




Um cortejo emocionante,
Narrado em poesias de amor,
Oriundas da sutileza da vida,
Qual revela a beleza incansável,
De uma rosa chamada Leonita,
E o sentimento próprio do céu,
De um homem romântico,
Que plantou no coração do seu jardim,
A rosa mais bela que já conheceu.



UMA ROSA CHAMADA LEONITA









Direitos autorais reservados a
Carlos Sheredom
E aditado a
Leonita Sousa



Apresentação

Esta é a segunda obra,
Do poeta Carlos Sheredom,
Dedicado a Leonita.
Uma vitrine afetiva do sentimento,
No puro romantismo da paixão,
Que nascera pelo respeito.
Com o toque real no glamour do amor.
Conheça os impulsos inquietantes,
Deste romancista que transforma,
A experiência emocional,
Em arte literária.
Veja caro leitor,
Como é acessível,
A interação deste trabalho...
Uma Rosa chamada Leonita,
Com a interpretação de quem vive,
Ou conhece o amor.
É incondicional!
Tanto quanto,
O seu sentimento.




Oferecimento

Esta obra poética,
Consistente da minha aguçada emoção,
Inspirada na musa encantada,
Qual me deu o privilégio,
De exaltar o poder do meu coração,
Fazendo deste sentimento,
Contido na minha alma,
Comparação da sua beleza humana,
Com a delicadeza de uma rosa,
Intitulando-a de:
UMA ROSA CHAMADA LEONITA.
Nesta,
Faço reverência,
A grande amiga que és,
Qual é digna do meu carinho e afeição.
Assim como,
Estendo minha exaltação poética,
A todos que se acharem,
Parte destes poemas.



Índice

A rosa
Imagem de Deus
O cavaleiro da rainha
Princesa Leonita
Razão de viver
Seria?
Ai como dói!
Coisa do amor
Mágico dos sonhos
Beleza da praia
O eco
Saudade cortante
Um do outro
Mulheres!
Leo
Observando a estrela
Fazendo amor
Despertar dos sonhos
Abri o peito
Viaje eterna
Tive medo
Fidelidade
Anjo da luz
Reflexão



Introdução


Caro leitor,
Você está prestes,
A entrar no mundo mais emocionante,
Dos anseios humanos,
O mundo da arte poética,
Envolvido pela simplicidade do amor.
Abra o coração,
E veja que esta motivada obra,
Do sentimento espiritual,
De Carlos Sheredom,
É especial,
Tanto quanto,
As expressões humanas,
Que exalam da alma,
A essência do amor.
Venha!
Que quero falar-te,
Um pouco do meu encanto,
Por Leonita.



“A Rosa”

Rosa!
Não és apenas uma rosa,
És a beleza do meu jardim,
Como o floral dos campos,
Que perfuma o ar da vida.

É, És o lírio mais lindo,
Que os olhos da minha alma,
Pode vê.

Rosa?
É! És a rosa chamada Leonita,
A natureza perfeita,
De pétalas sem espinhos,
Que deslumbra o desejo,
E o amor do meu coração.





“Imagem de Deus”

Lá estava ela,
Em pose de Alteza,
Tão nítida a realeza,
Como alvorada da luz,
Que conclama desejo,
Da minha vontade abstrata.

Era lúdica de Deus,
No palco das aspirações,
Que vinha marcar,
Os caminhos sem volta,
Do acaso que movia.

E ali abria o portal sagrado,
No ímpeto dos corações,
Que reverenciado pela vontade,
Majestosa do nosso ser,
Anunciava a exuberância do amor.

Puro encanto!
Coesão do espírito,
Que proclama liberdade de amar,
Viajando nos sentidos da ânsia,
Intimados pela astúcia do desejo.




“O Cavaleiro da Rainha”

Cavalguei por toda vida,
Qual se fora sem te esquecer,
Atravessei desertos da ilusão,
E voei sobre mares de lágrimas,
No meu cavalo alado de rei,
Em busca da tua paz humana,
Que emana cheiro de amor,
E encanta a razão do meu querer.

É! Enfrentei a lei dos homens,
E perigos temidos no mundo,
Feito guerreiro destemido,
Para servir a minha rainha,
Neste reino imaculado,
Que faz do teu espírito cortes,
A força invencível do meu ser,
Qual resgatara nosso castelo de ilusões.





“Princesa Leonita”

Meu pré-destinado amor,
Como sonho do espírito,
Que guardo na alma,
A afinidade da tua essência.

Eis que te encontro,
Diante do olhar efêmero,
Depois de vidas vividas,
A certeza de te achar.

Minha amada senhorita,
Laços marcados em outrora,
Num passado definido,
Que hoje retoma nossos dias.

Es presente vivo,
E futuro inevitável,

Desta herança existente,
Que deus concebe no sentimento.

E aqui estou princesa perfeita,
Em busca do teu apego,
Para realizar a plenitude do desejo,
Deste amor que nunca acaba.



“Intimidade da Rosa”

Como quero te envolver,
Na magia dos meus braços!
Dar-te o êxtase da satisfação,
De amar na intimidade,
E sentir o calor do teu corpo,
Molhado pelo suor.

É, Quero!
Quero fazer sentir-se,
A mulher mais desejada,
E tocar-te com a energia,
Da minha aura,
Proferindo sonhos no teu espírito.

Sonhos entranhados na carne,
Que te leve a felicidade plena,
Nos tremores aluados,
Do querer do desejo,
Que une corpo,
Alma e coração.





“Seria?”

Seria mesmo pecar,
Deixar nossas almas se entregarem?
Seria um erro do tempo,
Libertar nossos espíritos?
Seria justo,
Os filhos de Deus,
Não viverem o prazer prometido?
Seria?
Seria sábio,
Evitar o amor?
Seria honrar a razão,
Agredir a razão do coração?
Seria prudência humana,
Punir a força do sentimento,
Da alma que ama?
Seria?
Nossa vontade,
Negar o fado da vida?
Seria uma escolha,
O plano do destino?
Seria loucura,
Abrirmos as portas da ilusão?
Não!
Não seria.
Seria descuido,
O desejo apagar...
O instinto falhar...
O amor não semear...
E o arrependimento nos cobrar.





“Ai Como Dói”

Ai!
Como corta na alma,
A dor do desespero,
Quando olho para o céu,
E vejo que o presente se foi,
Feito lágrimas derramadas,
Como divida de sofrimento,
Causado pelo descuido,
Do teu desamor.

Ai como dói!
Tentar se apegar ao coração,
De um amor perdido,
E enfrentar a fúria do desejo,
Que não te alcança,
E assim sofrer,
Sofrer e sofrer,
Nesta loucura,
Fingindo te encontrar,
Em olhares que me confundem.

Ai como dói!
Imaginar você em outros rostos,
Sentir-te,
Em olhares que se apagam,
Segurar-me no encanto feminino,
Para manter viva a esperança,
De um dia,
Teu sorriso novamente amar,
E dar sentido ao espírito,
Que hoje morre na espera,
E na saudade.




“Coisa do Amor”

A verdade da nossa paixão,
Contempla-se nas canções,
Quando o inesperado refúgio,
Faz do desejo a saudade,
Na necessidade do coração.

Coisa do amor!
Feito cupido da emoção,
Que espalha esperança,
E faz da nossa crença,
A revelação no destino da vida.

E logo o amor nos cala,
Até o medo do desconhecido,
Que conspira na duvida,
Com o poder da razão,
Alimentando o querer da emoção.





“Mágico dos Sonhos”

Tudo se faz presente,
Quando vejo teu rosto jovem,
Esparramar sorrisos,
Que marcam em meus sonhos,
E me guia nas passarelas,
Quais brotam magia,
E guardam com carinho,
Tua presença nas lembranças,
Como o amor dos amores,
Que tenho afinidades.
É! É mais forte que o acaso,
Algo como pretensão do respeito,
Que ousara me provocar,
Atraindo-me na atenção,
Com o véu do teu ser.
Então me pronuncio
E neste momento,
Tenho-te como a rosa,
Além do desejo precioso,
Que nascera do peito
Despertando a vontade,
De te coroar num arco-íris,
Para colorir teu espírito,
Feito mágico dos sonhos,
Que se encanta,
Com tua alma de menina.
“Beleza da Praia”

Lá, além do norte,
Onde abrolha o sol,
Todas as manhãs,
Para cuidar da beleza,
Que maravilha o mar,
E desenha nas praias,
O encanto da pele,
Você mostra teu corpo,
Marcado pelas silhuetas,
Que logo ilumina teu ser,
Esculpindo fascínio,
Como a flor que desabrocha,
Para seduzir a imaginação.
E assim te busco,
Com ansiedade no peito,
E curiosidade no olhar,
Para sentir-lhe com carinho,
E viver o amor que alucina.




“O Eco”

Quando as noites caem,
Diante dos nossos pensamentos,
Sinto o eco do teu chamado,
Mistificar o desejo da alma,
E romper os nossos sentidos,
Intimados pela saudade,
Que declaram o poder da paixão.

Então hiberno em espírito,
Para sentir-te na intimidade,
Do ser adorável que busco,
Nas viagens do meu sentimento,
E assim entrego-me,
Ao descanso da aura,
Nos sonhos que superam a distância.




“Saudade Cortante”

Amor,
Volta!
Estou te esperando,
Não me deixe tão só,
Jamais sobreviverei,
A distância que nos separa.

Volta,
Amor!
Pois não sei se seguro-me,
Na ânsia por tua ausência,
Ou na saudade cortante,
Que me fere com a dor.

Amor volta!
Vem e me faz sorrir,
Que te darei rosas,
Para perfumar,
A estrada da tua vida.




“Um do Outro”

Somos partes de um só,
Como afinidade do espírito,
Do desejo que não se corrompe,
Porque o elo é mais que carnal,
E desarma nossas fraquezas,
Ligando-nos pelo calor da alma,
Assim atraindo nossas mentes,
Quando pensamos e sonhamos,
Em transcender na eternidade,
Com nossas fantasias da afeição.
É! Somos...
Somos alimentos um do outro,
Diferenças que se combinam,
Pedaços que encaixam,
Energia de um só corpo,
Como o coração que une,
Na atmosfera perfeita,
Feito essência espiritual,
Da consciência medida,
Que reflete emoção na vida.
Somos!
A telepatia do pensamento,
Neste universo que não se cala,
Quando o ciclo da euforia,
Determina o que queremos,
Como o desejo perfeito,
De um amor verdadeiro,
Que canta pureza sem malícia,
Cobrando-nos o sentido de existir,
Qual completa no ego,
Sem o veneno da carne.




“Mulheres!”

Mulheres!
Omitem o poder de ser,
Transparente com a alma,
E transformam a beleza feminina,
Em rosas que murcham,
E matam o espírito da paixão,
Quando deixam os sentidos do corpo,
Enganar a pureza que encanta,
E alimenta os olhos da afeição.

Mulheres entediadas,
Pelo flagelo dos homens,
Quando fazem da carne,
O amor!
E entregam-se ao desrespeito,
Ou vivem histórias íntimas,
Sem consciência de paixão,
Fazendo no desejo carnal,
A violência que fere o coração.

Mulheres!
Superioridades humanas,
Portal da existência,
Calor do homem,
Reverencia da vida.

Porque corromper,
A delicadeza tão nobre de fêmea,
E comparar-se com as baganas machistas?




“Leo”

Cheguei para realizar,
Os sonhos que almejas,
E despertar em ti,
A nobreza do espírito,
Da lady que sempre foste.
E aqui estou,
Minha Leo!
Como herói do teu desejo,
Para enriquecer teu ego,
E acabar o vazio do desterro,
Que tua história choras.
Minha Leo!
Ousadia dos meus encantos,
Pretensão sagaz de um Rei,
Qual reina como Rainha,
No meu espírito lorde de amante.




“Clamai pelo Desejo”

Observai o universo da beleza,
Nas maravilhas humanas,
E descobriras que além do finito,
Estende-se no descanso infinito,
Grandezas como o amor.
Então olhai e tocai,
Sem medo de si,
Os detalhes amiúdem,
Que nascem todos os dias,
Na magnitude do teu destino.
Clamai!
Clamai pelo desejo,
E nele descobriras,
O segredo dos sentidos,
Que move o coração.



“Fazendo amor”

Deixa-me anjo meu,
Deslizar as mãos no teu corpo,
Banhar tua pele morena,
Com espuma que desperta desejo,
No cheiro dos motéis,
Que pede calor e paixão.

Deixe-me doce prazer,
Enfeitar tuas silhuetas,
Com o brilho púrpuro,
Do meu suave suor,
E perfumar com champanhe,
Teu ego mais intima.

Deixe-me sedução,
Brindar com beijos,
E regar a sede da tua carne,
Com a fonte do espírito,
Que a envolve,
Na seiva da minha alma,
Para libertar a nudez,
Do nosso amor.



“Despertar dos Sonhos”

Acordei pra vida,
Sai do somo eterno,
E surpreso me vi,
Nas garras do teu destino,
Que me tomava pelas razões,
Quais mostravam minhas intenções.

É! Acordei sonhando,
Com um espetáculo de rimas,
Que movia meu desejo poético,
Extraído do meu coração,
Com a essência da inspiração,
De um instinto amante.

É, e logo adormeci,
Sonhando com você!
Mas percebi a realidade,
Falar-me em línguas,
Que a esperança do meu amor,
Tinha o preço da amizade.



“Abri o Peito”

Abri a porta do teu coração,
Deixa entrar o vírus do amor,
Depois vem,
Vem!
Em busca da essência que te cure.
Vem, e veras que aqui estou,
A tua espera,
No encanto febril da alma,
Chamando-te para amar.
Abri!
Abri o peito amante,
E esquece o medo que desventura,
Teu desejo de aventura,
E vem comigo aventurar.



“Viaje Eterna”

Tão em comum,
São os nossos anseios,
Fôlego de duas almas,
Que busca a felicidade,
No mesmo plano.

Tão inquietos,
São os nossos corações,
Que trilha caminhos,
Onde só o pensamento conhece,
A força que une a paixão.

Tão eterno,
É o querer do amor,
Que viaja na luz do desejo,
Neste cenário da vida,
Que preserva nossas ilusões.



“Tive Medo”

Tive medo!
De me decepcionar,
E sentir a dor,
Que sempre vem me castigar.

É, tive medo!
De não conquistar tua confiança,
Com este amor inquieto,
Que não me deixa pensar.

Tive medo, muito medo!
De não fazer parte dos teus sonhos,
E no desespero apenas lamentar,
Sem poder novamente te alcançar.

Tive medo!




“Fidelidade”


Porque trair sua confiança?
Se seu reino me completa,
Com a jóia que contemplo,
Como majestade do meu amor.

Porque minha amada?
Porque buscar em outra,
A promessa dos sonhos,
Que encontrei em você?

Ser fiel a ti,
Não é mera prova de amor!
E a força do mais puro desejo,
Que te coroa no meu sentimento,
Como alteza do meu encanto.




“Anjo da Luz”

Olhe para o céu,
E lá no altar das estrelas,
Veras a mensagem do amor,
Escrita nos raios de luz,
Que te corteja na magia da noite,
E te revela o poder da minha paixão,
Que viaja nas madrugadas,
Como anjo da luz,
Em busca do teu coração.




Reflexão

A felicidade é a grandeza de um momento.
A indiferença é a frieza da razão.
A rotina é o desperdício do tempo.
A tristeza é a dor que pesa na solidão.
A eternidade é a constância da paixão.
O amor é a força que transcende do espírito.
A razão é o limite dos sonhos.
A paz é a liberdade do desejo.
A alma é a plenitude da realização.
A riqueza é a simplicidade da vida.
A arte é o dom da imaginação.
A conquista é a ousadia do coração.
A luz é a direção de Deus.
O ser é a busca da perfeição.
O desejo é a química do pensamento.
O sexo é a intimidade dos sentidos.
A vida é a estrada do destino.
O espírito é a magia dos anseios.
Deus é a reposta de tudo!







UM BREVE DIALOGO COM LEONITA

Caro leitor, como se sentiria um poeta escrevesse poemas inspirados em você? Com certeza sentiria como estou sentindo-me, mais felizardo de todos!
Não é todo dia que alguém escreve algo tão afetivo para uma pessoa comum; e por esta razão, estou dando este breve testemunho em uma das obras de Carlos sheredom... Já que o mesmo me fez de musa inspiradora. Carlos Sheredom é um poeta que apareceu na minha vida, como um presente de Deus! Presente que veio sem cobrar nada; por isso agradeço pelas poesias, porque sei que são verdadeiras e vem do fundo da alma desta mente brilhante. Amigo Carlos, sempre que pensar em escrever pensando no meu ser, me faça presente como uma verdadeira amiga. Porque estarei sempre no meu cantinho, torcendo pelo seu sucesso e sua felicidade de anjo que declama a beleza do amor. Sheredom, você é um homem extraordinário! Conhecer você foi experiência única para uma mulher simples como eu.
Seus versos são belos! Suas poesias são perfeitas...
Assim como você! Meu querido amigo, faço destas linhas o agradecimento por me fazer majestade nas suas inspirações. Pois foi maravilhoso para mim, porque fez sentir-me mais viva e bonita! Também... Quem não se sentiria? Amigo, desejo-te sucesso, porque é mais que merecido. Pois homens de luz da sua estirpe, jamais se acham por aí, nas esquinas do mundo, Te admiro e espero que alcance o que almejas, meu precioso amigo.


Por: Leonita Sousa




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Direitos autorais desta obra
São reservados ao autor
CARLOS SHEREDOM
E adi tos a
Leonita Sousa
Bruno Barbalho Oliveira
Carlos Raphael Barbalho Oliveira
Andressa Beatriz Nascimento Oliveira





Bibliografia
Por: Carlos Sheredom
EM LIVROS

História de Amor / Poesia
Cinderela – Declarações de Amor / Poesia
Garota de Programa / Poesia
Estigma do Desejo / Poesia
Marcas de Paixão / Poesia
Uma Rosa Chamada Leonita / Poesia
Uma Estrela Chamada Leonita / Poesia
Fascinação / Poesia
Esperança / Poesia
Guerreiro de Dan / Poesia
A Sétima Revelação - O Ultimato / Crônica
Escriba – O Doutor da Lei / Crônica
Manifestos de um Xerife / Crítica
Olhos da Consciência / Crítica
Na Mira do Povo / Crítica
Sarita / Poesia
Princesa das Águas / Poesia
Doce Veneno / Poesia
Deusa da Lua / Poesia
Sereia / Poesia
Santa Paixão / Poesia
Estrela do Mar / Poesia




EM CDs

Marcas da Paixão - Poemas
Chamas do coração - Poemas
Estigma do Desejo - Poemas
Resgate da Alma - Reflexão






Conheça o Autor

Sou Carlos Sheredom,
Homem de personalidade romântica.
Defensor do espírito da dignidade humana.
Sou militante da justiça e igualdade social,
Desde que me entendo como ser humano.
Sou um nordestino imigrante do Ceará,
Onde vivi minha infância com orgulho!
Fui escolado no Estado do Pará...
Terra qual criei raízes.
Hoje com experiência,
Dou-me o direito de anunciar o que aprendi,
E fez do meu espírito um cidadão honrado.
Atuo na área publicitária e jornalística,
Há alguns anos.
Tenho colaborado com jornais do Pará,
Além de editar jornais como:
Gazeta do Pará e Eventos Pará...
De minha propriedade.
Hoje exploro a mídia virtual,
Com o portal www.planetanoticias.com.br,
Dentro do mesmo contexto social.
Atualmente tenho vasta relação,
Com pessoas de varias classes;
Principalmente,
Com quem representa o âmbito político.
Mas para ser direto com as palavras,
Tenho feito desta genialidade,
Meu objeto de observação.
Porém não desrespeitando sua nobreza,
Concluí que esta representação,
Pouco impressiona!
Porque assim entendo,
Que deixam a desejar,
Como referencia humana.
E como qualquer homem de bem,
Que tenta viver na verdade,
Fui alijado pelos fora-da-lei!
Quais só não me tiraram o ar da vida.
Mas infeliz daquele que tentar,
Destruir um homem de Deus...
Serão amaldiçoados com o desamor.
Vejam que só prevalece a dignidade,
A honestidade.
E a vontade do Coração que ama...
Não a corrupção da alma.
Por isso não me humilho aos césares da vida,
Nem desejo as moedas do suor do meu povo,
Porque conheço mais que tudo isto...
Conheço o caráter da alma,
E a lei do coração.

Carlos Sheredom









PRODUTORA

PORTAL
Comunicação Visual

Livro - Uma Estrela Chamada Leonita

Carlos Sheredom

UMA ESTRELA CHAMADA LEONITA

Poesia




Existem muitas mulheres,
Que embelezam os olhos do homem.
Quem dera!
Se existissem muitos homens dignos,
Para descobrir na alma,
A beleza que cada uma delas,
Guardam para amar.







Direito autoral reservado a
CARLOS SHEREDOM



Apresentação

Falar de algo grandioso como o amor,
Parece ser difícil para muitos;
Até para aqueles,
Que não tem confiança,
No próprio coração,
Ou não buscam,
A oportunidade de vivê-lo,
E fazer sua própria história.
Mas para mim,
Sempre foi envolvente!
Assim tornando fácil,
Declarar a beleza do sentimento,
Que me desperta emoção.
Por isso,
Toda vez que sou tocado,
Pela aura de uma dama,
Rendo-me aos seus encantos,
Fazendo versos e poemas,
Para alimentar a argúcia da alma,
Que em livros como este,
Faço brotar,
A saga do meu romantismo.



Oferecimento

Sem pretensão da malícia,
Queria eu... O teu poeta,
Ser o teu amante!
Tornar-me o pretendente do teu ser,
E então poder oferecer-te,
A quimera do meu espírito,
Que insaciavelmente declama,
Vivendo o sentimento,
Que agrada meus anseios.
E como pretensão do respeito,
Oferecer-te estes versos,
Para te trazer no destino,
Do meu desejo espiritual,
Qual anseia por amor!
E assim poder fazer-te,
De fada encantada nos meus sonhos.




índice

Deusa do Sol
Fêmea
Além do Olhar
Meu Desejo
Enganado o Coração
O Amor!
Amor de Deusa
Além do Prazer
Quanto Tempo
Enigma Infinito
Estrela Perfeita
Olhos
Aos seus Pés!
Nos Lábios
Segredos de Um Amor Proibido
Insônia
Iluminado
Sonhar
Direito de Sonhar
Elo da Esperança
Inebriante Amor
Toque das Mãos
Seu Lençol




Introdução

Sempre que fores em busca,
De uma resposta para o coração,
Certamente encontraras nos seus anseios.
Buscar o espírito nobre do amor,
Esteja onde ele estiver,
É o melhor prazer da satisfação,
De quem vive a paixão.
E aqui nestas sucintas declarações,
Você caro leitor,
Também encontrará magia,
Como fonte do sentimento,
Para acalentar seu desejo romântico,
De poder se realizar como ser divino.





Deusa do Sol

Quando a vi diante de mim,
Logo me senti seduzido,
Pela vontade do desejo,
Que despertara,
Enigmas no meu coração...
Coisas da alma!
Que não acontecem,
Na rotina dos dias...
É como obra do destino!
Então senti no ar,
O cheiro da tua essência,
Como perfume das rosas,
Que na minha imaginação,
Envolvia-me,
Com tua beleza feminina.
É! Quando te vi a primeira vez,
Não resisti teu encanto.
E sem me dar conta,
Deixei o ímpeto do meu espírito,
Agradar-te com o poder dos meus versos.
E como lembranças da tua fascinação,
Trouxe comigo,
A primeira impressão...
Teu nome,
Qual não o mais esqueci...
Leonita!
E enquanto a observava,
Percebia que não era apenas,
A luz de uma estrela poética,
E sim,
Uma deusa sagrada,
Que a chamei de estrela...
A deusa da esperança,
Que me inspirou,
Loucuras de paixão.





Fêmea

Teus sentidos de fêmea,
Domina meus instintos de homem!
Então sigo sem temer,
O que possa acontecer,
Por vontade do afeto,
Que me desperta o querer.
E assim me entrego,
A teu espírito misterioso,
De mulher que me fascina.
Eis que me corrompe,
Com o furor do desejo,
Na pureza intensa,
Do meu ser afável.
E como desígnio da vida,
Curvo-me diante da força,
Que não posso conter...
Entregando-me,
Ao calor da mente e da carne,
Feito espírito insaciável,
Que hoje deseja você.




Além do Olhar

Fecho os olhos,
E logo me desperto,
No teu mundo de enigmas,
Que me mostra,
Tudo que mais preciso ver...
Você!
Então vejo além do olhar,
Até tua alma despojada,
Banhada com a luz do encanto,
Provocando-me no desejo,
Que me faz transcender no espírito,
E sentir no íntimo do meu ser,
A preciosidade da tua sedução,
Tão majestosa,
Quanto o brilho das estrelas.




Meu Desejo

Quero sempre te ver...
Meu grande amor!
Com os olhos da inocência,
Para dar vida eterna,
Ao encanto que me faz admirar-te.

Quero somente te ver...
Minha esperança!
Com olhos da alma,
Para nunca enxergar,
As fraquezas do teu espírito.

É! Nunca quero te ver...
Anjo dos meus sonhos!
Com olhos do mundo,
Para não me decepcionar,
Com a estrela que me ensinou amar.




Engana Coração

Traímos...
Porque traímos?
Por que somos fracos.
Pois traímos a nós mesmos,
Quando muitas vezes,
Precisamos nos libertar,
Ou viver o espírito,
Que inspira o amor,
E assim existir,
Sem ter que fingir,
E enganar o coração.
Traímos...
Traímos até nossos anseios,
Castigando nossos desejos,
E sufocando a vontade,
Para justificar a mentira,
Dos sonhos mal vividos,
Que matam na lucidez,
De quem apenas quer amar.
Traímos...
Traímos o que mais queremos,
A própria vontade de ser.
Até mesmo,
A felicidade de ser livre,
E poder dizer...
Estou vivo!
Porque sinto emoção,
E não nego os sentidos que busco,
Nem a pele que fantasia o prazer,
Com a força do amor,
E o calor da paixão.




O Amor!

O espírito da paixão,
Enviou minha alma sonhadora,
Para te agradar...
Mas esqueceu de enviar,
O mensageiro das estrelas,
Para te avisar...
Que a luz do amor,
Renasceria no olhar,
Como elo no teu coração.
Eis o desejo,
Feito magia de Deus,
Qual te escolheu,
Para dar-te um presente,
Chamado devoção,
Puro como a afeição...
O amor!




Amor de Deusa

Teu ser amante,
Trouxe-me fogo do encanto,
Como a tempestade de estrelas,
Fazendo meu coração cupido,
Curvar-me diante de você.

Teu ser amante,
Veio seduzir minha alma,
Com tua ternura de espírito,
Dominando meus sentidos,
E meus anseios de amor.

Teu ser amante,
Consagrou-me o Rei,
Deste desejo eterno,
Para viver-te,
Por toda vida.




Além do Prazer

Mesmo que me chamem,
De poeta imortal,
E os elogios que me vem,
Tomem o meu fôlego...
Não escarnecerei no ego,
Que envaidece o prazer da carne,
Como o afro poder,
De um doce perfume,
Qual seduz a súbita imaginação,
Na minha mente humana.
Pois não deixarei que morra,
A simplicidade da minha alma,
Corrompendo-se,
Com o prestigio do saber,
Que abre os olhos do mundo.




Quanto Tempo

Quantos dos meus dias,
Vivido no teu mundo,
Buscando nas lembranças...
Você!
Quantas vezes,
Saí a teu encontro...
Sem jamais te encontrar.
Ai!
Quantos dias sofridos,
Na esperança de conseguir,
Um pouco do teu ser...
Fez-me perecer.
Às vezes a via passar,
Mas logo desaparecia...
Como uma miragem.
Então a saudade chegava,
Fazendo-me chorar,
O único elo que restava...
A dor.
Há! Quanto tempo de pranto,
Sofrido por te querer,
E lamentado por não te ter...
Fez-me esperar por você!
Enigma Infinito


Sonhar com você...
Fábula celeste!
É como transportar,
Minha alma,
No enigma infinito,
Em busca de uma estrela,
Que emane o calor da paixão,
E esparrame o desejo do céu,
Como esplendor da luz,
Sobre o meu espírito,
Que tanto te ama.




Estrela Preferida

Fazer tua alma menina,
Minha estrela preferida,
É como um desejo puro,
Dos meus sentimentos,
Que lhe quer deste jeito,
Para iluminar o universo,
Das minhas inspirações.

Por isso descrevo nesta,
O meu apego de menino,
Como alegria do coração,
Com ímpeto do romance,
Para despertar emoções,
Qual declama este amor,
Que só pede tua atenção.




Olhos...

Olhos que falam,
Do desejo que me toma,
Sem medo de querer agradar-me,
Com seu coração proibido,
De mulher casada.

Estrela amada,
Inspiração da minha alma,
Seu olhar tem o poder das palavras,
Que ascendem todas as chamas,
Do meu espírito que busca,
Uma relação de amante.

Amor que me enleva,
Não deixe que seus olhos,
Afugentem-se do meu mundo,
Porque assim me fará sofrer,
Sem este elo apaixonante,
Que me faz entender-te,
E esperar-te amanhã.




Aos seus pés!

Parece que tudo parou,
Em você!
Até o sentido que busco,
Só encontro na sua vida.
E meu mundo de sonho,
Perdeu-se aos seus pés,
Neste tormento do amor,
Que controla os anseios,
Pra cultivar meu espírito,
Neste aferro tão grande,
Que aguça meu coração,
Com sua expressão.




Nos Lábios

Teu rosto,
Guarda o segredo dos teus lábios,
Na tua boca que revela,
Tudo que preciso saber!
Traz me...
Calor que busco para viver!
Faz-me sentir,
Teu suave sorriso,
Que toca minha alma,
Com gosto de carinho,
Que me envenena com o desejo,
Dos beijos que não posso esquecer!




Segredos
De Um amor Proibido

É inevitável sentir,
Ao estar perto de você...
Meu amor!
O sufoco e aperto do coração,
Que te ama no silencio do desejo,
Que se esconde nos olhares ocultos.
É inevitável...
O ímpeto de te querer,
Quando meus olhos,
Teu corpo ver,
E fecunda o amor na alma,
Sem mesmo possuir você.
É inevitável sim...
Fazer segredo um amor proibido,
Que se revela por tanto querer,
E não mais sabe o que fazer,
Para calar o direito de dizer...
Eu te amo demais,
Minha estrela!



Insônia

As noites tornam-se longas,
Quando passo horas acordado,
Buscando forças no pensamento,
Que me levem a você.
Então a madrugada chega,
E perde-se com a insônia,
Tirando-me da cama!
Fazendo-me revirar de ansiedade,
Por falta do teu calor de estrela.
E como ébrio nesta emoção,
Deixo o silencio da noite,
Tomar posse de mim,
Até ver o sol nascer,
Para novamente,
Procurar você.




Iluminado

Sou a luz...
A qual procuras!
O caminho...
Que desejas!
A verdade...
Da tua certeza!
O homem...
Dos teus sonhos!
O príncipe...
Da tua majestade!
O alimento...
Dos teus anseios!
A palavra...
Do teu poeta!
A plenitude...
Da tua realização!
A inocência...
Que te venera!
A esperança...
Da tua esperança!
A felicidade...
Da tua paz!
O amigo...
Dos amigos!

O poder...
Da tua razão!
A vida...
Que busca viver!
A porta...
Aberta para você!
A razão...
Que te entende!
A cura...
Da tua tristeza!
O querer...
Do teu querer!
O poeta...
Que te encanta!
O amor...
Puro do coração!
O acaso...
Do teu destino!
A sina...
Da tua vida!




Sonhar

O que fizeste com o amor,
Minha provocante menina?
Ensinou-me a sonhar,
E tirou de mim a esperança,
De poder até imaginar,
As nossas almas unidas,
Vivendo o nosso desejo,
Que tanto sentimos,
E não podemos revelar!
Eis que sonho contigo,
Como teu adorador,
Nas noites dos meus dias,
Mesmo sem ter a certeza,
De ser amante do teu ego.




Direito de Sonhar

Sonhos impossíveis de tocar,
Mas possíveis de sentir...
De tanto sentir,
Não deixo de contigo sonhar!
Quero sempre sonhar,
Para poder te imaginar...
Só em imaginar,
Meu espírito consegue te tocar!
E o simples toque da emoção,
Faz te ver com paixão...
Paixão que clama a vida,
Pelo amor da tua razão!
Razão que me corrompe,
Com a química do coração...
Coração que alegra,
O meu peito amante!




Elo da Esperança

Estou disposto a esperar...
Sabendo que vai demorar!
Então sigo na esperança...
Certo de que tão logo virá.
E algum dia...
Teu coração irá entregar!
O sentimento do desejo...
Para matar a lembrança!
Que guarda no teu peito.
E entre nós...
As recordações ficaram...
Feito o elo de uma paixão!
Na ânsia que sobreviverá...
Até você me aceitar!




Inebriante Amor

Inebriante gosto de desejo,
É teu beijo molhado!
Balsamo que embebeda de prazer,
Os meus sentidos carnais!
Tomando minha fonte divina,
Como um vinho que embriaga,
E seduz com desespero de amor,
Meu corpo inebriado de paixão!
Malte da tua alma,
Que mergulha na minha boca,
Em busca do meu sangue,
Que sente o furor,
Quando é inseminado,
Pelo calor dos teus lábios,
Qual me causa alucinação.




Toque das Mãos

Sinto você...
No olhar que procuro!
Na voz que escuto!
Na imagem que fantasio!
Na foto que guardo!
Nos sonhos que tenho!
No pensamento que me toma!
Na história que te inclui!
Nos poemas que declamo!
Sinto você...
Presente!
Em lugares,
Que te busco.
Mas nada faz sentir,
Você tão dentro de mim,
Como o toque das tuas mãos.




Seu lençol

Deixa-me...
Esquentar seu corpo.
Transpirar junto a sua pele,
Sobre a manta do seu lençol.
Misturar o cheiro deste desejo,
E secar na intimidade da cama,
Como o seu melhor prazer.
Deixa-me...
Inalar seu suor impregnado,
Com sua essência de fêmea,
Que emana seu perfume,
Neste véu que te cobre,
Todas as noites...
Deixa-me!
Sentir seu lençol.








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TAMBÉM EM CD!















Bibliografia
Por Carlos Sheredom




TRABALHOS DE AUTORIA DO ESCRITOR

LIVROS:

Uma estrela Chamada Leonita / Poesia
Fascinação / Poesia
Uma Rosa Chama Leonita / Poesia
Esperança / Poesia
História de Amor / Poesia
Marcas de Paixão / Poesia
Cinderela – Declarações de Amor / Poesia
Garota de Programa / Poesia
Escriba – O Doutor da Lei / Crônica
Na Mira do Povo / Crítica
Olhos da Consciência / Crítica
Sétima Revelação – O Ultimato / Crônica
Manifestos de um Xerife / Crítica
Guerreiro de Dan / Poesia
Estigma do Desejo / Poesia
Sarita / Poesia
Santa Paixão / Poesia
Sereia / Poesia
Doce Veneno / Poesia
Deusa da Lua / Poesia
Princesa das Águas / Poesia
Estrela do Mar / Poesia

CDs

Resgate da Alma – Poesia
Chamas do Coração - Poesia
Estima do Desejo - Poesia
Marcas de Paixão - Poesia

PRÓXIMO LANÇAMENTO

História da Minha Vida!
Neste faço comentários sobre as aventuras,
E adversidades vividas.
Narro os meus fetiches românticos,
E meus casamentos falidos;
Sem deixar de dá conotação,
A personalidade das companheiras.
E como TOP de todos os assuntos relatados,
Farei uma síntese de tudo,
Sobre o advento de Carlos Sheredom,
O espírito revolucionário,
De “O XERIFE DO FUTURO”.














Os direitos autorais desta obra
São reservados a
Carlos Sheredom
E aditados a
Leonita Sousa
Bruno Barbalho Oliveira
Carlos Raphael Barbalho Oliveira
Andressa Beatriz Nascimento Oliveira






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Livro - Sarita: As Asas do Desejo

A alma humana,
Desperta o desejo amante,
Quando abraça as asas do coração,
Para agradar a pureza de anjo,
Que nasce da afeição.





Apresentação

Tenho me inspirado,
Nas viagens tempestuosas da minha vida.
E ao meio tempo nesta,
Resolvi explorar meu espírito poético,
Qual nem mesmo o conhecia.
E aficionado na expressão,
Do amor eterno...
Vasculhei o inconsciente,
Transformando meus desejos,
Em sentimentos reais do consciente.
Fiz muito... Muito mais!
Criei um elo entre a alma,
E as asas do meu anjo da guarda,
Para poder libertar meus sonhos,
Que outrora eram reprimidos,
Pelo vazio da vida.
E assim deixei germinar a semente,
Qual brotara no meu coração,
Fazendo prevalecer,
As asas do meu desejo.




Oferecimento

Esta obra,
É dedicada exclusivamente,
A minha amada Sarita...
Encanto do céu!
Qual cuida do meu coração,
Com a generosidade de anjo,
Puro e enviado das estrelas,
Para proteger-me dos erros,
Que me contaminam na terra.
Sarita...
Meu anjo da guarda!
Qual me conhece tão bem,
E respeita os meus sonhos sem asas,
Agudando-me e ensinando-me a voar.




Índice

Sobre as Asas
Coração Oculto
Anjo do Além
A juventude
Leva-me
Teu Desejo
Surgindo da luz
Coisa de Deus
Véu das Estrelas
Anjo da Guarda
Amor e instinto
Pecado da Terra
Não me Deixa
Paraíso
Teu Desejo






Introdução

Escrever um trabalho literário,
É sempre algo especial!
Muita responsabilidade,
Quando se trata de ser referência,
Para o publico que busca na leitura.
Mas brincando com a emoção,
Que me faz rabiscar versos...
Deixo prevalecer o meu ego,
Qual vitaliza a força do amor,
Enaltecida pelo desejo do espírito.
E com intuição do querer,
Ouso a convidar-lhe,
Para embarcar,
Na vigem do pensamento.





Sobre as Asas

Sobre as Asas,
Do seu coração Oculto,
Anjo do meu destino!
Tem o segredo que Escondes,
Qual me leva ao teu encontro...
Meu Guardião destemido!
Como as coisas de Deus,
Que vem surgindo da luz,
Do véu das Estrelas,
Anunciando-te como anjo da guarda,
Para Saudar o amor e instinto,
No pecado da Terra,
Que não me Deixa sorrir,
E afasta-me do paraíso,
Do teu desejo.




Coração Oculto

Vem anjo do meu destino,
E revela-me os segredos,
Que teu coração oculta.
Diga-me sem medo,
Que vais embora,
E não voltaras jamais.
Diga-me meu amor...
Diga-me!
Porque bem sei,
Que nada durará para sempre.
Vem e mostra-me,
A razão da minha vida,
Para fazer-me então,
Seguir o meu caminho,
Sem chorar o castigo da paixão.




Anjo do Além

Sentido dos meus anseios,
Que divide a realidade,
Entre o mundo e o coração.
Sarita...
Luz que me ensina a viver!
Espírito de Deus,
Que sempre socorre minha alma,
E enriquece meus pensamentos...
Fazendo o meu ser,
Acreditar na pureza do amor,
E buscar o desejo sem fim,
Nas confissões que fazes para mim.
Anjo do além!
Cuida bem de mim,
Porque farei alegrar-te,
Com a força do meu íntimo,
Que vive o intuito da afeição.




A Juventude

A vida passa...
A juventude se vai!
E a inocência de criança,
Esconde-se no segredo da alma,
Revelando desejos do coração,
Que canta paixão sem entender a razão.
Então nasce o espírito da carne,
Empolgando-se com anseios do mundo,
Fazendo valer o instinto,
Na malicia que se cria,
Rompendo com o céu,
E os anjos do amor,
Que relutam na terra.




Leva-me

Vela-me minha Sarita!
Tira-me deste mundo corrompido,
Para sentir na luz do paraíso,
Teu verdadeiro amor de anjo.
Vem e satisfaz o meu desejo,
Porque tu bem sabes,
Que aqui não encontrarei,
A paz que encanta o coração.
Leva-me!
Em nome do teu Deus.
Pois te peço...
Honra o meu humilde pedido,
Com o afago das tuas asas,
Para que eu possa ser feliz!




Teu Desejo

Minha menina tão pura!
Como posso negar teus pedidos,
Quais me parecem tão justos.
Teus desejos são meus desejos,
Por isso farei honrarias de glórias,
A tua existência na minha vida,
Para viver cada segundo dos dias,
Nesta eternidade tão viva...
O calor desta alma que me cativa!




Surgindo da Luz

Sei que vens,
Da luz do sol!
Anjo escolhido de Deus.
Que sempre estás presente,
Onde nascem os raios,
Em cada amanhecer.
Por isso busco-te,
Em cada brilho que encandeia,
Para abrasar minha força,
De alma humana,
Que não vive sem você.




Coisa de Deus

Anjo de Deus!
Protege-me da fúria,
Que mora as margens da terra.
Laça a meu coração,
Com teu espírito de paixão,
E perdoar-me dos pecados.
Vem... Vem!
Abrandar meu instinto selvagem,
E faz nascer compaixão,
Como as coisas de Deus,
Que engrandecem a alma!
Para conter todo mal,
Da minha ira tão pura.





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Conheça o Autor

Sou Carlos Sheredom,
Homem de personalidade romântica.
Defensor do espírito da dignidade humana.
Sou militante da justiça e igualdade social,
Desde que me entendo como ser humano.
Sou um nordestino imigrante do Ceará,
Onde vivi minha infância com orgulho!
Fui escolado no Estado do Pará...
Terra qual criei raízes.
Hoje com experiência,
Dou-me o direito de anunciar o que aprendi,
E fez do meu espírito um cidadão honrado.
Atuo na área publicitária e jornalística,
Há alguns anos.
Tenho colaborado com jornais do Pará,
Além de editar jornais como:
Gazeta do Pará e Eventos Pará...
De minha propriedade.
Hoje exploro a mídia virtual,
Com o portal www.planetanoticias.com.br,
Dentro do mesmo contexto social.
Atualmente tenho vasta relação,
Com pessoas de varias classes;
Principalmente,
Com quem representa o âmbito político.
Mas para ser direto com as palavras,
Tenho feito desta genialidade,
Meu objeto de observação.
Porém não desrespeitando sua nobreza,
Concluí que esta representação,
Pouco impressiona!
Porque assim entendo,
Que deixam a desejar,
Como referencia humana.
E como qualquer homem de bem,
Que tenta viver na verdade,
Fui alijado pelos fora-da-lei!
Quais só não me tiraram o ar da vida.
Mas infeliz daquele que tentar,
Destruir um homem de Deus...
Serão amaldiçoados com o desamor.
Vejam que só prevalece a dignidade,
A honestidade.
E a vontade do Coração que ama...
Não a corrupção da alma.
Por isso não me humilho aos césares da vida,
Nem desejo as moedas do suor do meu povo,
Porque conheço mais que tudo isto...
Conheço o caráter da alma,
E a lei do coração.

Carlos Sheredom




Bibliografia
Por: Carlos sheredom

EM LIVROS

Manifestos de um Xerife / Crítica
Sétima Revelação – O Ultimato / Crônica
Escriba – O Doutor da Lei / Crônica
Na Mira do Povo / Crítica
Olhos da Consciência / Crítica
Marcas de Paixão / Poema
História de Amor / Poema
Garota de Programa / Poema
Cinderela – Declarações de Amor / Poema
Esperança / Poema
Fascinação / Poema
Uma Rosa Chamada Leonita / Poema
Uma Estrela Chamada Leonita / Poema
Guerreiro de Dan / Poema
Estigma do Desejo / Poema
Sarita – Asas do Desejo / Poema
Estrela do Mar / Poema
Deusa da Luz / Poema
Doce Veneno / Poema
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Livro - Olhos da Consciência

Todos os direitos são reservados a
Carlos Sheredom






APRESENTAÇÃO

Esta análise de contestação,
Não pretende fazer deste acesso,
Nenhuma ofensiva no pensamento...
Salvo a extensão da conscientização!
Pois falar da sobrevivência ou existência,
Não é preciso ter fundamentos científicos,
Nem amparo das leis...
Por assim ser,
Apenas uma visão lógica dos fatos,
E discernimento ético da vida.
O homem pensa,
Logo entende o que quer;
Portanto,
Neste discurso literário,
Proponho ao intelecto humano,
Que seja mais responsável,
Na pratica dos atos...
Salve a conduta!
Pois o respeito e dignidade,
Na consistência do comportamento,
É o próprio direito a vida,
Qual deveria suceder-se no dia a dia,
Por esta população estimada,
Em quase sete bilhões de habitantes.




ÍNDICE

EFEITO PREDADOR NA ASCENSÃO GLOBAL
CONDUTA INCONSEQUENTE
BICHOS ORGULHOSOS
O QUE RESTA DA ALMA
CEGUEIRA UNANIME
PERECENDO NA ESCURIDÃO
CONTAGEM REGRESSIVA
O OBJETIVO
A HORDA
CONFINADOS
O FRACASSO DO PRÓPRIO EGOÍSMO
SANGRANDO OU MATANDO
IMUNDOS PEGAJOSOS
MUNDO CARNAL
CAMINHO PARA O FUTURO
INSANIDADE





INTRODUÇÃO

Olhos da consciência,
Propõe ao espírito humano,
Fazer uma viagem ousada na mente.
E assim atravessar o espelho da hipocrisia,
Deixando-te alcançar o estado sensorial da razão,
Numa forma simples de viver,
O encantando com o poder,
De um novo horizonte.
Venha interagir,
Com esta análise crítica...
Quem sabe assim,
Você se dê conta,
De descobrir um mundo melhor,
Qual nunca a si dera,
A oportunidade de vivê-lo.
Se desprenda dos anseios físicos,
Aguce sua consciência,
E analise junto comigo...




Efeito Predador
Na Ascensão Global

O mundo e suas limitações,
Já sofrem as conseqüências,
Causadas pelo mais obstinado dos predadores...
O homem!
Este age,
Como se tantos problemas presentes,
Fossem inerentes ao futuro.
Lamentavelmente,
A perspicácia das civilizações,
No intelecto ético e social dos povos,
Deixa a desejar nas atitudes,
Quais os confinam diante dos fatos,
Conflitantes e irreversíveis.
Pois a consumação do amanhã,
Será apenas uma questão de tempo,
Que se destina.
É! As evidencias são tamanhas...
Possivelmente catastróficas.
Tanto que,
É perceptível no processo,
Da perda de domínio das situações,
Que não mais conseguimos corrigir;
E mesmo assim,
A responsabilidade humana,
De cada cidadão,
Não o desperta para a realidade.
É evidente que não poderia ser diferente,
Porque é clara a impotência do homem,
Perante sua prevaricada compreensão,
Sobre a vida consumada no prazer.
Pelo visto,
Chegamos ao ápice da mediocridade,
Agindo com maléfica ironia,
Dotando-nos das razões comuns,
Para justificar a ignorância da omissão;
Alegando que,
O possível nunca será possível.
É! O caos se faz presente e não é de hoje.
Pois historicamente,
Podemos até considerar,
Que suas raízes fazem parte do comportamento,
Sem a dinâmica da consciência;
E mesmo assim,
Se considerarmos o intelecto da humanidade,
Perceberemos então,
Que este se funde numa diversidade de valores,
Contraditório a questão ética da racionalidade,
Tornando assim,
O aprendizado humano,
Inerente da pobre cultura sobrevivente.
Eis o teatro do fracasso!
Enaltecido pela auto-suficiência,
Destes superdotados seres,
Que aos poucos dissipam a esperança,
E geram tantos problemas sociais.
Quanta insensatez!




Conduta Inconseqüente

As pessoas vivem momentos hilariantes,
Da liberdade social.
São democraticamente livres,
E racionalmente prostradas.
E no contexto geral,
As sociedades são tomadas,
Pelo espírito da libertinagem;
O qual,
Age no ímpeto da emoção,
Afugentando a razão,
Em muitos aspectos,
Do individualismo comportamental,
Assim degradando a moral,
Na personalidade;
Com isto,
Grande parte deste povo,
Corrompe seus mais nobres valores éticos,
Fazendo até concessões vulgares,
Na própria intelectualidade,
Para assim,
Atingir seus objetivos e satisfações.
Por fim,
Este continua doente,
Sem alcançar os primordiais valores,
Do próprio eu.
E assim confinam,
A mais digna virtude do caráter...
A ética!
É! O povo deste século,
Vive o apogeu das conquistas.
Nunca tiveram o domínio,
Sobre tantas possibilidades,
Como nos tempos de hoje.
Chegaram tão longe,
Que o conhecimento cientifico,
Tecnológico e acadêmico,
Superaram o espaço da sobrevivência;
Mas mesmo assim,
A sociedade coletiva,
Pouco lapidara,
Os elementos da consciência.
E o nosso presente já se vê confinado,
Pelas mesmas mazelas,
Do comportamento volúvel,
Oriundas do passado,
Nesta corrida liberalista,
Que se apega instintivamente,
As oportunidades da realidade sedutora,
E dos demasiados atos libidinosos,
Neste mundo que hoje,
Diz-se evoluído.
Veja o quanto erramos,
Acreditando no escuso progresso,
De visão tão limitada,
Sobre moral e liberdade,
Que interage o mundo contemporâneo.
Contudo,
Insistimos a nos adaptar,
A este jogo competitivo,
Baseando-nos numa forma de vida,
Qual nos afortuna com costumes,
E praticas sem consciência,
Do espírito dos valores da decência.
Será que isto é mérito para o homem?




Bichos Orgulhosos

O que são os seres humanos?
Se não...
Meras criaturas empolgadas,
Com aspectos e estímulos,
Que evidenciam a vida.
Estes vivem da satisfação do mundo,
Enfatizada pelo estigma da própria obra.
Seja de conjetura pessoal ou social!
E o vosso bem natural...
O talento racional!
Não supera a sobrevivência alienante,
E a ausência da espiritualidade consciente.
O que falta ao homem,
Para reconhecer,
Que o egocentrismo não é mérito,
E o tem regido pela transitória vida,
Causando lacunas no discernimento,
Como feridas sem cura,
Na evolução da alma.
É! É necessário estabelecer ordens psicológicas,
E organizar conceitos sobre a vida.
Pois todos sabem,
Que a trajetória no contexto vivido,
Tem sido uma constante,
Com indefinidas situações...
O suficiente para nos permitir,
Permanecer na ignorância,
Como bichos orgulhosos.



O Que Resta da Alma

A criação privilegiou o homem,
Dando oportunidade de evoluir o espírito.
E deu-lhe a arma da consciência,
Para que aprendesse lidar com o equilíbrio,
E evitasse a escuridão da própria ignorância.
Mas o homem,
Em sua virilidade vulnerável,
Não se superou,
Por não conservar o magma da alma.
Pois a evolução não tem sido imediata,
Porque as chances no mundo,
Normalmente resultam num descaso,
Em detrimento do mau fluxo de consciência.
Pelo visto disseminaram o mal,
Que desarmoniza a estrutura racional;
Assim quando,
Deixaram prevalecer o instinto.
Pois cada minuto perdido,
É prejuízo para ascensão da alma,
Porque a raça humana,
Assim mistifica o contexto da razão.
Vejam,
Que o homem é ser frágil,
Pouco sutil no dom da compreensão,
Na equivalência da sua aptidão.
Suas irreparáveis atitudes,
Não sobrepõem as emoções nas suas satisfações;
Entre tanto,
A natureza tem dado ao homem,
A oportunidade real de manipular,
Os enigmas da vida.
Muitos têm acesso ao estimulo,
Chamado percepção,
Que se difunde na estima,
Da convicção...
Da intuição...
E do amor!
Mas não tem,
A consistência do espírito.
É! É irrelevante aceitar,
O homem de hoje,
Qual é incapaz de conquistar da alma...
Bem menos educar o espírito,
Para a fraternidade da vida;
Porque sua nobreza intelectual,
Não interage no sentimento,
E não fala a linguagem da consciência.
É lamentável ver a raça humana,
Se lançar instintivamente no erro!
Marcando a história com dilemas,
Próprios da inconseqüência.
E enquanto vive os ritos deste jogo,
Hibernam na inércia da ignorância.
Pois se olharem para o futuro,
Atentos para a essência de si,
Perceberão que a racionalidade consciente,
É o único elemento consistente,
Que resta da alma.




Cegueira Unânime

Somos apenas criaturas,
Ou seres racionais,
Que somam quase sete bilhões,
De individuo na colônia humana?
Diferentes nas personalidades,
Com naturezas independentes,
Que exercem o mínimo,
Da capacidade racional.
Isto...
É digno de um grande julgamento!
Não justifica o objetivo da raça humana,
Desta incansável corrida pela sobrevivência,
Que não vai além da cegueira unânime.
Parece patético o comportamento do ser;
Pois mesmo poderoso no gênio do pensar,
Este pouco interpreta,
O que entende da vida.
O homem normalmente desconsidera,
A referencia da igualdade,
O cume da integridade,
A sensibilidade da razão;
E assim desdenha,
No pensamento consciente,
Transformando tudo em nada;
Desde que,
Descobriu-se como gente!
Pois este vive num estágio,
Que não permite ser,
Cuidadoso nos atos,
Ou expressivo na consciência.
Porém,
Tal racional,
Ainda concilia prerrogativas ortodoxas,
Que mantém o entendimento racionalista,
Na instancia da incompreensão.
Como é volátil,
A ofuscante mente humana,
Desta espécie necrosada,
Pelo processo de evolução,
Do próprio eu...
Tanto quanto,
Sua eloqüência esnobe,
E vazia de espiritualidade!
E assim estes sepultam na ignorância,
O elo que concebe as respostas da vida...
A própria alma!



Perecendo
Na escuridão

Chegamos há dois mil anos,
Além do maior desafio,
E exemplo de consciência humana,
Na historia do homem...
E ainda não aprendemos a doutrinar,
Os subestimados espíritos humanos.
Estamos em dois mil e sete,
Na virada do século XX...
Nascimento de uma nova era!
Em época,
Que desfrutamos do conhecimento elaborado,
Do alto nível tecnológico e cientifico;
E mesmo assim,
Perecemos na escusa ignorância,
Da primária concepção,
Desta inexplorada consciência humana.
É! E em conseqüência desta natureza,
Tão vagamente excepcional,
Grande parte da civilização,
Pratica a espiritualidade primitiva...
Típica do próprio berço radicado.
Pois quando relatamos,
Os degradantes problemas sociais,
Dos dias conseguintes,
Normalmente vemos os fatos submergir,
Por uma realidade enganosa,
Comprometida com a conformação,
Da massificada alienação.
É sinistra a conduta humana!
Pois as diferentes sociedades,
Estruturadas para interagirem,
Numa ordem racional,
Como conjunto seleto,
De grupos organizados,
Baseados nas leis intelectuais,
São argüidas pela falta da consciência.
Portanto,
Seus hábitos culturais,
Só tem manipulado o rebanho humano.
E aonde queiras ir...
Não chegaras!
Porque está apenas,
Inchando o processo,
Da consciência metafórica.
Pois as doutrinas sociais...
Sejam elas de relevância,
Política ou religiosa,
Só dão conta de fabular exemplo,
Como o do patrono da consciência...
Jesus Cristo!
E em função do pouco caso,
Sobre a responsabilidade espiritual,
As divergências e disputas,
Tem sido rotina dos homens...
Destes que assolam a socialização!
E assim perecem na escuridão,
Fazendo do poder impensado,
A sua prosperidade.



Contagem Regressiva

O fim do mundo,
Será fato consumando.
Causado pelo descaso e excesso,
Da irresponsabilidade humana.
Acontecerá...
Mais tarde ou mais cedo!
É bastante provável,
Que nem mais cem anos,
Viverão os seres da terra.
O que pensam os homens...
Será que estes acham,
Que o Deus que rege a vida,
Dará o jeitinho de costume,
Para prorrogar os resultados,
Da nossa ínfima consciência?
E assim se faz a ignorância!
Porque então tantos olhos,
Não enxergam os obvio?
Até parece,
Que as impensadas atitudes,
São méritos do melhor,
Que este pode dar.
Por acaso,
Não dá para perceber o perigo,
Irreversível diante dos estragos,
Causados a vida terrestre?
Será que a ganância mortal...
Risco experimental!
A aptidão excessiva,
Da vossa estruja consciência,
E do desequilibrado progresso,
Não estão agredindo a genoma,
Da única morada natural?
É, ser intelecto!
É bom pensar...
E começar a se preocupar,
Enquanto há tempo!
Pois tantos danos conseqüentes,
Da falta de habilidade humana,
Está ruindo o nosso habitar.
Com prováveis possibilidades,
De consolidar o inesperado fim,
De mais um período existencial...
Nesta vida planetária.
Pois a natureza,
Precisa se recompor,
De tudo que foi extirpada,
E ser respeitada por vidas inteligentes;
Caso contrário,
Nem o mal terá espaço no tempo.
Vejam...
Que é apenas uma questão de lógica!
Porque esta vida é real,
Formada por propósito pensante,
Para que nela,
Cultivem sabedoria...
Como equilíbrio da expiração,
Da interação homogênea,
Com seus finitos recursos naturais.
É! Mas o objetivo próprio do homem,
Não tem responsabilidade como senso lógico,
Porque sua doentia empolgação,
Retrata apenas a repetição na história.
Bastante notável,
Não é?
Que estes não deixam alternativas...
Pensam que sabem de tudo...
Mas não vão além do que podem dar!
Eis o homem de todos os tempos...
Homem sem alma.
Pouco incisivo na consciência,
E retrogrado como primata.
Quando entenderá,
Que a obra,
Qual não é preservada...
Não é dos deuses da terra,
Mas está sobre suas responsabilidades!
E certamente não foi criada,
Para satisfazer o abuso racional,
Que destoa o ciclo regular da vida.



O Objetivo

O objetivo está se cumprindo!
Tudo tem um propósito real.
Não existe dor sem cura...
Nem cura que não contenha a dor.
O mal está na mente corpórea...
Não faz parte do espírito!
Pois o ser humano é puro,
E tão divino quanto o cosmo.
Porque sua essência,
É obra perfeita.
Mas este...
Não se conhece!
Se o homem não se encontra,
Ou sofre com a dor das provações...
É por causa da sua própria escolha!
Este se tornou o feito dos desejos,
Limitados por sua consciência carnal.
É! Saímos das evidencias metafóricas,
E entramos no estreito da purificação.
E assim vivemos o momento da seleção,
Como diz o contexto profético,
Nas entrelinhas da palavra sagrada.
Hoje...
Somos apenas sobreviventes,
E meros mortais diante do juízo,
Porque assim desejamos!
E por isso,
A lei natural diz:
Regras se cumprem...
Não se alteram nos valores!
Porque a perfeição de Deus,
É imparcial e não se corrompe.



A horda

Andando nas ruas,
Podemos ver a incerteza,
Em olhares perdidos.
Expressões que buscam,
Mas não encontram o sentido da vida,
Porque desconhecem o exercício,
Da ordem e cidadania.
São pessoas...
Movidas pelo próprio medo...
Medo de ficarem para trás!
Algumas seguem os passos de outras,
Tomadas pelo desespero.
E assim,
Parece que a corrida nunca acaba,
Na atividade humana.
E estes membros da horda,
Na ignorância do seu saber,
Não conseguem nem olharem,
Para si mesmos.
Imaginam o mundo a sua volta,
Como uma ciranda de conquistas!
E desta forma,
Acontece a vida humana...
Que se prostra pelo entusiasmo,
Dos rituais da razão.
Então os cegos,
Amotinam-se na inconstância,
Vivendo inertes,
Como predadores do destino,
Porque trilham a sobrevivência,
No estado ínfimo do desejo,
Que corrompe o espírito,
E menospreza as virtudes da alma.



Confinados

O mundo moderno esfriou!
E por eloqüência da liberdade,
Desconhece os valores Moraes...
Transformando a pureza dos sonhos,
Em frustração que apodrece com a carne,
Como preceitos do individualismo.
A sensibilidade deste povo confinou!
Pois não mais conhece o espírito...
Espírito da coesão,
Qual fala para os ouvidos do homem,
Que não mais consegue escutar...
A voz da emoção.
O que fizeram da alma,
Povo privilegiado pela razão?
E das grandezas do coração?
Ser pífio de natureza egoísta!
Mataram e si próprio...
Quando simplesmente romperam,
Com o valor mais puro do coração...
O amor!



O Fracasso do Próprio Egoísmo

O que se pode fazer,
Para salvar a vida terrestre,
Que nós mesmo degradamos?
Nada!
Porque nós humanos,
Não estamos preparados para o discernimento.
Pois é perceptível,
Os interesses da racionalidade humana,
Quais vão além da coerência,
Tomados pela cobiça capitalista,
E sua ambição.
Este é primitivo em demasia...
Para entender as necessidades,
Do equilíbrio natural de todas as coisas.
O homem explora as possibilidades,
Na finalidade de gerar dinheiro e poder;
Até age como predador insaciável,
Sugando o próprio “sangue da Terra”...
O petróleo.
Quem afirma que este elemento mineral,
Existe apenas para gerar poder econômico?
Por acaso,
Alguém já se deu a oportunidade,
De parar para pensar,
No que aconteceria ao planeta,
(Não ao homem),
Na falta do “sangue negro”?
É! Acho que ninguém,
Ainda se deu conta da gravidade,
Desta situação irreversível e exterminadora.
Eis que o homem faz...
Destrói a própria vida!
Porque instintivamente traz na índole,
O fracasso do próprio egoísmo.
E por falta de consciência em seu estado humano,
Fecha todas as portas da razão,
Rompendo com as leis da existência.




Sangrando ou Matando

Esta é a História,
Dos impérios desumanos,
Que faz dos homens,
Reis dominantes.
Lideres dos dias,
Quais se sucedem no tempo,
Feitos conquistadores,
Que humilham os sonhos,
Deste rebanho existente.

Assim é a saga espiritual,
Que por séculos ascendentes,
Intimida na ignorância,
A virgindade da alma inocente.
E sangrando ou matando,
A própria natureza sobrevivente,
Estes corrompem sem piedade,
A essência da esperança,
E anseios dos corações,
Desta humanidade sem referência.
Que consciência inconseqüente!




Imundos Pegajosos

É impressionante,
A forma como as pessoas,
Das tantas cidades do terceiro mundo,
Conduzem suas responsabilidades cidadãs.
É tão indevido o descaso nas suas ações,
Que se percebe a vergonha incubada,
Nos seus próprios rostos,
Maquiados com o orgulho da hipocrisia;
Tanto que,
Cega suas inertes consciências.
Pois estes,
Agem com indiferença,
Como animais irracionais,
Degradando o meio social,
Das “estimadas” nações...
Favorecendo o desequilíbrio,
Em vários seguimentos,
Da ordem social e ambiental.
E assim vemos no dia a dia,
A proliferação desgovernada dos abusos,
Que já se tornaram comuns,
Em nossas habituais condições de vida.
Eis que esta realidade sub-humana,
É retrato da nossa própria educação.
Então adequamo-nos,
Ao paisagismo do ridículo,
Enfeitado com o lixo do desamor,
Qual contamina o bem estar,
E referencia o que realmente somos...
Imundos pegajosos.
Haja lixo!




Mundo Carnal

Normalmente,
O que justifica a satisfação humana,
São as condições materiais;
Ou seja, conquistas do cotidiano,
Como: casa, carro, etiqueta de grife,
Perfume francês e artefatos,
Que enche os olhos do pobre ego humano...
Coisas da natureza primária deste ser,
Que mal consegue viver o tempo!
O homem é isso... E mais!
É a evolução da ambição,
Voltado para as necessidades,
Especificamente da realidade.
Este, raramente vive,
Os anseios espirituais,
Que tenham afinidade com a alma,
Como: o amor ou a fraternidade,
E até mesmo a fé sobre natural,
E sonhos que estão além,
Dos propósitos vivos,
Na mente comum do mundo carnal.
Este sou eu e você,
Que se encontra distante do futuro,
Que justifica o próprio existir.




Caminho para o Futuro

O que fazer determinantemente,
Para melhorar a vida no amanhã,
Em todo seguimento da civilização humana?
Geralmente se trabalha...
As necessidades emergenciais,
Priorizando programas de assistencialismo,
Como manutenção organizacional dos grupos,
Para responder as atividades básicas,
Em cada meio cultural.
Porque não poderia ser diferente?
Quem sabe,
Se estendesse categoricamente,
Os valores educacionais,
Oferecendo e cobrando condições,
Que possam formar dignamente o ser,
O preparando para uma consciência,
De cidadania e humanismo...
Não daria certo!
Eis que por tão pouco,
As diretrizes governistas do mundo,
Falham em suas missões.
Simplesmente,
Porque suas ações administrativas,
Ainda são escusas,
E dividida entre o dever e interesse,
Econômico e pessoal.
As falhas dos poderes mundiais,
São notórias!
Pois nascem na educação...
Porque levianamente,
Os tantos delegados pelo sistema,
Exercem seus papeis de tutores,
Com pragmática omissão.
Vejam...
O quanto seria fácil resolver os problemas,
Investindo no discernimento,
Orientando a mente pensante,
Ou combatendo a ignorância,
“Em cada escola deste mundo sem Deus”!
Aplicando conhecimentos básicos,
Da psicologia comportamental,
Direito civil e penal,
E até mesmo...
Religião.
O que falta senhores,
Para se darem conta dos vossos erros,
E do mal que alimenta em cada dia,
A ignorância de quase sete bilhões,
De seres predadores?
Sobre um planeta...
Que está ficando pequeno,
Para a ceifa humana.



Insanidade

Quanta pobreza,
Das necessidades humanas,
São as ações terroristas...
Quais envergonham o mundo,
Apelando para opressão,
Sem medir as conseqüências,
Ou limites que respeitem o próximo.
Estes executores das atividades criminosas,
Que excedem a razão,
Membros dos movimentos extremistas...
Matam e se matam!
Até mesmo,
Em nome de um deus...
Quanta insanidade mental!
Isto para satisfazer à revolta,
E os anseios psíquicos,
Que os afortunam de ódio e rancor.
Seria isto heroísmo ou covardia?
Não creio naturalmente,
Que um ser humano,
Intelegivelmente saudável,
Possa comprometer,
A vida de muitas pessoas e a própria,
Consumando a fatalidade...
Que na maioria das vezes,
Envolve civis inocentes!
Estes loucos psicóticos,
Que se acham referencia de liberdade,
Só desonram o seu próprio deus,
Quais os chamam de Alá.
E nesta desculpa desleal,
Derramam o sangue humano,
Para defender interesses,
Com seus conflitos ideológicos,
Com tanta insensatez.
Que monstruosidade!













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Belém – Pará – Brasil






Conheça o Autor

Sou Carlos Sheredom,
Homem de personalidade romântica.
Defensor do espírito da dignidade humana.
Sou militante da justiça e igualdade social,
Desde que me entendo como ser humano.
Sou um nordestino imigrante do Ceará,
Onde vivi minha infância com orgulho!
Fui escolado no Estado do Pará...
Terra qual criei raízes.
Hoje com experiência,
Dou-me o direito de anunciar o que aprendi,
E fez do meu espírito um cidadão honrado.
Atuo na área publicitária e jornalística,
Há alguns anos.
Tenho colaborado com jornais do Pará,
Além de editar jornais como:
Gazeta do Pará e Eventos Pará...
De minha propriedade.
Hoje exploro a mídia virtual,
Com o portal www.planetanoticias.com.br,
Dentro do mesmo contexto social.
Atualmente tenho vasta relação,
Com pessoas de varias classes;
Principalmente,
Com quem representa o âmbito político.
Mas para ser direto com as palavras,
Tenho feito desta genialidade,
Meu objeto de observação.
Porém não desrespeitando sua nobreza,
Concluí que esta representação,
Pouco impressiona!
Porque assim entendo,
Que deixam a desejar,
Como referencia humana.
E como qualquer homem de bem,
Que tenta viver na verdade,
Fui alijado pelos fora-da-lei!
Quais só não me tiraram o ar da vida.
Mas infeliz daquele que tentar,
Destruir um homem de Deus...
Serão amaldiçoados com o desamor.
Vejam que só prevalece a dignidade,
A honestidade.
E a vontade do Coração que ama...
Não a corrupção da alma.
Por isso não me humilho aos césares da vida,
Nem desejo as moedas do suor do meu povo,
Porque conheço mais que tudo isto...
Conheço o caráter da alma,
E a lei do coração.

Carlos Sheredom




Bibliografia
Por: Carlos sheredom

EM LIVROS

Manifestos de um Xerife / Crítica
Sétima Revelação – O Ultimato / Crônica
Escriba – O Doutor da Lei / Crônica
Na Mira do Povo / Crítica
Olhos da Consciência / Crítica
Marcas de Paixão / Poema
História de Amor / Poema
Garota de Programa / Poema
Cinderela – Declarações de Amor / Poema
Esperança / Poema
Fascinação / Poema
Uma Rosa Chamada Leonita / Poema
Uma Estrela Chamada Leonita / Poema
Guerreiro de Dan / Poema
Estigma do Desejo / Poema
Sereia / Poema
Santa Paixão / Poema
Doce Veneno / Poema
Deusa da Lua / Poema
Princesa das Águas / Poema
Sarita / Poema
Estrela do Mar / Poema

EM CDs

Marcas de Paixão / Poesia
Estigma do desejo / Poesia
Chamas do Coração / Poesia
Resgate da Alma / Poesia
























PRODUTORA
PORTAL
Comunicação Visual

Livro - Na Mira do Povo

Carlos Sheredom

NA MIRA DO POVO
CRÍTICAS POLÍTICAS





Apresentação

Neta obra discursiva,
Faço cumprir-se o meu dever cidadã,
E o protesto da minha consciência política,
Qual assina por cada vírgula,
Quais dão ênfase as minhas palavras.
E sem dispensar a oportunidade...
Com minha insolência,
Desafio todo o sistema,
A medir peso de consciência!
Não é concebível,
Que temos que apelar,
Para tantas formas de manifestos;
E mesmo assim,
Não sensibilizamos os idiotas,
Da pouca vergonha,
Que covardemente escondem-se,
Tapando os ouvidos para não escutarem,
Fechando os olhos para não enxergarem,
E apagando a memória para não pensarem.
Por isso faço valer à revolta e opinião,
Do povo brasileiro.
Que neste trabalho,
Conclama o mínimo de sensibilidade,
Deste poder egoísta.



Índice

Que Vergonha!
Apropriação Indevida
Governo Anticristo
O Vicio do Trânsito
Sobrevivência ou Crime
É Pra quem Pode?
Educação
Cultura do Egoísmo
Coitados Trogloditas
Cega, Surda e Muda!
Eldorado Marcado Pelo Descaso
Dar-se o Que Tem!
Muda Brasil
Dias Melhores




Introdução

Quantas vezes aferimos e nos questionamos,
Diante desta realidade contida de fracassos.
Vivemos pincelando o dia a dia,
Com olhares de insatisfação,
Quando vemos e entendemos,
Que muitos pagam pelo erro de poucos.
E deste jeito,
Buscamos alguma forma de manifestar,
Nossa repudia alicerçada na razão.
Quantas vezes queremos falar,
O que pensamos e tememos;
Que por covardia,
Achamos que não fazer a diferença.
Pois aqui nesta obra literária,
Que conceitua os problemas brasileiros,
Faço valer este desejo do pensamento,
Que protesta contra o descaso inebriante,
Que humilha a minha percepção de ser,
E meu discernimento de cidadão brasileiro.
Então convicto do meu saber,
Convido-te para concretizar,
Minhas afirmações contra a ignorância,
Dos malfeitores por excelência.
E neste respondo,
Por toda responsabilidade como cidadão.




QUE VERGONHA!

A responsabilidade cidadã,
É um dos temas mais questionados,
Na realidade democrática.
Os projetos sociais de natureza política,
Que são aprovados pelo poder constituído,
Mal definem seus objetivos,
Diante das necessidades sociais.
O descaso na ordem,
Em todos os aspectos,
Da sociedade brasileira,
É impiedoso e imoral.
Até parece,
Que os direitos de cidadania,
Nos trabalhos políticos,
São para poucos ou escolhidos.
Não parece?
As comunidades das áreas,
De periferias das nossas cidades,
Ainda sofrem as conseqüências da descriminação,
E deste descaso oriundo da falta de consciência,
De um verdadeiro trabalho político,
Governista e social.
Este país,
“Ainda bóia na lama!”
Na lama da prostituição...
Da corrupção...
Da marginalidade...
Dos titulados omissos e cara de pau;
Assim rendendo nosso povo,
As condições do submundo dos erros e fracassos...
Sem considerar a desilusão.
Que covardia!
Não é possível que os egoístas,
E privilegiados do sistema,
Não tenham olhos...
Discernimento para enxergarem,
Tamanhos problemas,
Que se enraízam nesta mal amada,
E desrespeitada nação.
Que vergonha!
Na verdade,
O poder é covarde,
Alienado e predador.
Este faz de muitos filhos da nação...
A maioria!
Insignificantes prostrados e proscritos;
Assim crucificando nossos homens e mulheres,
Como vagabundos e até prostitutas.
Que país de poucas estrelas!




APROPRIAÇÃO INDEVIDA

Muita gente neste país...
Ainda acredita em mudanças sociais.
Mas isto seria mesmo possível acontecer?
Se os erros desta sociedade,
São originados da irresponsabilidade,
De um poder oportuno.
Existem tantas falhas criadas na soberania,
Que mesmo legais diante das leis,
Não tem coerência,
Perante esta realidade tão injusta,
Qual desaponta a compreensão,
Dos cidadãos brasileiros.
Pois...
Não cabe nem mesmo,
No raciocínio de quem não pensa,
A forma como o governo,
Estabelece suas regras,
Criando cargos públicos,
Como os vitalícios.
E como se fosse pouca,
A pretensão do poder...
Nomeiam no próprio âmbito,
Como acontece no Ministério Público,
Pessoas não concursadas,
Para atividades,
Como: procurador, conselheiro, etc.
Eis uma das falhas...
Para não dizer privilégio.
Haja oportunismo!
E o povo ainda acredita em mudanças!
Como é possível acreditar e confiar num sistema?
Qual o mal deste tão oportunista...
Mesmo na legalidade,
Já tem suas raízes constituídas,
E sobrevive como uma doença,
Dentro deste vulnerável regimento de governo.
Como é possível?
Quando o principal dos problemas,
Assola a ordem e progresso da nação...
A falta de ética e respeito cidadã!
Expliquem senhores,
Se não vos questionarei,
Baseado no que costumo ver,
No dia a dia ascendente...
Os inúmeros abusos,
Constituídos pela república.
Vejam que para mudar o Brasil,
Será preciso começar,
A reforma no vosso próprio,
Berço governista;
Só assim,
Viveremos um futuro de mudanças...
Digno de orgulho,
E promissor para o nosso povo.




GOVERNO ANTICRISTO

De quem é afinal...
A responsabilidade?
Em manter a ordem social,
Neste país chamado Brasil,
Que já se encontra tomado pelo crime.
Afinal!
Quais são as diretrizes,
E providencias tomada por este governo,
Para que a população,
Tenha o mínimo de segurança,
E certeza do amanhã?
Às vezes...
Até atribuímos ao pensamento,
Que nossa constituída nação,
Não passa de um circo em cena...
Onde os poderes fazem o papel do palhaço;
E a injustiça,
Do crime que entra em cena.
E o governo...
O que faz enfim?
Age com tanto descaso,
Que já perdeu o respeito cidadã.
Na realidade...
O que compete de fato,
Ao titulado presidente da república,
E seus súditos soberanos?
Cuidar do seu povo,
Ou promover tratados entre nações,
Com propósitos de paz,
Caridades e interesses,
Que mais parece coisa do anticristo.




O VICIO DO TRÂNSITO

Se o povo comete erros,
Perante as leis de trânsito,
Não é porque querem;
E sim,
Porque não é educado,
Para uma consciência devida,
E consequentemente,
Prevalecem os maus costumes.
E o governo...
Convenientemente se aproveita,
De tal realidade onde todos são culpados,
Para cumprir seu propósito de extorsão,
Que na legalidade,
Faz valer seu doente poder de tirania.
Portanto espertíssimos senhores deste poder,
Todo problema de ordem social,
Desta deselegante cidadania,
É oriundo do descaso soberano,
Que fecha os olhos para dignificar,
A educação coletiva.
Mas será que os senhores,
Sabem de fato o que é educação?
Pelo visto não!
Pois falta gente preparada,
De hombridade humana,
Para fazer política,
Assumir desembargos e governos;
Assim como faltam,
Representantes na lei,
Que ajam com civilismo e consciência,
Nas situações do dia a dia,
Da fiscalização de trânsito,
Nas grandes cidades;
E não,
Como “pau mandado”,
Notificando e multando,
As falhas de uma rotina,
Que sempre foi comum,
Na vida social do brasileiro.
Para ser mais claro...
Tirando dinheiro do povo,
Para engordar um dos caixas,
Mais afortunado deste sistema.
E o pior de tudo...
É que além desta extorsão legal,
Estes agem com atitudes suspeitas,
Geralmente escondidos pelas esquinas,
Tirando proveito do descuido dos motoristas,
Neste aglomerado e agitado trânsito estressante.
E desta forma engordam,
Suas cadernetas de notificações,
Com intenções não escusas.
Que ridículo!




SOBREVIVÊNCIA OU CRIME

A pretensão dos que fazem pirataria,
Como atividade de trabalho,
E dos quais sobrevivem na ilegalidade,
Como as casas de jogos eletrônicos,
E mercadores da clandestinidade,
A princípio não deveria ser considerada,
Crime perante a lei.
Até porque,
Se o poder de soberania,
Cumprisse o direito de cidadania,
Como é obrigação de fato,
A realidade da sociedade seria de dignidade;
Portanto,
Que o povo lute pelo seu espaço,
E conquistem o que é de direito...
Sobreviver!
E os senhores da lei,
Se façam dignos,
Para exercer o mínimo de consciência...
Equilibrar as necessidades da população!
Em vez de investirem,
Nos suntuosos palácios do poder,
E casas de jogatinas,
Que voz consideram legais...
Casas lotéricas!
Afinal autoridades da justiça,
Certos erros do povo,
Não são sinônimos de crimes,
Bem menos superiores aos do poder,
Que muitas vezes são oportunamente constituídos.
E se for...
Reflete bem menos nos cofres públicos,
Que as falcatrua dos bandidos,
Que sobrevivem nas cortes governistas.
Pois não se pode tirar do povo,
O que este pouco tem para dar!
Bem menos o suor que malmente mata a fome.
Se a sede do sistema é dinheiro...
Porque não cobram impostos?
De forma justa e objetiva,
Como taxa unificada,
Para todas as classes de trabalho.
É! Bem sabemos,
Que os direitos a cidadania,
Fica só no papel...
Não são para todos desta sociedade.
E que soluções geradas pela própria população,
Tem funcionado como sobrevivência,
Para muitas famílias...
Além de gerar emprego!
Bom,
Aqui fica aberto para questionamento público,
A consciência corrompida da lei...
Para os quais são conhecedores,
Da questão pública,
E dos princípios que regem a constituição.
Para assim se darem o direito de perguntarem:
Quais definições dariam para este povo humilhado,
Por não terem as mesmas chances,
Que privilegiam vossas vidas.
Compartilhariam da fome?
Comungariam com o desespero?
Que corrompem os costumes da cidadania.
Respondam pelo menos a si,
Ou mostrem-se incapazes por assim ser!
Vamos respeitar esta gente,
Que faz o jogo sem exigir.
Pelo menos o respeito,
Já faria jus,
A estes que sobrevivem do trabalho,
Trocando dignidade,
Por uma bocada de feijão e farinha,
Nesta realidade de injustiça e tirania,
Que vós conhecem muito bem.




É PRA QUEM PODE?

Nossa independente nação,
Vive permanentemente,
Situações de crises econômicas;
Onde o desatino da administração,
Evidencia cada vez mais o descaso,
Que suplanta a generalizada diferença,
Entre as classes sociais.
A economia social,
Na política deste país,
É catastrófica e injusta,
Na qualidade de vida deste povo...
Sem perspectivas e perseverante,
Mesmo sem direção.
O programa de distribuição de rendas...
Se é que este existe!
É estrategicamente oportuno,
Desonrado e favorecedor.
Muitos brasileiros,
Nem sonhando,
Fazem parte de fato,
Dos direitos assegurados ao cidadão.
Mas a nobreza...
Principado do poder,
Econômico e da corte soberana,
É gloriosamente realizada,
Em seus dias,
“E participativa nos lucros da nação”.
É, é pra quem pode!
Mas para que tenhamos,
Como referência do descaso,
E exemplo desta realidade bandida,
Vejamos alguns fatos,
Que consequentemente contribuem,
Para esta circunstância:
As questões dos cargos vitalícios,
Ocupados por nomeações,
E seus milionários salários,
Que sobrepõem os vinte mil reais.
As remunerações no setor legislativo,
Que atinge valores,
De cinqüenta mil reais.
As folhas de pagamentos,
Do poder executivo,
Que ultrapassam os 50%,
Das receitas tributárias,
Em algumas regiões.
Sem deixar de considerar,
Os privilegiados que entram,
Para quadros funcionais,
“Pelas janelas”...
Isentos de concursos públicos!
E os humildes salários...
Ficam como gorjetas,
Para a massa conformada.
É! Esse é o nosso Brasil...
País de um povo plebe,
Por não investir no espírito cidadã,
E corrompido em suas raízes,
Pelo orgulhoso da intelectualidade,
Que formam nossos doutores.



EDUCAÇÃO

O governo brasileiro tem como dever,
Proporcionar educação digna a seu povo.
Dar-lhes ensino justo e formação futurista,
Em vez de aprendizado de sobrevivência.
É preciso urgentemente preparar,
Novo projeto de estudo para a escola,
Como método de ensino básico,
Que estimule interesse ao conhecimento.
Investir no esclarecimento cultural,
Que integre a sociedade brasileira,
A uma visão segura e consciente de vida.
É necessário qualificar o espírito humano,
E os valores profissionais daqueles,
Que ministram e orientam herdeiros do país.
Assim deveria ser imperativa,
A obrigação do governo,
Em evitar a evasão nas escolas;
Devendo este abraçar a nobre causa,
Que é de extrema importância nas mudanças,
Para que todos tenham acesso à cidadania.
É prioritário que levem a sério a informação,
Porque este é o único caminho para garantir,
Os direitos e a boa qualidade de vida,
Dos homens e da consciência terrestre.
Precisamos colocar a vanguarda,
A tarefa de educar e conscientizar o povo,
Das suas responsabilidades humanas,
Para que fortaleça a redenção do futuro;
Antes que a história cumpra o rito sistemático,
E enterre o Brasil na vergonha.
Senhores de frente...
Educação é sinônimo de progresso.
Consciência é aversão à injustiça social.
Futuro digno é sonho de todos brasileiros;
Mas a realidade do nosso país,
Ainda é de submundo.
Este é o retrato desta república,
Imagem de muitas caras.
Que lamentavelmente se sustenta,
Pela cegueira dos alcaides...
Pobres espíritos do mundo!
Os quais ignoram os passos da educação.




CULTURA DO EGOÍSMO

A alta cúpula da sociedade brasileira,
Vive o gozo e seus delírios neste apogeu.
Sugestionada pelo o oportuno capitalismo,
Que se adequou a uma cultura egoísta,
Onde privilegia grupos isolados;
Assim definindo padrões de vida,
Que acabam descriminando pessoas,
Como dispensáveis indigentes.
É comum tal regimento estabelecido,
Nos costumes democráticos do Brasil;
Tanto que consiste como verdade,
Nos princípios vivos de cidadania...
A imparcialidade diante deste processo,
Individualista e desumano.
Falta uma referencia altruística,
Na consciência dinâmica dos costumes,
Que enseja os afortunados de intelecto.
O Brasil,
Como muitos países,
Tem uma gama de talentosos...
Por méritos ou dom!
Mas ainda não aprendeu a se respeitar,
Como comunidade sociável.
Pois sofre por acomodar-se a ignorância,
Com seus títulos que não superam a mesquinhez.




COITADOS TROGLODITAS

Com respeito à soberania,
Neste dou-me o direito,
A expressar-me e perguntar:
Será que é ingenuidade vossa,
Imaturidade ou formação religiosa,
Qual desperta em seus conceitos,
Tanta piedade da classe criminosa,
Chegando a considerar os direitos,
Com tanta veemência...
Como os direitos humanos?
É! É muita complacência,
Os olhos deste juízo,
Ver com a alma,
Direito de quem chacina a razão.
Pelo visto,
Ser bandido ou desviante social,
Neste país que aparenta o respeito,
É uma alternativa democrática de vida,
Que não se exclui dos direitos cidadãos.
Que insensatez!
Certos crimes contra a cidadania,
Não deveriam ser julgados pelo poder,
E sim pela opinião pública;
Como faz o povo,
Nas eleições.

Pois a justiça injusta,
Agride o bom senso,
E desvirtua a ordem dos fatos.
Senhores,
“Os tiranos realmente são dignos”...
Dos direitos limitados!
Como campos de concentrações produtivos,
Em tarefas de Trabalhos,
Para ocuparem suas mentes ociosas,
E não conservarem as idéias do diabo.
É...
Mas os coitados trogloditas,
Parecem ser motivados,
Com tanta preocupação,
Em suas consciências humanitárias,
Defendendo este produto humano,
Quando o assunto está relacionado,
Aos direitos humanos...
Que só falta,
Estes darem o titulo de Excelência,
Para os criminosos desta nação.
Considerando que,
Alguns destes já foram manchetes,
Em grandes veículos da impressa nacional.
Cuidado senhores!
O lixo fede,
Suja e contamina a moral,
E dissemina como um câncer.




CEGA, SURDA E MUDA!

É difícil descrever o posicionamento da justiça,
Em alguns seguimentos da sua execução.
Muitas pessoas,
Entre tantas autoridades,
Entendem que a justiça constituída por leis...
Principalmente no nosso versátil país!
Enquadra-se dentro do aspecto pejorativo,
Com a imparcialidade;
Até a simbolizam como:
Cega,
Surda e muda.
Tamanha é a verdade!
Podemos crê até no exagero.
Pois lhes falta olho para vê,
Ouvido para escutar,
E boca para falar,
Em nome da coragem ou,
Em defesa de uma sociedade justa.
É falta compostura diante dos fatos notórios,
Como prisões seguidas de liberdade,
Nas classes influentes e poderosas.
Que certamente investigadas minuciosamente,
E julgadas no teor e rigores da lei,
Não escapariam na impunidade.
Mas como no Brasil,
A constituição é rica,
E abrangente em recursos;
Porém permitindo,
Que o código penal,
Torne tais façanhas possíveis,
Abrindo brechas para impunidade...
Tudo acaba resultando na imparcialidade,
Injusta e indevida aos deveres de cidadania.
Assim desconjurando a verdade,
E concebendo uma realidade de desrespeito moral.
É! Quanto descaso com vossa autoridade,
Tão digna de nobreza.
Pois há quem diga,
Que esta tem a estigma,
De dois pesos duas medidas...
Peso devido e indevido!
Assim como o favorecimento,
De quem tem ou não tem,
É ou não é,
Pode ou não pode.
É senhores,
Nossa justiça precisa rever,
Seus princípios de ordem,
E ter mais determinação,
Com a consciência de civilismo;
Talvez assim,
Esta conquiste sua dignidade,
E faça do seu povo,
Cidadãos seguros,
E confiante no espírito.



ELDORADO, MARCADO PELO DESCASO!

A crueldade impensada dos poderosos,
Marcou com sangue a região norte do país.
Levando novamente a nossa história,
A registrar irresponsabilidades do poder.
As feridas que causaram a dor,
E a indignação desta sociedade,
São conseqüentes da má determinação,
Dos elementos que responde pelo governo.
Em meados de abril,
De mil e novecentos e noventa e seis,
Morreram no conflito em Eldorado dos Carajás,
No estado do Pará,
Dezenove cidadãos que reivindicavam,
O direito a terra...
Um verdadeiro genocídio!
Tudo aconteceu estupidamente,
Sem consenso das autoridades.
A precisão das decisões tomadas,
Por componentes do governo,
Não deixou alternativa para estes filhos da nação.
Estes fatos inconseqüentes,
Vem acontecendo em plena realidade democrática.
Tais atos criminosos,
Viola os direitos humanos,
Assim como qualifica o despreparo,
E a inexperiência protagonista,
Deste cenário governista.
Vejam,
Que o movimento sem terra,
Tornou-se uma das maiores manifestações,
Em defesa do direito as condições de vida,
Do povo pobre brasileiro.
Não é possível que os governos,
Federal e estadual,
Continuem brincando com a realidade,
E menosprezando este serio problema,
Assim permitindo,
Que a luta pelo direito a qualidade de vida,
Sustente uma concepção errada,
De proferir seu espaço:
Como invadir propriedades produtivas,
“E direito que não lhe assiste”,
Com o que é dos outros.
É! E muitas vezes,
Lutarem até a morte,
Cientes de terem defendido,
A ultima chance de esperança...
Mesmo na ignorância!
E os senhores governantes,
Não se envergonham da omissão,
E das suas inertes lideranças?
É, este brutal evento da história,
Foi sinônimo de massacre,
“E característico de tendência nazista”,
Dos homens que aspiram poder,
Em suas projeções políticas,
Com prerrogativas autoritárias.
Pois,
A incorreção constitucional,
Destas berrações do crime,
Fica audaciosamente imune a punição da lei;
Porque justiça nesta má administrada nação,
Só funciona fora da corte...
Não é para todos!
E hoje...
A narrativa faz seu memorial aos oprimidos.
Honra os homens que morreram sem direito,
A uma realidade justa,
E conquistas dos sonhos primordiais.
E simbolicamente,
Passam pelo projeto da vida,
Com uma bandeira sobre seus caixões.
Estes se despedem dos laços terrestres,
Com homenagens da covardia,
Que jamais compensarão seus espíritos oprimidos,
E a perda das suas famílias.




DAR-SE O QUE TEM!

É notável a manifestação,
Das pessoas no processo eleitoral.
São tantas as formas externadas,
Pelos nossos cidadãos,
Como preferência e opinião;
Que alguns chegam a organizar metas,
E manipular comunidades e metrópoles.
Criam um verdadeiro clima de festa!
O qual sucumbe até a ignorância,
Gerando vadiagem e desordem social.
Manifestam-se com bandeiras e cartazes,
Em variadas situações de campanha,
Fantasiando o espírito eletivo da sociedade.
E as cidades em clima,
Transformam-se em cenários de disputas...
Profanando até violência.
E a empolgante divergência,
Assola a ânsia do povo,
Os levando a expectativa sem razão,
Da consciência de limites.
Com isso,
Cidadãos confrontam-se como inimigos.
Mas percebe-se então,
Que toda confluência política e simbólica,
E só da à sensação de preocupação.
Afinal...
Quem leva vantagens com tudo isto?
De quem é o lucro das eleições...
Dos abismados que brigam,
Ou dos pretensiosos afortunados?
É! E de tensão e temor,
Os não políticos,
Passam a se resguardarem da selvageria,
Causada por elementos fanáticos.
E observando o despreparo de muitos,
Para permanecer no poder,
E os sonhos do povo,
Por uma sociedade organizada,
Resta-nos apenas aguardar os resultados,
Deste seguimento indigesto.
“É, estamos no mato sem cachorro”!
Pois é deprimente ver sonhos ideológicos,
Não superarem,
A audaciosa ignorância dos homens.
E assim continuamos,
A ver políticos e militantes,
Expressarem a mesma confiança duvidosa,
Que marca décadas na história política;
O que nos dá o desconforto de perguntar:
Em quem podemos confiar?
E enquanto isso acontece,
Reforçando as nossas absurdas tradições,
Os bobos continuam balançando as bandeiras,
Ofendendo-se entre si.
Como diz o ditado...
Dar-se o que tem!
MUDA BRASIL

O Brasil precisa mudar,
Crescer e se moralizar.
Mas para tudo isto acontecer,
Precisamos despertar a consciência,
E fazer com determinação o papel nacionalista.
Nosso país está sendo escandalizado e mal visto,
Entre tantas humilhações.
Os escândalos e ofensas imorais,
São feridas na honra,
Causadas pelo descaso antipatriótico,
Das nossas eminentes estrelas...
Feridas que maculam e marcam,
A nossa pátria no contexto histórico!
Será que não está na hora de acordarmos,
E nos preocuparmos com o amanhã?
Os homens ambiciosos e esquemáticos,
Tem sido injustos com nossa nação,
Extorquindo as riquezas da união,
E lesando a boa fé de um povo passivo.
Não acham pouco,
O oportunismo,
O fascismo,
A prepotência abusiva de tantos?
E ainda para completar suas insatisfações,
Digladiam-se entre si,
Deixando como herança da sujeira política,
A imagem negativa que repercute,
Em toda imprensa.
É! Temos que dar um basta,
Neste comportamento imoral,
Destes representantes improdutivos,
Que em muitos casos,
São bem pagos para servir o país;
Chegando a receberem rendas exorbitantes,
Para compensar com máximo,
Seis dias de trabalhos em gabinetes...
Quando vão!
Imoral não é?
Quando se vê tanta miséria,
Paralela a uma riqueza improdutiva,
E mal administrada,
Bancando os caprichos dos loucos,
Desta nobreza arrogante e insensível.




DIAS MELHORES

Precisamos acreditar em um futuro,
Que nossos filhos possam viver,
A irmandade sem diferença das classes,
E dos valores morais.
Poderemos até mudar os conceitos,
Pobres e egoístas que fazemos,
No nosso individualismo...
Se houver programa de esclarecimento,
E conscientização em benefício do povo.
Saibam excelentíssimos senhores,
Que não haverá riquezas,
Numa sociedade dividida pelo orgulho,
Dos quais se acham no direito de dizer:
Sou doutor,
Catedrático e magistrado,
Ou empresário bem sucedido;
Quando se vê tantos cidadãos,
Distante das oportunidades.
Não há nobreza em tufar o peito,
Pelo simples fato de exibir altivez,
Por ser o filho do tal,
“Presidente ou general”,
Ou mero parente do secretário.
Porque pobres são os homens,
Que se envaidecem com títulos,
Quais chegam ser tão efêmeros.
É! Muitos buscam grandezas,
Nas etiquetas ou nas marcas.
E esquecem de procurarem na alma,
Porque estão absorvidos demais,
Pela corrida individualista da sobrevivência.
É senhores,
Precisamos acreditar urgentemente,
No respeito a quem devemos.
Na decência de ser digno deste respeito...
Também!
E lutarmos para nos libertarmos das doenças,
Soberbas que corrompem e ridicularizam,
A evolução de cada cidadão,
Que tem chance neste país.
Minha gente,
O Brasil é quase bom,
Porque falta bem pouco,
Para fazer-se ideal,
Diante dos exemplos...
Falta consciência de honra,
Que nosso povo ainda desconhece.
Quem sabe assim...
Não teremos dias melhores!













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Conheça o Autor

Sou Carlos Sheredom,
Homem de personalidade romântica.
Defensor do espírito da dignidade humana.
Sou militante da justiça e igualdade social,
Desde que me entendo como ser humano.
Sou um nordestino imigrante do Ceará,
Onde vivi minha infância com orgulho!
Fui escolado no Estado do Pará...
Terra qual criei raízes.
Hoje com experiência,
Dou-me o direito de anunciar o que aprendi,
E fez do meu espírito um cidadão honrado.
Atuo na área publicitária e jornalística,
Há alguns anos.
Tenho colaborado com jornais do Pará,
Além de editar jornais como:
Gazeta do Pará e Eventos Pará...
De minha propriedade.
Hoje exploro a mídia virtual,
Com o portal www.planetanoticias.com.br,
Dentro do mesmo contexto social.
Atualmente tenho vasta relação,
Com pessoas de varias classes;
Principalmente,
Com quem representa o âmbito político.
Mas para ser direto com as palavras,
Tenho feito desta genialidade,
Meu objeto de observação.
Porém não desrespeitando sua nobreza,
Concluí que esta representação,
Pouco impressiona!
Porque assim entendo,
Que deixam a desejar,
Como referencia humana.
E como qualquer homem de bem,
Que tenta viver na verdade,
Fui alijado pelos fora-da-lei!
Quais só não me tiraram o ar da vida.
Mas infeliz daquele que tentar,
Destruir um homem de Deus...
Serão amaldiçoados com o desamor.
Vejam que só prevalece a dignidade,
A honestidade.
E a vontade do Coração que ama...
Não a corrupção da alma.
Por isso não me humilho aos césares da vida,
Nem desejo as moedas do suor do meu povo,
Porque conheço mais que tudo isto...
Conheço o caráter da alma,
E a lei do coração.

Carlos Sheredom


Bibliografia
Por: Carlos sheredom

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