Quem sou eu

Escritor cronista, jornalista e Poeta romântico, conhecido como o poeta apaixonado ou, o xerife do futuro! Compromissado com a liberdade da Consciência.




Carlos Sheredom


DOCE AMOR







A luz do amor...
Sempre está diante do olhar,
Que surpreende com desejo,
E cria a atmosfera da paixão.

Amor...
Atração de sonhos,
Que transcendem sentidos,
Dos olhos da alma,
Inspirando a emoção.







Direito autoral reservado a
CARLOS SHEREDOM









APRESENTAÇÃO

Com o espírito do amor,
Procurei buscar na luz do olhar,
A inspiração para tanto desejo.
E assim me entediei,
Com o encanto de Ana Carolina,
Qual me fez observar,
Seu enigma espiritual,
Levando-me a poetizar,
A ânsia de um novo momento,
Qual concebesse a vontade inesgotável,
De declamar a minha paixão.
E aqui nascera não por acaso,
Mais uma arte do pensamento,
Que letra a expressão literária,
Donde faço versos com amor.








OFERECIMENTO

É sempre uma emoção,
Sairmos das sombras da solidão,
Conhecendo alguém especial,
Que nos provoque o pensamento,
De amante das expressões bélicas,
Fazendo eternizar a beleza do amor,
Que assim possa então,
Agradar os corações do mundo.
Por isso,
Digo claramente:
Obrigada doce amor...
Ana Carolina!
Por me conceder um pouco,
Da luz dos teus olhos,
Esverdeados como o mar,
Que adornam este corpo dourado,
De mulher menina...
De musa que enriqueceu os meus anseios.
Portanto ofereço-te a intenção dos meus poemas.







INDICE


Você é assim
Corpo Molhado
Até que Amanheça
Desejo do Coração
A Mascara
Belo olhar
Fantasia









INTRODUÇÃO

Criações do pensamento,
Enriquecidas de sentimentos,
Como a arte em versos poéticos,
Não nascem por acaso...
Mas para um acaso!
Portanto,
Eis o momento,
Qual você possa,
Encontrar desígnios,
Na emoção da poesia,
Para falar dos segredos,
Do seu coração romântico,
Para quem você ama.

Seja bem vindo,
A dimensão espiritual,
De Carlos Sheredom.







Assim é Você

Uma estrela nunca apaga!
Mesmo que pareça oculta,
Aos olhos do homem.
Sua luz dispersa magia!
Alcança a alma do coração,
Que encanta fascinação.
Assim é você!
Uma estrela que radia beleza,
E joga no ar da vida,
A essência perfeita do amor.






Corpo molhado

Quero...
Como quero!
Ver-te nua,
Suada em meus braços.
Ser o safado que te encanta,
Para afagar os seus anseios de mulher,
E saciar o seu jeito tímido,
Que prosa em busca de amor.

Quero...
Como quero!
Dar-te prazer incansável,
Com desejo sem medida,
Deslizando meu corpo no seu,
Para transformar a magia da pele,
Em alimento da carne,
Até corromper sua fraqueza.

Quero...
Como quero!
Abraçar-te como macho,
Entediando sua libido de fêmea,
Até fazer-te revelar a loucura,
Qual me peça com instinto,
Para acalentar o seu ser,
Dominando a sua alma.

Quero...
Como quero!
Magiar - te com meu encanto,
Penetrando em seu púbere,
A excitação do meu espírito,
Assim envolvendo-me no calor,
Das suas silhuetas ocultas,
Molhando-me com seu sêmen feminil.

Quero...
Como quero!
Acariciar seu rosto,
Beber sua essência divina,
Cheirando sua beleza tão íntima,
E poder tomar-te em meus braços,
Até fazer-te gemer de amor,
Com o canto da felicidade,
Que a meu ouvido soe como louvor.

Quero...
Como quero!
Levar-te para a cama,
Banhar-te com borbulhas de espumas,
E falar da safadeza contida,
Que há tempos nos cala,
Impedindo-nos de sentir,
Os prazeres imprevisíveis de nós dois.


Quero...
Como quero!
Dar-te o que guardo com alegria,
O amor encantado de menino,
Que brota no meu ser,
E excita-me na pureza da alma,
Que não pode render-se a outras,
Porque foi prometida a você.








Até que Amanheça

Quanto sinto ao dizer-te,
Que meu coração resiste ao tempo,
Enquanto o seu se cala.

Quanto sinto ao entender,
Que seu coração se fecha,
Enquanto o meu te espera.

Quanto sinto ao saber,
Que meu coração não te esquece,
Enquanto o seu apenas me deixa.

Quanto sinto ao perceber,
Que seu coração me evita,
Enquanto o meu chora saudade.

Quanto sinto ao compreender,
Que meu coração agoniza,
Enquanto o seu brinca até que amanheça.








Desejo do Coração

No altar o desejo,
Disfarçado no olhar,
Tocou com sorriso,
Qual apenas insinuava,
A entrega do espírito,
Que naquele momento,
Olhos do amor revelavam,
A força do coração.

E ali se concebia,
A pureza que clamava,
O toque das almas,
Motivadas pela ilusão,
Que no tempo,
Unia-nos pela emoção,
Fazendo-nos cúmplices,
Ligados pelo sentimento.

Então logo entendíamos,
Que os obstáculos,
Já havia vencido a distância,
Que sucumbia no pensamento,
Diante da nossa inquieta afeição,
Assim provada de confiança,
Qual ia além de toda razão,
E apenas pedia para dizer...
Te mo!







A mascara

Tão tolo é o coração amante,
Qual foge dos sonhos,
Quais consistam da certeza,
Humilhando a esperança.

Tão sofredora é a alma,
Que corrompe as ilusões,
Mascarando com dúvida,
O sentimento amante.

Tão injusto é o pensamento,
Que brinca com a emoção,
Ferindo a pureza do ser,
Que só pede afeição.

Tão estreito é o exílio da dor,
Que abriga o desespero no peito,
Castigando o cerne do espírito,
Feito desfeita do amor.

Tão cego é o cego,
Que enfraquece a fortaleza do ego,
Fazendo espargir tristeza,
No anseio da incompreensão.







Belo Olhar

Mesmo que eu alcance toda beleza das estrelas,
Tudo que brilhe sob o céu,
Não fascinará as profundezas da minha alma,
Como a luz do seu olhar.

Mesmo que eu sinta o esplendor deste espírito,
Nada será tão exuberante,
Quanto à força de dois seres amantes,
Brilhando na mesma intensidade.

Mesmo que seus olhos enlouqueçam-me de paixão,
Terás que conquistar a essência,
Que fala a linguagem do amor,
Para guiar a vontade do coração.







Fantasia

Se eu tivesse a oportunidade,
De ser seu homem...
Beijaria-te com a intenção da alma!
Não a perderia por nada no mundo.
Faria até deste beijo reverente,
O desejo da sua melhor fantasia.

Se eu tivesse a chave,
Do seu destino...
Certamente o tomaria para mim!
Como a razão dos sentidos que busco.
Faria até deste querer suntuoso,
O elo de um amor sem fim.

Se eu tivesse a felicidade,
De ter você...
Seria mais que perfeito!
Pois teria o encanto a rosa.
Faria até mesmo desta rosa,
O perfume da minha vida.








Todos os direitos reservados a
Carlos Sheredom
E aditados a
Bruno Barbalho Oliveira
Carlos Raphael Barbalho Oliveira







Email:
carlos_sheredon@hotmail.com
sheredom_poetapaixonado@yahoo.com






Conheça o Autor

Sou Carlos Sheredom,
Homem de personalidade,
Romântica.
Defensor do espírito,
Da dignidade humana.
Sou militante da justiça,
E igualdade social,
Desde que me entendo,
Como ser humano.
Sou um nordestino,
Migrante do Ceará,
Onde vivi minha infância,
Com orgulho!
Fui escolado,
No Estado do Pará...
Terra qual criei raízes.
Hoje com experiência,
Dou-me o direito,
De anunciar o que aprendi,
E fez do meu espírito,
Um cidadão honrado.
Cresci na área,
Publicitária e jornalística.
Tenho colaborado,
Com jornais do Pará,
Além de editar,
Jornais como:
Gazeta do Pará,
E Eventos Pará...
De minha propriedade.
Hoje exploro,
A mídia virtual,
Com o portal,
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Dentro do mesmo contexto social.
Atualmente,
Tenho vasta relação,
Com pessoas de varias classes;
Principalmente,
Com quem representa,
O âmbito político.
Mas para ser direto,
Com as palavras,
Tenho feito,
Desta genialidade,
Meu objeto de observação.
Porém,
Não desrespeitando sua nobreza,
Concluí que esta representação,
Pouco impressiona!
Porque assim entendo,
Que deixam a desejar,
Como referencia humana.
E como qualquer,
Homem de bem,
Que tenta viver,
A verdade,
Fui alijado,
Pelos bem ditos da lei!
Quais só não me tiraram,
O ar da vida.
Mas infeliz,
Daquele que tentar,
Destruir,
Um homem de Deus...
Serão amaldiçoados,
Com seu próprio desamor.
Vejam,
Que só prevalece,
A dignidade e honestidade,
E a vontade,
Do Coração que ama...
Não a corrupção da alma.
Por isso,
Não me humilho,
Aos césares da vida,
Nem desejo,
As moedas,
Do suor do meu povo,
Porque conheço,
Mais que tudo isto...
Conheço o caráter da alma,
E a lei do coração.

Carlos Sheredom






Bibliografia
Por: Carlos sheredom

EM LIVROS

Manifestos de um Xerife / Crítica
Sétima Revelação – O Ultimato / Crônica
Escriba – O Doutor da Lei / Crônica
Na Mira do Povo / Crítica
Olhos da Consciência / Crítica
Marcas de Paixão / Poema
História de Amor / Poema
Garota de Programa / Poema
Cinderela – Amor Eterno / Poema
Esperança / Poema
Fascinação / Poema
Uma Rosa Chamada Leonita / Poema
Uma Estrela Chamada Leonita / Poema
Guerreiro de Dan / Poema
Estigma do Desejo / Poema
Deusa da Lua / Poema
Santa Paixão / Poema
Sereia / Poema
Sarita / Poema
Estrela do Mar / Poema
Princesa das Águas / Poema
Doce Amor / Poema

EM CDs

Marcas de Paixão / Poesia
Estigma do Desejo / Poesia
Chamas do Coração / Poesia
Resgate da Alma / Poesia








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CARLOS SHEREDOM



Olhos de Gigante!

NA BUSCA
DE CONSCIÊNCIA







COMENTÁRIO

Nesta obra,
Faço um mesclado de temas,
Relacionados às atitudes humanas;
Com criticas, crônicas e reflexões espirituais,
Que vão fazer-lhe parar,
Alguns segundos no tempo,
Em busca de si mesmo.
Aqui e agora!
Você pode encontrar respostas objetivas,
Ou até mesmo entendimento lógico,
Para discernir suas dúvidas existenciais.
E assim passo ao leitor,
Minha compreensão existencialista,
Sobre padrões de comportamento,
Que assolam instintivamente,
A forma de vida humana;
Seja de natureza política social,
Religiosa ou intelectual.
Venha!
Mergulhe comigo,
“No jogo vivo da humanidade”.
Então verás que muito pode ser mudado...
Começando por você mesmo.






Direitos autorais reservados a
CARLOS SHEREDOM







INDICE


Parasita
Casuística
Tempo ao Tempo
Espada da Justiça
A Verdadeira Igreja
Distante da Alma
Apenas Humanos
Flagelo
Sensacionalismo






Parasita!

Apenas o humano,
Pratica excesso gerando destruição...
Fazendo grandezas da ignorância!
Espécie errante que constrói para si,
O egoísmo na ambição desmedida.
Edifica catástrofes como conseqüências,
Se apossando das benesses nas conquistas.
E assim o humano corre,
Se apegando ao que tão pouco resta,
Feito parasita que suga,
Toda essência da terra.
E do lado de fora,
Fica quem observa e enxerga,
Como racional preocupado,
Com o espírito da vida;
Qual é apenas expectador atento,
As leis da natureza que preservam o dia seguinte.
E logo tantos não pensam!
Enquanto a minoria sacrifica sonhos,
Sepultados com o excesso humano.
Então o descaso para tantas causas,
Acontece como uma doença...
Qual reflete na saúde de todo o planeta,
Destruindo a propriedade da sobrevivência.
Estes são os poderosos humanos!
Seres que não passam de predadores insaciáveis,
Oportunistas inteligíveis,
Superiores entre as espécies,
Que matam o desejo da própria existência.







Casuística

Às vezes tentamos acreditar,
Que podemos fazer diferença,
No exercício evolutivo da consciência.
Mas parece que o descaso,
Triunfa na natureza humana,
Fazendo do ser humano,
Raízes de uma concepção instintiva,
Que amarra o homem,
A uma realidade degradante,
Qual corrompe a sua perspicácia inteligente.
E assim vê-se,
O quanto não é inusitado,
O princípio de consciência que este exerce.
Pois este faz considerações a tantos erros,
Que acaba por acatar abusos,
Renunciando as necessidades éticas do espírito.
O homem justifica como prioridade,
Sua razão imediata!
Deixando prevalecer o querer não salutar,
Dos seus desejos corrompidos.
E sem importar-se com as leis da consciência,
Empobrece os seus sentidos mais nobres...
Como os anseios da alma,
Com avareza do próprio egoísmo.
Então sepulta seu legado de riquezas!
Quando deixa de fazer a diferença,
Em uma história que apenas repete,
Suas inexpressíveis grandezas.
Afinal!
Para que serve tanto conhecimento?
Ter conquistas escoladas?
Ser doutor ou mentor deste mero saber?
Se toda esta gama da racionalidade humana,
É casuística do tempo,
Que vive somente para sobrevivência,
Dos interesses materiais da vida,
E morre inebriada pelo orgulho.







Tempo ao Tempo

“Deus que ampara nos mementos de dor”,
A humanidade curva-se diante da sua grandeza,
Para pedir-te que a ouça,
E responda o clamor,
Dizendo o que fazer,
Para livrar-se do peso na alma,
Que escraviza com marasmo,
Além de desejos tão cegos.
Oh! Deus.
Está tudo aqui,
A deriva no descaso da vida.
Sofrimento e desterro no mundo,
Porque esta carrega na sina carnal,
A prova dos seus ensinos.
Portanto,
Não a deixe só!
Por que espírito perfeito,
A vida tem que ser como um jogo?
Onde quem se deleita da satisfação,
São os supostos perniciosos.
O que queres de fato da sua prole?
O mundo sabe,
Que fazes coisas tão belas...
Mas grande demais,
Para os olhos do homem,
Que não entende a simplicidade,
Do suave toque do seu amor.
Ver-se que insiste,
A dá tempo ao tempo,
Alimentando o ego da esperança,
Que não sai da teoria humana,
Nesta consciência desumana,
Que impera na terra.
O que queres que estes façam,
Nesta horda sem cura?
Pois bem sabes,
Que a maioria dos humanos,
Ignoram os preceitos da ética racional,
Quais consistem da tua consciência.
E estes,
Dão a menor importância ao teu saber,
Nem temem as conseqüências do erro.
Portanto Criador,
Se de fato queres cultivar o amor...
Ajude o teu povo,
A conhecer essa essência,
E buscarem teu espírito perfeito,
Com dignidade no entendimento de ser!
A estes que ainda caminham,
Perdidos no tempo.







Espada da Justiça

Estou presente!
Quem crê em mim,
Não obedeça aos feiticeiros.
Pois só haverá dor,
Para os quais negam minha destreza.
É bom que saibam,
Que o conselho do meu clero,
Já decidiu o veredicto.
E a espada contra a iniqüidade,
Está empunhada nas mãos da justiça,
Do todo perfeito.
Por isso será breve,
A purificação do sangue sobre a terra!
Então vos peço...
A vós homens de bem,
Que resistam à tempestade,
Porque nenhum dos meus filhos benevolentes,
Viverá a morte para a vida!
Apenas terá passagem para a liberdade.
Será como passos alados para a cidade da luz,
Com tudo que faça jus aos seus anseios.
Na luz não haverá traição,
Nem insatisfação,
Tão pouco a degradação.
E na união espiritual,
Não precisará sentir o peso da dúvida,
Porque o grande sonho,
É pleno em harmonia.
Eis que digo...
Estou chegando!
Abrindo as janelas do céu da terra,
Para meus anjos entrarem,
E varrerem todo mal da iniqüidade.
Preparem-se,
Porque minha vinda,
Será o começo de um novo começo,
E o fim da era comprometida,
Pelo incesto da vossa ignorância.
Aviso-vos...
Infeliz de quem subestimar,
As leis da própria natureza.







A Verdadeira
Igreja

A veracidade igreja,
Precisa viver,
O real propósito do espírito em Deus.
Deixar de usar como trunfo,
O poder humano...
Dinheiro!
E não aproveitar-se das fraquezas do fiel,
Como elemento para provocar a fé.
Porque estes meios de estímulos,
Estão voltados aos prazeres e condutas,
Das raízes do mundo...
Não do espírito!
Por isso deve a igreja,
Pregar além da palavra...
Pregar a consciência devida com sabedoria!
Para que as pessoas aprendam,
A dividir ermamente seus merecimentos,
Sem sentir-se sugestionadas,
Com propósitos que despertem egoísmo,
Ou vicie a mente humana,
Com a droga do desejo material,
Pelas coisas do mundo,
Nesta vida transitória...
Tão quanto...
O desperdiço do tempo,
Entre o começo e o fim.





Distante da Alma

Distantes estão os homens,
De si mesmos.
Já não sabem quais referencias de vida,
Cabem em seus anseios.
Seguem a duvida,
Porque só conseguem viver tão só...
Centrados no egoísmo!
Então,
Quando se despertam,
Percebem o tempo perdido.
Estes se arruínam na eloqüência do ensejo,
Porque cegam a principal razão de viver...
O paradigma lúdico do amor!
Assim tem sido o contexto histórico,
Da velha ascensão humana,
Contemplada pelo próprio elixir,
Criado para seu viver...
A conjetura do paradoxo insensível,
Que exime do amadurecimento espiritual,
A revelação natural da alma.
Por isso pagam tão caro,
Com a degradação do jubilo,
E a dor da insatisfação.
É este o resultado...
Feito por feito!







Apenas
Humanos


Corações vulneráveis!
Presas fáceis e nuas!
Natureza desumana!
Carne e alma astuta!
Liga do instinto!
Espírito sem causa!
Escravo da incerteza!
Cegos e emotivos!
Ser sem prisma!
Impuro e empolgado!
Bem sem raiz!
Criatura empírica do mal!
Essência egoísta!
Criação sutil!
Anseios confinados!
Homem perdido!
Apenas humano!
Fracasso vivo!





Flagelo

Alguns humanos,
Encantados pelo feitiço diabólico da vida,
Fazem dos pensamentos ambiciosos,
A lei da morte.
Até dão sentido a própria vida,
Achando-se no direito de tirar outras,
De forma que achar devida.
Assim percebe-se,
O quanto os homens são imprudentes.
Praticam os princípios da loucura,
Cometendo homicídios,
Marcando a ordem da liberdade social,
Como mera jogada de conquista e poder,
Nesta desleal disputa corruptível,
Para justificar o desejo sem alma,
Contaminado pela doença da cobiça,
E enfermidade da ambição desmedida,
Na imprevisível mente racional...
Porém instintiva e meticulosa.





Sensacionalismo

O jornalismo sensacionalista,
Dos veículos da comunicação,
Que fazem à notícia no mundo,
Explora “casos comuns”,
Na realidade social dos países,
Como as fatalidades corriqueiras,
Assim instigando a opinião pública.
É tão nociva a interpelação da imprensa,
Diante do espírito de justiça,
Que o despreparo do poder de lei,
E a própria inibição da ordem sem parâmetros,
Do judiciário nas federações,
Faz valer a autoridade abusiva na informação;
Onde não caberia,
Nem deveria ser tal linha de jornalismo...
A voz do sensacionalismo!
Na verdade,
Casos e casos monstruosos,
Acontecem rotineiramente,
Marcando o território da desordem nas nações;
Enquanto isso procede,
O poder de imprensa encarniça,
Vitimas e réus,
Para mostrar notícias que dê ibope,
E populariza seu poder de voz,
Consequentemente manipulando,
O pensamento das massas,
E concebendo revolta que clama por justiça.
Assim tem feito à mídia,
Nas programações televisivas...
Hoje em dia!
A informação no cotidiano,
Do contexto social,
Certamente é indispensável;
Mas não necessariamente na condição,
De invadir a privacidade das pessoas,
Como uma parasita,
E cansar os ouvidos do povo,
Com excessos dramáticos,
Que chegam a influenciar
E inferir no papel da lei.
A rede de televisão mundial,
Tem se saído muito bem,
Em sua ascensão,
Mas deixando a desejar,
No mais digno objetivo,
Na área da informação...
Educação!
Infelizmente,
Está se tornou apenas,
Mais um corruptor no processo de informação,
Deixando de servir uma verdade conscienciosa,
Para exibir literalmente a libertinagem...
O lixo da informação que seduz a mente humana,
Com futilidades que desova a iniqüidade contemporânea.

































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Santa Paixão




Direito autoral reservado a
Carlos Sheredom




O sentimento de amar,
Que sobrevive no coração,

Sem oprimir o espírito,

Com o desejo da fascinação,

Nunca morre...
Eterniza!

Como uma santa paixão.







Apresentação

O mundo outrora,
Não me negou a chance de sonhar,
Nos momentos da inocência...
Nem a magia do espírito!
Hoje,
Guia meus sentidos,
Fazendo-me buscar na realidade,
O desejo do imaginário.
Eis que por isso descrevo,
Em versos os meus pensamentos,
Que vive a fusão da verdade e ilusão;
Porque somente assim,
Consigo tornar possível,
A existência desta obra poética,
Que descreve as riquezas do coração...
Como as coisas do amor!
E devolve ao mundo,
A eloqüência da alma,
Qual aprendeu a poetizar,
Com pureza da emoção.






Oferecimento

Estes versos românticos,
Do meu sentimento afetuoso,
Ofereço para todas as mulheres,
Que vive o santo amor...
A estas que se entregam,
Aos laços da união!
E vivem o respeito no matrimônio,
Cumprindo o juramento do coração.






Índice

Quantas Vezes
Você é
Minha Grandeza
Contra o Horizonte
Nikita
Filha de Messias
Filhos de Abraão
Santa Paixão
O Mergulho
A Condição
Fragmentos
Leonita
Minha Namorada
Quando acontece
A carta
Minha leonita
Lei do amor
Ventos do destino
Fortes como Deuses
Um Novo amor




Vinte poemas para sua satisfação





Introdução

Carlos Sheredom,
Faz-lhe um convite à leitura,
De Santa Paixão,
Para que descubras o baluarte,
Do respeito por uma relação.
Você precisa conhecer os valores,
Que faz da união marcho e fêmea,
Um propósito único de ser,
Vivido na consistência do amor...
Relatados em meus poemas.
Venha e conquiste comigo,
O saber desta simbiose,
Que é necessário,
Para a alma.








Quantas Vezes

Quantas vezes...
Curvei-me diante do coração,
Ajoelhando-me para implorar,
Sua indispensável atenção!
Quantas vezes...
Desejei os seus beijos molhados,
Para embebedar a minha alma,
Que tem sede destes lábios amantes!
Quantas vezes...
Rendi-me a sua fascinação,
Porque me via perdido,
Com a magia do teu encanto!
Quantas vezes...
Perguntei-me na vida,
Qual a causa para tanta emoção,
Se apenas somos amigos que se amam!
Quantas vezes...
Escrevi a nossa história,
Declarando em versos,
A minha verdadeira intenção!
Quantas vezes...
Confessei-te a minha pretensão,
Que é tão cega de paixão,
E te quer como a razão da minha razão!
Quantas vezes...
Deixei-me sonhar,
Como homem e espírito,
Para alcançar a sua atmosfera humana!
Quantas vezes...
Permiti-me os desejos,
Para despertar a energia,
Que me faz procurar-te em meus sonhos!
Quantas vezes...
Entrei no seu universo,
Para explorar a sua pureza,
Que se isola na solidão!
Quantas vezes...
Procurei alguém como você,
E só me machuquei,
Porque não era você!
Quantas vezes...
Busquei um anjo de luz,
E nunca encontrei,
Antes de conhecer você!
Quantas vezes!









Você é!

Você é o desejo perfeito,
Que conforta o peito deste anfitrião!
A fada escolhida pelos deuses,
Para guiar meu espírito relutante!
E a imagem serena de menina rainha,
Que desperta minha juventude amante!
Es mulher que encanta a inocência,
Da minha lucidez viva chamada paixão!

Você é a razão que se exprime,
Na alma deste homem que apenas te ama!
É fonte da certeza que vitaliza a esperança,
Nos anseios que estão além do lado humano!
E o motivo de conquista de um sonhador,
Que por amor vive a lei do coração!
Você é como o espargir das estações,
Partes que se difundem nos laços da união!
Você é sim...
A alma gêmea da minha intuição!






Minha Grandeza

Tu és a alma reluzente,
Que enfatiza as páginas,
Dos meus livros poéticos,
Que desabafam com euforiismo,
Os meus desejos amantes.
Tu és a obra sublime,
Da minha história,
Que declama magia,
Inspirada no encanto da poesia,
Nascida do meu coração.
Tu és a escrita sagrada,
Que faz lirismo nos versos,
Da fonte do meu pensamento,
Com o testemunho do amor,
Feito psicografia da minha paixão.
Tu és a musa universal,
Que me faz criar grandezas,
Como arte literária da afeição,
Qual as batizo com romantismo,
As chamando de esperança.
Tu és o poder do meu alfarrábio,
Que faz prover da eternidade,
Simplicidade para o meu espírito,
Que fala tudo sobre a devoção,
Por você quem tanto amo.
Tu és...
Uma Rosa Chamada...!
Uma Estrela Chamada...!
Estigma do Desejo!
Santa Paixão!
Cinderela!
Fascinação!
Esperança!
Guerreiro de Dan!





Contra o Horizonte

A tempestade causada,
Pela argúcia dos homens,
Sopra na direção do desconhecido!
E com ela leva o destino,
Cegando os olhos da consciência,
Que afasta-nos do horizonte,
E da vontade de Deus.
E surpreendido pelo mistério,
Enfrentamos o furor oculto da vida,
Perdendo-se no deserto do pensamento,
Que engana os sentidos humanos,
Sem deixar alcançar a razão.
Então o caos da tristeza tortura-nos,
Crucificando na inocência perdida,
Em cada coração desumano,
Que não consegue sentir a afinidade do amor,
Nem agrada o espírito da paixão.
E assim morremos sem conhecer a compaixão,
Velando a alma com a dor,
Que pesa tanto quanto a escuridão,
Porque ainda negamos Jesus,
Salvador dos corações.
Negamos...
Na hora de amar ou respeitar!






Nikita

Leonita...
Sempre Leonita!
Estrela...
Minha melhor amiga!
Mulher bonita...
Não é Maria Bonita!
Mas é minha...
Poderosa leonita!
Leonita...
Simplesmente Leonita!
Deusa que tem...
A beleza da flor!
E o perfume sagaz...
Apenas de Leonita!
Leo ou Leonita...
Será eternamente,
A minha Nikita!
Moça linda...
Comprometida leonita!
Não importa quem é ele...
Amar-te-ei por toda vida!
Leonita...
Leonita...
Que um dia será minha!
Leonita.






Filha de Messias

Do altar,
Veio um anjo,
Oxalá as primícias do céu,
E cruzou nosso bem mais fértil...
A natureza da nossa alma!
Ai disse-nos,
Que destes corações,
Nasceria à luz do amor,
Com o poder de uma fortaleza...
Qual a chamaria de Talita!
E sem deixar-nos pensar,
No sentido da vida que viria,
Fecundou a beleza na nossa união,
Como a magia mais pura...
Do Espírito Santo!
Então Deus criou,
A filha da perfeição,
Herdando nossa força amante,
Para encantar o amor,
Na terra da desilusão!






Filhos de Abraão

Shaloom,
O senhor de Lenita...
A mulher escolhida!
Talita o sangue de uma geração divina.
E daí edificar-se-á o templário,
Da mais bela princesa,
Enviada pelo amor,
Resplandecente do ventre...
Como benção de Maria Santíssima!
E o espírito do bem,
Far-se-á presente no coração,
Trazendo as riquezas de Deus,
Para os servos que o compreende.
Talita filha de Lenita,
Herdeira do berço celeste,
Gloria do império dos anjos,
Qual sem temer a fúria do mundo,
Trará na veia,
A estirpe do elo sagrado,
Que conhece o amor de Abraão.
Talita...
Deusa assim dita,
Que reinará as nações,
Edificando a certeza da salvação,
Em nome de Lenita e seu amo.






Santa Paixão

Deus quer de nós,
O amor que perpetue,
Como a santa paixão.
Eis que seu desejo,
Órbita em nossos corações,
A espera da perfeição.
Pois saberemos onde encontra-lo...
No tempo que não seja vão!
Porque nele teremos a felicidade,
Que dará asas ao espírito,
Para a nossa realização,
Batizada com sinal da intuição.






O Mergulho

As sombras das noites,
Cobrem os mares de lágrimas,
Com o descanso da escuridão!
E o espelho desta água virgem,
Reflete nas profundezas infinitas,
Atribuladas no meu peito esbravejado,
Provocando-me alucinação.
E no silêncio frio das madrugadas,
Faço-me pensar com o poder do coração,
Emergindo meus desejos mais puros,
Para encontrar a fuga da obscuridade,
Como saída desta empírica solidão,
Que me afoga sem razão.
Eis o mergulho da minha alma,
Que sucumbe da tristeza,
Chorando paixão no apelo da imaginação.






A condição

O rei chamado Abraão,
Criou a luz da afeição,
No cerne do anfitrião,
Dando-lhe a aptidão,
Para que vivesse a atenção,
Sem falhar na compaixão,
Qual plantou no coração,
Que morreu de desilusão,
E não conheceu a devoção,
Porque se perdeu sem direção,
Sem sentido e sem emoção,
Conhecendo apenas a escuridão,
Tirando dos olhos a fascinação,
Que enganou a geração,
Corrompida pela ingratidão,
Onde escolheu a ilusão,
Da pobre imaginação,
Que vivi a intuição,
Da simples paixão,
Qual não conhece o perdão,
E se entrega a perdição,
Maculando a perfeição,
Que se funde com pretensão,
E fere a razão,
Da nobre relação,
Que herda a salvação,
Deixando marcas da solidão,
Como um mal sem superação,
Qual destrói a união,
E torna os valores em vão...
Eis a condição!






Fragmentos

A vida surpreende-me,
Sempre que tento entender,
Seu propósito astuto,
Que fragmenta meu sonho,
Causando-me incerteza,
Na minha aspiração.
Fazendo-me transpirar a dor,
Da inconstância do mundo,
Castigando-me no ego do coração.
E a voz que grito,
No apelo da incompreensão,
Pedindo socorro na emoção,
Desperta-me desespero na alma,
Qual não suporta o jogo frio,
Que faz sacrilégio sem compaixão,
Nos meus sentimentos humanos,
Que apenas vive a grandeza de ser,
O amante.
A vida segue causando transtorno,
Humilhando a minha inocente magia,
Sem considera o poder do espírito,
Nem a ousadia do instinto,
Da minha natureza humana,
Que se entrega a santa paixão.






Leonita

Minha querida,
Cada momento fica difícil,
De enfrentar a vida sem você.
Até dar-me insônia,
Quando penso que a tenho,
Mas não posso sentir-lhe,
No ardor do desejo da pele,
Qual me perturba,
Por causa dos nossos princípios.
Mas saiba,
Viverei o que for preciso,
Para não te perder,
Porque já tenho a certeza,
Do seu amor não mais indeciso.
Você é especial sim,
Por isso faz valer,
Todos sentidos que se revelam...
Mesmo que sejam,
Do jeito que tiver de ser!
Pois tu és tudo...
Não apenas um momento,
Nem alguém que aventura!
É o elo da felicidade.
E por nada no mundo,
Aceitarei te perder,
Porque é química da verdade,
Que não pode ser mudada.
Por isso sei que tão breve,
Não resistirá o chamado do teu coração,
E assim deixará tua alma falar do amor,
Ou apenas dizer-me,
Amo você...
Meu anjo eterno!
E eu feliz responderei,
Tu és o universo,
Onde só cabe o brilho de Leonita,
E o amor dos nossos corações.









Minha Namorada

Posso até não ter você,
Viva na intimidade da vida á dois,
Mas guardo-te nos meus dias,
Como a pessoa mais importante,
Na razão da minha história.
Porque és para mim...
Minha namorada!
O espírito que busquei,
Por toda existência.
E o significado mais completo,
Que meu desejo de homem,
Pode encontrar numa mulher.
Por isso,
Substituo os meus conflitos,
Pela esperança.
E minhas confissões,
Por uma simples palavra...
Amo-te!
Isso porque sei,
Que seu coração,
Só completa-se com o meu.
Perdoa-me o mundo,
E os que passam no seu contesto,
Sem saber faze-la feliz...
Porque não pode ser diferente!
O amor tem o poder da vontade,
Fala mais alto que a razão.
E eu não serei jamais a indiferença,
Porque tenho a mesma intensidade,
Da luz deste amor,
Que não se cala,
Porque te alcança...
Minha ama!







Quando Acontece

Quando descobrimos o amor,
Seguimos o sonho que encanta...
Magia!
Quando abrimos à porta da esperança,
Seguramos-nos em desejos que atraem...
Cumplicidade!
Quando sentimos o chamado do coração,
Entendemos o sentido da obra...
Destino!
Quando vivemos cada loucura da fascinação,
O passado não mais sobrevive...
Morre!
Quando aceitamos o desafio de ser feliz,
Damos o direito de fazer a própria historia...
Infinita!
Quando o elo realmente acontece,
Nenhuma força muda à vontade do espírito...
Fortalece!
Quando a alma declama a devoção,
A voz do querer supera a razão...
Paixão!
Quando o sinal na vida desperta afeição,
O peito torna-se pequeno para guardar emoção...
Haja coração!
Quando declaro meiguice por você,
É porque preciso anunciar que te amo...
Leonita!






A Carta

Belém, 14 de abril de 2008,

Oi minha amada,
Escrevo-te estas linhas entediadas,
Para desabafar meus anseios que te adoram,
Quais mais uma vez me faz viver,
A sensibilidade de um grande amor,
Como se fosse o de Romeu por Julieta.
Quero nesta dizer-te,
Que te amar não foi uma opção...
Foi uma intimação do destino ou do céu,
Para que eu abrisse a porta do meu coração,
E estendesse a minha reverencia a sua grandeza,
Deixando assim,
Você entrar em cada partícula da minha alma,
Para colher as flores que encontrares,
Nos meus sentimentos.
Quero também poder nesta dizer-te,
Que deseja-la em meus pensamentos,
Não é apenas inquietação do meu instinto...
É pura confissão da minha contemplação por você,
Que a natureza divina do amor transcendental,
Fecundou em meu peito,
Para lhe entregar as benesses do meu espírito.
Por isso,
Amo-te do jeito que a mim vem!
Pois só o teu olhar,
Fala-me coisas que o mundo não diz.
Só tua voz encanta meus ouvidos,
Como conto de sereia.
E teus abraços aquecem meu sangue.
Como tua presença me dar vida.
Por tão grande motivo,
Agradeço-te pelo amor e carinho,
Qual tem reservado a este humilde homem.
Assim como agradeço por existires,
Mulher da minha vida,
Que me fez poeta de tantas obras inesquecíveis.
Sabe linda paixão,
Não sei se terei a mesma sorte de ouvir de te...
Amo-te loucamente!
Mas de uma coisa eu sei...
Não perderei nenhum segundo na vida,
Para dizer-te que te amo demais!

Beijos!






Minha Leonita

Tu és a fada que inspira,
Meus versos que nunca acaba!
O poema que reluz a beleza,
Na minha alma alucinada.
O horizonte onde nasce o desejo,
Do meu coração alado.
Es a viagem lírica dos meus desabafos,
Que tem o ímpeto qual motiva,
A fuga da minha solidão.
Es como o toque do vento,
Que desperta meu sentido.
Fazendo a pele clamar sua devoção.
Você é tudo no tempo que me move,
Assim como o ar da vida,
Que permite pensar no amanhã,
E acreditar nos sonhos,
Que não mais separa-nos.
Você é a cura da minha tristeza,
A causa da minha alegria...
Linda mulher!
Fêmea que sempre desejei,
Pedacinho humano de menina meiga,
Que enriquece meus sentimentos,
Trazendo-me ânsia de amor.
Es como a luz da natureza,
A água e fogo da terra,
Que mantém meu espírito vivo...
Minha Leonita!
Loucura qual arranca do meu peito,
A força de uma grande paixão,






Lei do amor

Quando meu olho alcança-te,
A beleza do teu ser,
Toma conta da minha alma.
E a paisagem que envolve tua aura,
Faz-me sentir o enigma do teu amor,
Levando-me a viver esta louca paixão.
Então respiro fundo sem conter-me,
Entendendo que a distancia entre nós,
Apenas pede tempo ao tempo.
E assim,
O elo do desejo espiritual,
Intima nossos anseios,
Anunciando a lei da revelação...
Lei que nenhuma razão humana,
Jamais ousara desafiar,
Bem menos desencantar um amante,
Da lei que rege a emoção,
Qual fala a linguagem do coração,
E batiza a união,
Com a força do amor...
Lei do amor!






Ventos do Destino
Nunca entendemos o espírito da vida,
Mesmo que sejamos guiados,
Pelos ventos do destino.
Estamos sempre em busca,
Da luz que não alcançamos...
Como a luz de uma estrela!
Mas o que seria do homem,
Sem o esplendor que move o coração,
E a crença que reflete a esperança,
De um dia ter uma estrela como você.







Fortes como Deuses

Quando almejamos as grandezas do coração,
Tornamos-nos fortes como deuses!
Enfrentamos as procelas do medo!
Dominamos com coragem,
A incerteza humana!
Enriquecemos o templo do peito,
Com os sonhos do espírito!
Eis a verdadeira razão da vida...
O prisma da alma!






Um Novo Amor

Os sonhos dos anseios se foram,
E por tão pouco não alcançamos,
A quimera do coração...
Eis a causa do descuido!
Por isso seguimos o destino,
Sem o elixir do amor.
Pois bem sabes,
Que a escolha foi sua!
Às vezes nos afastamos do lúdico na vida,
Mas logo acordamos no furor,
Que chega arrependido chorando tristeza!
Até ver-se que esta dor sentimental,
Um dia acaba!
Mas mesmo assim,
A alma espalma lágrimas na solidão!
E buscando o calor na luz da vida,
Incendiamos os desejos que brotam,
Novamente na teimosia da emoção...
Um novo amor!




















Todos os direitos reservados a
Carlos Sheredom
E aditados a
Leonita Sousa
Bruno Barbalho Oliveira
Carlos Raphael Barbalho Oliveira
Francisca Idelzuith Fernandes Oliveira
Bruno Oliveira Lima







Conheça o Autor

Sou Carlos Sheredom,
Homem de personalidade romântica.
Defensor do espírito da dignidade humana.
Sou militante da justiça e igualdade social,
Desde que me entendo como ser humano.
Sou um nordestino imigrante do Ceará,
Onde vivi minha infância com orgulho!
Fui escolado no Estado do Pará...
Terra qual criei raízes.
Hoje com experiência,
Dou-me o direito de anunciar o que aprendi,
E fez do meu espírito um cidadão honrado.
Atuo na área publicitária e jornalística,
Há alguns anos.
Tenho colaborado com jornais do Pará,
Além de editar jornais como:
Gazeta do Pará e Eventos Pará...
De minha propriedade.
Hoje exploro a mídia virtual,
Com o portal www.planetanoticias.com.br,
Dentro do mesmo contexto social.
Atualmente tenho vasta relação,
Com pessoas de varias classes;
Principalmente,
Com quem representa o âmbito político.
Mas para ser direto com as palavras,
Tenho feito desta genialidade,
Meu objeto de observação.
Porém não desrespeitando sua nobreza,
Concluí que esta representação,
Pouco impressiona!
Porque assim entendo,
Que deixam a desejar,
Como referencia humana.
E como qualquer homem de bem,
Que tenta viver a verdade,
Fui alijado pelos doutores da pouca vergonha!
Quais só não me tiraram o ar da vida.
Mas infeliz daquele que tentar,
Destruir um homem de Deus...
Pois será amaldiçoado com o desamor!
Veja que só prevalecerá aos olhos de Deus,
A dignidade e honestidade,
E a vontade do coração que ama...
Não a corrupção da alma.
Por isso,
Não me humilho aos césares da vida,
Nem desejo as moedas do suor do meu povo,
Porque conheço mais que tudo isto...
Conheço o caráter da alma,
E a lei do coração que tem consciência.

Carlos Sheredom






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Telefone: 8102 0211
Belém - Pará - Brasil





Bibliografia
Por: Carlos Sheredom

EM LIVROS

Manifestos de um Xerife / Crítica
Sétima Revelação – O Ultimato / Crônica
Escriba – O Doutor da Lei / Crônica
Na Mira do Povo / Crítica
Olhos da Consciência / Crítica
Marcas de Paixão / Poema
História de Amor / Poema
Garota de Programa / Poema
Cinderela – Amor Eterno / Poema
Esperança / Poema
Fascinação / Poema
Uma Rosa Chamada Leonita / Poema
Uma Estrela Chamada Leonita / Poema
Guerreiro de Dan / Poema
Estigma do Desejo / Poema
Deusa da Lua / Poema
Santa Paixão / Poema
Sereia / Poema
Sarita / Poema
Estrela do Mar / Poema
Princesa das Águas / Poema
Doce Veneno / Poema

EM CDs

Marcas de Paixão / Poesia
Estigma do Desejo / Poesia
Chamas do Coração / Poesia
Resgate da Alma / Poesia















































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ESTÍGMA DO DESEJO
Por Carlos Sheredom


Poemas românticos,
Que vão provocar os desejos,

Do seu coração,

E levar você aos anseios,
Dos delírios espirituais,

Que enfeitiçarão,

Sua mente apaixonada.









Direitos reservados a,
Carlos Sheredom
E aditados a
Bruno Barbalho Oliveira,
Carlos Raphael Barbalho Oliveira












Você quer saber mais,
Sobre as obras de Carlos Sheredom,
Visite o site de jornalístico,
www.planetanoticias.com.br













APRESENTAÇÃO

Esta eloqüente obra literária,
Poetiza meus anseios espirituais,
Fazendo declarações em versos,
Para enaltecer o desejo íntimo,
Da consistência do amor,
E revelar a liberdade,
Adolescente do pensar.
E assim,
Almeja despertar as fantasias da emoção,
Alcançando os corações que se apaixonam,
Fazendo viver intensamente a alma.
E mais uma vez,
Sentir vivo o lirismo poético,
Na prerrogativa de uma conquista,
De forma sucinta e verdadeira,
Sentindo, falando, vivendo...
A emoção de amar.








ÍNDICE

Pele
Juras da Alma
Sua Chegada
Mulher Proibida
Curiosidade
Meus Dias
Meu Encanto
Véu do Infinito
Chamas de Amor
Fiz Tudo
Você Tem
Vem
Encontro do Coração
Alegria de Deus
Atitudes do amor
Loucura
Não Deixe
Queria
Lua Azul
Grito da Solidão
Força de Guerreiro





OFERECIMENTO

Quero ofertar todo encanto,
E o glamour dos meus versos,
Para a admirável e apaixonante,
Dama da minha vida...
Leonita!
A esta expressão humana,
De mulher que fantasia a minha mente,
E apaixona meu coração,
Com o fascínio da imaginação,
Inspirando meu romantismo.
Leo...
Parabéns!
Entre tantas deusas,
Es musa para meus poemas.










INTRODUÇÃO

Uma seleção de declarações,
Que fará seus anseios amantes,
Ficar louquinho de amor!
E despertará sua paixão,
Fazendo-te sonhar,
Com as emoções mais nobres...
Incubadas no coração.
Venha e dispa sua alma,
Que tanto busca,
Um verdadeiro romance.
Se ligue na viagem,
De Carlos Sheredom.

Estou te esperando!







Pele

Precisamos viver,
A magia da pele,
E aquecer no calor da alma,
Para completar a felicidade,
De vivermos no espírito.
É precisamos viver!
Desvendar os segredos,
Do nosso desejo oculto,
E unir as vibrações,
Dos nossos corpos que queimam.
É!
Precisamos...
Saciar a fome do querer,
Que nos tira a paz,
E assim conquistarmos,
A excitação de viver o amor.







Juras da alma

Amor,
Tu falas dos sonhos da alma,...
Diz coisas que o coração não consegue esconder!
Faz juras,
Com espírito de desejo,
Que és capaz de renunciar a si própria...
Em nome do teu amor!
Pena,
Que neste sentimento tão desmedido...
Não inclui os meus desejos!
Pois saiba meu amor,
Que eu a faria feliz,
O quanto não imaginas...
Se acreditasse no meu coração!








Sua Chegada

Não imaginas meu amor,
O quanto é inovador,
Os anseios da minha vida.
Nossa!
Nem eu estava preparado,
Para tanta emoção,
Com sua chegada.
Por isso,
Peço a meu Deus,
Que me dê forças,
Para saber lidar,
Com este sentimento,
Que explode no meu coração,
E não me deixa respirar.






Mulher Proibida

Já tive grandes amores...
Que deixaram dores incalculáveis!
Já mergulhei em relações...
Sedentas de paixões!
Até achei,
Que nada mais era tão majestoso,
Quanto à plenitude dos momentos,
Dos desejos e emoções que sentia!
E assim vivi a magia do todo,
Na pureza do sentimento...
Que só o espírito pode alcançar!
E hoje...
Como estou?
Machucando-me novamente...
Amando!
Sem a certeza de ser feliz,
Porque vivo um amor proibido,
Quase possível...
Porém imprevisível!
Inspirado nas chamas de Leonita.






Curiosidade

Por um momento falaste,
Aos meus ouvidos,
Perguntando-me...
Como um homem como você,
Ainda estaria só?
Logo...
Observei sua curiosidade,
Achando que ali estava,
A grande surpresa da minha vida!
E como resposta,
Tentei aguçar os teus sentidos,
Dizendo-te...
As mulheres que conheci,
Não vivera o encanto que busco...
O amor!
Por isso vivo tão só,
A espera de alguém,
Que cuide do meu coração...
Alguém como você!






Meus dias

Um dia...
Vivi as paixões!
No palco da minha história.
Outro dia...
Vivi os amores!
No palácio da minha fantasia.
Hoje...
Vivo os sonhos!
No templo da minha alegria.
E assim...
Passo os meus dias!
Tentando conquistar o coração,
Dos meus desejos.
Para entregar meu espírito amante,
A um anjo como você...
Amor!





Meu Encanto

Passará o tempo na tua rotina...
Esquecerá os homens que te cortejam!
Adormecerão os teus sonhos de menina...
Morrerão as dúvidas do teu coração!
E ir-se-ão os amigos imperfeitos.
Então...
Logo passarão todos os sentidos,
Na tua busca de mulher vivida.
Mas as virtudes do teu espírito sobreviverão,
Porque tens química na alma!
E assim lembrará...
Do encanto que fui para tua vida,
Mesmo que eu não esteja presente,
No teu castelo de rainha.
Pois viveras...
E não me esqueceras!
Porque é parte da minha essência...
Partícula divina.






Véu do Infinito

Eu seria capaz,
De passar a eternidade,
Declarando-te o meu amor!
E buscar na beleza do céu,
O brilho em cada estrela,
Para enfeitar com ternura,
O desejo do teu coração,
E cobrir com o véu do infinito,
Os mistérios do teu corpo,
Que tanto desperta sedução,
E apaixona os olhos humanos.







Chamas de Amor

Sempre fico entusiasmado,
Com o espírito da paixão...
Porque minha natureza emotiva,
É como uma fornalha,
Que cripta magia no pensamento!
E assim faz-me arder em chamas,
Envolvendo-me com o fascínio do desejo...
Qual me deixa bobo de amor!
Como o amor adolescente,
Que sinto por você.







Fiz Tudo!

Fiz tudo...
O que um homem digno,
Faria para honrar uma princesa!
Fiz tudo...
Até revelei meus sentimentos,
Para não te decepcionar!
Fiz tudo...
Deixei o ímpeto da minha alma,
Clamar sua atenção!
Fiz tudo...
E nem mesmo assim,
Alcancei a sua luz!
Fiz tudo...
Porém apenas te conquistei,
Mas não te despertei!
Fiz tudo...
Falei da verdade,
Que todo coração gosta de ouvir!
Fiz tudo...
Mas não te convenci,
Porque és imprevisível!
Fiz tudo...
Mas errei,
E não sei onde errei!

Fiz tudo...
E por isso,
Estou sentindo a dor,
Sufocando meus anseios!
Fiz tudo...
Por amor a você,
E acabei por te perder!
Fiz tudo...
Meu amor,
Mas encalhei no desterro!
Fiz tudo...
E hoje me sinto perdido,
Pois não sei mais o que fazer!
Fiz tudo...
Porque não fazes tu,
A vontade do seu desejo,
Para agradar seu coração?

Porque amor?
Reservou-me tantas dúvidas.
Se apenas fui luz,
E veracidade do amor,
Em sua vida.
Não me decepcione!
Pois sei que não és igual às outras.






Você Tem

Você tem a energia...
Que me atrai!
Você tem a beleza sincera...
De uma menina!
Tem o jeito puro...
De quem sonha!
Até tens a luz...
Que me ilumina!
Também tem...
A alma que me sente!
Tem tudo...
O que procuro!
Você tem...
Todos os sentidos que preciso!
Só você tem...
Tudo o que não posso perder!
Porque amo você.






Vem!

Vem minha deusa,
Trazer-me um pouco de ti.
Vem me acordar!
Tirar-me deste marasmo,
Que agoniza meu coração,
Com tua ausência.
Vem dar-me tua afeição,
Para acalentar minha dor,
Com tua paz amante,
E assim me despertar.
Vem e não esquece,
Os carinhos eternos,
Que só você sabe me dar.
Vem!
E não demore...
Porque estou morrendo,
De saudade do meu benzinho.
Vem acabar com a incerteza,
Que me maltrata sem intenção.
Vem amor!
E não deixe o tempo,
Fazer-nos sofrer,
Com esta agonia,
Que tortura feito pesadelo,
O meu peito de criança.
Encontro do Coração


Quando quero ver-te,
Acho-te na imaginação,
E encontro-te nas músicas,
Que me fazem sentir-te,
Na força do pensamento.
Pois sua presença,
Está sempre em mim...
Dentro da minha alma!
Cultivando sentimento,
No meu coração.

Quando quero sentir-te,
Não preciso se quer tocar-te...
Basta apenas buscar-te,
Na melodia,
Qual encanta meu aforismo!
E assim alimentar,
Este desejo sem fim,
Que se perde por amor...
Guardando no espírito,
A razão da minha esperança.






Alegria de Deus

No dia em que tua alma,
Se encontrar na verdade...
Viverás a certeza,
Que o Deus do amor,
Reservou para teu espírito...
A convicção do próprio coração!
Eis que neste dia se tornará,
Mais que uma escultura humana,
Diante dos olhos que a cobiçam...
Tornar-se-á o jubilo do desejo,
Entre as grandezas de Deus,
E dos anjos que te guiam!
Até dos amigos que te amam...
Como eu.






Atitudes do amor

O amor tem atitudes!
Fala do jeito que quer...
Cega e encanta o ego,
Que não resiste a emoção.

O amor tem suas vontades!
Entrega-se aos anseios...
E sempre toma decisões,
Sem importar-se com a razão.

O amor tem sua linguagem!
Não finge desejo nem paixão...
Feito instinto da carne,
Que acaba na cama.

O amor é muito mais!
Mais que os olhos conseguem vê...
É ímpeto da alma,
Qual entrega o coração.

O amor é pureza!
Respeito e gratidão...
Espera e compreensão,
Liberdade e união.
Loucuras

Loucuras do amor...
É amar sem ser amado!
Desejar sem ser desejado!
Querer sem alcançar!
Poetizar sem conquistar!
Acreditar que vale sonhar!
Esperar sem a certeza que virás!

Loucuras do amor...
É te amar sem te tocar!
Desafiar tua indecisão!
Encontrar esperança na tua imensidão!
Viver para te agradar!
Criar ilusão de um dia nos amarmos,
E entregar minha vida a você...
Porque é minha musa querida!







Não deixe!

Não deixe...
Que o tempo te faça esquecer,
Dos momentos maravilhosos de nós dois.
Não deixe!

Não deixe...
Que a frieza da vida tire de você,
As vibrações que fazem bem ao teu coração.
Não deixe!

Não deixe...
Que a amargura dos dias,
Empobreça a tua ilusão.
Não deixe!

Não deixe...
Que o descaso do mundo,
Negue-me a tua afeição.
Não deixe!

Não deixe...
Que as intenções do medo,
Afaste-me da tua aspiração.
Não deixe!


Deixe...
Que Deus nos guie,
E permita-nos amar,
Com a força do coração.
Deixe!






Queria

Queria eu...
Eu o teu poeta!
Poder regar-te minha flor,
Com as lágrimas do meu desejo.
Para vê-la desabrochar,
Como os lírios da minha inspiração,
E transformar o teu jardim de sonhos,
Na pureza perfeita do Éden,
Que guardas no âmago mais intimo,
Do teu coração solitário...
A vontade de me desejar.
Eu queria!
Apenas te amar.






Lua Azul

Um dia...
Eu pedi a magia da lua,
Alguém como você,
Para ser meu grande amor!
E ela me respondeu dizendo...
Acredite e tenha paciência.
Pois não precisa ser alguém,
Basta ser o amor que pediste...
O coração que já te dei!
Acredite...
Pois nada mais mudará,
A vontade deste desejo,
Que louva amor!
Eis que o elo se criou,
E poder nenhum entre o céu e a terra,
Romperá um pedido do coração.







Grito da Solidão

Às vezes falo comigo mesmo!
Para buscar resposta no pensamento,
Sobre a solidão que me fadiga.
E assim tento entender o vazio,
Que me castiga no cerne,
E não assunta meu desejo,
De viver amando.
Mas quando me dou conta...
Vejo-me sufocado pela distancia,
Que me alija do mundo,
E dos seus encantos!
E sem entender minha realidade...
Encontro-me sem saída,
Sofrendo nesta incerteza,
Qual arranca do meu peito,
A esperança de ser feliz.
Então o desespero vem,
E fomenta no cume da minha alma,
Torturando-me com tristeza...
Fazendo tempestades de dores,
No meu ocioso coração.
Por isso grito,
Pedindo socorro,
A atenção do anjo dos anjos...
Segurando-me ao amor!
Para viver a constância da vida,
E cuidar da dama das damas,
Qual a mim confiou o seu nobre coração,
E a rica amizade,
Que me tirou da solidão!
E chegou como a esperança.







Força do Coração

Luto...
Sempre luto!
Enfrento os lobos e as feras,
Que ferem os corações.
Até luto contra a cobiça no mundo,
E desafio as fraquezas da alma.
E sem temor humano,
Faço meu próprio destino,
Escolhendo como prova,
As virtudes do espírito,
Que me diz para viver,
A justiça de Deus!
E como desejo,
Afronto a pobreza,
Da consciência humana.
Então sigo o desígnio,
Sabendo que a batalha,
Logo chegará.
E assim continuo na esperança,
Segurando-me no chamado do coração,
Para defender a paz da razão,
E envergonhar com sutileza,
A horda infame.


Só não luto...
Contra o sonho da paixão!
Porque sei que nesta luz divina,
Deus reservou a vitória,
Como conquista do bem,
E a certeza de prevalecer no meu sentimento,
O amor que hoje contempla no meu interior!
Com o desejo mais puro,
Que reinará no tempo da minha vida...
Com a minha paixão.







Afinidades

Temos...
Espíritos de um só destino!
Pensamentos que se unem!
Necessidades que se completam!
Chamados que se atraem!
Elos de outrora!
Valores que se combinam!
Desejos em comuns!
Poderes intuitivos da alma!
Grandezas dos mesmos astros!
Privilégio de amar em espírito!
Temos...
Tudo que precisamos para viver!
O sonho do mesmo sonho!
Anseios que não podemos abafar!
Amor que rege na linguagem!
Afinidades que a vida não pode ocultar!
Até somos paladinos da paixão!
Temos a veracidade do coração!
A sutileza da percepção!
Sensibilidade no âmago da emoção!
Tudo que o mundo não pode separar!
Temos...
Amor!
Amizade!
E Paixão!
Temos...
Riquezas que estão acima da razão...
Temos!












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Conheça o Autor


Sou Carlos Sheredom,
Homem de personalidade romântica.
Defensor do espírito da dignidade humana.
Sou militante da justiça e igualdade social,
Desde que me entendo como ser humano.
Sou um nordestino imigrante do Ceará,
Onde vivi minha infância com orgulho!
Fui escolado no Estado do Pará...
Terra qual criei raízes.
Hoje com experiência,
Dou-me o direito de anunciar o que aprendi,
E fez do meu espírito um cidadão honrado.
Atuo na área publicitária e jornalística,
Há alguns anos.
Tenho colaborado com jornais do Pará,
Além de editar jornais como:
Gazeta do Pará e Eventos Pará...
De minha propriedade.
Hoje exploro a mídia virtual,
Com o portal www.planetanoticias.com.br,
Dentro do mesmo contexto social.
Atualmente tenho vasta relação,
Com pessoas de varias classes;
Principalmente,
Com quem representa o âmbito político.
Mas para ser direto com as palavras,
Tenho feito desta genialidade,
Meu objeto de observação.
Porém não desrespeitando sua nobreza,
Concluí que esta representação,
Pouco impressiona!
Porque assim entendo,
Que deixam a desejar,
Como referencia humana.
E como qualquer homem de bem,
Que tenta viver a verdade,
Fui alijado pelos doutores da pouca vergonha!
Quais só não me tiraram o ar da vida.
Mas infeliz daquele que tentar,
Destruir um homem de Deus...
Pois será amaldiçoado com o desamor!
Veja que só prevalecerá aos olhos de Deus,
A dignidade e honestidade,
E a vontade do coração que ama...
Não a corrupção da alma.
Por isso,
Não me humilho aos césares da vida,
Nem desejo as moedas do suor do meu povo,
Porque conheço mais que tudo isto...
Conheço o caráter da alma,
E a lei do coração que tem consciência.

Carlos Sheredom



Bibliografia
Por: Carlos sheredom

EM LIVROS

Manifestos de um Xerife / Crítica
Sétima Revelação – O Ultimato / Crônica
Escriba – O Doutor da Lei / Crônica
Na Mira do Povo / Crítica
Olhos da Consciência / Crítica
Marcas de Paixão / Poema
História de Amor / Poema
Garota de Programa / Poema
Cinderela – Amor Eterno / Poema
Esperança / Poema
Fascinação / Poema
Uma Rosa Chamada Leonita / Poema
Uma Estrela Chamada Leonita / Poema
Guerreiro de Dany / Poema
Estigma do Desejo / Poema
Estrela do Mar / Poema
Sarita / Poema
Sereia / Poema
Doce Veneno / Poema
Deusa da Lua / Poema
Princesa das Águas / Poema
Santa Paixão / Poema

EM CDs

Marcas de Paixão / Poesia
Estigma do Desejo / Poesia
Chamas do Coração / Poesia
Resgate da Alma / Poesia

















































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Livro - Uma Rosa Chamada Leonita

Carlos Sheredom

UMA ROSA CHAMADA LEONITA

Poemas




Um cortejo emocionante,
Narrado em poesias de amor,
Oriundas da sutileza da vida,
Qual revela a beleza incansável,
De uma rosa chamada Leonita,
E o sentimento próprio do céu,
De um homem romântico,
Que plantou no coração do seu jardim,
A rosa mais bela que já conheceu.



UMA ROSA CHAMADA LEONITA









Direitos autorais reservados a
Carlos Sheredom
E aditado a
Leonita Sousa



Apresentação

Esta é a segunda obra,
Do poeta Carlos Sheredom,
Dedicado a Leonita.
Uma vitrine afetiva do sentimento,
No puro romantismo da paixão,
Que nascera pelo respeito.
Com o toque real no glamour do amor.
Conheça os impulsos inquietantes,
Deste romancista que transforma,
A experiência emocional,
Em arte literária.
Veja caro leitor,
Como é acessível,
A interação deste trabalho...
Uma Rosa chamada Leonita,
Com a interpretação de quem vive,
Ou conhece o amor.
É incondicional!
Tanto quanto,
O seu sentimento.




Oferecimento

Esta obra poética,
Consistente da minha aguçada emoção,
Inspirada na musa encantada,
Qual me deu o privilégio,
De exaltar o poder do meu coração,
Fazendo deste sentimento,
Contido na minha alma,
Comparação da sua beleza humana,
Com a delicadeza de uma rosa,
Intitulando-a de:
UMA ROSA CHAMADA LEONITA.
Nesta,
Faço reverência,
A grande amiga que és,
Qual é digna do meu carinho e afeição.
Assim como,
Estendo minha exaltação poética,
A todos que se acharem,
Parte destes poemas.



Índice

A rosa
Imagem de Deus
O cavaleiro da rainha
Princesa Leonita
Razão de viver
Seria?
Ai como dói!
Coisa do amor
Mágico dos sonhos
Beleza da praia
O eco
Saudade cortante
Um do outro
Mulheres!
Leo
Observando a estrela
Fazendo amor
Despertar dos sonhos
Abri o peito
Viaje eterna
Tive medo
Fidelidade
Anjo da luz
Reflexão



Introdução


Caro leitor,
Você está prestes,
A entrar no mundo mais emocionante,
Dos anseios humanos,
O mundo da arte poética,
Envolvido pela simplicidade do amor.
Abra o coração,
E veja que esta motivada obra,
Do sentimento espiritual,
De Carlos Sheredom,
É especial,
Tanto quanto,
As expressões humanas,
Que exalam da alma,
A essência do amor.
Venha!
Que quero falar-te,
Um pouco do meu encanto,
Por Leonita.



“A Rosa”

Rosa!
Não és apenas uma rosa,
És a beleza do meu jardim,
Como o floral dos campos,
Que perfuma o ar da vida.

É, És o lírio mais lindo,
Que os olhos da minha alma,
Pode vê.

Rosa?
É! És a rosa chamada Leonita,
A natureza perfeita,
De pétalas sem espinhos,
Que deslumbra o desejo,
E o amor do meu coração.





“Imagem de Deus”

Lá estava ela,
Em pose de Alteza,
Tão nítida a realeza,
Como alvorada da luz,
Que conclama desejo,
Da minha vontade abstrata.

Era lúdica de Deus,
No palco das aspirações,
Que vinha marcar,
Os caminhos sem volta,
Do acaso que movia.

E ali abria o portal sagrado,
No ímpeto dos corações,
Que reverenciado pela vontade,
Majestosa do nosso ser,
Anunciava a exuberância do amor.

Puro encanto!
Coesão do espírito,
Que proclama liberdade de amar,
Viajando nos sentidos da ânsia,
Intimados pela astúcia do desejo.




“O Cavaleiro da Rainha”

Cavalguei por toda vida,
Qual se fora sem te esquecer,
Atravessei desertos da ilusão,
E voei sobre mares de lágrimas,
No meu cavalo alado de rei,
Em busca da tua paz humana,
Que emana cheiro de amor,
E encanta a razão do meu querer.

É! Enfrentei a lei dos homens,
E perigos temidos no mundo,
Feito guerreiro destemido,
Para servir a minha rainha,
Neste reino imaculado,
Que faz do teu espírito cortes,
A força invencível do meu ser,
Qual resgatara nosso castelo de ilusões.





“Princesa Leonita”

Meu pré-destinado amor,
Como sonho do espírito,
Que guardo na alma,
A afinidade da tua essência.

Eis que te encontro,
Diante do olhar efêmero,
Depois de vidas vividas,
A certeza de te achar.

Minha amada senhorita,
Laços marcados em outrora,
Num passado definido,
Que hoje retoma nossos dias.

Es presente vivo,
E futuro inevitável,

Desta herança existente,
Que deus concebe no sentimento.

E aqui estou princesa perfeita,
Em busca do teu apego,
Para realizar a plenitude do desejo,
Deste amor que nunca acaba.



“Intimidade da Rosa”

Como quero te envolver,
Na magia dos meus braços!
Dar-te o êxtase da satisfação,
De amar na intimidade,
E sentir o calor do teu corpo,
Molhado pelo suor.

É, Quero!
Quero fazer sentir-se,
A mulher mais desejada,
E tocar-te com a energia,
Da minha aura,
Proferindo sonhos no teu espírito.

Sonhos entranhados na carne,
Que te leve a felicidade plena,
Nos tremores aluados,
Do querer do desejo,
Que une corpo,
Alma e coração.





“Seria?”

Seria mesmo pecar,
Deixar nossas almas se entregarem?
Seria um erro do tempo,
Libertar nossos espíritos?
Seria justo,
Os filhos de Deus,
Não viverem o prazer prometido?
Seria?
Seria sábio,
Evitar o amor?
Seria honrar a razão,
Agredir a razão do coração?
Seria prudência humana,
Punir a força do sentimento,
Da alma que ama?
Seria?
Nossa vontade,
Negar o fado da vida?
Seria uma escolha,
O plano do destino?
Seria loucura,
Abrirmos as portas da ilusão?
Não!
Não seria.
Seria descuido,
O desejo apagar...
O instinto falhar...
O amor não semear...
E o arrependimento nos cobrar.





“Ai Como Dói”

Ai!
Como corta na alma,
A dor do desespero,
Quando olho para o céu,
E vejo que o presente se foi,
Feito lágrimas derramadas,
Como divida de sofrimento,
Causado pelo descuido,
Do teu desamor.

Ai como dói!
Tentar se apegar ao coração,
De um amor perdido,
E enfrentar a fúria do desejo,
Que não te alcança,
E assim sofrer,
Sofrer e sofrer,
Nesta loucura,
Fingindo te encontrar,
Em olhares que me confundem.

Ai como dói!
Imaginar você em outros rostos,
Sentir-te,
Em olhares que se apagam,
Segurar-me no encanto feminino,
Para manter viva a esperança,
De um dia,
Teu sorriso novamente amar,
E dar sentido ao espírito,
Que hoje morre na espera,
E na saudade.




“Coisa do Amor”

A verdade da nossa paixão,
Contempla-se nas canções,
Quando o inesperado refúgio,
Faz do desejo a saudade,
Na necessidade do coração.

Coisa do amor!
Feito cupido da emoção,
Que espalha esperança,
E faz da nossa crença,
A revelação no destino da vida.

E logo o amor nos cala,
Até o medo do desconhecido,
Que conspira na duvida,
Com o poder da razão,
Alimentando o querer da emoção.





“Mágico dos Sonhos”

Tudo se faz presente,
Quando vejo teu rosto jovem,
Esparramar sorrisos,
Que marcam em meus sonhos,
E me guia nas passarelas,
Quais brotam magia,
E guardam com carinho,
Tua presença nas lembranças,
Como o amor dos amores,
Que tenho afinidades.
É! É mais forte que o acaso,
Algo como pretensão do respeito,
Que ousara me provocar,
Atraindo-me na atenção,
Com o véu do teu ser.
Então me pronuncio
E neste momento,
Tenho-te como a rosa,
Além do desejo precioso,
Que nascera do peito
Despertando a vontade,
De te coroar num arco-íris,
Para colorir teu espírito,
Feito mágico dos sonhos,
Que se encanta,
Com tua alma de menina.
“Beleza da Praia”

Lá, além do norte,
Onde abrolha o sol,
Todas as manhãs,
Para cuidar da beleza,
Que maravilha o mar,
E desenha nas praias,
O encanto da pele,
Você mostra teu corpo,
Marcado pelas silhuetas,
Que logo ilumina teu ser,
Esculpindo fascínio,
Como a flor que desabrocha,
Para seduzir a imaginação.
E assim te busco,
Com ansiedade no peito,
E curiosidade no olhar,
Para sentir-lhe com carinho,
E viver o amor que alucina.




“O Eco”

Quando as noites caem,
Diante dos nossos pensamentos,
Sinto o eco do teu chamado,
Mistificar o desejo da alma,
E romper os nossos sentidos,
Intimados pela saudade,
Que declaram o poder da paixão.

Então hiberno em espírito,
Para sentir-te na intimidade,
Do ser adorável que busco,
Nas viagens do meu sentimento,
E assim entrego-me,
Ao descanso da aura,
Nos sonhos que superam a distância.




“Saudade Cortante”

Amor,
Volta!
Estou te esperando,
Não me deixe tão só,
Jamais sobreviverei,
A distância que nos separa.

Volta,
Amor!
Pois não sei se seguro-me,
Na ânsia por tua ausência,
Ou na saudade cortante,
Que me fere com a dor.

Amor volta!
Vem e me faz sorrir,
Que te darei rosas,
Para perfumar,
A estrada da tua vida.




“Um do Outro”

Somos partes de um só,
Como afinidade do espírito,
Do desejo que não se corrompe,
Porque o elo é mais que carnal,
E desarma nossas fraquezas,
Ligando-nos pelo calor da alma,
Assim atraindo nossas mentes,
Quando pensamos e sonhamos,
Em transcender na eternidade,
Com nossas fantasias da afeição.
É! Somos...
Somos alimentos um do outro,
Diferenças que se combinam,
Pedaços que encaixam,
Energia de um só corpo,
Como o coração que une,
Na atmosfera perfeita,
Feito essência espiritual,
Da consciência medida,
Que reflete emoção na vida.
Somos!
A telepatia do pensamento,
Neste universo que não se cala,
Quando o ciclo da euforia,
Determina o que queremos,
Como o desejo perfeito,
De um amor verdadeiro,
Que canta pureza sem malícia,
Cobrando-nos o sentido de existir,
Qual completa no ego,
Sem o veneno da carne.




“Mulheres!”

Mulheres!
Omitem o poder de ser,
Transparente com a alma,
E transformam a beleza feminina,
Em rosas que murcham,
E matam o espírito da paixão,
Quando deixam os sentidos do corpo,
Enganar a pureza que encanta,
E alimenta os olhos da afeição.

Mulheres entediadas,
Pelo flagelo dos homens,
Quando fazem da carne,
O amor!
E entregam-se ao desrespeito,
Ou vivem histórias íntimas,
Sem consciência de paixão,
Fazendo no desejo carnal,
A violência que fere o coração.

Mulheres!
Superioridades humanas,
Portal da existência,
Calor do homem,
Reverencia da vida.

Porque corromper,
A delicadeza tão nobre de fêmea,
E comparar-se com as baganas machistas?




“Leo”

Cheguei para realizar,
Os sonhos que almejas,
E despertar em ti,
A nobreza do espírito,
Da lady que sempre foste.
E aqui estou,
Minha Leo!
Como herói do teu desejo,
Para enriquecer teu ego,
E acabar o vazio do desterro,
Que tua história choras.
Minha Leo!
Ousadia dos meus encantos,
Pretensão sagaz de um Rei,
Qual reina como Rainha,
No meu espírito lorde de amante.




“Clamai pelo Desejo”

Observai o universo da beleza,
Nas maravilhas humanas,
E descobriras que além do finito,
Estende-se no descanso infinito,
Grandezas como o amor.
Então olhai e tocai,
Sem medo de si,
Os detalhes amiúdem,
Que nascem todos os dias,
Na magnitude do teu destino.
Clamai!
Clamai pelo desejo,
E nele descobriras,
O segredo dos sentidos,
Que move o coração.



“Fazendo amor”

Deixa-me anjo meu,
Deslizar as mãos no teu corpo,
Banhar tua pele morena,
Com espuma que desperta desejo,
No cheiro dos motéis,
Que pede calor e paixão.

Deixe-me doce prazer,
Enfeitar tuas silhuetas,
Com o brilho púrpuro,
Do meu suave suor,
E perfumar com champanhe,
Teu ego mais intima.

Deixe-me sedução,
Brindar com beijos,
E regar a sede da tua carne,
Com a fonte do espírito,
Que a envolve,
Na seiva da minha alma,
Para libertar a nudez,
Do nosso amor.



“Despertar dos Sonhos”

Acordei pra vida,
Sai do somo eterno,
E surpreso me vi,
Nas garras do teu destino,
Que me tomava pelas razões,
Quais mostravam minhas intenções.

É! Acordei sonhando,
Com um espetáculo de rimas,
Que movia meu desejo poético,
Extraído do meu coração,
Com a essência da inspiração,
De um instinto amante.

É, e logo adormeci,
Sonhando com você!
Mas percebi a realidade,
Falar-me em línguas,
Que a esperança do meu amor,
Tinha o preço da amizade.



“Abri o Peito”

Abri a porta do teu coração,
Deixa entrar o vírus do amor,
Depois vem,
Vem!
Em busca da essência que te cure.
Vem, e veras que aqui estou,
A tua espera,
No encanto febril da alma,
Chamando-te para amar.
Abri!
Abri o peito amante,
E esquece o medo que desventura,
Teu desejo de aventura,
E vem comigo aventurar.



“Viaje Eterna”

Tão em comum,
São os nossos anseios,
Fôlego de duas almas,
Que busca a felicidade,
No mesmo plano.

Tão inquietos,
São os nossos corações,
Que trilha caminhos,
Onde só o pensamento conhece,
A força que une a paixão.

Tão eterno,
É o querer do amor,
Que viaja na luz do desejo,
Neste cenário da vida,
Que preserva nossas ilusões.



“Tive Medo”

Tive medo!
De me decepcionar,
E sentir a dor,
Que sempre vem me castigar.

É, tive medo!
De não conquistar tua confiança,
Com este amor inquieto,
Que não me deixa pensar.

Tive medo, muito medo!
De não fazer parte dos teus sonhos,
E no desespero apenas lamentar,
Sem poder novamente te alcançar.

Tive medo!




“Fidelidade”


Porque trair sua confiança?
Se seu reino me completa,
Com a jóia que contemplo,
Como majestade do meu amor.

Porque minha amada?
Porque buscar em outra,
A promessa dos sonhos,
Que encontrei em você?

Ser fiel a ti,
Não é mera prova de amor!
E a força do mais puro desejo,
Que te coroa no meu sentimento,
Como alteza do meu encanto.




“Anjo da Luz”

Olhe para o céu,
E lá no altar das estrelas,
Veras a mensagem do amor,
Escrita nos raios de luz,
Que te corteja na magia da noite,
E te revela o poder da minha paixão,
Que viaja nas madrugadas,
Como anjo da luz,
Em busca do teu coração.




Reflexão

A felicidade é a grandeza de um momento.
A indiferença é a frieza da razão.
A rotina é o desperdício do tempo.
A tristeza é a dor que pesa na solidão.
A eternidade é a constância da paixão.
O amor é a força que transcende do espírito.
A razão é o limite dos sonhos.
A paz é a liberdade do desejo.
A alma é a plenitude da realização.
A riqueza é a simplicidade da vida.
A arte é o dom da imaginação.
A conquista é a ousadia do coração.
A luz é a direção de Deus.
O ser é a busca da perfeição.
O desejo é a química do pensamento.
O sexo é a intimidade dos sentidos.
A vida é a estrada do destino.
O espírito é a magia dos anseios.
Deus é a reposta de tudo!







UM BREVE DIALOGO COM LEONITA

Caro leitor, como se sentiria um poeta escrevesse poemas inspirados em você? Com certeza sentiria como estou sentindo-me, mais felizardo de todos!
Não é todo dia que alguém escreve algo tão afetivo para uma pessoa comum; e por esta razão, estou dando este breve testemunho em uma das obras de Carlos sheredom... Já que o mesmo me fez de musa inspiradora. Carlos Sheredom é um poeta que apareceu na minha vida, como um presente de Deus! Presente que veio sem cobrar nada; por isso agradeço pelas poesias, porque sei que são verdadeiras e vem do fundo da alma desta mente brilhante. Amigo Carlos, sempre que pensar em escrever pensando no meu ser, me faça presente como uma verdadeira amiga. Porque estarei sempre no meu cantinho, torcendo pelo seu sucesso e sua felicidade de anjo que declama a beleza do amor. Sheredom, você é um homem extraordinário! Conhecer você foi experiência única para uma mulher simples como eu.
Seus versos são belos! Suas poesias são perfeitas...
Assim como você! Meu querido amigo, faço destas linhas o agradecimento por me fazer majestade nas suas inspirações. Pois foi maravilhoso para mim, porque fez sentir-me mais viva e bonita! Também... Quem não se sentiria? Amigo, desejo-te sucesso, porque é mais que merecido. Pois homens de luz da sua estirpe, jamais se acham por aí, nas esquinas do mundo, Te admiro e espero que alcance o que almejas, meu precioso amigo.


Por: Leonita Sousa




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Direitos autorais desta obra
São reservados ao autor
CARLOS SHEREDOM
E adi tos a
Leonita Sousa
Bruno Barbalho Oliveira
Carlos Raphael Barbalho Oliveira
Andressa Beatriz Nascimento Oliveira





Bibliografia
Por: Carlos Sheredom
EM LIVROS

História de Amor / Poesia
Cinderela – Declarações de Amor / Poesia
Garota de Programa / Poesia
Estigma do Desejo / Poesia
Marcas de Paixão / Poesia
Uma Rosa Chamada Leonita / Poesia
Uma Estrela Chamada Leonita / Poesia
Fascinação / Poesia
Esperança / Poesia
Guerreiro de Dan / Poesia
A Sétima Revelação - O Ultimato / Crônica
Escriba – O Doutor da Lei / Crônica
Manifestos de um Xerife / Crítica
Olhos da Consciência / Crítica
Na Mira do Povo / Crítica
Sarita / Poesia
Princesa das Águas / Poesia
Doce Veneno / Poesia
Deusa da Lua / Poesia
Sereia / Poesia
Santa Paixão / Poesia
Estrela do Mar / Poesia




EM CDs

Marcas da Paixão - Poemas
Chamas do coração - Poemas
Estigma do Desejo - Poemas
Resgate da Alma - Reflexão






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Sou Carlos Sheredom,
Homem de personalidade romântica.
Defensor do espírito da dignidade humana.
Sou militante da justiça e igualdade social,
Desde que me entendo como ser humano.
Sou um nordestino imigrante do Ceará,
Onde vivi minha infância com orgulho!
Fui escolado no Estado do Pará...
Terra qual criei raízes.
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Porém não desrespeitando sua nobreza,
Concluí que esta representação,
Pouco impressiona!
Porque assim entendo,
Que deixam a desejar,
Como referencia humana.
E como qualquer homem de bem,
Que tenta viver na verdade,
Fui alijado pelos fora-da-lei!
Quais só não me tiraram o ar da vida.
Mas infeliz daquele que tentar,
Destruir um homem de Deus...
Serão amaldiçoados com o desamor.
Vejam que só prevalece a dignidade,
A honestidade.
E a vontade do Coração que ama...
Não a corrupção da alma.
Por isso não me humilho aos césares da vida,
Nem desejo as moedas do suor do meu povo,
Porque conheço mais que tudo isto...
Conheço o caráter da alma,
E a lei do coração.

Carlos Sheredom









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